Depois de sofrer à espera do meu homem por 28 longos dias — e, pior, resistir às tentações dos machos que me perturbam diariamente —, finalmente chegou o dia do alívio. Manter a fidelidade ao meu macho, sendo a mulher foguenta que sou e vindo de um relacionamento aberto, foi a prova de fogo. A masturbação não me aliviava; era apenas um paliativo que incendiava ainda mais o meu desejo. Contei cada milésimo de segundo pelo retorno dele.
Assim que chegou, Paulo me deu um beijo que encharcou minha calcinha na hora. Ele sussurrou no meu ouvido que eu estava molhada e excitada, e que à noite ele teria que sanar aquela sede. Durante o dia, eu não dei trégua: rocei nele, sentei no seu colo, apalpei sua rola por cima da calça e me insinuei a cada instante.
Após um dia agitado, eu só pensava em expulsar os familiares que vieram celebrar o retorno dele. No dia da chegada, eu só queria ser possuída; meu cu piscava de ansiedade. O Paulo me conhece pelo olhar e, finalmente, nosso momento chegou.
Já na alcova, com os filhos em seus quartos, parti para cima dele. Nos beijamos com fome. Ele arrancou minha roupa e eu caí de boca no seu pau, que já estava latejando de tão duro. Chupava com vontade, disparando toda sorte de putaria que surgia na mente. Ele me chamava de puta, e eu adoro ser xingada — o insulto é o meu combustível.
Na cama, ele mergulhou na minha bucetinha e me fez cavalgar com fúria. Joguei meus seios na cara dele e trouxe à tona um diálogo que já vínhamos ensaiando: eu queria sair com um casal. Lembrei a ele que o seu papel seria o de voyeur. Ele tentava entender o plano enquanto me comia com vigor.
Pulei do seu colo e fiquei de quatro — afinal, se não der o cu, eu não fodi de verdade. Olhei para trás e disse que ele seria corno, sim, porque eu ia escolher o casal. Detalhei a cena: eu ficaria com a mulher enquanto os dois homens olhariam, e depois eu daria o cu para o outro macho enquanto a esposa dele me chuparia por baixo, num 69 delicioso. Deixei claro: eu também a chuparia, e ele, o meu marido, ficaria apenas assistindo. Eu o chamava de corno, e ele, possuído pelo tesão, dizia que queria participar também. Mas eu ditei o ritmo: "As regras são minhas. Você vai saber o que é ser corno e não poder tocar".
O bichinho ficou mega excitado. Maltratou meu cu com força, me chamando de vagabunda, piranha... cada xingamento era um choque de prazer. Ele me comia como nunca tinha comido antes; as palavras proibidas sobre a futura "traição" elevaram o tesão dele a níveis estratosféricos. Eu continuei provocando:
— Me fode agora, porque no dia você vai só olhar! Vai ser corno e vai ter que se contentar em se masturbar vendo outro me possuir!
De repente, ele gozou, gemendo alto. Tive que sair da posição e tampar a boca dele para não acordar a casa. Aproveitei para masturbá-lo até o fim; o pobrezinho derramou ainda mais na minha mão. Contive seus gemidos por conta da "tropa" que dormia e, com a mão cheia de porra, lambi tudo com gosto antes de nos beijarmos profundamente.
Ainda teve mais na madrugada. Com o déficit de sexo acumulado, ele tem que estar sempre pronto para me saciar, não importa a hora. O que mais me impressionou foi que, no dia seguinte, contei os detalhes para uma das minhas "tentações diárias". O canalha ficou tão excitado que mandou foto do pau teso, confessando a inveja que tem do meu marido — e até me ajudou a colocar essas ideias no papel.
Espero que esse relato tenha te excitado tanto quanto me excitou escrever. Sou a Suzane: uma morena de estatura média, gostosa, sexy, com cabelos nos ombros e dona de um cu guloso que está sempre pronto para ser invadido.
Beijos, até a próxima loucura!
