EU MEU MARIDO E MEU FILHO MUDAMOS PRA FAZENDA PT2

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 2204 palavras
Data: 03/04/2026 12:33:28

Aquela noite foi uma das piores da minha vida.

O João chegou bem depois das nove, sujo de terra vermelha, o corpo exausto e cheirando a suor misturado com aquela cachaça barata que eles bebem na cidade. Ele tomou um banho rápido, quase sem falar comigo, comeu o arroz com carne que eu tinha deixado na mesa e subiu as escadas pesadamente. Eu já estava deitada na nossa cama enorme, vestindo apenas uma camisola fina de cetim preto que colava nos meus seios médios e mal cobria a curva generosa da minha bunda. Meus cabelos loiros longos estavam soltos sobre o travesseiro, ainda úmidos do banho, cheirando a shampoo de coco.

Ele se deitou ao meu lado, deu um beijo seco e rápido na minha testa, como se eu fosse uma criança, e virou de costas imediatamente.

— Boa noite, Cristiane.

Só isso. Duas palavras secas.

Fiquei ali, olhando o teto branco do quarto, o ventilador de teto girando preguiçosamente. Meu corpo inteiro queimava. A buceta ainda latejava, molhada da punheta rápida que eu tinha me dado mais cedo no banheiro, pensando no pauzão grosso e preto do Adriano. Mas agora, deitada bem ao lado do meu marido, eu só conseguia ver as imagens das fotos na minha cabeça.

João metendo na Aline.

Aline de quatro, gemendo enquanto recebia a vara dele até o fundo.

Adriano, ainda bem jovem, fodendo a própria mãe enquanto meu marido assistia.

Eu me virei de lado e me colei nele. Meus seios médios pressionaram as costas largas dele. Deslizei a mão devagar pela sua coxa, subindo até a virilha. Senti o volume mole da cueca. Apertei de leve, sentindo o calor.

— João… — murmurei, a voz rouca, misturando tesão e raiva.

Ele resmungou algo incompreensível, segurou meu pulso com firmeza e tirou minha mão dali.

— Tô morto de cansado, mulher. Amanhã tenho reunião cedo na sede.

E virou de costas novamente, como se eu não existisse.

Fiquei ali, respirando pesado, a buceta latejando inutilmente entre minhas coxas torneadas. Fazia mais de seis meses que ele não me tocava de verdade. Seis longos meses sem sentir um pau me preenchendo. E agora eu descobria que, antes mesmo de casarmos, ele tinha comido a Aline… e que o filho dela também entrava nessa história suja.

Eu não ia confrontá-lo. Ainda não. Queria mais provas. Queria entender até onde essa podridão ia. Queria ver com meus próprios olhos.

No dia seguinte, comecei minha investigação particular.

A primeira coisa que fiz foi vigiar a Aline de longe. Todo dia de manhã, depois que João, Lucas e Adriano saíam para a lida, eu subia quietinha para o quarto de hóspedes do andar de cima. De lá tinha uma janela grande com vista perfeita para a casa dos caseiros, uns quinhentos metros adiante. Levei o binóculo velho que achei na despensa. Passava longos minutos observando. Via Aline estendendo roupa no varal, o vestido leve subindo e mostrando as coxas claras. Via quando ela se abaixava para pegar algo no chão e a saia subia, revelando boa parte da bunda redonda e branca. Ela parecia saber que tinha um corpo que chamava atenção.

Minha “amizade” com a Aline também foi aumentando. Comecei a ir até a casa dela com desculpas bobas: levar bolo de fubá, pedir ovos frescos, perguntar sobre as plantas do cerrado. Eu observava cada detalhe — o jeito que ela sorria quando falava do João, o brilho nos olhos quando mencionava “seu marido é um homem forte, Cristiane”. Uma tarde, enquanto ela fazia minhas unhas na varanda dela, ela tocou meu braço e disse baixinho:

— Você tem sorte, Cristiane. O João é um homem de verdade… daqueles que sabem como tratar uma mulher.

Eu sorri por fora. Por dentro, eu queria dar um tapa na cara dela.

Depois que ela terminou minhas unhas, eu fingi estar morrendo de sono e disse que ia deitar um pouco. Esperei uns cinco minutos depois que ela saiu e desci silenciosamente. Fui até o tanque nos fundos da casa dela, onde ouvi vozes.

Me escondi atrás de uma mangueira grande e observei.

Aline estava lavando roupa, vestindo um vestidinho largo e simples, daqueles de algodão fino do interior. O tecido colava um pouco no corpo por causa da água. Adriano e Lucas apareceram de repente, suados da lida, rindo e brincando com ela. Ela ria descontraída, jogando água neles.

De repente, a voz do Adriano ficou mais baixa, mas ainda dava pra ouvir nitidamente:

— Mãe… mostra a bucetinha pra gente.

Aline parou, olhou espantada para ele e depois para o Lucas.

— Tá louco, menino?

Adriano riu:

— O Lucas já viu as fotos. Ele sabe de tudo.

Eu quase caí para trás. Meu filho sabia? Meu Lucas sabia dessa sujeira toda e nunca me falou nada? Senti uma indignação enorme subir pelo peito.

Aline hesitou, olhou ao redor e perguntou:

— Por que você contou pra ele?

Eu estava louca para sair do esconderijo e interromper aquilo, mas fiquei paralisada, o coração batendo na garganta.

Relutante, Aline puxou uma cadeira velha que estava ali perto, sentou e ergueu lentamente o vestidinho. Ela não estava de calcinha. A buceta rosa, com alguns pelos pretos bem aparados, ficou exposta. Os dois garotos ficaram olhando fixamente, os olhos brilhando.

— Tá bom, Adriano… mas só olhar, hein — disse ela, a voz um pouco trêmula.

Adriano sorriu:

— Deixa a gente bater uma olhando. O Lucas ainda é virgem. Vai ser a primeira vez que ele bate uma vendo uma buceta de verdade, pessoalmente.

Aline bufou, mas acabou abrindo mais as pernas. O Lucas e o Adriano tiraram os paus para fora ali mesmo. Os dois eram enormes, quase do mesmo tamanho. Eu não sabia qual era maior — dependendo do ângulo, o do Lucas parecia mais grosso, enquanto o do Adriano era ligeiramente mais longo. Os dois começaram a bater punheta devagar, olhando fixamente para a buceta rosada da Aline.

Ela ficou olhando para eles, depois passou a mão na própria vulva, abrindo os lábios delicadamente, excitando os garotos para que gozassem mais rápido.

— Gozem logo… — murmurou ela.

Não demorou. Os dois gemeram quase ao mesmo tempo. Jatos grossos e fartos de porra branca saíram dos paus deles, pingando no chão de terra bem perto dos pés dela. A porra escorria da cabeça dos paus, grossa e abundante.

Aline olhou para o chão, riu baixinho e disse:

— Nossa… vocês gozam muito, hein.

Ela se levantou, abaixou o vestido e saiu caminhando como se nada tivesse acontecido.

Os garotos ficaram ali, guardando os paus ainda semi-duros, comentando entre si:

— Porra, isso foi foda — disse o Adriano.

Lucas, ainda ofegante, falou:

— Nossa… sua mãe é muito gostosa.

Adriano riu:

— Você ainda não viu o boquete dela. É muito bom mesmo.

E saíram andando, rindo.

Eu fiquei ali, escondida atrás da mangueira, as pernas tremendo, a buceta encharcada, o coração disparado. Meu próprio filho tinha acabado de bater punheta olhando a buceta da Aline. E ela… ela tinha deixado. Como se fosse a coisa mais normal do mundo.

Voltei pra casa com a cabeça girando. Subi pro quarto, tranquei a porta e me deitei na cama. Minhas mãos tremiam enquanto eu levantava a camisola e enfiava os dedos entre as coxas grossas. Eu estava pingando.

Enquanto me masturbava furiosamente, só conseguia pensar em uma coisa:

Até onde essa loucura ia?

E o quanto eu ainda queria ver mais?

Eu voltei da casa dos caseiros com as pernas tremendo tanto que quase não consegui subir as escadas. A imagem da buceta rosada da Aline aberta para os dois garotos, os paus enormes do Lucas e do Adriano batendo punheta, os jatos grossos de porra caindo no chão… tudo aquilo girava na minha cabeça como um filme sujo que eu não conseguia parar.

Tranquei a porta do quarto, tirei a roupa e me deitei nua na cama enorme. Meus seios médios subiam e desciam rápido. Deslizei a mão entre as coxas torneadas, já molhada demais, e me masturbei com raiva, com vontade, imaginando o pau do Adriano entrando na Aline enquanto o João assistia. Gozei duas vezes seguidas, mordendo o travesseiro, mas o gozo não trouxe alívio. Só trouxe mais fome.

Eu precisava saber tudo.

Naquela mesma noite, depois que o João chegou tarde, tomou banho e apagou como uma pedra, eu esperei ele roncar. Levantei devagar, vesti só uma camisola fina e desci até o escritório dele no térreo — um cômodo que ele tinha trancado desde que chegamos, dizendo que era “coisa de trabalho”.

A porta estava apenas encostada.

Entrei.

O cheiro dele estava ali: suor, terra, papel velho. Acendi só a luzinha de mesa. Comecei a fuçar as gavetas, o coração batendo na garganta. No fundo da última gaveta, escondido debaixo de uma pilha de notas fiscais antigas, achei um envelope amarelo, fechado com fita adesiva velha. Meu nome não estava escrito. Só uma data: 12 de março de 2008.

Abri com as mãos tremendo.

Dentro tinha um exame de DNA antigo, daqueles de papel, com carimbo de laboratório de Cuiabá. E uma carta escrita à mão.

Li a carta primeiro.

Era do Rubens.

“João,

Eu assumo o menino como meu. Não quero problema com você. A Aline tava trabalhando na zona quando você tirou ela de lá. Eu sei que o filho é seu. Mas se você deixar eu criar ele, eu nunca conto pra ninguém. Só não me mata, pelo amor de Deus.”

Meu estômago revirou.

O exame confirmava: probabilidade de paternidade 99,98%.

Pai: João Silva.

Mãe: Aline Ferreira.

Criança: Adriano Ferreira (registrado como filho de Rubens Ferreira).

Adriano… era filho do João.

Não do Rubens.

Meu marido tinha engravidado a Aline pouco antes de casar comigo. Ele tinha um filho secreto. Um filho que agora morava a quinhentos metros da nossa casa e que meu próprio filho Lucas chamava de melhor amigo.

Sentei na cadeira do João, as pernas moles. O ciúme que senti foi doentio. Não era só raiva. Era um ciúme sexual quente, viscoso, que fez minha buceta latejar de novo. Meu marido tinha colocado um filho na barriga de outra mulher. Tinha gozado dentro dela e deixado ela parir. Enquanto eu, virgem quando casei, achava que era a única.

Não parei aí.

Abri o laptop dele. A senha era a data do nosso casamento — que irônico. Entrei.

Tinha uma pasta escondida chamada “Antigo”. Dentro, dezenas de fotos e documentos.

Aline era prostituta. Fotos dela bem nova, maquiada pesada, posando nua num motel barato da zona de Cuiabá. João aparecia em várias, pagando ela, comendo ela contra a parede, gozando na cara dela. Depois as fotos mudavam: Aline mais limpa, morando com ele, grávida de poucos meses. João ao lado dela, sorrindo.

E tinha mais.

Documentos de um esquema antigo de tráfico de drogas. João, quando era capataz pela primeira vez, ajudava a transportar cocaína escondida em cargas de boi. O Rubens era o contato. Aline servia de “isca” quando precisava distrair policiais ou outros fazendeiros.

E então veio a foto que me gelou o sangue.

Uma imagem escura, tirada à noite. Um homem deitado no chão de terra, sangue escorrendo da cabeça. Ao lado dele, uma pistola. E João, de costas, segurando outra arma. A data no canto: 03 de fevereiro de 2008 — um mês antes da carta do Rubens.

Era uma foto de assassinato.

Eu fechei o laptop rápido, como se ele pudesse me queimar. Meu coração batia tão forte que doía. De repente tudo fazia sentido: o medo do Rubens, o jeito estranho que João e Adriano se olhavam, o poder que meu marido ainda exercia sobre aquela família.

João não era só infiel.

João era perigoso.

Eu fiquei ali, sentada no escuro do escritório, a camisola grudada no corpo suado, os mamilos duros de puro pavor misturado com excitação doentia. Meu marido tinha um filho com a vizinha. Tinha matado alguém. Tinha usado a Aline como prostituta e depois como amante secreta mesmo depois de casado comigo.

E o pior: eu estava molhada.

Molhada pra caralho.

Levantei devagar, as coxas tremendo, e subi as escadas. Entrei no quarto. O João ainda dormia pesado. Eu me deitei ao lado dele, o corpo inteiro pegando fogo. Queria acordar ele, bater na cara dele, gritar tudo que eu descobri. Mas o medo era maior.

Porque agora eu sabia que meu marido era capaz de coisas que eu nunca imaginei.

Fechei os olhos, mas o sono não veio.

Só imagens.

Aline grávida do João.

Adriano — meu enteado sem eu saber — com aquele pauzão enorme.

E a foto daquele homem morto no chão.

Eu estava destruída.

E, ao mesmo tempo, mais excitada do que nunca na vida.

De madrugada, ouvi o barulho de um cavalo se aproximando devagar da casa. Levantei e fui até a janela, escondida atrás da cortina.

Era o Adriano.

Ele parou o cavalo embaixo da árvore grande, olhou direto para a janela do nosso quarto, como se soubesse que eu estava ali.

E sorriu.

Um sorriso lento, sabendo demais.

Meu coração parou.

Ele sabia que eu sabia?

Ou será que ele estava vindo me contar a verdade?

Fiquei parada, nua por baixo da camisola, sentindo o vento quente do cerrado entrar pela janela entreaberta, enquanto o filho secreto do meu marido me olhava da escuridão.

E eu não fechei a cortina.

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Foto de perfil genéricaGabriellllContos: 341Seguidores: 442Seguindo: 28Mensagem Escritor nas horas vagas se tiver ideias de conto me mande no e-mail lxvc1987@gmail.com ou lxvc1987@hotmail.com

Comentários

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Vix , Gabriell nao veio pra brincar

O conto promete

3 estrelas

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