No meu último conto escrevi sobre o Júlio, um policial negro, alto e mais magro que alimentou meu vício em tomar no cu. Essa paixão anal nunca diminuiu, meus leitores já sabem que eu, de fato, adoro ser arrombado desde bem jovem. Desde menino já ia socando coisas no meu ânus antes mesmo de começar a bater punheta. Ser enrabado, dilatado e alargado no meu cu sempre foi a minha forma de sentir prazer sexual mais intensa.
Júlio saiu algumas vezes comigo depois da nossa primeira vez. Ele admirava muito o fato de eu realmente amar sexo anal. Dizia sempre que há muitos passivos por aí, mas a maioria têm apenas fantasias e são frescos. Na hora de dar o cu, muitos não aguentam ou fogem. Já eu genuinamente amo tomar no rabo de uma forma que me fez aguentar muita destruição anal, o que o encantava por eu aguentar o pauzão dele e até fisting intenso.
Ele sugeriu um encontro a três de forma muito inusitada. Na época Júlio era tenente e tinha um capitão casado. Segundo ele, a esposa não gostava de anal e por isso abriram o relacionamento para ele comer cu e para ela viver mais aventuras. O capitão já tinha pego outros caras com o Júlio, mas o Júlio estava mais dedicado a mim como putinho dele.
Eu nunca tinha ficado com outros dois homens ao mesmo tempo. Além disso, o tal do capitão não queria deixar eu vê-lo além de uma nude de pinto. Eu tinha que admitir, era uma rola loira bem bonita e grandinha; só não valia arriscar muito. Havia muito medo de ser pego em uma situação perigosa, por isso resisti até receber uma mensagem de voz gravada do capitão. Ele dizia que queria muito sentir meu cu, me fistar, me fazer de putinho socando pinto no fundo do meu rabo até eu mijar na pressão anal. Dava elogios ao fato de eu aguentar muito, de eu ser bundudo. Fiquei excitado com o tesão que ele tinha em cu e topei.
Júlio ficou muito feliz. Decidimos que tudo ocorreria onde Júlio morava. Eu fui num sábado à tarde, cheguei um pouco mais cedo. Estava de shorts, tênis e camisa. Júlio me recebeu com beijos, foi pegando no meu bumbum. Eu fiquei muito excitado só de sentir ele abrindo minhas nádegas com meu cu pulsando.
— Tá de cuequinha sexy hoje?
— Tô! — Tirei o short para ele.
Júlio me colocou no colo dele no sofá. Fez eu chupar o dedo do meio dele. Senti deslizando para dentro do meu ânus quando ele colocou a mão debaixo da minha cueca. Beijávamos com ele brincando com meu cu, eu já conseguia relaxar mais com Júlio que enfiava mais dois dedos me deixando com tesao. Ao bater da campainha, com o capitão chegando, eu fiquei tenso. Ele foi atender. Fiquei de pé de cueca mexendo no meu telefone.
O capitão ainda estava fardado quando entrou na sala, tinha vindo do encerramento de um expediente. Caminhou em minha direção pegando no meu bumbum.
— É ainda mais gostoso ao vivo… Meu nome é Augusto! — Ele me beijou já esfregando o pacote dele no meu rabo ao se apresentar.
— Calma que ele é um pouco nervoso.
Júlio veio em minha direção me beijando. Fiquei sendo apertado entre os dois, senti o capitão desabotoando a blusa para mostrar os pelos do peito loiro, ia tirando a arma dele pra deixar em um canto qualquer e voltar a me beijar esfregando o bigode bem feito em mim. A troca de beijos entre nós três fazia meu pauzinho babar de tesão enquanto sentia o capitão Augusto abaixando minha cueca, as mãos dele subiam pegando e amassando meus peitos para tirar minha camisa.
— Baixinho peitudo e do bundão! Você malha né? — Senti as mãos dele abrindo meu bumbum ao passo que as minhas mãos iam massageando a rola de Júlio.
— Sim…
— Que delícia de cuzão! — O capitão abriu meu bumbum, cuspiu bem no buraco e enfiou dois dedões no meu anel. Ele forçava na pressão só para olhar dentro de mim. — Esse tanto de pregas safadas já mostram que você gosta de dilatar né? Relaxa pro capitão olhar dentro desse reto vermelhinho!
— Tá arrombando já! — Eu sentia a pressão no meu ânus com o anelzinho forçado a abrir. Quanto mais ele forçava, mas meu pauzinho babava de tesão no cu. — Abre mais esse bundão, quero mostrar o cu para você!
— Que coisa linda, viadinho peitudo do bundao mostrando dentro do cu… Puxa sem medo, mostra pro capitão que você é um puto anal!
Eu puxei pra fazer minhas paredinhas emergir contra o dedo dele quase prolapsando. Júlio beijava meu pescoço enquanto o capitão já descia enfiando a língua no meu cu depois de tirar os dedos.
Júlio abria minha bunda deixando Augusto deslizar para o fundo. Ele dava linguadas penetrantes no meu reto até Júlio me virar. O capitão subiu e vi o corpo dele. Era mais musculoso que Júlio, um pouco mais baixo em altura. Tinha o rosto loiro bonito, Unicode sexy. Tiou a rola que era um pouco menor que a de Júlio, mas era muito grossa. Eu peguei no pau branco de cabeça vermelha beijando o capitão, sentindo a língua de Júlio dançando dentro do meu ânus.
— Deixa eu socar pau no seu cu? — Augusto pediu.
— Deixo. — Fui me colocando de quatro.
— Não, eu quero de frente putinho, quero ver seu pauzinho e seus peitão…
O capitão me ajudou a deitar de frango assado. Ele desceu chupando meus mamilos; Júlio ficou de joelhos no sofá para eu mamar a pica enorme dele. Logo senti Augusto descendo para chupar meu pauzinho. Assustei, mas deixei acontecer. Ele mamou meu pau e meu cuzinho de novo até se levantar.
— Buceta eu já tenho em casa, com você eu quero é ver esse pintinho e esse cu de machinho viadinho viciado em ser alargado! — Júlio deu o lubrificante que foi socado em mim. Ele esguichava muito dentro do meu cu antes de tentar deslizar a rola para dentro de mim.
— Aí, que rola grossa… — Eu soltei até um peidinho de vento quando o capitão entrou em mim já deliciosamente rasgando meu cu até o fundo.
— Vai seu bicudinho gostoso, pode cagar lubrificante na minha pica! — Assim como Júlio, Augusto falava daquela maneira suja sobre meu cu que eu aprendi a apreciar.
— Ah, já tá fundo! — Eu senti o grossão dele deslizando para dentro do meu segundo cu. Não ia tão fundo quanto o Júlio, mas já entupia tudo penetrando até meu cólon.
— Deixa eu ficar atoladinho bebê, você aguenta…
Meu pauzinho ficou mole babando para esse macho. A farda dele com botões abertos, a calça aberta com o pau rasgando meu rabo. Ele deslizava devagar me fazendo suar no alargamento do meu cu entupido de rola. Veio me beijar até perder a paciência e começar a socar forte em mim, as estocadas nas minhas paredes sensíveis incitavam contrações fazendo eu realmente puxar lubrificante quentinho na piroca do capitão enquanto eu chupava o pinto de Júlio. Sentia meu interior se deslocando na pressão, o pau gostoso do capitão me fazia sentir todo desajustado e pressionado por dentro.
— Tá muito sensível por dentro. — Eu puxei o pirocão de Augusto para fora nas fortes contrações do meu cu fazendo bico, já ia me mijando de tanto tomar rola no rabo, as paredinhas do meu reto quase aflorando e saindo. Aquela delícia da sensação de querer colocar tudo para fora tomava o meu corpo em um orgasmo de cu.
— Que gostoso, cagou meu pinto para fora igual nos vídeos… Mas deixa mais que eu quero estourar esse cu. — O capitão estava deslizando o pau pra dentro de mim de novo.
— Vamos rasgar gostoso esse cuzinho… — Júlio se moveu. — Eu sei que você aguenta ser nosso reizinho anal hoje!
Eles seguraram um em cada mão minha. Júlio e Augusto iam alternando, um metia rola no meu cu e tirava para o outro dar mais estocadas. Eu estava levando surra de pinto entupindo e deslizando dentro de mim. Quanto mais socavam, mais vontade eu sentia de colocar pra fora com minhas contrações anais. Eles seguravam minhas mãos e faziam carinhos para ajudar eu aguentar.
— Relaxa e puxa, caga esse lubrificante que a gente quer ver as paredinhas do viadinho! — O capitão não continha a boca suja dele.
— Aí meu cu… Tá rasgando e ardendo muito! — Eu deixava eles socarem com tudo até eu tremer de tesão esguichando mais urina do meu pintinho mole balançando, pulsando de tesão no fato de eu mostrar as paredes do meu reto torturadas quase prolapsando.
Ambos foram espertos. Colocaram um travesseiro embaixo do meu bumbum, pediram para eu segurar minhas pernas e me dobrei de frango assado para exibir meu cu e meu pauzinho molhado, as minhas mãos segurando meus joelhos perto dos meus ombros.
— Te disse capitão, ele ama quando abri o cu! — Senti os dedos deles abrindo meu anel anal, ambos seguravam forçando a mostrar dentro dele. Era real, não importa o quanto ardia, eu ficava completamente excitado de mostrar o rombo com eles forçando meu cu a ficar aberto. Era uma delícia ficar largo aberto para eles examinarem meu reto em perversão anal.
— Agora vamos ver se ele coloca esse cu pra fora… Pode fistar esse rabão? — O capitão e Júlio olhavam sedentos para o meu cu.
— Pode! Vamos rasgar tudo hoje!
Não resisti, aqueles dois gostavam muito de me abrir. Eles sorriram sabendo que eu estava pronto para realizar as fantasias anais mais intensas de nós três.
Senti os dedos entrando, foram forçando caminho até o punho do capitão entrar. Ele girou e tirou, o punho de Júlio entrou em mim sem dar tempo para descansar. Iam alternando e me fistando, a mão de um saía, a do outro entrava. Estavam cravando fundo com eu suando e tremendo na pressão imensa da dilatação do meu interior. Logo não eram mais só os punhos, eles estavam dilatando meu esfíncter interno. Sentia eles entrando no meu cólon, metendo mais e mais do antebraço no meu rabo até eu tremer gritando e esguichando urina. Continuavam, quando um saia o outro entrava progressivamente deslizando mais fundo.
O capitão tirou com tudo do meu cu fazendo eu puxar forte, senti as paredinhas torturadas do meu reto emergindo, eu estava levemente prolapsado de tanto tomar no cu. Era dolorido, mas sentia meu orgasmo anal e meu pauzinho pulsando absurdamente. Eles tinham me fistado tanto que acabei mijando de tesão com tudo pulsando.
— Que putão pau no cu delicioso! — O capitão chupou meu cu com a rosa anal saindo para me fazer sentir minhas paredes invertidas expostas banhadas de prazer na língua dele. Ficou lá até entrar de volta pra dentro e meu buraco fechar.
— Fica de quatro! — Júlio pediu.
— Nossa senhora, que bundão do caralho. — O capitão molestava meu bumbum brincando com as bandas assim que fiquei de quatro.
— E olha o jeito que o pauzinho dele fica todo molhado de tesao no cu! — Júlio pegava nas minhas coxas.
— Encontrou o viadinho certo pra tomar no rabo né? Um puto anal desses é raro! — O capitão deslizou o punho para dentro afundando até o antebraço.
— Tá doendo muito, mas tá tão gostoso! Eu amo ser putinho arrombado! — Eu abria minha bunda para eles verem o quão safado eu era em anal.
Não menti, prosseguiram para me fistar. As contrações so cresciam com eu tremendo de levar tanto punho no cu. Quando tiraram as mãos, senti o pinto do capitão escavando meu fundinho ardido. Meu cu estava hipersensível, ele insistiu em enfiar piroca em mim como prometido. Eu já mijava só de sentir as estocadas nas paredes exaustas, mas jamais negaria a rola deliciosamente forçando meu cu a contrair e chupar ela com meu rabo.
— Vem cá.
Júlio orientou nós dois. Eu sentei no colo e na pica do Capitão Augusto que segurava minhas pernas até eu deitar no peito cabeludo dele. Júlio tentava enfiar o pauzão no meu cu para a dupla penetração. Demorou um pouco, mas entrou me fazendo gritar. Eu achava que fisting era muito tenso, que deixar eles colocarem metade do antebraço dentro de mim era demais. Porém, a dupla penetração gerava uma dor e intensidade muito maior, duas rolas grandes no meu cu já bem sensível era ainda pior. A pressão era terrível, a ardência me fazia gemer alto, a sensação de destruição anal era um tortura muito grande.
Ainda assim, meu pauzinho começou a escorrer leitinho. Eu sentia a sensação de esperma quentinho saindo de mim sem tocar nele. Estava gozando de prazer somente dessa destruição intensa do meu cu.
— Caralho, tá escorrendo leitinho só de ser rasgado! — Júlio se empolgou.
— Não… Só no cu… — Senti o capitão tentando pegar no meu pinto e tirei a mão dele.
— Só no cu, é? Quer gozar só levando pinto no rabo? — A rola dele latejou dentro de mim. — Vai virar princesinha pau no cu pros seus machos!
Começaram a me foder forte. Júlio e Augusto foram cruéis com meu cu bicudo tentando ejetar as pirocas batendo estaca. O capitão me beijou para eu não gritar tanto. Quanto mais brutos e violentos com meu cu, mais eu escorria leitinho ou esguichava urina. As duas rolas amassavam fundo fazendo meu interior entupido sentir vontade de se esvaziar e puxar na pressão e nas contrações. Ouvi os dois gemerem alto, gozaram praticamente juntos colocando esperma no fundo do meu cu bicudo obrigado a chupar as rolas deles.
— Caga leitinho pra gente! — Júlio me beijou.
— Cago sim… — Eu já não resistia as palavras sujas deles.
Agachei com ajuda e me tremi todo. Botava todo aquele esperma para fora, meu cuzinho emergia em uma rosa anal pequena com as paredinhas saindo um pouco. A sensação de prolapsar, que alguém me perguntou sobre no e-mail, é bem gostosa. Você coloca tudo para fora com o tesão todo sensível, as paredinhas quentinhas vão saindo e a sensação de estar aberto e dilatado tomam conta. Depois voltaram para dentro e você relaxa num tesão anal imenso.
Júlio e o capitão ainda me dedavam bem forte com objetivo de fazer eu me mijar ainda mais e de botar o cu para fora para eles. Eu deixava acontecer e adorava esguichar urina de sentir eles socando forte e rápido enquanto eu chupava as rolas deles.
— Vamos banhar?
Fomos para o banheiro onde Júlio me pegou os braços dele. Ele enfiou a rola no meu rabo comigo com as pernas em volta do torso dele. O capitão veio por trás entrando no meu cu.
— Aí, não sei se eu aguento! Tá muito tenso! — Mais que a dor, a sensibilidade anal estava muito alta.
— Aguenta sim bebê, relaxa e toma nesse cu, deixa o capitão te arrombar! — Augusto metia em mim ajudando Júlio a me manter suspenso.
— Caralho, como é bom rasgar o cu do meu viadinho bundudo. — Júlio me beijou e acompanhou as estocadas do capitão.
Eu suava muito, tremia muito de dor no cu gritando com a dupla penetração me fazendo sentir uma tortura anal imensurável. E mesmo assim, meu pauzinho escorria leite sem tocar nele. Eu sentia prazer nesse tormento anal com meu cu tentando puxar essas rolas para fora só para receber estocadas brutas forçando para dentro. Era inegável que eu estava amando gozar pela frente e ter vários orgasmos no cu. Minhas contrações estremeciam tudo até os dois gozarem dentro de novo.
Avisei que não aguentava mais anal. Eles insistiram ainda me colocando de quatro no banheiro. Me seguravam com eu gemendo, dedavam meu cu dolorido bem forte. Eu mijava e cagava esperma, até prolapsei meu cu sensível entregando uma rosa anal para esses machos que mereciam um agradecimento por se esforçarem para me arrombar tanto.
Júlio e Augusto não conseguiam parar de brincar com meu ânus e bumbum, eles mijavam na minha portinha e enfiavam o pau no meu rabo, um de cada vez. Eu, com meu vício em tomar no cu, deixei eles pegarem no meu bundão a abrirem meu cu mesmo que eu estivesse tremendo de dor no rabo. Ser putinho anal para eles me deixava totalmente perdido no tesão. Até não conseguir mais. Desisti e pedi para parar, fiquei de joelho mamando as pirocas até gozarem no meu rosto.
Eles me ajudaram a ficar de pé. Insistiram em bater uma punhetinha para mim mesmo que eu dissesse que estava bastante agradecido deles terem destruído meu cu de um jeito tão gostoso e maravilhoso, já tinham feito eu jorrar muito leitinho só de prazer no abuso pervertido do meu cu. Gozei me tremendo, quase não saiu leitinho porque tinha escorrido tudo no anal mesmo.
Só me lembro deles me acariciarem enquanto nós nos enxugávamos, estavam excitados de pau duro, mas eu não aguentava mais tomar no cu no momento.
Deitei no sofá e dormi após o banho. Ainda fizemos mais sexo anal no dia seguinte e nos encontramos outras vezes para eu ficar amassado entre o tenente preto e o capitão loiro. Encontrei neles dois homens que realmente gostavam de cu. Mas essas ocasiões ficam para outro conto caso queiram saber mais.
Posso contar de outras ocasiões com o Júlio se os leitores quiserem. Meu e-mail é pervertedwriterass@gmail.com para os interessados em contato, sempre gosto de ouvir dos viciados em anal.
