Yana não demostra o menor constrangimento em estar vestida da forma como está, age naturalmente.
Nos fartamos de culinária mexicana.
Yana comenta:
- Nunca havia experimentado algo tão saboroso e marcante... Qualquer dia desses podemos repetir?
Eu:
- Claro! Assim que você quiser!
Após o jantar, excelente por sinal, pago a conta e seguimos para o carro.
Antes de entrarmos no carro, mando Yana tirar a saia.
Ela obedece. A calcinha deixa sua linda bunda totalmente exposta, ao retirar a saia ainda deu para ver o brilho do plug.
Dou partida e seguimos para o clube.
Antes de entregar as chaves para o vallet e entrarmos, entrego uma máscara à Yana.
Trabalhamos juntos, não quero expô-la. Temos reuniões, e alguns que participam, também são sócios do clube.
Yana coloca a máscara de couro e renda pretos. Descemos do carro, entrego as chaves ao vallet e somos conduzidos ao nosso camarote no mezanino por Ayume, a hostess designada a nos acompanhar.
O camarote está impecável como eu gosto, mesa de frios, whisky, charutos e uma visão privilegiada do palco. Não sei a programação de hoje, mas é exclusivo e restrito. Preferi ser surpreendido.
Só tem uma poltrona, é só para o dono. Ayume me serve um whisky e me dá um charuto acendendo logo em seguida e diz:
- Senhor, se desejar mais alguma coisa é só apertar o botão na mesa que venho lhe atender prontamente.
Eu:
- Obrigado Ayume, agradeço.
Ayume se retira com a habitual discrição oriental, mas sai com um sorrisinho velado. Conheço Ayume há alguns anos. Discreta, uma verdadeira gueixa, mas não se engane, os irmãos dela são da Yakuza parte no Japão, parte no Brasil.
Tomo meu lugar na poltrona, Yana já sabe seu lugar, ajoelhada ao meu lado.
Os holofotes do palco se acendem, as mesas no andar de baixo em total escuridão. Nos camarotes do mezanino, incluindo o meu a luz é ajustável, deixo uma leve penumbra e digo à Yana:
- Putinha... Pode se levantar para assistir ao show... Só não se acostuma porque não será sempre assim... E à propósito, só por hoje pode falar à vontade...
Yana:
- Obrigada, meu DONO e senhor!
No palco central entra um japonês de terno e óculos seguido por uma japonesinha mignonzinha de quimono acompanhada de dois negões, um de cada lado, gigantes com máscaras de rosto inteiro brancas e já nus.
Pelo controle remoto, abro os vidros frontais do camarote para termos os sons provindos do palco.
Yana surpresa me encara, aqueles olhos lindos brilham de euforia por baixo da máscara.
A japonesa desata a faixa e deixa o quimono cair, Alva como a neve, seios médios para pequeños, bundinha pequena, uma tatuagem imensa nas costas.
O japonês de óculos a rodeia, abre uma bolsa e retira cordas vermelhas de dentro.
Ele começa amarrando tetas, coxas, buceta, punhos, tornozelos... Numa técnica shibari impecável. Dois ganchos descem do teto, ele a prende pelos tornozelos e punhos.
A japinha começa a ser suspensa.
O japonês de óculos tira uma vara da bolsa e começa a sessão de canning, a pele alva fica cheia de vergões. Ele só poupa o rosto, de resto os vergões começam a ficar roxos, tetas, costas, bunda, coxas... A japinha não emite um som...ele se retira.
Começa a curra, um negão na buceta o outro na boca com brutalidade. Eles giram ela no ar, agora o que estava na boca enfia no cu e o outro enfia na na garganta.
Ficam girando, revezando e metendo. Gozam.
Descem ela no chão e retiram os ganchos.
Um dos negões joga a japinha nos ombros e a carrega para fora do palco.
Muitos aplausos...
Tive uma idéia... Aperto o botão e chamo Ayume...
Continua...
