Capítulo 1: A Chegada Na Nova Cidade

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1100 palavras
Data: 24/04/2026 11:43:26

Jhonny arrastava a mala pelo corredor iluminado do aeroporto de Florianópolis, o ar condicionado frio contrastando com o suor que ainda grudava em sua pele branca e forte após o voo do Rio. Aos 28 anos, com a cabeça raspada brilhando sob as luzes fluorescentes, ele se sentia um peixe fora d'água – ombros largos moldados por anos de academia esporádica e trabalho braçal em TI, mas nada que o preparasse para essa mudança. Casado há cinco anos com Andressa, uma loira baixinha e magrinha que o hipnotizava com sua beleza e sensualidade, ele viajava sozinho dessa vez. Ela era o tipo de mulher que o deixava sem fôlego – olhos verdes penetrantes, curvas sutis que se moviam com uma graça felina, e uma risada que sempre o fazia esquecer os problemas. Mas o Rio estava perigoso demais, salários baixos para um engenheiro de TI reduzido a auxiliar, e Andressa, cansada da violência, insistira nessa oportunidade em Floripa. "Vai dar tudo certo, amor… se você passar nessas provas, vamos poder mudar pra lá e recomeçar", dissera ela, beijando-o antes da partida.

Ele pegou um Uber, o carro cortando as ruas ainda desconhecidas da cidade, e ligou para Andressa enquanto o motorista navegava pelo trânsito leve. "Ei, amor… cheguei bem. Já tô indo pra casa da Suzana." A voz dela veio dengosa, como sempre, um misto de mimo e sedução que o fazia sorrir: "Ahh, que bom, meu gostoso! Tô morrendo de saudade… tipo, subindo pelas paredes aqui. Imagina eu sozinha na cama, pensando no seu pau… quero te ver logo pra você me foder direitinho." Jhonny riu, sentindo um calor subir: "Ei, para com isso, tô no Uber! Mas sério, tô louco por você também. Essa distância é foda… me conta, o que você tá vestindo agora?" Ela riu maliciosa: "Quase nada, só uma calcinha velha, mas tô molhada só de pensar em você. Hoje vou ter que me virar sozinha, né? Já estou com saudades." Eles conversaram animadamente, a sedução e o dengo intercalando com ela zoando sobre "provas chatas" e ele prometendo fotos da cidade, mas o tesão na voz dela o deixou duro no banco de trás. "Te amo, delícia… se cuida e bom descanso, meu amor.", murmurou ela, antes de desligar.

Depois, ele ligou para sua tia Celina, que vive em Duque de Caxias – irmã de sua mãe falecida, sua figura materna ainda viva, sempre preocupada: "Tia, cheguei bem. Tudo tranquilo." Ela suspirou aliviada: "Graças a Deus, sobrinho… cuida dessa saúde, hein? Boa sorte nas provas." Jhonny agradeceu – Celina tinha sido um pilar pra ele, junto de Andressa, após perder a mãe.

A casa de Suzana era modesta, mas acolhedora, em um bairro tranquilo, com jardim simples e cheiro de mar distante. Suzana abriu a porta com um sorriso amplo – mulata de 27 anos, cabelos cacheados soltos caindo pelos ombros, vestindo uma saia solta de algodão que batia nos joelhos, o corpo curvilíneo se movendo com uma naturalidade que Jhonny notou de imediato. "Jhonny! Entra, entra… enfim conhecendo o marido da Andressa pessoalmente depois de tanto ouvir de você." Christopher, mulato magro e alto, sério mas com ar tranquilo, apertou sua mão firme: "Bem-vindo, cara. Andressa falou tanto de você… relaxa, sinta-se como se estivesse em sua casa." Jhonny sorriu, aliviado – não os conhecia pessoalmente, só de fotos e histórias contadas por Andressa. Nas poucas viagens dela pra Floripa, imprevistos do trabalho ou familiares sempre o impediam de ir junto. Andressa e Jhonny se conheceram no último semestre da faculdade no RJ, após os pais dela se mudarem temporariamente pra lá durante essa época, e ela acabou ficando de vez após se apaixonar por Jhonny – um furacão loiro que mudara sua vida.

Durante o jantar simples na sala – arroz, feijão e frango grelhado –, conversaram sobre vidas de casais sem filhos, rotinas agitadas. "E aí, Jhonny, animado pras provas? Floripa é mais calma que o Rio, né?", perguntou Suzana, sentando-se no sofá em frente ao dele, cruzando as pernas devagar, o tecido da saia subindo um pouco. Jhonny assentiu, tentando não focar no lugar errado: "É… tô ansioso, mas vai dar certo. Andressa me convenceu que é o passo certo. Que aqui é ótimo pra vivermos" Christopher riu: "Ela é persuasiva, hein? Minha mulher aqui também… me arrasta pra tudo." Suzana se inclinou para pegar um copo d'água na mesinha, abrindo levemente as coxas de forma descontraída, como se estivesse sozinha. Jhonny, sem querer, captou o vislumbre – a calcinha branca de renda, fina o suficiente para delinear o contorno suave de sua intimidade, o tecido grudando sutilmente na pele morena, revelando o vinco delicado onde as virilhas se encontravam. Seu coração acelerou, um calor subindo pelo pescoço – "Que porra é essa? Desvia o olhar, idiota", pensou, culpado, mas os segundos pareceram eternos, o cheiro leve de perfume dela misturando-se ao ar.

Não parou aí – enquanto ria de uma piada de Christopher sobre "casais sem filhos curtindo a vida", Suzana alongou os braços para trás, ajustando a posição no sofá, fazendo a saia escorregar mais para cima. Jhonny viu de relance o tecido rendado esticado sobre o monte de Vênus, as bordas das virilhas expostas, o vinco sutil onde a calcinha se encontrava com a pele macia. Ela descruzou as pernas devagar, abrindo-as um pouco mais para se ajeitar, expondo o relevo delicado da boceta sob a renda fina, um traço úmido que o fez engolir em seco. "Isso é acidente, certo? Parece que ela nem percebeu que consigo ver mais do que deveria.", pensou Jhonny, desviando o olhar para o chão, o pau dando um pulso involuntário na calça, uma mistura de tesão e culpa o consumindo. Suzana continuou rindo, alheia: "Ah, Chris, para com isso… Jhonny vai achar que a gente é louco!" Christopher, focado no prato, mal notou, respondendo: "Louco é quem aguenta o Rio… aqui é paz."

A noite terminou com Jhonny no quarto de hóspedes, deitado na cama de solteiro, tentando focar nas provas que viriam – anotações espalhadas, laptop aberto. Mas as imagens gravadas na mente não saíam: o vislumbre da calcinha de Suzana, o contorno suave, o calor que aquilo despertara nele. "Que merda… tô casado, caralho. Andressa me mata se souber que tô pensando nisso", refletiu, sentindo uma ereção teimosa crescer. Rolou na cama, mandando uma mensagem rápida pra Andressa: "A noite aqui é mais fresca… saudade de você, minha loirnha. Boa noite, te amo." A resposta veio com um emoji safado: "Eu também… sonha comigo peladinha em cima de você." Jhonny sorriu, mas o tesão misturado à culpa o deixou inquieto – Floripa prometia mudanças, mas talvez não só na carreira.

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