Rufus se levanta devagar, o sol filtrando pelas cortinas, e percebe que apenas Sara está ao seu lado, dormindo nua e serena. Ele se veste e, ao sair do quarto, ouve uns barulhos estranhos – gemidos abafados e sucções. Ele se move devagar pelo corredor, curioso, e vê a porta entreaberta do quarto do sogro. O barulho é inconfundível: alguém chupando um pau. Algo o faz prosseguir e espionar, sob o risco de ver Eliseu chupando Jorge ou vice-versa, mas um instinto diz que não seria aquilo – e dito e feito: ele encontra Gislaine de joelhos, chupando Jorge com fome. O pau dele era enorme, grosso e veiado, brilhando de saliva enquanto ela lambia da base à cabeça, engolindo fundo e gemendo abafada. Jorge segura os cabelos dela: "Você realmente é uma putinha… se aproveitou do Eliseu ir na padaria pra me provar, hein? Mas ele não se importaria… afinal, até a Sara já me provou uma vez, uns dois ou três anos atrás, quando nos conhecemos." Ele ri: "Achei que a noite ia virar orgia total, mas vi que o Rufus não topava comer a gente… por isso, Eliseu mudou de ideia e deixou vocês curtirem sozinhos. Mas agora, é hora de foder minha enteada." Ele a levanta e mete fundo na boceta úmida, estocadas brutas que a fazem gritar: "Ahh, é grande… me fode mais!" Gislaine percebe Rufus na porta e pisca, mas ele diz baixinho: "Vou deixar vocês à vontade…" e sai, o coração acelerado.
Voltando pro quarto, encontra Sara acordada, piscando sonolenta. Ela ia perguntar o que tinha ocorrido, mas logo ouve Gislaine gemendo escandalosa no outro quarto e entende: "Ah… minha filha não resiste, né?" Sara explica: "Eliseu queria que você comesse os dois, mas eu já sabia que não rolaria. Pensei que a Gislaine se contentaria com a foda deliciosa com você, mas tava enganada." Ela puxa Rufus pra cama, beijando-o com fome, e logo ele estava nu novamente – Sara cavalga nele, rebolando sua boceta carnuda e quente, de forma ritmada que a faz gemer: "Ahh, Rufus… que delícia!" Os gemidos de ambas ecoam pela casa. Rufus a vira de quatro, metendo fundo na boceta úmida, dando tapas na bunda carnuda: "Toma, minha delícia… pede mais!" Sara grita: "Mais forte… amo esse pau! Amo dar pra você… ahh, eu te amo!" Aquilo surpreende Rufus, mas ele continua metendo forte, tapas ecoando, fazendo-a gozar tremendo, sucos escorrendo pelas coxas.
Ele lubrifica e come o cuzinho dela, penetrando devagar e acelerando em estocadas profundas, o anel apertado pulsando ao redor do pau: "Ahh, delícia… fode meu cu, menino!" Sara geme escandalosa, falando baixarias: "Ahh, puta que pariu… sua namorada é uma putinha gostosa, mas eu sou uma mulher de comer com gosto! Me quebra, vai!" Rufus concorda, gritando: "Você é um mulherão da porra, Sara… toma pau!" Ele fala alto, quase gritando, e ouve uma risada do quarto ao lado – de Gislaine. Elas duas se amavam, apesar das provocações. Rufus enche o cu dela de porra, jatos quentes pulsando, e Sara goza junto, gritando e tremendo.
Eles mal terminam de gozar e Eliseu entra no quarto – tinha acabado de chegar e ouviu a brincadeira. Ele fita por alguns segundos Rufus metendo fundo em Sara, o pau ainda dentro, e lamenta: "Que pena… não vou provar esse pau tão lindo e novinho." Rufus ri, ofegante: "Realmente não vai rolar, sogro." Sara manda, na zoeira: "Vai se fuder, Eliseu… sai daqui!" Ele ri e os chama: "Vamos tomar café, safados."
Após um banho rápido – água lavando o suor e porra, com beijos leves –, todos estão leves na cozinha. Gislaine zoa: "Mãe, você quer meu namorado pra si, né?" Sara responde: "Quero mesmo, filha… mas nunca roubaria de você nem um real." Rufus ri: "Essa família é doida, mas tô feliz com vocês aqui." Sara, ao seu lado, o abraça e beija no rosto: "Você é mais que bem-vindo, genrinho." Gislaine o beija na boca: "Não fica irritado por eu ter provado o macho do meu paizinho, amor…" Rufus diz: "Não tô com raiva… afinal, eu tava muito bem acompanhado da sua mãe." Eliseu e Jorge riem: "Ponto pro Rufus!" Gislaine debocha: "Sabia que você estaria bem acompanhado… safado."
Rufus, contemplando aquela doideira toda, se pergunta como foi parar no meio daquilo e apenas ri consigo mesmo – uma família louca, mas que, de algum jeito, funcionava.