Capítulo 7: A Sobrinha da Fazenda
2025, Asilo São Lucas, Ribeirão Preto
O relógio na parede marca 1:34 PM, o sol de junho filtrando-se pelas janelas e aquecendo o quarto enquanto Thiago se ajeita na cadeira, os olhos ainda arregalados. Ao lado dele, a enfermeira Carla, de pele morena e cabelo preso, toma notas num caderno, intrigada. Um enfermeiro mais velho, Roberto, de uns 50 anos, barba grisalha e mãos calejadas, se junta, puxando uma cadeira com um sorriso curioso. “Seu Alexandre, o que Otávio exigiu depois daquele show?” Thiago pergunta, ansioso. Carla anota, murmurando, “Isso tá ficando cada vez mais insano.” Roberto ri, cruzando os braços. “Ouvi dizer que você era lendário, velho. Conta mais!” Eu dou um riso rouco, a voz tremendo com o peso das memórias. “Calma, rapazes. O dom me deu o emprego, mas me levou pra um caminho selvagem. Volta comigo pra 73.”
Depois do acordo com Otávio, comecei a trabalhar na Fazenda Santa Cruz. O trampo era pesado – cortar cana, carregar sacos, consertar cercas – mas o dom me dava uma energia que eu não tinha antes. O sol escaldava a pele, o suor escorria pelo peito largo, a camisa rasgada colando no corpo, e o cheiro de terra úmida e vegetação queimada enchia o ar. A casa-grande, com suas paredes brancas descascadas e o alpendre de cadeiras de palha, era o centro da fazenda, e Otávio me observava de longe, o charuto sempre na boca, como se medisse cada movimento meu. O emprego era meu, mas eu sabia que ele esperava mais shows como o da esposa, Marta.
Uma tarde, enquanto eu carregava um saco de grãos pro galpão, vi Helena pela primeira vez. Ela era sobrinha de Marta, 19 anos, uma moça que parecia saída de um quadro. Pele clara como porcelana, cabelo loiro caindo em cachos até a cintura, os olhos verdes brilhando como esmeraldas. O corpo era um pecado – seios firmes esticando a blusa leve, cintura fina, quadris largos e coxas grossas marcadas por um short jeans surrado. Ela carregava um cesto de frutas, os movimentos suaves, mas havia um fogo nos olhos que o dom logo sentiu. Quando nossos olhares se cruzaram, ela corou, os lábios entreabertos, e eu soube que estava perdida.
“Precisa de ajuda com isso?” eu perguntei, a voz rouca, aproximando-me. Ela assentiu, tímida, e me guiou pro galpão, o cheiro de feno seco e madeira velha enchendo o ar. Lá dentro, a luz entrava pelas frestas, desenhando listras douradas no chão, e o silêncio era quebrado só pelo som distante dos peões. “Fica aqui,” ela murmurou, largando o cesto, os dedos trêmulos. O dom explodiu, e eu avancei. “Você me quer, né?” rosnei, agarrando o cabelo dela, puxando com força. Ela gemeu, o som doce ecoando, e eu dei um tapa leve no rosto, a bochecha corando.
“Então me dá tudo,” ordenei, rasgando a blusa, expondo os seios firmes, os mamilos rosados e duros, a pele lisa descendo pra uma barriga plana e a buceta, os lábios inchados e rosados, cobertos por um tufo loiro, já úmida. Ela caiu de joelhos, as mãos desabotoando minha calça, o pau duro saltando pra fora. “Chupa,” rosnei, puxando o cabelo e guiando-a. A boca dela, quente e úmida, envolveu a ponta, a língua lambendo devagar, provando-me com uma fome crescente. Eu gemi, as mãos apertando o cabelo, forçando-a a me engolir inteiro.
A garganta apertou, quente e molhada, e ela engasgou, os olhos lacrimejando, mas cheios de desejo. “Isso, engole tudo,” eu disse, metendo na boca, o som molhado ecoando no galpão, misturado aos gemidos abafados. A língua dela dançava nas veias, subindo e descendo, as mãos agarrando minhas coxas, as unhas cravando na pele. Puxei o cabelo com mais força, fazendo-a engasgar enquanto metia, o pau batendo na garganta. “Você é boa nisso,” rosnei, sentindo o prazer subir, bruto e selvagem. Ela olhou pra mim, as lágrimas escorrendo, e acelerou, a boca tremendo, o som da saliva enchendo o ar.
O primeiro orgasmo dela veio sem aviso, o corpo tremendo, as mãos agarrando minhas pernas enquanto ela gozava só de me chupar, a buceta visível sob o short encharcando as coxas, o líquido pingando no feno. “Ai, Páris!” ela gritou, a voz rouca, os olhos revirando. Eu a levantei, empurrando-a contra uma pilha de feno, o som cricando sob o peso. Levantei o short, expondo a buceta pulsante, e alinhei-me, metendo de uma vez. O calor úmido me engoliu, e ela gritou, as mãos cravando no feno. “Porra!” ela arfou, o corpo se arqueando, e eu comecei a foder, os quadris batendo contra a bunda firme, o som molhado ecoando.
Puxei o cabelo de novo, forçando a cabeça pra trás, e dei um tapa na bunda, a pele branqueando e vermelhando. “Aguenta,” rosnei, metendo mais fundo, a buceta pulsando em volta do meu pau. O segundo orgasmo explodiu, o corpo dela convulsionando, um gemido alto escapando enquanto a buceta se contraía, o líquido quente escorrendo pelas coxas e pingando no chão. “Meu Deus!” ela gritou, as pernas fraquejando, os olhos vidrados. Eu não parei, fodendo com mais força, o terceiro orgasmo se aproximando. Ela agarrou o feno, as unhas arrancando feixes, e gozou de novo, o corpo tremendo, o suco jorrando e molhando minhas pernas, o gemido rouco ecoando.
“Mais!” ela implorou, a voz quebrada, e eu a virei de lado, uma perna levantada, metendo mais fundo. O quarto orgasmo veio rápido, o corpo se arqueando, os seios balançando, o líquido jorrando e pingando no feno. “Páris, eu… ai!” ela gritou, o prazer a fazendo desmaiar por um instante. Eu a segurei, fodendo sem parar, o quinto orgasmo explodindo, a buceta se contraindo num ritmo frenético, o corpo colapsando contra o feno, o suco escorrendo em riachos, o cheiro de sexo impregnando o ar.
O gozo me pegou, um rugido escapando enquanto eu puxava o pau pra fora e gozava na cara dela, o esperma quente jorrando, escorrendo pelo rosto, pingando no queixo e nos seios expostos. Ela arfou, o rosto marcado, os olhos fechados em êxtase, o corpo ainda tremendo. “Você é minha,” eu disse, o dom me enchendo de uma satisfação cruel, o peito subindo e descendo rápido.
Mas então ouvi passos. Otávio apareceu na porta, o charuto na boca, os olhos estreitados. “Belo desempenho, Páris,” ele disse, o tom carregado de ameaça. “Mas da próxima, me chama pra assistir.” Levantei a calça, o coração disparado, sabendo que o dom me dera prazer, mas também um mestre ainda mais perigoso.
*2025, Asilo São Lucas*
Thiago, Carla e Roberto trocaram olhares, o silêncio pesado no ar. Thiago engoliu em seco, o rosto vermelho. “Seu Alexandre, isso… é demais.” Carla parou de escrever, os olhos arregalados. “Você não tinha limites, né?” Roberto riu, nervoso. “Velho, você era um demônio!” Eu ri, a voz fraca, os olhos perdidos na janela. “Limites? O dom não me deixava ter, rapazes. Quer saber o que Otávio exigiu depois?” Eles assentiram, hesitantes, e eu sorri. “Amanhã te conto, se eu aguentar.”
