A Corna que Ainda Não Encontrou Seu Dono - Cap.3

Um conto erótico de Historia90
Categoria: Heterossexual
Contém 1785 palavras
Data: 19/03/2026 10:42:51

A semana tinha sido um verdadeiro inferno. Ana mal conseguia respirar entre reuniões que se arrastavam até meia-noite, relatórios urgentes e prazos que pareciam feitos para enlouquecer qualquer um. O corpo dela doía de tanto ficar sentada na frente do computador, mas a mente… a mente estava em chamas. Cada pausa no trabalho era preenchida por imagens sujas: Paulo metendo em outra mulher na frente dela, ela assistindo, lambendo, bebendo porra alheia. O tesão era constante. A calcinha molhada o dia inteiro. Ela mal dormia, acordando no meio da noite com a mão entre as pernas, dedando a bucetinha depilada enquanto imaginava a cena.

Patrícia era sua válvula de escape. A ruiva natural de 1,52 m e 55 kg era sua melhor amiga e confidente desde os 18 anos. Sabia de cada detalhe da fantasia de Ana inclusive o tamanho exato do pau de Paulo (19 cm de comprimento, grosso como o pulso dela, veias saltadas, cabeça inchada, saco pesado e cheio).

-Eu fico molhada só de pensar nesse monstro me abrindo enquanto você assiste, Ana… gemendo como uma vadia corna, Patrícia enviava em áudios, voz carregada de tesão. Ana tinha escolhido ela como a primeira. Não havia ninguém mais perfeita: seios médios branquinhos com mamilos claros e hipersensíveis que endureciam com um sopro, barriga chapada de quem malhava junto com Ana, bunda grande e redonda que balançava provocante, coxas firmes, pés 34 com solas rosadas e unhas sempre pintadas de preto brilhante. Buceta com pouquinhos pelos ruivos bem aparados, lábios carnudos que inchavam rápido e ficavam brilhando de mel. Patrícia sempre se vestia sensual saias curtas, decotes profundos, perfumes doces que misturavam com o cheiro natural de pele quente.

Na sexta-feira à tarde, Ana mandou a mensagem decisiva para Paulo:

-Hoje não vai pro loft. Te mando o endereço de um hotel na Paulista. Chega exatamente às 20h. Eu e uma surpresa estaremos esperando você. Vem com fome, grandão. Muita fome.

A resposta dele foi curta e direta: emoji de fogo.

O hotel era luxuoso, suíte master no 18º andar com vista para a Avenida Paulista iluminada. Cama king size com lençóis brancos impecáveis, luz vermelha baixa e quente, espelho enorme de parede a parede em frente à cama, sofá de veludo preto num canto e uma banheira de hidromassagem no banheiro aberto. Ana e Patrícia chegaram às 19h. Tiraram as roupas do dia devagar, ajudando uma à outra. Ana vestiu uma lingerie preta minúscula: fio-dental que mal cobria a buceta depilada, sutiã aberto nos mamilos (piercings de prata brilhando livres), meias 7/8 pretas e salto alto. Patrícia escolheu vermelho escarlate: calcinha crotchless que deixava a bucetinha ruiva completamente exposta, sutiã push-up que empinava os seios branquinhos, meias finas e salto alto. As duas se olharam no espelho, riram nervosas e excitadas, perfume doce misturado com o cheiro leve de excitação no ar.

Quando a batida na porta soou às 20h em ponto, Ana abriu devagar, coração acelerado. Paulo entrou, 1,90 m de altura, camisa social preta aberta no peito, calça marcando o volume grosso já semi-duro. Os olhos percorreram as duas devagar, parando nos seios, na buceta exposta de Patrícia, nos pés pequenos brilhando.

— Caralho… — murmurou com voz grossa, rouca de desejo.

— Duas putas perfeitas me esperando. Isso vai ser foda.

Ana se aproximou primeiro, agarrou o rosto dele e beijou com fome selvagem, língua invadindo a boca, gemendo baixo enquanto sentia o pau dele endurecer contra sua barriga chapada. Patrícia ficou atrás, mordendo o lábio carnudo, mãos tremendo de tesão.

— Ela é Patrícia, minha melhor amiga e a primeira mulher que você vai foder na minha frente hoje. Eu quero ver tudo, grandão. Quero ajudar, quero participar, quero beber cada gota.

Paulo sorriu perigoso, olhar dominante fixo nas duas.

— De joelhos. As duas. Agora.

Elas obedeceram instantaneamente. Ajoelhadas lado a lado no carpete macio, bocas abertas, línguas pra fora, olhos implorando. Paulo abriu o cinto devagar, calça caindo, pau de 19 cm saltando pesado, veias pulsando, cabeça inchada brilhando de pré-gozo, saco cheio balançando. Ana segurou a base com as duas mãos pequenas, guiou direto pra boca de Patrícia.

— Chupa ele, amiga… sente o pau que me rasga toda noite. Engole fundo.

Patrícia abriu a boca pequena, lábios carnudos esticando ao máximo ao redor da glande grossa. Começou a chupar devagar, língua girando na cabeça, sugando o pré-gozo salgado. Ana se inclinou e lambeu o saco pesado, chupando um testículo de cada vez, sentindo o peso e o cheiro masculino forte. Depois trocaram: Ana engoliu até a garganta, baba escorrendo pelos cantos da boca, olhos lacrimejando de prazer enquanto Paulo segurava o cabelo loiro longo e fodia sua boquinha ritmado. Patrícia chupava as bolas, gemendo com a boca cheia.

— Boas vadias… — grunhiu Paulo, voz grossa ecoando. — Engole mais fundo, ruivinha… isso, Ana, lambe minhas bolas enquanto ela me chupa. Vocês duas são minhas putas hoje.

Ele as puxou pra cama. Deitou Patrícia de costas, abriu as pernas dela bem abertas. A buceta ruiva brilhava, lábios carnudos inchados, clitóris exposto. Ana se posicionou ao lado, dedos já deslizando na própria bucetinha depilada, dedando devagar enquanto assistia.

Paulo mergulhou a boca na buceta de Patrícia com vontade: língua grossa lambendo o clitóris em círculos rápidos, chupando os lábios carnudos um de cada vez, dois dedos grossos entrando e socando fundo, curvados batendo no ponto G. Patrícia arqueou as costas, gemendo alto, mãos apertando os próprios seios branquinhos.

— Porra… que língua gostosa… me chupa mais forte… ahhh…

Ana assistia hipnotizada, dedando mais rápido:

— Isso, grandão… chupa minha amiga… deixa ela molhada e aberta pro seu pau enorme.

Paulo subiu, posicionou a cabeça grossa na entrada ruiva e empurrou devagar. Patrícia soltou um grito longo quando sentiu o pau esticando ela centímetro por centímetro, abrindo as paredes apertadas. Ana beijou a boca da amiga, língua dançando enquanto Paulo começava a meter fundo, socadas lentas e brutas que faziam a cama ranger.

— Olha como ele te abre toda, Paty… olha o pau do meu namorado te fodendo gostoso…

Ana desceu, lambeu o clitóris de Patrícia enquanto o pau entrava e saía, língua roçando as veias grossas meladas. Patrícia gozou pela primeira vez: corpo tremendo violento, buceta pulsando forte em volta do pau. Paulo não parou, acelerou as estocadas, mãos pesadas apertando a cintura fina da ruiva.

— Goza no pau, vadia… mostra pra Ana como você goza gostoso pra caralho.

Patrícia gritou, gozando de novo, unhas cravadas nos lençóis. Paulo meteu fundo e explodiu: jatos quentes e grossos enchendo a buceta ruiva até transbordar, porra branca escorrendo pelas coxas branquinhas de Patrícia.

Ele saiu devagar, pau ainda duro e brilhando de porra e mel. Patrícia ficou de pé na cama, pernas tremendo, buceta aberta e cheia, porra pingando devagar. Ana se deitou de costas no chão, boca aberta, olhos claros implorando, rosto virado pra cima.

— Despeja tudo na minha cara, Paty… quero beber a porra do meu namorado direto da sua buceta.

Patrícia se posicionou em pé sobre o rosto de Ana, dedos na própria buceta, masturbando rápido e forte. Contraiu o ventre, empurrando: porra grossa e quente começou a escorrer em fios brancos da buceta ruiva direto na boca aberta de Ana. A porra pingavam na língua, no queixo, nas bochechas, nos seios médios. Ana gemia alto, língua pra fora, bebendo tudo, engolindo, lambendo os lábios melados, rosto inteiro brilhando de porra.

— Isso… bebe tudo, minha corna safada… toma a porra dele da minha bucetinha…

Paulo assistia, pau pulsando duro novamente. Puxou Ana pra cima da cama, deitou ela de barriga pra cima, pernas bem abertas e levantadas. Posicionou o pau melado na entrada da buceta dela e socou bruto, até o talo numa estocada única e violenta. Ana gritou de prazer, corpo arqueando inteiro.

— Isso… soca meu útero… me fode bruto depois de ter enchido minha amiga… me fode como sua corna devota!

Paulo meteu voraz, socadas profundas e rápidas, pau batendo fundo no útero dela a cada estocada, esticando as paredes apertadas ao limite. Ao mesmo tempo, levantou os pés pequenos dela até o rosto, lambeu as solas rosadas suadas devagar, língua grossa pressionando cada centímetro da pele macia, chupando dedinho por dedinho com fome, babando em cima, mordiscando de leve.

— Esses pezinhos… porra, me deixam louco… lambendo enquanto eu te destruo, corna… chupando seus dedinhos enquanto meu pau soca seu útero…

Ana delirava de tesão absoluto: buceta sendo destruída sem piedade, pés sendo devorados com voracidade, assistindo o namorado foder com tesão selvagem mesmo depois de ter arrombado e enchido a amiga. Os gemidos dela eram agudos e contínuos:

— Me fode… lambe meus pés… me faz gozar pensando em você gozando dentro dela… ahhh… tá me rasgando gostoso…

Patrícia assistia de lado na cama, dedos na própria buceta ainda melada, recuperando o fôlego, olhos claros brilhando de excitação.

Paulo acelerou ainda mais, mãos pesadas apertando os seios de Ana, puxando os piercings com força.

— Goza no pau do seu macho… goza pensando na sua amiga cheia da minha porra grossa…

Ana gozou primeiro: corpo convulsionando violentamente, buceta pulsando em espasmos fortes em volta do pau, squirt jorrando quente no abdômen dele. Paulo continuou socando o útero dela sem parar, lambendo as solas rosadas, chupando os dedinhos um por um.

— Toma mais… toma tudo, minha corna…

Ana gozou de novo, orgasmo múltiplo explosivo, gritando, lágrimas de prazer escorrendo dos olhos claros, corpo tremendo inteiro. Paulo meteu até o talo uma última vez e gozou fundo: jatos quentes e grossos inundando a buceta dela até transbordar completamente, porra escorrendo pelas coxas grossas malhadas, misturando com o squirt no lençol.

Ana deitada mole, ofegante, buceta latejando cheia e melada. Patrícia se aproximou devagar, beijou a boca da amiga com carinho e tesão, depois beijou Paulo, que estava deitado ao lado de Ana curtindo a gozada.

— Foi… perfeito… — sussurrou Patrícia, voz exausta.

Ana sorriu, rosto ainda brilhando de porra, corpo tremendo de prazer residual.

— Foi só o começo, amiga… agora que ele sabe exatamente como eu gosto… vai ter muito mais. Muito mais vezes. Muito mais putaria.

Paulo riu baixo, voz grossa e satisfeita, abraçando as duas contra o peito largo.

— Minhas vadias… isso vai ser muito frequente. E cada vez mais safado.

E ali, no quarto de hotel cheirando forte a sexo, suor, porra e buceta molhada, Ana sentiu o desejo mais profano da vida dela finalmente realizado. Sua fantasia não era mais só imaginação. Era real, suja, intensa, cheia de porra e cumplicidade.

E ela já sabia: isso era apenas o início de uma longa e deliciosa jornada de corna mansa.

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