A inquilina LXXXIII

Da série A inquilina
Um conto erótico de Amigo Intimo
Categoria: Heterossexual
Contém 1183 palavras
Data: 27/04/2026 17:27:39

No sábado passeamos o dia todo com o menino, levando ele nas coisas que gostava no final do dia, deu preguiça de sair quando menino dormiu capotado, a mãe da inquilina foi novamente para a casa do meu amigo, e nós ficamos no apartamento, o marido da gravida foi ao quarto do menino do nada, no meio do filme que colocamos, e saiu com um banco imobiliário, um war um baralho e um uno, meus que ficavam enfeitando o quanto do menino e falou:

- Bom pessoal, acho que podemos pedir pizza e beber - olhou para a gravida e deu um beijo nela- você não, e passar o tempo jogando, já que decidimos não sair. - todos concordamos e pegamos as taças, um vinho, agua de coco para a gravida e arrumamos tudo até a pizza chegar, descemos eu e ele para pegar a pizza, quando voltamos elas tinham montado o tabuleiro de banco imobiliário e estavam de camisola sentadas no chão. Eu fui para a bancada cortar melhor a pizza e olhei para a inquilina que sorriu animada, ambas estavam de pernas cruzadas com almofadas no colo, e ficavam se olhando rindo. Eu sentei levando as pizzas que foram recebidas sendo roubado um pedaço cada um - Bom vamos aos dados e ver quem começa, - O jogo foi acontecendo e pequenos detalhes estavam ficando cada vez mais evidentes, as conversas durante o jogo que parecia mais longo que deveria, iam de um lugar a outro, as duas, já não tinham as almofadas entre as pernas e suas calcinhas a da inquilina pequena, branca e transparente na frente deixava em vários momentos o contorno avermelhado dos seus lábios parecer, a da gravida em um tom rosa claro, e rendada, estava mordendo sua buceta deixando um dos lábios para fora, eu e o marido da gravida, estávamos visivelmente excitados, terminamos a segunda partida e a terceira garrafa o marido da gravida se levantou para ir ao banheiro e as duas riram olhando ele excitado, eu só ri olhando para baixo, a gravida se levantou rindo e disse que ia no banheiro também e tirou a camisola antes de fechar a porta do quarto, a inquilina me olhou rindo.

- Quer ir lá - eu balancei a cabeça num não, ela veio andando de quatro me olhando nos olhos andando sobre o tabuleiro - Boa resposta, porque vocês ja tiveram o rolo de vocês, não pensa que eu esqueci - me beijou me empurrando para o chão como se fosse uma felina atacando uma presa, - Apesar que é injusto comigo e com o Marido dela - eu ri entre o beijo que ela me dava esfregando o corpo de quatro sobre o meu.

- A é, e você quer ir lá? - Ela riu me beijando fazendo não com a cabeça - Não gosto de injustiças - ela passou a mão por baixo e apertou meu pau com um sorriso.

- Acho que todos nós vamos morrer com essa curiosidade de como seria, porque eu nunca ia arriscar perder, minha melhor amiga - eu olhei para ela fingindo indignação ela riu e me deu um beijo molhado quase babado - ué, nós sabemos que você não vive sem mim - eu virei os corpos colocando ela por baixo e ela sorriu maliciosa. - Nossa, é por essas coisas que eu não vivo sem você também, por isso o risco era perder ela. - eu sorri com sua resposta e o beijo foi longo, dava para ouvir a gravida gemendo no quarto, e Marido chamando ela de safada, a inquilina abrindo meu ziper da bermuda, a camisola dela ja na barriga, o beijo terminou com meu pau ja dentro dela e ela com a calcinha de lado, ali no chão com as peças sendo espalhadas a cada estocada, as notas do dinheiro do jogo coladas nas pernas, meu pau entrando e saindo suave da sua buceta encharcada, ela gemia com a cabeça colada no meu ombro e eu estocava forte, e quando nossos corpos batiam ela soltava um gemido meio gritado do quarto vinha o som da gravida gemendo mais ritmado, o som do quarto parou, e só escova minhas estocadas e o gemido abafado da inquilina, levantei meu corpo colocando ela em posição de frango segurando atras de seus joelhos e comecei a meter mais forte e ritmado, depois da frase vinda do Marido da gravida lá do quarto “ Caralho, voce tem a melhor chupada do mundo “ e voltarem os gemidos eu deitei meu corpo sobre a inquilina renovo e coloquei a boca na sua orelha e um dedo na sua boca, ela começou a chupar meu dedo.

- Mentira dele, o seu é muito melhor - tomei um tapa e uma encarada com olhos de assassina, mas quando dei uma nova estocada forte ela soltou um riso me chamando de FDP. Eu continuei as estocadas sem parar um momento, o gemido foi mais forte no outro quarto, seguido da gravida dizendo “ devagar, to sensível”, a inquilina me abraçou com força e com uma risadinha maldosa falou no meu ouvido.

- Amor, mais forte - eu comecei a meter com mais força tirando gemidos, gritinhos e um som molhado e de impacto, que tirou risos do quarto, eu continuei metendo com força. Levantei o corpo de novo para facilitar ela tirou a calcina e ficou de quatro, nem terminou de se virar eu comecei a meter com força ela gemia alto hora, tentava segurar, eu dei um ou dois tapas na sua bunda, e continuei metendo o cu dela piscava para mim eu cuspi e acertei ela tirando um gemido suspirado dela, so alisei o dedão sobre ele e ela começou a gozar, tremendo de leve e gemendo descompensado , eu acelerei e fiquei só passando o dedão sobre seu cu, sem enfiar, ao mesmo tempo que comia sua buceta com vontade, ela deitou a cabeça erguendo mais a bunda, sua camisola caiu sobre sua cabeça e entre espasmos dela e o som do nosso corpo batendo e seu cu piscando sendo esfregado, eu comecei a gozar dentro dela, deixei o pau lá no fundo segurando em sua cintura, ela ficou ofegante segurando a cabeça encostada no chão e deu uma rebolada, antes de deitar o corpo para o lado eu sentei no chão, puxando minha cueca e minha bermuda, que estavam no meu calcanhar.

Passou um 5 minutos sem som, ela encostada no sofá e eu sentado no chão, a gravida batei na porta do quarto e falou rindo - Podemos sair? - todos rimos, eles saíram, sem esperar a resposta, Marido da gravida passou direto e foi pegar uma agua, a inquilina só fechou as pernas e encostou no sofá, a gravida se abaixou do meu lado rindo, pegou o copo de agua de coco que estava no chão e deu um gole depois estendeu para a inquilina rindo e apontou - sua calcinha, de novo - elas riram trocando olhares cúmplices, a inquilina pegou a calcinha e colocou rápido abrindo as pernas e mostrando a buceta toda melada. A gravida riu enquanto ela ficava vermelha, mas então algo pingou da gravida no chão e as duas começara a rir sem parar, com a gravida sentando em cima tentando esconder.

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