A Queda Inevitável
Letícia desceu as escadas com as pernas ainda trêmulas do orgasmo violento que Roberto acabara de arrancar dela sobre a mesa do escritório. A saia justa estava amassada, a calcinha enfiada no bolso da jaqueta, e ela sentia o esperma dele escorrendo quente e pegajoso por dentro das coxas. “Meu Deus, o que eu estou virando?”, pensou ela, o coração martelando. Culpa e desejo brigavam dentro do peito como dois animais famintos. Ela era mãe. Era esposa. Era uma mulher respeitável de 39 anos. Mas a imagem de Jamal — aquele corpo jovem, negro, musculoso, o short largo caindo e revelando a cueca boxer — não saía da cabeça dela. E o pior: Roberto não percebia. Ele achava que tudo era só uma brincadeira quente, um jogo que os deixava mais safados. Não via o abismo que se abria dentro dela, o quanto ela se odiava por estar molhada só de lembrar do cheiro dele, da ereção que sentira pressionada contra sua barriga durante aquele abraço proibido.
Na cozinha, Roberto servia o camarão scampi com um sorriso satisfeito.
— Você está brilhando, amor. Parece uma puta recém-fodida — murmurou ele, passando os olhos pelas pernas dela como se fossem propriedade.
Letícia corou violentamente, apertando as coxas.
— Para, Roberto… Lucas pode descer a qualquer momento. Eu… eu ainda sinto você escorrendo de mim. Isso é loucura. Eu sou a mãe dele. — A voz dela saiu rouca, carregada de vergonha. Mas sua boceta pulsava, traiçoeira, lembrando da língua de Jamal lambendo o vinho do mesmo copo que ela usara.
Eles jantaram em silêncio tenso. Quando Lucas chegou do trabalho, Letícia se levantou rápido para aquecer a comida, sentindo o olhar do filho — inocente, cansado — e, atrás dele, o olhar faminto de Jamal, que tinha ficado para o jantar. Os olhos do garoto negro desceram direto para a bunda dela, marcada pela calça de ioga cinza que Roberto a obrigara a vestir. Letícia sentiu um arrepio elétrico subir pela espinha. “Ele sabe. Sabe que eu estou molhada. Sabe que eu deixei o marido me foder pensando nele.”
Mais tarde, sozinha na lavanderia, ela dobrava roupas quando ouviu passos. Jamal apareceu na porta, carregando a cesta de roupa suja que Roberto “acidentalmente” mandara ele entregar.
— Sra. Letícia… quer dizer, Letícia… — corrigiu ele com aquele sorriso safado, voz baixa. — Seu marido pediu pra eu trazer isso.
Ela engoliu em seco. O ar entre eles ficou pesado, carregado.
— Obrigada, Jamal. Pode deixar aí. — Mas ele não saiu. Em vez disso, aproximou-se, os olhos fixos na curva da bunda dela dentro da calça de ioga.
— Você sabe que eu não consigo parar de pensar em você, né? — sussurrou ele, encurralando-a contra a máquina de lavar. A mão dele roçou “sem querer” a lateral da coxa dela. — Aquela bunda… esses peitos firmes… eu fico duro só de olhar pra você, Letícia. Quero te comer. Quero meter fundo nessa boceta casada até você gritar meu nome.
Letícia sentiu as pernas fraquejarem. A culpa era como ácido queimando sua garganta. “Ele tem 18 anos. É amigo do meu filho. Eu tenho quase o dobro da idade dele. Isso é nojento. Eu sou nojenta.” Mas seu corpo traía: os mamilos endureceram contra a blusa fina, a boceta contraiu, liberando mais umidade que se misturava ao esperma de Roberto.
— Jamal… para. Isso é errado. Eu sou casada. Sou mãe. Você não pode falar assim comigo — protestou ela, voz trêmula, mas sem se afastar.
Ele sorriu, pressionando o corpo contra o dela. Ela sentiu a ereção grossa, quente, latejando contra sua barriga.
— Mas você gosta, né? Eu vi como você olhou pra mim ontem. Como suas mãos desceram pra minha bunda. Eu sei que você quer um pau de verdade… não o do seu marido.
Antes que ela pudesse responder, Roberto apareceu na porta — silencioso, olhos brilhando de luxúria. Ele tinha visto tudo. Mas em vez de raiva, só sorriu. Letícia sentiu o coração parar. “Ele não entende. Ele acha que é só fantasia. Não vê que eu estou me perdendo.”
Naquela noite, depois que os meninos desceram para o porão, Roberto a arrastou para o quarto.
— Sua vadia safada… deixando o garoto negro te apertar na lavanderia — rosnou ele, jogando-a na cama e rasgando a calça de ioga. — Conta pra mim. Conta como o pau dele estava duro contra você.
Letícia choramingou, lágrimas de vergonha e tesão escorrendo pelo rosto.
— Ele… ele estava enorme, amor. Grosso. Preto. Eu senti latejando. Eu quis… Deus, eu quis tanto que ele me virasse e me fodesse ali mesmo. — As palavras saíram antes que ela pudesse segurar. Roberto gemeu, excitado como nunca.
Ele a colocou de quatro, espancando a bunda dela com palmadas fortes até a pele ficar vermelha e ardendo.
— Diz que você quer o pau dele. Diz que quer trair seu marido com o amigo do nosso filho.
— Eu quero… eu quero o pau do Jamal dentro de mim — gemeu ela, voz quebrada, empinando a bunda enquanto ele enfiava três dedos na boceta encharcada. — Me fode pensando nele, amor… me usa como se eu fosse a puta dele.
Roberto meteu com força brutal, estocadas profundas que faziam a cama bater na parede. Letícia gritava, o corpo convulsionando, gozando tão forte que esguichou no lençol, o prazer misturado a uma culpa que a sufocava. “Ele não percebe que isso não é mais jogo. Que eu estou realmente desejando outro homem. Que minha boceta está molhada por um garoto de 18 anos.”
Enquanto gozava, ela imaginou Jamal — o pau preto, grosso, incircunciso, esticando-a até o limite, enchendo-a de porra jovem e quente. O pensamento a fez gozar de novo, mais forte, lágrimas escorrendo.
Mais tarde, deitada nos braços de Roberto, Letícia sentiu o pavor crescer. “Eu amo meu marido. Amo minha família. Mas esse fogo… esse desejo por Jamal… está me consumindo. E Roberto só alimenta as chamas, sem ver que eu posso queimar.”
No dia seguinte, no trabalho, Victor a encurralou novamente no corredor vazio.
— Você está diferente, Letícia. Mais… gostosa. Mais aberta — sussurrou ele, a mão descendo até apertar sua bunda por cima da saia. — Vem jantar comigo. Eu vou te comer do jeito que você merece.
Ela sentiu a boceta latejar. “Não… não posso.” Mas sorriu, flertando de volta, deixando a mão dele ficar ali um segundo a mais.
À noite, contou tudo a Roberto. Ele a fodeu de novo, selvagem, exigindo detalhes, imaginando Victor e Jamal ao mesmo tempo. Letícia gozou gritando o nome dos dois, o corpo tremendo, a mente em colapso.
Dentro dela, o conflito rugia mais alto que nunca: desejo, culpa, medo, luxúria. Ela estava caindo. E o fundo do abismo parecia deliciosamente quente.