Mais tarde naquele dia, saí do meu quarto. O silêncio da casa pesava como chumbo molhado. Fui atrás dela. A porta do quarto entreaberta, luz fraca do abajur. Ela tava deitada de lado, coberta só com um lençol fino, costas viradas pra porta. Cabelos loiros espalhados no travesseiro, respiração lenta, mas eu sabia que não dormia. O corpo ainda tremia de leve, como se o choro tivesse deixado sequelas.
Sentei na beira da cama. Sem dizer nada. Só comecei a fazer carinho no cabelo dela. Dedos deslizando devagar pelos fios cacheados, macios, cheirando a shampoo de camomila. Ela abriu os olhos devagar. Olhou pro teto. Ficou quieta um tempo. Depois, voz baixa, rouca de tanto segurar o choro:
“Desculpa, filho... eu... não sei o que deu em mim.”
Continuei o carinho. “Tudo bem, mãe. Foi a primeira vez que alguém me chupou.”
Ela virou devagar. Olhou pra mim. Olhos azuis inchados, vermelhos, brilhando de lágrimas novas. “Filho... você me desculpa de coração? Eu... tô morrendo de vergonha.”
“Desculpo sim, mãe. Eu gostei. Gostei de você ser a primeira.”
Ela piscou. Sério. “Filho... uma velha como eu...”
Eu ri baixo, voz rouca. “Mãe, você é linda. Melhor que qualquer mulher que eu já vi. Corpo perfeito. Bunda incrível. Peitos... barriguinha... tudo. Você é digna de modelo. Sério.”
Ela corou forte. Sorriu fraco, quase envergonhada. “Não fala assim... me sinto até jovem de novo.”
“Então sempre que der essa loucura... me procura.”
Ela riu, nervosa, voz tremendo. “Não vai acontecer mais, Leandro. Foi só... uma vez. uma loucura.”
Saí do quarto. Ela ficou olhando pro vazio, mão no peito, como se tentasse segurar o coração no lugar.
Os dias passaram lentos, sufocantes. O clima mudou. Ela ficou mais conversadora. Mais solta. Ria das minhas piadas bobas. Tocava meu braço quando falava. Olhava nos meus olhos um segundo a mais. Eu percebia. O medo ainda tava lá, enterrado fundo, mas misturado com algo novo. Curiosidade. Talvez tesão. Ou só resignação disfarçada de carinho.
Um dia antes do prazo, tive uma ideia maluca. Comprei duas câmeras mini. Daquelas que gravam até 8 horas, escondem em qualquer buraco. Bateria longa, áudio cristalino. Escolhi o vestiário abandonado no bosque perto de casa. Um lugar que o pessoal usava pra caminhada anos atrás, mas agora ninguém mais ia. Perto da trilha, longe de olhos curiosos.
Liguei o celular fake. Mandei: “Quero você e o filho lá no vestiário abandonado do bosque. 8 da manhã. Sexo violento. Digno de filme pornô. Se não for... você sabe.”
Esperei. Achei que ia reclamar, negar, chorar. Mas veio só: “Ok.”
Depois: “Ok” de novo.
Meu coração disparou forte. Meu pai saiu cedo pro trabalho. Eu saí logo depois. Posicionei as câmeras: uma no canto alto, pegando a cama velha de madeira que ainda tava lá; outra baixa, perto do chão, pra close nos corpos suados. Testei no celular. Perfeito. Voltei pra casa.
Ela acordou. Me chamou da cozinha: “Filho... vamos caminhar? Cedinho, ar fresco faz bem.”
“Agora cedo, mãe?”
“Vamos. Faz bem pra cabeça.”
Insistiu. Fomos. No caminho, ela desviou da trilha principal. Rumou pro vestiário abandonado. Segundo as instruções. Chegamos. Porta rangendo como osso velho. Lugar vazio, poeira no ar, cheiro de madeira úmida e mato molhado.
Ela entrou primeiro. Sem dizer uma palavra. Tirou a blusa de malhação. O top. O short. A calcinha. Ficou nua na minha frente. Primeira vez que eu via ao vivo, de perto, sem tela no meio. Corpo perfeito. Peitos firmes, mamilos rosados duros de nervoso e frio. Barriguinha sequinha marcando os músculos. Buceta depilada, rosada, lábios finos e úmidos. Bunda gigante branca, coxas grossas de academia. Ela olhou pra mim, olhos azuis queimando.
“Tira a roupa, filho.”
Eu tirei. Bermudas no chão. Camiseta. Cueca. Meu pau pulou pra fora. Meia-bomba, grosso, preto, veias latejando.
Ela arregalou os olhos. Mordeu o lábio. “Você puxou seu pai, sabia? Olha o tamanho dessa vara... e ainda é mais grosso que o dele. Quase o mesmo comprimento, mas mais grosso... meu Deus.”
Ajoelhou na minha frente. Pegou meu pau na mão quente. Lambida lenta na cabeça. Língua girando. “Que pau lindo... filho...”
Engoliu devagar. Boca quente, úmida, apertada. Começou a mamar. Devagar no começo, só a cabeça. Depois acelerou. Garganta apertando metade do pau. Mão na base batendo punheta ritmada. Olhos pra cima, cheios de fogo misturado com lágrimas. Saliva escorrendo pelo queixo.
“Filho... que delícia... grosso... me enche a boca...”
Eu gemia baixo. Mãos nos cabelos loiros. “Mãe... mama... mama meu pau...”
Ela ficou agressiva. Animal. Mordia leve a glande. Chupava forte. Garganta funda até engasgar. Tossia, saliva escorrendo, mas voltava.
Virou de quatro. Empinou a bunda gigante. “Mete, filho. Mete forte. Violento. Me arromba.”
Posicionei atrás. Cabeça na buceta rosada, molhada. Empurrei devagar. Entrou metade. Ela gritou rouco: “Ai... grosso... delicia... tá me rasgando...”
Mas ela empurrou pra trás. “Mete tudo... me enche...”
Entrei inteiro. Grossura esticando os lábios dela ao máximo. Ela tremia toda. “Ai... que pau grosso... dói... mas é bom... fode... fode a mamãe...”
Comecei o vai e vem. Forte. Ritmo animal. Saco batendo na buceta molhada. Barulho ecoando no vestiário vazio. Ela rebolava louca, unhas cravando na madeira velha no chão. “Isso... filho... fode a mãe... me rasga... me usa como putinha...”
Mordeu meu ombro quando eu me inclinei. Unhas nas minhas costas, arranhando fundo. “Mais forte... me arromba... sou sua agora...”
Virei ela de frente. Pernas nos ombros. Metia fundo, batendo no fundo. Peitos balançando forte a cada estocada. “Olha pra mim, mãe... goza no pau do seu filho... goza gritando meu nome...”
Ela gritava rouco: “Ai... Leandro... vou gozar... filho... enche a mãe... goza dentro do meu utero...”
Gozei forte. Porra jorrando quente, enchendo ela toda. Ela gozou junto, buceta apertando como pinça, corpo convulsionando, pernas tremendo. “Ai... que porra quente... me encheu... me matou...”
Não parou. Ela me empurrou de costas. Montou em cima. Cavalgando violento. Bunda batendo nas minhas coxas, barulho alto. “Toma... mama esses peitos... morde...”
Chupei os mamilos. Mordi leve. Depois forte. Ela acelerou. “Isso... morde a mãe... me machuca... me faz gozar de novo...”
Rebolava louca, clitóris roçando na base do meu pau. Gozou outra vez. Gritando meu nome. “Leandro... ai... filho... tô gozando...”
Eu segurei a bunda dela. Apertei forte. Meti de baixo pra cima. “Mãe... toma mais porra...”
Ela caiu em cima de mim. Ofegante. Suada. Cabelos grudados no rosto. “Filho... isso foi... louco... selvagem... nunca senti assim sabe estou me sentindo jovem de novo...”
Saímos de lá. Como se nada tivesse acontecido. Caminhada normal. Ela de mãos dadas comigo um segundo. Depois soltou. Olhares diferentes. Ela me olhava com fome. Vergonha. Tesão cru.
Voltamos pra casa. Banho separado. Almoço em silêncio. Mas os olhares diziam tudo.
As câmeras gravaram cada segundo. Próxima instrução em 3 dias.
Mas eu já queria mais. Era a hora de testar se estava tudo dando certo mesmo. Meu plano rodando devagar, apertando como uma mão no pescoço, sem pressa pra matar. Meu pai veio almoçar. Sentamos na mesa, ele de camisa social desabotoada no peito musculoso, cheiro de colônia forte misturado com o arroz e feijão que minha mãe deixou pronto. “E aí, moleque? Faculdade tá como?”
“Tá boa, pai. Aprendendo muito.” Olhei pra ele, pensando no acordo. Ele piscou discreto, como se soubesse que eu tava testando os limites.
Minha mãe não tava em casa. Tinha aula particular com um aluno à tarde. Casa vazia depois do almoço. Meu pai saiu pro trabalho. “Cuida da sua mãe, hein?”
“Cuido, pai.” Rindo por dentro.
Fiquei sozinho. Casa silenciosa, só o barulho do relógio na parede. Meu pau mexia só de lembrar da boca dela ontem. Da porra escorrendo no queixo. Bati uma punheta rápida no sofá, pensando na bunda dela empinada no vestiário. Gozei na mão, limpei no papel higiênico. Esperei.
Umas 16 horas ela chegou. Suada, short colado nas coxas grossas, top molhado marcando os peitos. Cabelos loiros grudados na nuca. Cheiro de suor e perfume doce. “Oi, filho. Tô destruída. Vou tomar banho.”
“Beleza, mãe.” Fiquei olhando ela ir pro banheiro. Porta fechando. Água ligando.
Esperei uns minutos. Meu coração batendo forte. Tirei a roupa na sala. Pau duro pra caralho, latejando. Entrei no banheiro pelado. Vapor já subindo, chuveiro aberto. Ela de costas, água escorrendo no corpo nu. Bunda gigante brilhando, barriguinha sequinha contraindo.
Ela virou. Olhos arregalados. “Filho! Que isso? Sai daqui!”
Eu parei na porta. Pau apontando pra ela. “Mãe... olha pra mim...”
Ela olhou. Olhos descendo pro meu pau. Boca entreaberta. “Filho... agora não... quem sabe amanhã...”
Eu entrei mais. Porta fechando atrás. “Mãe... você despertou em mim um tesão imenso. Agora não sei como parar. Olha meu pau... olha o que você fez...”
Ela olhou bem. Olhos fixos na vara grossa, preta, veias pulsando. Mordeu o lábio. Água batendo nas costas dela. “Filho... isso é errado...”
“Mãe... você tirou minha virgindade. Agora eu quero mais. Quero você toda.”
Ela ficou quieta um segundo. Olhos nos meus. Depois baixou. “Filho... vem cá...”
Molhada do banho, chuveiro ligado, vapor enchendo o banheiro. Ela caiu de boca. Ajoelhou no azulejo frio. Mão na base do pau. Boca quente engolindo a cabeça. Língua girando devagar. Eu gemi rouco. “Ai... mãe... que boca...”
Ela mamava devagar. Garganta apertando metade. Subia e descia. Saliva misturada com água do chuveiro. “Filho... que pau grosso... me enche a boca...”
Aumentou o ritmo. Mão batendo punheta na base. Chupava forte. Língua na glande, lambendo o pré-gozo. Eu segurei os cabelos loiros molhados. “Vai, mãe... mama o pau do filho... engole mais...”
Ela engasgou. Tossiu. Saliva escorrendo pelo queixo, misturando com a água. Mas voltou. Mamava gulosa. Olhos pra cima, cheios de vergonha e fogo. “Ai... filho... que delícia... tão duro pra mãe...”
Dez minutos. Meu pau latejava forte. “Mãe... vou gozar...”
Ela acelerou. Garganta funda. Sugando como se quisesse me sugar a alma. Gozei forte. Porra jorrando na boca dela. Ela engoliu tudo. Lambia a cabeça, limpando cada gota. “Que porra quente... filho... encheu a boca da mãe...”
Continuou. Mamava de novo. Pau endurecendo rápido na boca quente. “Mãe... continua... mama mais...”
Ela chupava com fome agora. Mão no saco, massageando as bolas. Língua descendo pras bolas, lambendo devagar. Subia de novo. Boca sugando forte. Eu gemia alto. “Que delícia... mãe... você mama como puta...”
Quinze minutos. Corpo tremendo. “Vai... de novo... mãe... gozo...”
Ela sugou mais forte. Garganta apertando a cabeça. Gozei outra vez. Porra enchendo a boca. Ela engoliu, tossindo um pouco, porra escorrendo pelo canto da boca. Água lavando tudo.
Levantou devagar. Olhos baixos. “Pronto... acabou... filho.”
Mas eu tava duro ainda. Olhei pra ela. “Mãe... quero mais... quero o cu agora...”
Ela piscou. “Nunca dei... hoje não, filho. Isso eu não quero.”
“Mãe... você já deu o cu?”
“Nunca. Nem pro seu pai. Meu cu é virgem.”
“Então mãe... você tirou minha virgindade. Eu posso tirar a do seu cu.”
Ela negou. Voz firme. “Não, filho. Isso não. Nunca.”
Saímos do banheiro juntos. De mãos dadas. Nus. Corpos molhados pingando no chão. Deitamos na cama dela a tarde toda. Nus. Eu abraçando ela por trás. Pau mole encostado na bunda. Carinho no cabelo. Silêncio. Até dar hora de eu ir pra faculdade.
Ela sussurrou: “Filho... isso é loucura...”
Eu beijei o pescoço. “É nossa loucura, mãe.”
Saí. Porta fechando. Meu pau mexendo de novo só de lembrar.
Na faculdade, a noite tava arrastado. Aulas de algoritmos que eu mal acompanhava, cabeça cheia de imagens da minha mãe: a boca quente engolindo meu pau no banheiro, a porra escorrendo no queixo dela, o corpo nu colado no meu na cama à tarde. Meu pau mexia na calça só de lembrar. Meu pai me encontrou no corredor no fim da tarde. Voz grossa, como sempre.
“Filho, espera eu hoje. Vamos embora juntos no carro. Tenho uma coisa pra resolver.”
“Beleza, pai. Te espero no estacionamento.”
Ele piscou. “Boa, moleque.”
Esperei. Uns quarenta minutos. O sol já baixo, luz laranja batendo nos carros. Ele chegou. Camisa social desabotoada no peito musculoso, cheiro de colônia forte. Entramos no carro. Ele ligou o motor, mas não saiu.
“Filho, liga pra sua mãe. Diz que tem prova surpresa na faculdade. Que vai demorar mais uma hora. Que eu fico esperando.”
Eu peguei o celular. Liguei. Ela atendeu rápido. Voz cansada, mas carinhosa. “Oi, filho.”
“Mãe, liguei pra avisar que tem prova surpresa. Vai demorar mais uma hora. O pai vai fica esperando.”
Ela ficou quieta um segundo. “Tá bom... cuida dele, né? Volta logo pra casa vou fazer a jantar.”
“Beleza, mãe. Beijo.”
Desliguei. Meu pai sorriu torto. “Boa, moleque. Agora vamos.”
Saiu do estacionamento. Dirigiu devagar, saindo da cidade, pegando uma estrada secundária. Depois uma rua de terra. Chegamos num lugar ermo. Escuro. Deserto. Tipo um armazém abandonado, árvores altas ao redor, mato alto, luz fraca de um poste quebrado. Parou o carro. Desligou o farol. Silêncio pesado, só grilos e vento nas folhas.
Lá tava ela. Luana. A aluna mais gata da facul. Loira, corpo de modelo, bunda redonda, peitos grandes apertados na blusa branca. Encostada numa árvore velha, esperando. Meu pai abriu a porta.
“Espera aqui, filho. Não demoro.”
Ele saiu. Foi até ela. Beijou a boca dela. Mãos nos peitos por cima da roupa. Ela riu baixo. “Seu filho tá ali para...”
Ele respondeu grave. “Ele sabe. Não tem problema. Vem.”
Levou ela debaixo da árvore. Mais escuro. Mas dava pra ver tudo. A luz do poste batia fraco. Ele abriu o zíper da calça. Pau descomunal pulou pra fora. Preto, grosso, veias pulsando. Luana ajoelhou. Mamou devagar. Boca esticada. Garganta apertando. “Professor... que pau enorme nunca canso de lembrar dele...”
Ele segurou os cabelos loiros. “Chupa, aluna safada... mama o pau do seu professor...”
Ela mamava gulosamente. Saliva escorrendo. Olhos pra mim no carro. Cara de puta. Safada. Sorriso malicioso enquanto engolia metade do pau. Meu pau endureceu na calça. Assistindo meu pai meter na boca dela.
Depois ela se levantou. Tirou a calça jeans. calcinha bege. Ficou de costas pra ele. Empinou a bunda branca. “Mete, professor... mete na sua aluninha...”
Ele posicionou. Cabeça na buceta. Empurrou devagar. Ela gemeu alto. “Ai... grande... devagar...”
Ele meteu mais. Metade dentro. Ela arqueou as costas. “Nossa... grosso... me rasga...”
Começou o vai e vem. Forte. Ritmo pesado. Saco batendo na buceta dela. Ela rebolava. “Isso... professor... fode sua aluna... me arromba...”
Olhava pra mim o tempo todo. Cara de puta. Língua pra fora. Gemendo rouco. “Olha seu pai me fodendo... que pau grande... ela gritou de lá”
Meu pai acelerou. “Toma... safada... sente meu pau na sua buceta...”
Demorou uns quinze minutos. Ele gemeu grave. “Vou gozar... na sua boca...”
Tirou. Ela ajoelhou rápido. Boca aberta. Ele gozou forte. Porra jorrando na boca dela. Ela engoliu tudo. Lambia a cabeça. “Que porra quente... professor que delicia...”
Ele guardou o pau. Riu. “Boa menina. Semana que vem eu como teu cu.”
Ela piscou. “Promete?”
“Prometo.”
Voltou pro carro. Entrou. Luana foi embora de bike, bunda balançando na bicicleta.
Ele ligou o motor. “Ela tem uma buceta apertadinha... mas semana que vem eu como o cu dela. Riu baixo.”
Eu respondi. “Eu comi minha mãe.”
Ele olhou pra mim. Sério. “Eu sei. Vi no comportamento dela. Tá diferente. Mais solta. Mais... feliz. Você conseguiu.”
“Consegui. Mas tentei o cu dela. Ela não deu. Disse que é virgem. Nunca deu pra ninguém.”
Ele riu. “Teimosa, né? Sempre foi. Mas você consegue. Tem uma ideia?”
“Tenho. Amanhã à tarde. Vou conseguir.”
Ele assentiu. “Que horas? Vou flagrar vocês. Depois finjo aceitar. Pra te dar mais liberdade. Pra ela não desconfiar.”
“Ok. Te aviso.”
Ele riu de novo. “Boa, moleque. Família unida.”
Dirigiu pra casa. Silêncio no carro. Meu pau duro só de lembrar da Luana olhando pra mim enquanto levava o pau do meu pai. E da minha mãe esperando em casa.
Amanhã. A hora da verdade.
E o cu dela... ia ser meu. ou nao