Gislaine e João chegam em casa, a porta mal se fechando antes de se agarrarem com urgência – mãos famintas arrancando roupas, beijos vorazes ecoando na sala. "Te quero agora, amor… esquece o mundo", murmura Gislaine, puxando a camisa dele enquanto João desabotoa o vestido dela, revelando a lingerie rendada. Eles caem no sofá da sala, corpos colados, suor já brotando na pele quente. João a deita, beijando o pescoço e descendo para os seios, lambendo os mamilos duros: "Ahh, delícia… tô louco por você." Ela retribui, virando-o para um 69 esfomeado que não faziam havia meses – Gislaine em cima, boceta úmida na boca dele, enquanto suga o pau duro com fome, língua circulando a cabeça, engolindo fundo: "Mmm, chupa minha boceta assim… ahh, que pau gostoso!" João lambe voraz, língua enfiando nas dobras molhadas, sugando o clitóris: "Goza na minha boca, minha gatinha!" Gemidos abafados enchem o ar, quadris rebolando em ritmo sincronizado, prazer acumulando em ondas intensas.
Mas são surpreendidos por Jorge e Eliseu, que chegam sem avisar, chave na porta abrindo de repente – não imaginavam encontrar o casal nu na sala, em plena ação. "Ops… que recepção!", ri Jorge, olhos brilhando. Eliseu pisca: "Continuem… querem companhia?" Gislaine e João correm rindo pro quarto, corados e ofegantes: "Ei, privacidade!", grita ela, fechando a porta. No quarto, eles continuam – João a joga na cama, metendo devagar na boceta úmida: "Ahh, delícia… rebola assim." Mas Gislaine percebe que ele quer voltar: "Amor… você tá distraído. Quer ir lá com eles?" João hesita: "Talvez… pra animar. Mas se não quiser…" Ela suspira, não querendo: "Queria só nós dois… curtir meu namorado à sós." Por fim, cede: "Vai… divirta-se." João beija-a: "Volto já, te amo." Sai, deixando-a sozinha.
Gislaine fica no quarto, sozinha, refletindo em sua história e escolhas até ali – sobre a liberdade sexual que tanto gostava, mas que agora parecia não mais apreciar, um peso no peito. "Como cheguei aqui? Perdi o Rufus… o primeiro que me viu além do sexo, e eu o amei de verdade, além da carne." Olhando o celular, acha uma foto antiga deles transando – nus na cama, corpos entrelaçados, sorrisos cúmplices. A imagem a excita, mão descendo para a boceta ainda úmida, dedilhando o clitóris em círculos lentos: "Ahh… Rufus… lembra disso?" Fecha os olhos, viajando em pensamentos, gemendo baixinho enquanto se toca mais fundo, dedos enfiando ritmados: "Mmm, delícia… queria você agora."
Nem percebe quando Jorge entra devagar, atraído pelos gemidos: "Ei, Gislaine… tudo bem?" Vê a cena e sorri, ajoelhando-se na cama e substituindo os dedos dela com a boca, lambendo devagar as dobras quentes: "Deixa eu ajudar… mmm, molhadinha." Alheia, olhos fechados, ela chama: "Ahh, Rufus… chupa bem gostoso, assim… lambe meu clitóris!" Jorge ignora a troca, achando engraçado mas continuando, língua circulando o botão inchado, sugando levemente. Ela delira: "Ahh, delícia… mais fundo!"
Ela então pede: "Me fode, Rufus… agora!" Jorge, percebendo mas calado, coloca camisinha e a penetra em frango assado – pernas dela sobre os ombros, metendo devagar na boceta úmida, pau deslizando profundo, sentindo as paredes pulsarem. Gislaine geme: "Mete forte, Rufus… ahh, tô gozando!" Treme, orgasmo convulsionando o corpo, sucos escorrendo. Jorge continua, virando para missionário – ele em cima, estocadas ritmadas e profundas, seus seios pequenos balançando, mãos nos quadris dela: "Delícia… sente isso." Ela suspira: "Ahh, Rufus…" Outro clímax a atinge, pernas apertando as costas dele.
Por fim, de quatro – ela empinando a bunda redonda, Jorge metendo por trás com tapas leves, pau batendo no fundo. Acelera, estocadas brutas: "Ahh, delícia… goza pra mim!" Gislaine explode pela terceira vez: "Ahh, Rufus… tô gozando forte… delícia!" Ela sequer percebe os gemidos de João e Eliseu vindos da sala, perdida no devaneio.
Por fim, ela "acorda", abrindo os olhos e vendo Jorge: "Jorge? Ah… desculpa por chamar por Rufus. Estava viajando haha" Ele ri: "Relaxa… quem deveria ficar bolado é o João, não eu. Não gozei, mas tudo bem… foi divertido." Eles então conversam sobre amor, relações íntimas e cumplicidade, deitados na cama suada. Gislaine admite: "Amo o João, de verdade… mas não consigo esquecer o Rufus. As lembranças das orgias sem ele, as humilhações que causei… dói demais. Ele me via além do sexo, e eu o amei assim também, mas consegui estragar tudo..." Jorge a conforta, abraçando-a: "Rufus superou isso faz tempo, Gislaine. Você precisa se perdoar. E cuidar do João… antes que ele se encante por outra. Ele te ama, mas relacionamentos precisam de esforço." Gislaine retruca: "Se dependesse de mim, estaríamos só nós dois aqui, curtindo… mas ele quis o grupo. Eu que tô mudando, né?" Jorge ri: "Ouvir você dizendo isso soa engraçado… a rainha das orgias querendo monogamia? Mas mudar é bom…" - Gislaine concorda: "tudo começou com meu namorado corninho… e amor da minha vida... Rufus." - Ela ri consigo mesma, como se viajasse em lembranças novamente. - "É… ele me mudou. Mas o meu meu namorado agora é o João. Vou cuidar dele direito."
Jorge então se levanta e sai do quarto, deixando-a sozinha, refletindo. Pouco depois João retorna, suado, e a beija. Um gosto de porra forte na boca. João percebe algo, uma mudança em Gislaine, e pergunta o que tinha acontecido. "nada não, meu amor" - ela responde, ainda um pouco longe, mas o abraçando forte - "só refletindo na vida, nas escolhas. Eu gosto dessa nossa abertura sexual, mas quero mais tempo com você, sabia?". Ele para e pisca lentamente, e se desculpa por tê-la deixado no quarto. Curioso é que, nesse momento, Gislaine parece ver um déjà vu, com ela do outro lado da história dessa vez. Novamente sorri e volta a dizer que ama João, que responde com o mesmo.
Então Gislaine se pergunta, pouco antes de adormecer, como estaria indo a lua de mel de Rufus e Sara...