O sol da tarde invadia as janelas da academia, destacando cada curva suada e tentadora do corpo de Giovana. Aos 28 anos, formada em Educação Física, ela era instrutora ali há quase seis anos e, simplesmente, era uma delícia de mulher.
Seus seios eram cheios, redondos e empinados, balançando levemente com cada movimento. Os bicos rosados e pontudos marcavam o tecido fino das regatas justas como se implorassem para serem chupados. A cintura era fina, contrastando com os quadris largos e a bunda grossa, redonda e empinada — uma bunda que tremia gostoso quando ela caminhava ou fazia agachamentos, chamando atenção de qualquer um que tivesse olhos. As coxas eram grossas, firmes e macias ao mesmo tempo, desenhadas por anos de treino, e quando ela usava aquelas leggings ou shorts legging coladíssimos, o tecido se enterrava sutilmente entre as nádegas, marcando o contorno da calcinha pequena que ela adorava usar por baixo. O volume da boceta ficava levemente desenhado no tecido quando ela suava, criando um camel toe discreto mas extremamente provocante.
Giovana tinha pele morena-clara que brilhava com o suor, cabelos castanhos ondulados presos em rabo de cavalo alto, boca carnuda e olhos que pareciam convidar para o pecado. André, seu namorado há dois anos, ficava completamente louco com ela. Toda vez que a via saindo de casa ou chegando da academia com aquelas roupas mínimas coladas ao corpo suado, ele sentia o pau latejar. Imaginava aquelas coxas grossas apertando sua cabeça enquanto ele lambia ela, ou aqueles seios macios balançando enquanto ela cavalgava gostoso em cima dele. As calcinhas fio-dental que ela usava marcavam tanto na legging que ele tinha vontade de rasgar tudo ali mesmo.
Na academia, os professores eram apenas três: Giovana, Lucas e Bárbara. Para o Carnaval, eles tinham combinado de viajar juntos com seus respectivos pares: Giovana com André, Bárbara com o namorado Marcos, e Lucas, que havia começado a namorar há pouco tempo, levaria Ana.
Lucas era o melhor amigo de trabalho de Giovana. Alto, corpo definido, sorriso safado e um jeito de olhar que não escondia o quanto ele era fissurado nela. Desde o dia em que ela chegou na academia, ele vivia dando em cima dela de forma brincalhona, mas intensa. “Gi, se você não fosse tão bem-casada, eu já tinha te comido em cima do banco de supino”, ele dizia rindo, mas com os olhos descendo sem vergonha pelos seios e pela bunda dela. Giovana sempre levava na brincadeira, revirava os olhos e respondia algo como “Sonha alto, Lucas”, nunca aceitando. Mas ele não desistia. No fundo, Lucas sonhava com o dia em que conseguiria colocar as mãos naquela bunda gostosa e sentir o calor entre aquelas coxas.
Era fim de janeiro e os três casais estavam planejando a viagem. Sentados na sala de descanso da academia, Bárbara, ainda de shortinho curto, folheava o celular animada:
— Então, fechamos o Airbnb em Florianópolis? Quatro quartos, piscina, vista pro mar… vai ser loucura de Carnaval!
Giovana, vestindo uma legging preta colada que marcava perfeitamente a curva da bunda e o volume da calcinha, sorriu enquanto bebia água. A regata justa grudava nos seios suados, deixando os bicos pontudos bem evidentes.
— Eu topo. André já confirmou que vai.
Lucas, sentado de frente para ela, não conseguia tirar os olhos das coxas grossas apertadas na cadeira e dos mamilos marcando o tecido. Ele lambeu os lábios discretamente e falou com aquele sorriso safado:
— Perfeito. Ana também vai. Mas se o André der mole… eu cuido de você direitinho, Gi. Pode deixar.
Giovana riu alto, jogando a toalha nele:
— Não fala besteira, garoto.
...
Meses atrás:
Na sala de descanso da academia, meses antes de Bárbara entrar no time, Leo era o outro membro do trio. Ele e Lucas estavam sentados no sofá, suados depois da última aula do dia. Os dois olhavam para Giovana, que terminava de arrumar o material do lado de fora. A legging azul marinho, colada no corpo, marcando perfeitamente a raba empinada dela, e a regata fina que deixava os bicos pontudos dos seios bem visíveis.
— Caralho, olha como essa vadia é gostosa — murmurou Leo, lambendo os lábios. — Ela anda com essa bunda balançando o dia inteiro… deve ser uma delícia foder ela até ela gritar.
Lucas riu baixo, ajustando o pau dentro do short.
— É foda, né? Eu vivo imaginando ela de quatro, levando pau fundo enquanto a gente chama ela de puta safada. Aposto que ela gosta de ser tratada como vadia.
Leo sorriu malicioso.
— Pode apostar. Eu tô flertando pesado com ela faz dias. Hoje mesmo mandei mensagem dizendo que queria fechar a academia só pra gente… brincar um pouco. Ela respondeu que ia ser uma delícia.
— Sério? — Lucas arregalou os olhos, já sentindo o tesão subir. — Então hoje é o dia, porra.
...
Depois que o último aluno saiu, Giovana trancou a porta da academia e virou-se para Leo com um sorriso safado. A academia estava vazia, silenciosa, só as luzes de emergência acesas.
Leo não perdeu tempo. Encostou nela por trás, beijando seu pescoço enquanto as mãos deslizavam pelos seus seios.
— Finalmente sozinhos, sua gostosa… — sussurrou no ouvido dela, mordendo o lóbulo.
Giovana gemeu baixinho, inclinando a cabeça para dar mais acesso. Eles se beijaram com fome, línguas se enrolando, enquanto Leo apertava e espalmava a bunda dela com força. A mão dele desceu, entrou por dentro da legging e da calcinha, sentindo a boceta entre o seus dedos até ficar molhada.
— Porra… você já tá encharcada — rosnou ele, enfiando dois dedos devagar enquanto continuavam se beijando. — Essa bocetinha gulosa tá pedindo por pau, né?
— Tá sim faz meses que eu não transo, Leo… — ela respondeu ofegante, rebolando contra a mão dele. — Quero agora.
— Que tal irmos pro banheiro?
Ele puxou os dedos molhados, lambeu e a guiou até o banheiro feminino. Trancou a porta da cabine maior. Sem cerimônia, abaixou a legging dela até os joelhos, posicionou Giovana sentada na privada com as pernas abertas e se ajoelhou na frente.
— Deixa eu provar essa boceta antes de foder — disse, puxando a calcinha minúscula para o lado.
A língua dele atacou o clitóris inchado, chupando forte, lambendo a entrada molhada enquanto dois dedos entravam e saíam rápido. Giovana segurava a cabeça dele, gemendo alto, os seios balançando dentro da regata, bicos pontudos duros.
— Isso, caralho… que língua gostosa… assim… — ela gemia, rebolando na cara dele.
Leo não parou até sentir ela apertar os dedos e gozar forte na boca dele, o corpo tremendo, suco escorrendo pelo queixo dele.
— Boa vadia… gozou gostoso — ele disse, levantando-se e limpando a boca.
Virou Giovana de costas, prensou o corpo dela contra a parede de madeira da cabine e puxou a calcinha minúscula para o lado novamente. O pau grosso já latejava. Ele pincelou a cabeça na entrada molhada da boceta, provocando, esfregando para cima e para baixo.
— Quer pau, vadia? Pede direitinho.
— Me fode, Leo… mete logo nessa putinha — ela implorou, empinando sua bunda.
Ele foi metendo aos poucos, depois retirou tudo e deu uma estocada bruta. A parede de madeira começou a fazer um barulhão a cada metida forte: Pac-Pac-Pac-Pac. Leo segurava o rabo de cavalo dela como rédea, puxando o cabelo enquanto metia sem piedade.
— Toma, porra! Leva esse pau bem fundo, eu sabia que tu era safada! Essa boceta é minha hoje!
Giovana gemia alto, a bunda tremendo a cada investida, os seios prensados contra a madeira fria.
Do lado de fora da cabine, Lucas que tinha se escondido deles, se esgueirando silenciosamente pela academia vazia. Subiu na cabine ao lado, celular na mão, e gravou tudo por cima da divisória: o pau grosso entrando e saindo brilhando, a bunda grossa de Giovana tremendo, os gemidos dela e os xingamentos de Leo. O ângulo pegava cada detalhe.
...
Meses depois, Leo saiu da academia. Bárbara entrou em seu lugar. E Giovana começou a namorar André.
Voltando pra atualidade.
Uma semana antes do Carnaval, o celular de André vibrou. Conta fake no Instagram. Título: “Festinha na academia”.
Ele abriu e assistiu, paralisado: Giovana sendo comida contra a parede de madeira de um banheiro, gemendo como puta, pedindo mais forte, a bunda tremendo, os bicos pontudos dos seios roçando na madeira, a parede fazendo barulho enquanto um homem metia sem parar.
André fodia Giovana do mesmo jeito bruto e ela gostava: puxava cabelo, dava tapa na bunda, chamava de vadia enquanto metia fundo. Mas ver o vídeo mudou tudo.
O ciúme explodiu na cabeça dele. Ele mesmo fodia ela daquele jeito… mas ver ela sendo usada por outro cara, gemendo daquele jeito, antes dele… bugou completamente.
Quando Giovana chegou em casa, André jogou o celular na cama.
— Que porra é essa, Giovana?
A briga foi feia. Gritos, lágrimas, acusações. Ela tentou explicar:
— André, isso foi antes de te conhecer! Foi só uma vez, depois do expediente… não significou nada!
— Nada?! — ele berrou. — Você tá gemendo “me fode mais forte” enquanto ele te chama de vadia e mete nessa boceta que é minha agora! Eu sei que você não é santa, Gi… mas porra! Ver você fazendo isso com outro em um video… porra, não dá!
Eles terminaram naquela noite. André saiu batendo a porta.
No dia seguinte, na academia, Lucas fingiu surpresa quando Giovana contou, cabisbaixa.
— Puta merda, Gi… que foda. Mas olha… o Carnaval em Floripa já tá tudo pago. Casa, passagens, tudo. Você não vai ficar sozinha aqui chorando. Vai com a gente. Distrai a cabeça, bebe, dança… eu cuido de você.
Giovana hesitou, mas aceitou. Precisava sair dali.
Lucas sorriu por dentro. Tudo correndo como ele planejou. Ele tinha mandado o vídeo. E já tinha chamado seu amigo Beto para ocupar o lugar de André na viagem.
O Carnaval estava apenas começando.
...
A viagem até Florianópolis foi animada. Lucas dirigia um dos carros com Ana no banco da frente. No banco de trás iam Beto e Giovana. Bárbara e Marcos seguiam logo atrás no outro carro. Durante o trajeto Lucas não parava de incentivar a bebida: parava em postos, comprava cervejas geladas, caipirinhas e shots, dizendo que era para “começar o Carnaval no clima”. Giovana, ainda arrasada com o término recente com André, bebia mais do que o normal. As lágrimas apareciam de vez em quando, mas ela tentava disfarçar enchendo o copo novamente.
Beto, sentado ao lado dela, começou o flerte aos poucos: elogiava o corpo dela, dizia que ela era muito linda pra ficar triste assim por um cara. Giovana sorria fraco, aceitava os elogios, mas ainda falava do ex-namorado.
Chegaram na casa alugada no final da tarde. Uma casa grande com piscina, churrasqueira e vista para o mar. Os seis — Giovana, Lucas, Ana, Bárbara, Marcos e Beto — se instalaram, tomaram banho e já começaram a beber enquanto se arrumavam para a primeira festa de rua.
À noite, o grupo todo saiu junto para o bloco na beira da praia. A multidão, o som alto, as luzes coloridas e o álcool fluindo livremente deixavam o clima quente. Giovana estava visivelmente alterada: e a blusinha fina deixava os bicos pontudos dos seios bem evidentes. Ela bebia sem parar, dançando meio mole, os olhos às vezes marejados ao lembrar de André.
Lucas e Beto trocavam olhares cúmplices o tempo inteiro. Antes de saírem da casa, Lucas havia reforçado o plano baixinho com Beto:
— Hoje a gente começa. Faz ela beber bastante, flerta, toca… quando tiver oportunidade, leva ela pra um canto mais escuro. Eu vou arrumar um jeito de gravar. Quero essa vadia pra mim essa noite.
Na festa, Beto começou a ficar mais insistente. Dançava colado com Giovana, as mãos descendo pela cintura fina até apertar de leve a bunda empinada. Ela não afastava, bêbada e carente. Lucas, do lado, enchia o copo dela toda hora com caipirinha forte.
Em determinado momento, Beto segurou a mão de Giovana e falou no ouvido dela:
— Vem, Gi… vamos comprar mais bebida ali naquele barzinho ali do lado. Tá muito cheio aqui.
Giovana, tonta de álcool e tristeza, aceitou. Os dois se afastaram do grupo e foram até um bar improvisado mais afastado, numa área menos iluminada da festa.
Lucas esperou uns dois minutos, depois virou para Ana, Bárbara e Marcos:
— Vou no banheiro rapidinho, gente. Segura minha bebida aí, Ana.
Ele saiu discretamente, seguindo na mesma direção que Beto e Giovana. Escondeu-se atrás de uma barraca de cerveja, celular na mão, e filmou de longe.
No bar, Beto encostou Giovana contra a parede de madeira, os corpos bem próximos. A música alta abafava as vozes.
— Gi… para de sofrer por aquele cara — disse Beto, voz rouca, uma mão na cintura dela e a outra apoiada na parede ao lado da cabeça. — Olha pra você…Uma mina linda, gostosa. Todos os caras que passaram por nós hoje, ficaram te olhando. Aproveita o Carnaval, porra.
Giovana balançou a cabeça, olhos marejados:
— Eu amo ele, Beto… não consigo esquecer tão fácil.
Beto não recuou. Chegou mais perto, o corpo pressionando o dela, o pau semi-duro roçando na coxa grossa.
— Ele não tá aqui. Eu tô. Deixa eu te fazer esquecer um pouco…
Ele inclinou o rosto e tentou beijar. Giovana virou o rosto no primeiro instante, desviando os lábios.
— Beto… não… eu não devo…
Ele segurou o queixo dela com firmeza, virou o rosto devagar e colou a boca na dela. No começo ela ficou rígida, relutante, as mãos tentando afastá-lo de leve. Mas Beto beijou com fome, língua invadindo, uma mão descendo para apertar a bunda gostosa. Giovana gemeu baixinho contra a boca dele. Aos poucos o corpo dela amoleceu. A língua dela encontrou a dele, o beijo ficou molhado, quente, cada vez mais entregue. Ela até rebolou de leve contra ele, a boceta começando a latejar.
Lucas, escondido a uns dez metros, gravava tudo com zoom: o beijo safado, a mão de Beto apertando a bunda dela, Giovana se entregando devagar, bêbada e carente. Ele sorria no escuro, pau duro dentro da bermuda.
— Isso... vai ser só o começo vadia… — sussurrou para si mesmo.
Beto finalmente soltou o beijo, lábios brilhando, e sussurrou no ouvido dela:
— Tá vendo? Foi bom pra caralho. Imagina o que mais a gente pode fazer quando voltar pra casa…
Giovana respirou pesado, rosto vermelho, ainda encostada na parede. A bebida, a tristeza e o beijo tinham mexido forte com ela.
...
Na festa, depois do beijo quente contra a parede, Lucas voltou pro grupo com a cara contorcida de dor:
— Porra, gente… a barriga tá me matando. Deve ter sido alguma merda que eu comi. Gi, você também não tá legal, né?
Giovana, tonta de bebida e do beijo, só balançou a cabeça. Lucas continuou fingindo:
— Ana, fica aqui com a Bárbara e o Marcos. Eu vou levar a Gi e o Beto pra casa, deixo eles lá confortáveis e uso o banheiro da piscina rapidinho. Depois volto pra buscar vocês. Não quero ninguém passando mal no meio da multidão.
Ana concordou, preocupada, e o casal não estranhou. Lucas dirigiu até a casa, parou o carro e falou antes de eles descerem:
— Entram e fiquem à vontade. Eu vou cagar no banheiro da piscina porque tá apertado pra caralho. Depois sigo direto pra festa buscar o pessoal. Qualquer coisa me liga.
Ele esperou os dois entrarem e foi para o banheiro externo da piscina. Mas assim que fechou a porta, saiu silenciosamente pela lateral da casa e voltou pelos fundos, celular já gravando em modo discreto.
Dentro da sala, o clima explodiu. Beto jogou Giovana no sofá grande, beijou ela com fome, mãos apertando os seios por cima da blusinha fina, beliscando os bicos pontudos que estavam duros feito pedra. Desceu a boca pro pescoço, depois puxou a blusa pra cima e chupou um mamilo com força enquanto enfiava a mão por dentro do short, e em pouco tempo.
— Caralho, Gi… você tá encharcada — rosnou ele.
Ele abaixou o short dela, e começou a chupar sua buceta. Deixando ela louca.
Giovana gemia alto, rebolando na cara dele, os seios balançando, bicos pontudos brilhando de saliva.
— Beto… porra… assim… não para…
Ele chupava com vontade, gemendo contra a boceta, deixando ela cada vez mais perto do gozo. Giovana apertava a cabeça dele entre as coxas grossas, tremendo, quase lá… quase gozando…
Foi exatamente nesse momento que Lucas apareceu na porta da sala, celular na mão gravando tudo.
— Que porra é essa?
Beto levantou a cabeça rápido, boca brilhando do suco da Giovana, fingindo choque e vergonha:
— Caralho, Lucas… não é… a gente… merda, cara…
Lucas sorriu devagar, voz calma mas cheia de tesão:
— Relaxa, Beto. Agora sai fora que eu preciso conversar com ela. Volta pra festa e diz que eu tô voltando logo.
Beto limpou a boca, deu um último olhar safado pra Giovana (ainda de pernas abertas, boceta pingando e latejando, a ponto de gozar) e saiu pela porta da frente sem dizer mais nada.
Giovana tentou fechar as pernas, puxar o short, rosto vermelho de vergonha e tesão, mas lugas tomou o lugar do amigo entre sua pernas, a forçando contra parede:
— Lucas… não… a gente não pode fazer isso. Você tem a Ana… eu acabei de terminar com o André… não…
Lucas com pau já duro marcando a bermuda.
— Esquece a Ana. Acha mesmo que eu vou perder uma oportunidade dessa? Faz anos que eu sonho com isso, Gi. Anos te vendo todo dia naquela academia com essa bunda provocante, legging marcando a boceta e rebolando o dia todo, me rejeitando, me tratando só como amigo… Hoje é minha única chance de te comer de verdade.
Ele puxou ela pelo braço com firmeza, virou de costas e colocou ela de quatro no sofá, empinando aquela bunda redonda e empinada que ele tanto cobiçava. A calcinha fio-dental estava toda de lado, a boceta inchada e molhada brilhando.
— Não… Lucas… por favor… — ela ainda tentou, voz fraca.
Ele abriu o zíper, tirou o pau grosso e latejando, segurou o rabo de cavalo dela como rédea e meteu tudo de uma vez, estocada bruta e profunda.
— Aaaahh! — gemeu Giovana, sentindo ele abrir ela inteira.
Lucas começou a foder com força selvagem, batendo o quadril contra a bunda grossa, fazendo as nádegas tremerem violentamente.
— Toma, vadia! Depois de anos te querendo… finalmente to te pegando de quatro como a puta safada que você sempre foi!
Ele deu um tapa forte na bunda direita, depois outro na esquerda, deixando marcas vermelhas.
— Sempre me rejeitou, né? De que adiantou, agora tá levando rola fundo feito uma vadia barata!
Giovana gemia alto, empinando mais a bunda apesar das palavras de relutância, o corpo traindo a mente. Lucas puxava o cabelo dela com força, metendo sem piedade, a sala ecoando com o barulho de pele contra pele e os tapas.
— Aí, Lucas, para, isso não é certo.
— O Certo? Certo é você passar uma vida inteira me provocando sem eu te meter rola? Agora eu vou te esfolar, você me paga.
— Ahhh minha bucetaaa. Seu pau tá muito duro, Lucas, paraaahh.
Lucas falou em seu ouvido:
— Fala, Gi! Fala que você é minha vadia agora! — ordenou ele, dando outro tapa estalado enquanto acelerava as estocadas. — Grita bem auto, se não eu vou te esfolar viva.
— Ahhhh Seu desgraçado. Eu… sou sua vadia… — ela gemeu, voz embargada de prazer, boceta apertando o pau dele.
Lucas sorria triunfante, gravando tudo com o celular escondido: a bunda tremendo, o pau entrando e saindo brilhando, os seios balançando com os bicos pontudos duros. Ele finalmente estava comendo a mulher que sempre quis — e ia gravar cada segundo.
Lucas segurava firme o rabo de cavalo de Giovana, usando-o como alavanca enquanto metia sem piedade. O pau grosso entrava e saía completamente desprotegido, cravando fundo na boceta molhada e quente dela. Cada estocada era violenta, fazendo o corpo dela balançar para frente.
— Poc… poc… poc… poc… — o som molhado e ritmado da pele batendo ecoava pela sala da casa alugada, alto e obsceno.
— Porra, Gi… finalmente — grunhiu Lucas, voz rouca de tesão acumulado. — Anos te vendo rebolar nessa academia com essa legging marcando a boceta e essa bunda… anos ouvindo você rir das minhas cantadas… e agora tá aqui, de quatro, levando meu pau fundo feito uma vadia.
Ele alternava tapas pesados em cada lado da bunda dela. Tapa! na direita, deixando a marca vermelha, depois Tapa! na esquerda, fazendo a carne farta tremer. A bunda de Giovana ficava cada vez mais vermelha, balançando gostoso a cada investida bruta.
Giovana tentava segurar os gemidos no começo, ainda com um resto de resistência na mente, mas o corpo traía completamente. A boceta apertava o pau dele com força, sugando cada centímetro. Ela empinava mais a bunda sem perceber, recebendo as estocadas com vontade.
— Lucas… ahh… devagar… — gemeu ela, mas a voz saiu fraca, quase um pedido contrário.
— Devagar porra nenhuma — rosnou ele, puxando o cabelo com mais força e metendo ainda mais fundo. — Você adora isso, né? Sempre adorou. Sua fraqueza é ser fodida feito uma puta. Eu vi no vídeo com o Leo… agora vou te dar ainda mais bruto.
Nesse exatamo momento Giovana percebeu algo, tinha sido o Lucas que gravou ela no banheiro e mandoou para André. Ao mesmo tempo em que entrou em desesperado, ao saber que foi enganada. Isso a excitou mais ainda naquele momento, chegando perto do orgasmo.
Poc… poc… poc… poc…
O ritmo era implacável. Lucas se empolgava cada vez mais, suado, olhos fixos na visão que tanto sonhara: a bunda grossa e redonda de Giovana tremendo violentamente, a calcinha fio-dental toda puxada para o lado, a boceta inchada engolindo o pau dele até o talo.
Ele deu uma sequência de tapas mais fortes, um atrás do outro, fazendo a bunda dela arder.
— Toma, vadia! Leva esse pau bem fundo! Essa boceta é minha agora… depois de tanto tempo negando pra mim!
Giovana perdeu completamente a batalha contra o prazer. Os gemidos ficaram mais altos, mais entregues. Ela cravava as unhas no sofá, empinando a bunda o máximo que conseguia, rebolando de volta contra as estocadas dele.
Ela revirou os olhos e entrou em orgasmo profundo...
Lucas sorriu triunfante, sentindo ela se entregar de vez.
— Isso… goza pra mim, vadia safada. Fala que você gosta de ser fodida assim. Fala que sempre quis levar rola bruta do seu “amigo”!
Ele acelerou ainda mais, metendo com fúria, o som poc poc poc poc ficando mais rápido e molhado. Uma mão segurava o quadril dela com força, a outra dava tapas constantes na bunda já vermelha. Os seios de Giovana balançavam soltos, bicos pontudos duros roçando no tecido do sofá.
Giovana estava completamente perdida no prazer. A mente ainda tentava lembrar do André, da Ana, mas o corpo só queria mais. A boceta latejava, apertando o pau de Lucas, enquanto gozava forte.
Lucas soltou uma risada baixa e safada, puxando o cabelo dela para trás enquanto cravava o pau até o fundo, girando o quadril.
— Sabia… você sempre foi uma vadia no fundo. Hoje eu vou te encher de porra, Gi. Vou gozar bem fundo da sua bucetinha.
Giovana ainda tremia do orgasmo intenso, a boceta apertando o pau dele em espasmos, mas a revelação continuava ecoando na cabeça dela. Foi ele. Lucas tinha gravado tudo no banheiro com o Leo e mandado o vídeo para André. A raiva, a sensação de ter sido manipulada e traída se misturava ao prazer brutal que ele estava dando a ela. Em vez de afastá-lo, isso a deixava ainda mais molhada, mais sensível, mais entregue.
— Seu filho da puta… foi você… — gemeu ela entre estocadas, voz rouca e quebrada. — Você mandou aquele vídeo… destruiu meu relacionamento…
Lucas sorriu perversamente, sem diminuir o ritmo nem por um segundo. O pau entrava e saía com força, o som obsceno poc… poc… poc… poc… ecoando cada vez mais rápido.
— Fui eu mesmo, vadia. E olha onde você tá agora… de quatro, gozando no meu pau como uma puta desesperada. Se não fosse por mim, você ainda estaria fingindo que é santa pro André. Agora cala a boca e toma o que você merece.
Ele deu uma sequência violenta de tapas na bunda já vermelha, um atrás do outro — tapa! tapa! tapa! —, fazendo a carne grossa balançar e arder. Giovana gritou de prazer, empinando ainda mais a bunda, rebolando de volta contra ele como se o ódio e o tesão tivessem se fundido.
Lucas acelerou ainda mais, metendo com fúria animal. Segurava a cintura fina dela com as duas mãos agora, puxando o corpo dela contra o seu a cada estocada profunda. O pau grosso dilatava a boceta inchada, batendo fundo no fundo dela, roçando no ponto que a fazia ver estrelas.
— Porra… que buceta gulosa… apertando meu pau assim… — grunhiu ele, suor escorrendo pelo peito. — Anos sonhando com isso… anos imaginando te foder bruto… e você é ainda melhor do que eu imaginava.
Giovana não conseguia mais formar palavras coerentes. Só gemidos altos e entrecortados saíam da boca dela enquanto o corpo inteiro tremia. A boceta latejava forte, outro orgasmo se aproximando rápido, alimentado pela brutalidade das estocadas, pelos tapas e pela sensação proibida de estar sendo usada pelo homem que ela sempre rejeitou.
Lucas sentiu as paredes da boceta dela contraírem novamente e perdeu o controle.
— Ahh, caralho… vou gozar… vou encher essa bucetinha de porra quente!
Ele cravou o pau até o talo, segurou a bunda dela com força, dedos afundando na carne macia, e explodiu dentro dela. Jatos grossos e quentes de porra jorraram fundo na boceta de Giovana, enchendo ela completamente. Lucas continuou metendo devagar durante o gozo, empurrando a porra ainda mais fundo, gemendo alto de prazer enquanto realizava o sonho que cultivava há anos.
— Toma… toma tudo, vadia… fica cheia do meu leite…
Giovana sentiu o calor da porra dele inundando ela e gozou novamente, mais fraco, mas intenso, o corpo convulsionando enquanto a boceta ordenhava cada gota do pau de Lucas.
Ele ficou alguns segundos parado, pau enterrado até o fundo, respirando pesado, aproveitando a sensação da boceta quente e cheia de porra apertando ele. Só então puxou o pau devagar, vendo um fio grosso de sêmen escorrer da boceta inchada de Giovana.
Lucas deu um último tapa leve na bunda vermelha dela e sorriu satisfeito.
— Essa foi só a primeira vez, Gi. O Carnaval mal começou.