A Lingerie de Natal - Parte 1

Um conto erótico de Contos APP
Categoria: Heterossexual
Contém 2044 palavras
Data: 18/03/2026 18:30:56

Comecei a namorar a Paula no terceiro período de Engenharia. Ela era da Publicidade, e a gente se esbarrou na fila do bandejão. Foi aquele clichê que funciona: sorriso tímido, cafezinho juntos, depois cinema, depois beijo na porta do apartamento dela. O namoro era uma maravilha. Ela era divertida, inteligente, e no quarto… bom, no quarto ela era simplesmente incendiária. Sexo gostoso, fazia tudo o que eu pedia e desejava. Era safada na medida certa, com uma energia que me deixava maluco. Eu me considerava o cara mais sortudo do campus.

Mas como tudo que é bom, sempre tem que ter um defeito. E cá está, não vou mentir: o defeito que tinha, não era na Paula, e sim na mãe dela.

A minha sogra, a Sônia, era um baita mulherão. Não era só “bonita pra idade”. Era deslumbrante. Morena do corpo malhado, tipo cavalona. Malhava todos os dias, e dava pra ver. Coroa peituda – daquelas que pareciam naturais, mas tinham um volume e uma firmeza que desviavam olhares em qualquer supermercado – e de um rabo que chamava atenção a metros de distância. Um traseiro alto, redondo, que ela realçava com calças jeans justíssimas ou leggings de academia. Eu era doido para comer aquela mulher. Era uma obsessão secreta, doentia, que me enchia de culpa, mas que eu não conseguia controlar. Mas a moral e o medo da sogrinha não gostar, eu respeitava ela. Era a mãe da minha namorada, porra. Linha que não se cruza.

Ela era casada com meu sogro, o Cláudio, que era desses caras que trabalham em plataforma de petróleo. Passa 15 dias no mar e mais 15 em terra. Quase nunca estava em casa. Essa era a dinâmica. Sônia em casa, sozinha a maior parte do tempo, cuidando da aparência e da casa com um rigor militar.

Foi combinado: no Natal iríamos passar todos juntos, já que minha família não era da cidade que eu morava. Meus pais estavam no Nordeste. Seria o primeiro natal em família, junto com a família da minha namorada. Eu estava animado, mas também aquele frio na barriga de saber que passaria horas sob o mesmo teto que a Sônia, tendo que controlar cada olhar.

Mais pra tristeza da minha sogra, meu sogro falou que não iria poder passar o final de ano com eles. A escala dele tinha mudado de última hora por causa de uma manutenção de emergência na plataforma. Ele infelizmente só voltaria depois do ano novo. Quando Sônia nos contou, no telefone, a voz dela estava embargada. Ela tentou disfarçar, mas dava pra sentir a decepção.

Minha sogra ficou arrasada com aquilo, mas em fim aceitou tudo. Num dos nossos jantares antes do Natal, ela soltou, meio sem querer, tomando vinho: “Tinha nos dito que havia comprado uma lingerie nova para a chegada do meu sogro, mas que infelizmente não poderia usar.” Ela disse isso com um suspiro, olhando pro nada.

Meu sangue gelou e fervou ao mesmo tempo. Já imagina ela escolhendo essa lingerie, com aquele corpo gostoso que ela tinha. Passando a mão por tudo e provando cada peça. A imagem se formou na minha cabeça sem pedir licença: Sônia, em uma loja fina, segurando pedaços de renda e seda contra o corpo, se virando no espelho, a mão deslizando sobre o tecido que cobriria a pele que eu tanto imaginava. Chegava até a me excitar, mas sem ninguém perceber nada. Eu desviava o olhar, bebia um gole d’água, tentava pensar em contas a pagar. Mas a semente estava plantada.

Enfim chegou o Natal. O dia foi quente e abafado. Fui para a casa da minha namorada por volta das 20h. A casa dela era um sobrado charmoso num bairro tranquilo. As luzes de Natal piscavam na varanda. O cheiro de pernil assando invadia a rua. Ela já me esperava na porta, linda, com um macacão branco de alcinha que deixava os ombros de fora e caía perfeitamente no corpo dela. Me beijou e puxou-me para dentro.

“A mãe havia ido tomar um banho, já que tinha acabado de chegar,” ela me informou, baixinho. Minha namorada já tinha preparado tudo – a mesa linda no jardim de inverno, as taças, os pratos – e já estava pronta, só à espera da mãe, que quando tomava banho, demorava bastante. Era verdade. Sônia fazia do banho um ritual. Faciais, cremes, depilação… podia levar uma hora fácil.

Eu já estava ansioso para ver minha sogra e passar a noite observando-a. Observando o decote do vestido de festa, o modo como ela se sentaria, o brilho nos olhos. Era minha tortura e meu prazer favoritos. Mais para minha surpresa, minha namorada tinha outra ideia para passar o tempo. Ela me puxou para a sala de TV, um ambiente aconchegante com um sofá grande de veludo cor verde, e fechou a porta de correr, mas não totalmente.

“Ela tá no banho, vai demorar…”, disse Paula, com um brilho familiar nos olhos. Era o brilho do tesão. O mesmo que eu via antes da gente cair na cama. Meu coração acelerou. Aquilo era arriscado. Deliciosamente arriscado.

Começamos a nos beijar. Não foi um beijo de “oi, feliz natal”. Foi um beijo de fome. Paula era muito fogosa, gostava de transar e isso me fascinava nela. Sua língua encontrou a minha com uma urgência que me pegou de surpresa. Suas mãos subiram pelas minhas costas, puxando-me contra ela. Logo a gente estava em um amasso nervoso na sala da minha sogra. Caímos no sofá grande, eu por cima dela, nossos corpos se ajustando no veludo macio.

Dava para escutar o barulho do chuveiro vindo do andar de cima. Um ruído constante, distante, mas reconfortante. Era a nossa cobertura sonora. Então a gente estava de boa por enquanto. A adrenalina de fazer algo proibido ali, na sala impecável da Sônia, começou a me eletrizar. Comecei a apertar minha namorada de todos os jeitos, minhas mãos ávidas percorrendo o corpo que eu conhecia tão bem. Passei pelas costas dela, pelo cós do macacão, apertando a bunda firme por cima do tecido, subi até os seios que se moldavam perfeitamente na minha palma. Ela gemeu no meu ouvido, um som baixo e molhado.

Minha namorada já tinha acendido o fogo e logo pediu para eu tirar o pau para fora. Sussurrou contra meus lábios: “Tira… quero te chupar. Agora.”

Eu fiquei meio receoso. Olhei para a porta de correr semiaberta. O som do chuveiro continuava. “Aqui? Sério?”

“Ela demora uma era. Por favor”, ela insistiu, a mão dela já abrindo o botão do meu jeans.

A combinação do pedido, do local e do risco foi demais. Logo tirava meu pau do short jeans – eu estava de jeans e camisa social – e colocava na boca dela. Iniciando uma chupada gostosa em mim.

Ela era expert. Sabia o que fazia. Subia e descia a boca no meu pau com uma pressão perfeita, a língua dançando na cabeça a cada subida. Tentava engolir ele por inteiro, e conseguia quase tudo, fazendo a garganta se contrair de um jeito que me dava arrepios. Me deixava cada vez mais louco de tesão. Minha mão se enterrou nos cabelos castanhos dela, guiando o ritmo sem força, apenas sentindo. Aquilo estava muito bom. O prazer físico era intenso, mas a camada mental… aquilo era proibido. Na casa da mãe dela. No Natal. E ainda escutávamos o barulho do chuveiro, então estava tudo seguro. Parecia um esquema perfeito.

Para minha perdição, enquanto Paula me chupava, comecei a imaginar minha sogra no banho. Não foi de propósito. Foi um desvio involuntário da mente, alimentado pelo som ambiente. Eu fechei os olhos, sentindo a boca úmida e quente da minha namorada, mas os ouvidos estavam captando aquele ruído de água caindo no box.

O som da água caindo me fez ir longe. Na minha cabeça, o banheiro de cima se materializou. Vi a Sônia sob a ducha, a água escorrendo pelos cabelos escuros presos, pelas costas largas, pelos ombros musculosos. Imaginando ela passando sabonete por todo o corpo gostoso dela. A espuma branca deslizando sobre os seios grandes e firmes, sobre a barriga lisa, descendo pelo triângulo escuro entre as pernas, escorrendo pela bunda monumental que eu tantas vezes fitara disfarçadamente.

Ela se viraria, de costas para o chuveiro, deixando a água cair sobre os seios, a cabeça jogada para trás em prazer pelo calor. As mãos com sabonete iriam para a bunda, esfregando, limpando… A imagem era nítida, vívida, e criminosa.

Aquilo só foi me deixando cada vez mais excitado. A fantasia se misturava à realidade do boquete gostoso que eu estava recebendo. Era como se duas mulheres estivessem me satisfazendo ao mesmo tempo: a filha, com a boca, e a mãe, com a imagem na minha mente. Meu pau só crescia na boca de Paula, ficando mais duro, mais grosso, latejando com uma intensidade nova. Paula percebeu e gemeu em torno dele, como se gostasse do desafio, chupando com mais vontade ainda.

Já imaginou, em pleno Natal, minha namorada pagando um boquete para mim no sofá da casa da mãe dela enquanto eu imagino a mãe dela no banho? A perversidade da situação era um combustível poderoso. Aquilo era incrível. Uma sensação de poder, de transgressão, de estar conseguindo o inalcançável, mesmo que só na imaginação. Eu estava no limite, me segurando para não explodir na boca da Paula.

Mas logo tudo aquilo mudou.

O som constante e reconfortante do chuveiro… parou.

Não foi um desligar gradual. Foi um clic seco, seguido pelo silêncio súbito. Um silêncio que pareceu gritar.

A boca de Paula parou. Meu pau, ainda na quentura dela, pulsou.

Eu dei um pulo de susto voltando à realidade. Meus olhos se arregalaram. Paula soltou meu pau, olhando pra cima, com os olhos igualmente arregalados. A única coisa que se ouvia agora era o nosso coração batendo e o drip-drip das últimas gotas do chuveiro no andar de cima.

A fantasia acabou. A realidade era uma mãe de corpo escultural, agora enxugando-se a poucos metros de distância, separada apenas por um piso e uma escada. A realidade era eu, com o pau pra fora, na sala dela.

“Fudeu”, sussurrei, sem pensar.

Paramos na hora. Foi um movimento sincronizado de pânico. Paula se afastou, limpando a boca com o dorso da mão. Eu, com as mãos trêmulas, coloquei meu pau para dentro da calça e abotoei o jeans às pressas assim que escutei um barulho no corredor de cima. O som de passos descalços no piso frio. Ela tinha saído do banheiro.

Minha namorada também logo se recompôs, se levantando do sofá e ajeitando o macacão branco que ela usava, passando as mãos para alisar as dobras, arrumando os cabelos bagunçados. Tentamos parecer dois jovens comportados que estavam apenas… esperando.

Mas o meu corpo não colaborava. Meu pau ainda latejava na calça. Estava duro, sensível, dolorido de excitação interrompida. A pressão era insuportável. Estava doendo. Eu tinha que ajeitar, me acalmar, fazer o sangue subir para qualquer outro lugar que não fosse minha virilha.

“Preciso ir no banheiro”, falei para Paula, a voz saindo estranha.

Ela acenou com a cabeça, ainda um pouco ofegante. “O banheiro fica no final do corredor,” ela disse, apontando para a entrada da sala que dava para um corredor escuro. “E passa pelo quarto da minha sogra.”

Fiz que sim e saí da sala, minhas pernas meio bambas. O corredor era estreito, com fotos de família nas paredes. A luz do abajur da sala iluminava só o começo. O resto estava na penumbra. O andar de cima ficava em silêncio. Talvez ela estivesse no quarto se vestindo.

Caminhei devagar, tentando me acalmar, pensando em coisas horríveis como contas e fila do banco. Cheguei à porta do quarto principal. Foi inevitável não olhar lá para dentro, já que a porta estava entreaberta. Deve ter ficado assim quando ela saiu para o banho.

Eu parei. A respiração ficou presa no meu peito. Minha boca quase caiu no chão quando vi como ela estava lá dentro.

Continua...

✅ CONTOS EM VIDEO COM CENAS REAIS ENVIADAS POR NOSSOS MEMBROS

✅ +180 HISTÓRIAS PICANTES (as mais ousadas da internet!)

✅ +1000 VÍDEOS (para você ver, ouvir e sentir cada detalhe)

🚨 ACESSE AGORA:

📲 Telegram: t.me/+UXQzdESO2O5hNDc5

⏳ Vai ficar de fora? Não perca tempo e venha participar da nossa comunidade! 😉

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Contos APP a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários