Capítulo 4: O Cachorro da Fazenda

Da série Putty de Karola
Um conto erótico de Brazo Japa
Categoria: Lésbicas
Contém 2533 palavras
Data: 19/03/2026 01:14:56

Aviso: Este é o quarto capítulo da saga Putty de Karola...

Antes de prosseguir, leia o Capítulo 3: A Tarada do Espaço!

Joan, Mary e Putty estavam espremidas na cabine da caminhonete vermelha, voltando devagar pela estrada de terra. Bulk, ainda desconfiado, latia baixo na carroceria, como se farejasse que aquela estranha no meio das duas donas ia trazer mais caos.

Putty estava no meio, completamente nua, com a barriga ligeiramente inchada de tanta merda, vômito, mijo e leite que tinha engolido há pouco.

Joan dirigia com uma mão no volante e a outra apertando a coxa de Putty, seus dedos já brincando perto da buceta dela.

Mary, do outro lado, lambia o próprio dedo melado de gozo e bosta, os olhos brilhando de curiosidade e tesão.

Joan quebrou o silêncio com uma gargalhada rouca:

— Caralho, Putty... você vomitou tanto naquela cratera que eu achei que ia sobrar só pele e osso. Eu devo ter bebido uns três litros de diarreia quente direto do teu cu, fui só engolindo aquela cagalhada enquanto tu gozava na minha cara... mas você? Você engoliu o meu vômito todo, mais metade da merda da Mary, todo o leite das minhas tetas... como caralhos cabe tanta porra nojenta dentro de você?

Putty riu alto, sua mão já enfiada na própria buceta, os dedos entrando e saindo com sons molhados enquanto se masturbava sem vergonha.

— Vocês duas são umas amadoras! Eu bebi o leite da tua teta mole até quase explodir a barriga, Joan. E a diarreia da Mary? Delícia pura! Engoli direto do cu dela enquanto ficava lá só se estrebuchando... suguei cada jato quente e fedorento que saía das tripas dela. Mas tenho que confessar, a tua merda tem um gosto mais forte, mais podre, é mais azeda... eu adorei! Quem cagou mais hoje? Eu acho que fui eu! A minha barriga tá esticada pra caralho, ainda tô sentindo o gosto da merda de vocês misturada com vômito na minha garganta.

Mary riu com a voz fina e excitada, apertando os próprios peitinhos pequenos.

— Eu que vomitei mais! Juro por tudo! Quando aquele tentáculo saiu pelo meu cu, eu soltei um jato de bosta tão forte que acertou até a tua nave espacial! Tinha vômito escorrendo do meu nariz e boca ao mesmo tempo... E antes disso tudo eu também bebi quase todo o mijo da Joan enquanto ela dirigia... fui engolindo sem parar, sentindo ele descer quentinho pela minha garganta. Mas você, Putty... você bebeu a merda da gente misturada com vômito, leite e gozo... isso é nível profissional! Eu nunca vi ninguém engolir tanta bosta líquida sem engasgar.

Putty piscou orgulhosa, com os dedos agora enfiados fundo na buceta, fazendo o gozo escorrer pelo banco.

— No meu planeta eu era a rainha das taradas! Aqui parece que todo mundo quer competir comigo... Amei! Quem aguentar mais merda na boca ganha o título de Puta Suprema desse planeta!

Mary, com os olhos brilhando de fascínio puro, se inclinou pra frente, quase babando.

— Então... você veio mesmo de outro planeta? Tipo... de verdade? Conta tudo!

Putty suspirou dramaticamente, encostando a cabeça no banco, e com a voz cheia de drama, começou a contar sua história:

— Sim, minha pequena putinha... Eu fui banida do planeta Karola. Lá todo mundo é um bando de hipócritas escrotas e reprimidas! O sexo é proibido, a reprodução é feita só em laboratórios frios, ninguém pode tocar numa buceta, ninguém pode cagar na boca das amigas, ninguém pode beber mijo da fonte nem vomitar na cara das outras... Eu só queria foder, chupar uns pezinhos suados, enfiar a língua no cu de freiras e beber a diarreia de umas grávidas enquanto elas gozavam. Nada demais, né? Mas aí, as vadias do Conselho Religioso me pegaram. Eu só tava dando uns beijos babados, chupando umas tetinhas e fazendo umas putinhas cagarem na minha boca. Elas exageraram tudo! Fizeram parecer que eu tinha destruído o planeta inteiro, que eu era uma ameaça à moral pública! Injustiça pura! Eu sou a vítima, entende? Elas que são umas puritanas nojentas que não aguentam ver uma buceta feliz nem uma boca cheia de merda. Me baniram do planeta só porque eu queria compartilhar um pouquinho de amor fedido!

Joan bufou, rindo alto enquanto dirigia:

— Realmente parece um bando de arrombadas escrotas essas vadias do teu planeta! Aqui na Terra a gente fode sem parar, caga onde quer, vomita na cara das amigas, bebe diarreia no café da manhã... isso é vida de verdade!

Putty sorriu, olhando em volta da cabine. Seus olhos pararam na alavanca de marcha. Um sorriso safado e largo se abriu no seu rosto.

— Caramba... por que você não me disse logo que tinha um brinquedo pra buceta aqui nesse veículo primitivo de vocês?

Antes que Joan pudesse reagir, Putty pulou e encaixou a alavanca de marcha direto na xota aberta e molhada. Começou a se balançar pra lá e pra cá com força, gemendo alto, a alavanca entrando e saindo, o gozo escorrendo pela marcha e por toda parte.

Joan gritou, tentando manter o volante reto enquanto a caminhonete ziguezagueava:

— Mas que porra você tá fazendo?! Assim a gente vai bater, caralho! Desencaixa essa tua buceta gulosa daí agora! Eu tô dirigindo, sua louca!

Putty riu, rebolando mais forte, a buceta engolindo a alavanca até o fundo:

— Tá gostoso pra caralho... é duro, frio, grosso... é perfeito pra foder enquanto você tá dirigindo essa coisa velha, sua reclamona! Me fode com isso, vai!

Mary ria tanto que lágrimas escorriam:

— Joan, deixa ela... olha como ela tá gozando, a buceta tá até pingando na tua perna!

Pouco depois, a caminhonete parou em frente à casa da fazenda. Joan desligou o motor, bufando com o rosto vermelho:

— Chegamos. Sai dessa alavanca antes que eu te arranque daí na porrada, sua porra louca!

As três desceram, com as pernas ainda tremendo de tesão. Bulk pulou da carroceria e correu pra dentro quando Joan abriu a porta da frente.

Já estava escuro, Joan acendeu a luz da sala. Putty parou na entrada, olhando tudo com cara de espanto absoluto: sofá velho e gasto, TV de tubo antiga, rádio enferrujado, geladeira barulhenta, lâmpadas comuns penduradas...

— Que mundo primitivo do caralho... — murmurou ela, com os olhos arregalados.

Mary, quase lendo os pensamentos, sorriu carinhosa:

— Aqui não tem as tecnologias espaciais do teu mundo, tipo carro voador, robô empregada, tênis que amarra sozinho... mas dá pra viver de boa, Putty. A gente planta berinjela, pepino, banana... tudo em formato de pau, né?

Putty virou pra ela, confusa de verdade:

— Mas de que caralhos você tá falando? Que porra de tecnologias malucas são essas aí que você falou? Não tinha nada disso lá em Karola!

Seus olhos pararam numa luminária de chão alta no canto da sala. Ela gritou empolgada, apontando:

— Caralho! Vocês têm um brinquedo pra buceta com luz aqui! Olha o tamanho dessa coisa brilhante!

Joan olhou pra luminária e caiu na gargalhada:

— Mas que porra de brinquedo pra buceta com luz você tá vendo ali? Aquilo é uma luminária! Tu quer enfiar um abajur com mais de um metro na tua xota? Só tem coisa pra meter em buceta no teu planeta, caralho? Aqui a gente fode com o que tem, mas não com a mobília da casa!

Antes que Putty pudesse responder, Bulk veio correndo e agarrou a perna de Mary, esfregando o enorme caralho vermelho pra cima e pra baixo com força, melando a coxa dela inteira com porra grossa, quente e viscosa. Joan sorriu safada, já tirando a camisa:

— Parece que tá na hora da festinha com o Bulk. Ele tá louco pra gozar.

Mary abriu um sorriso malicioso e tirou a roupa toda num segundo, ficando completamente nua. Se agachou perto do cachorro enorme, que virou de barriga pra cima, expondo o pau vermelho, enorme, pulsante e gotejando sem parar.

Mary começou a masturbá-lo com as duas mãos, apertando forte, o pau inchando rápido, as veias saltando, a porra escorrendo pelos dedos dela. Quando ficou grande o suficiente, ela abocanhou inteiro, enchendo a boca até a garganta. O pau visivelmente esticava uma das bochechas dela, pulsando forte.

Mary começou a fazer um boquete guloso e barulhento, a cabeça subindo e descendo rápido, saliva e porra escorrendo e pingando no chão. Ela empinou a bunda pro alto, o cu ainda sujo e brilhando com a merda da foda que rolou na estrada.

Joan se abaixou atrás dela e enterrou a cara na bunda de Mary, a língua foi fundo no cu sujo de bosta. A diarreia pastosa ainda pingava do rabo dela enquanto Joan lambia e chupava com fome, sugando e engolindo tudo que conseguia, a língua entrando e saindo do cu arrombado.

Putty assistia tudo boquiaberta, impaciente, com a buceta pingando no chão:

— Não é justo! E eu? Também quero participar dessa putaria com esse bicho aí! Parece gostoso pra caralho esse troço vermelho entre as pernas dele, pulsando e pingando o tempo todo!

Mary engasgou com a porra grossa do cachorro, arregalando os olhos de surpresa:

— Você nunca viu um pau? Nem um cachorro? Como assim?!

A surpresa fez ela soltar uma golfada forte de diarreia quente e pastosa direto na boca de Joan, que tentou engolir tudo, tossindo e engasgando.

Putty balançou a cabeça, fascinada:

— No meu mundo não tem esse bicho. Nem nada com essa coisa pendurada entre as pernas... essa coisa vermelha e grossa, pingando porra sem parar. Só tem bucetas, cus e tetas. Isso aí é... novo pra mim. Eu quero provar!

Joan e Mary se entreolharam com o mesmo sorriso sacana e malicioso.

Mary convidou com a voz rouca:

— Vem cá, Putty. Prova o pau do Bulk. Chupa ele igual eu tava fazendo. Você vai amar!

Putty não perdeu tempo. Ficou de quatro bem ao lado de Mary, com a cara grudada no caralho pulsante de Bulk, mas hesitou, sem saber exatamente o que fazer... ficou só lambendo a cabeça devagarinho.

Mary achou graça, rindo carinhosa:

— Que gracinha... olha essa inocência, que bonitinha... tão curiosa e tarada ao mesmo tempo.

Então, ela empurrou a cabeça de Putty com as duas mãos, enterrando a boca dela no pau inteiro do cachorro até a garganta.

Putty levou um susto enorme, seus olhos arregalaram, mas logo gemeu de prazer profundo. O pau pulsava forte na boca, a porra quente e salgada descia pela garganta sem parar. O sabor era divino, forte, animal.

Ela instintivamente começou a chupar gulosa, sua cabeça subindo e descendo rápido, a língua girando no pau inchado, sugando cada gota, engolindo tudo com fome.

Enquanto isso, Mary e Joan se beijavam molhado ali do lado, enrolando suas línguas, lambendo os lábios cheios de porra e diarreia uma da outra, admirando a alienígena que estava descobrindo um novo mundo de prazeres, as mãos se masturbando mutuamente.

Bulk gozou na boca de Putty com força. Uma quantidade enorme de porra, jatos grossos e quentes, encheram a garganta dela até transbordar pelos cantos da boca. Putty engoliu sem deixar uma gota cair, revirando os olhos de tanto prazer, a barriga inchando mais ainda.

— Mais... quero mais dessa porra quente...

Mary interrompeu, ofegante:

— Calma, sua gulosa... isso foi só o começo.

Putty abriu um sorriso enorme, com porra escorrendo pelo queixo:

— O que pode ser melhor que chupar esse... esse grelo gigante?

Joan e Mary caíram na gargalhada com o "grelo gigante".

Joan explicou, ainda rindo:

— Isso se chama caralho, pica, pau... É tipo os "brinquedos pra buceta" que você tava querendo enfiar na xota, só que esse é a versão original. Agora fica de quatro e empina essa bunda pro alto, bem alto.

Putty obedeceu na hora e ficou com a bunda empinada, piscando o cu. Mary guiou Bulk, que montou nela rápido e certeiro.

O pau enorme entrou no cu de Putty com um estalo molhado e fundo, esticando as paredes do intestino. Putty gritou de prazer puro, rebolando automaticamente conforme o cachorro a fodia forte, metendo fundo e rápido, com as bolas batendo na buceta dela.

Joan se deitou embaixo de Putty, com a boca bem aberta, para beber todo o gozo que caía sem parar do pau de Bulk e da buceta dela.

Mary engatinhou até a cara de Putty, segurou o rosto dela com carinho, se aproximou, olhos nos olhos:

— Parece que você tem muito o que descobrir no nosso planeta...

E deu um beijo molhado de língua demorado e profundo, abafando os gemidos altos de Putty, suas línguas se enrolando cheias de saliva e porra de cachorro.

Putty sentia o pau de Bulk metendo fundo, mas de repente algo mudou. O caralho dentro do seu cu começou a inchar rapidamente, a base foi engrossando, ficando enorme e quente, crescendo segundo a segundo, esticando as paredes do seu rabo ao limite absoluto.

O caralho pulsava, inchava mais e mais, travando dentro dela, pressionando cada centímetro interno, fazendo o cu dela se abrir de um jeito que nunca tinha sentido.

— Aaaahhh! Porraaa! Tá inchando... tá ficando gigantesco dentro do meu cu! — gritou Putty enquanto beijava Mary, com a voz abafada e desesperada de prazer.

— Tá travando... não sai mais... meu cu tá sendo arrombado por esse pau enorme!

Mary riu no beijo, mordendo o lábio dela:

— Isso é o nó dele, sua vadia alienígena... agora você tá presa no pau do Bulk! Ele vai te encher até explodir... sente ele crescendo mais?

O nó inchava ainda mais, grosso como um punho, pulsando forte, esticando o cu de Putty até onde ela aguentava, pressionando fundo contra as paredes internas. Putty convulsionava, o gozo jorrando da buceta em esguichos, seus olhos revirando.

— Porra... tá tão grande... meu cu tá rasgando de prazer... me fode mais, seu cachorro safado!

Joan, de boca aberta embaixo, via tudo de perto:

— Olha o tamanho desse nó... tá preso lá dentro, inchando sem parar!

O tesão insano de estar sendo penetrada fundo no cu por Bulk fez Putty liberar o intestino completamente. Ela começou a cagar violentamente, os jatos grossos e quentes de diarreia saíram em profusão ao redor do pau que a fodia sem parar. Joan, com a boca aberta logo ali embaixo, bebia a diarreia quente que caía direto na garganta, engolindo golfadas enormes enquanto o pau de Bulk continuava metendo.

— Essa puta tem quantos litros de merda dentro da barriga? Não acaba nunca! Já deve ter cagado um caminhão de bosta desde que chegou na Terra! E eu tô engolindo tudo, caralho... que delícia!

Bulk finalmente gozou dentro do cu cagado de Putty, enchendo as tripas de porra quente e grossa com jatos longos. Putty convulsionou com orgasmos múltiplos violentos, seu corpo tremendo inteiro, gozando forte pela buceta, mijando jatos longos e dourados no chão, os olhos revirados.

Ela caiu de lado no chão da sala, tendo espasmos fortes, a merda vazando do cu arrombado misturada com porra grossa de cachorro, a buceta pingando gozo sem parar, o corpo todo melado.

Mary olhou fixamente nos olhos dela, sorrindo safada:

— Se você ficou assim só com o pau de um cachorro... imagina quando experimentar o dos cavalos da fazenda. Eles são bem maiores!

Putty sorriu, deitada na enorme poça de merda, mijo, porra e gozo, com os olhos brilhando de pura curiosidade:

— Cavalos?

Continua...

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