As Mulheres da Família - O Box - Parte 20

Um conto erótico de Dr. Prazer
Categoria: Heterossexual
Contém 3048 palavras
Data: 13/03/2026 20:31:11

Elas chegaram por volta das 20h. Pouco depois, Jaque saiu para a casa do namorado, deixando Letícia e eu a sós. Quando perguntei do passeio, ela resumiu a nova amiga:

— A Miriam é legal, pai. Doidinha, fala muita merda, mas gente boa.

O relato seguia enquanto jantávamos. Letícia parecia intrigada com a contradição da Miriam durante uma volta pelo Shopping Eldorado: uma postura feminista radical que contrastava com o perfil "filhinha de papai". O ápice foi a compra de uma maquiagem de 2 mil reais, paga à vista. E em seguida ela comenta o motivo de Miriam odiar homens:

— Levou chifre do último e agora diz que homem é só passatempo.

Entre risos sobre a "loucura" da menina e o dinheiro da família, Letícia soltou a piada:

— Devia dar um golpe na Vanessa (mãe de Miriam), pai. Ela eu deixo você se envolver.

— Tenho muitos defeitos, filha, mas viver encostado não é um deles, respondi, sério mas sem perder o tom.

Ela sorriu, despedindo-se para dormir. Quando cobrei o beijo de boa noite, veio o balde de água fria:

— Já sabe as regras, pai. Boa noite.

E já estávamos na primeira semana de fevereiro. Jaque confessa que transou com a Yara novamente. E ainda diz:

— Pai, ainda vamos terminar aquele dia com a tia. — com uma naturalidade que me assustou.

— Tira isso da cabeça, menina — respondi, tentando encerrar o assunto, mas ela nem piscou.

— Não, pai. Quase rolou. Eu sei que ela vai ceder, só precisa do gatilho certo. Deixa comigo, sua menininha vai conseguir.

O nome do Carlos me veio à mente como um aviso de perigo. — O Carlos vai saber e vai dar merda.

— Não vai. Eu fui lá quando ele não estava.

Senti um grande receio. Mas elas já eram adultas, mas a linha entre a liberdade e o caos parecia cada vez mais fina.

— Bom, vocês são grandes... só não quero problemas.

— Deixa comigo, pai — ela finalizou, com um sorriso enigmático.

Acho que foi a partir dali que eu começo a ficar preocupado com Jaque e suas loucuras sexuais. Decido ficar mais de olho em minha filha.

Na metade de fevereiro, o silêncio da casa vazia me empurrou para a frente do computador. Sem nada para fazer, comecei a navegar pelo YouTube, mas a curiosidade falou mais alto. Vi os perfis salvos no navegador: o meu, o da Letícia e o da Jaque.

Com um clique, entrei no histórico da Letícia. O que vi me deixou paralisado. Entre sites comuns, surgiam buscas que gritavam por respostas: “Como conquistar um homem?”, “Amor proibido”, “Como ser safada na cama”, "Incesto é crime?", "Países que são liberados o incesto"...

Depois fui ver o histórico de Jaque, e para a minha surpresa tinha o link do WhatsApp e de algumas consultas de site pornô. Acessei o do porno e vi alguns termos como "orgy", na qual ela tinha assistido um vídeo de orgia com 6 pessoas, 2 homens e 4 mulheres, na qual todo mundo se pegavam, exceto os homens. Depois vi o termo "dad daughter and aunt sex" e cliquei. Era um ménage com duas mulheres e um homem. Coloquei o título no tradutor e era "pai, filha e tia".

Tinha um outro acesso que caia em um ménage entre duas mulheres e um cara. Não contente acesso o seu whatsapp e vejo algumas conversas.

Rolando por elas, não vejo nada demais, exceto em duas. A primeira são os nudes trocados entre Yara e a minha filha. Tinha fotos peladas da minha irmã no banheiro, na cozinha e até no quintal. Em uma conversa eu vi a minha filha falando:

Imagina um homem te comendo enquanto você me chupa? E depois ele tira o pau e leva até a minha boca fazendo eu sentir o seu gosto?

E a resposta da Yara foram "três capetinhas".

Não sabia que mulheres poderiam ser tão safadas como homens.

O que mais me surpreendeu, no entanto, foi a frequência com que Jaque e Miriam se falavam. Era o dia inteiro: manhã, tarde e noite. Nem com a prima Juliana a conexão era tão intensa. O papo parecia inofensivo — rotina, gostos, amenidades — e baladas. Com a Juh, sua prima, estranhamente, o episódio do Ano Novo parecia ter sido varrido para debaixo do tapete.

Os dias passavam devagar e começo a ficar na seca. Letícia insistia que tudo tinha acabado, e Jaque vivia na casa do Felipe. Quando ela estava em casa, Letícia nunca saía de perto.

Faltava uma semana para o Carnaval. Eu coava um café, sentindo o aroma preencher a cozinha, enquanto jogava conversa fora com a Jaque. Do nada, ela soltou a pergunta que eu não esperava:

— Pai, por que você e a Vanessa não deram certo?

Dei de ombros, tentando manter o tom leve.

— Realidades diferentes, filha. Ela ganha bem, eu não. Ela quer alguém que acompanhe o ritmo dela, que tenha o bolso cheio. Pão-duro não tem vez com ela — brinquei, mas com aquele fundo de verdade amarga.

A reação da Jaque foi imediata e visceral.

— Que vagabunda... ordinária. Medir as pessoas pelo que elas ganham? — Ela bufou, indignada.

— Pois é, acontece — resumi.

— Mas o senhor é o maior culpado, pai! — ela disparou, me encarando séria.

Franzi a testa, sem entender onde ela queria chegar. — Por quê?

— Porque não comeu ela direito. Se fosse você, dava o troco.

O filtro de café quase transbordou. Olhei para ela, pego de surpresa pela crueza da frase.

— Como assim?

— Seduz aquela cachorra e mete a rola nela!

— Olha o linguajar menina!

— Verdade, se desse nela aquele trato que deu na gente, dúvido que ficaria com essas histórias

— Quieta, menina. Para de falar essas besteiras. E se alguém escuta?

— Ops, verdade. Desculpa, pai. Mas que é verdade, é.

— Não, já foi. Já passou e a vida segue.

— Ordinária...

Na quarta-feira, a Letícia avisou que iria para a praia com os amigos da faculdade. Eu passaria o feriado com a Jaque, porém ela já tinha planos de ir para a casa do Felipe. Na sexta-feira de Carnaval, à noite, ela me surpreendeu:

— Pai, vamos no bloquinho amanhã?

— Não.

— Vamos, vai! Vai ficar aqui sozinho?

— Eu não gosto de Carnaval, Jaque.

— Vamos! Vai eu, a Miriam e a mãe dela. Aproveita e beija umas bocas na frente dela, só para se vingar — ela disse, rindo.

Eu dei risada, mas reafirmei que não iria. Até que ela apelou:

— Vai sim, pai. Se você for comigo, eu prometo ser uma boa menina. E você sabe como eu retribuo.

— Tá bom, tá bom.

— É o seguinte: você vai dois dias e, na terça, eu pago a promessa.

— Esperar até terça?

— Sim. Se você quiser...

— Tá bom. Vamos amanhã e na segunda, então.

— Você é o melhor pai do mundo! — ela exclamou, me dando um selinho.

Sábado chegou. Eu estava me arrumando quando o Felipe, namorado da minha filha, apareceu; ele iria com a gente ao bloco em frente ao Parque Ibirapuera. Ver ele dando um beijo na Jaque me causou uma pontada de ciúmes. Minha filha escolheu um short curto — embora não tanto quanto os que usa em casa — e um decote que valorizava os seios, finalizando o look com uma bandana no cabelo, a mesma que eu costumava usar quando pulava carnaval.

O lugar estava lotado. A Jaque mandou uma mensagem e, em cinco minutos, surgiram Miriam e Vanessa. As duas estavam deliciosas. Miriam, de fadinha, estava impecável e muito maquiada; percebi até que o Felipe ficou hipnotizado por ela. Já a Vanessa estava de Mulher-Maravilha, simplesmente gostosa. O decote do top ia quase até o umbigo, realçando tudo, e a calça desenhava perfeitamente suas curvas. Confesso que era difícil tirar os olhos das três, embora eu tentasse disfarçar.

Curtimos a tarde, conversamos e tomamos cerveja. Foi tranquilo, mas um detalhe me chamou a atenção: o jeito que a Vanessa olhava para a Miriam, como se estivesse prestes a devorá-la com os olhos a qualquer momento. No fim do dia, voltamos, e a Jaque foi direto para a casa do Felipe.

No domingo, conforme o combinado, eu não fui. Pelo WhatsApp, vi que a Jaque voltou ao bloco com o Felipe e a Miriam. Na segunda-feira, ela apareceu em casa para me buscar para mais uma rodada de Carnaval. Mas, dessa vez, ela estava sozinha.

— O meu genro não vem? — perguntei.

— Não, pai. Ele trabalha hoje e amanhã.

Saímos por volta das 11h em direção ao bloquinho no Largo da Batata. Chegamos por lá perto do meio-dia e meia, e a Miriam e a Vanessa apareceram por volta das 13h.

A Vanessa repetia o figurino de Mulher-Maravilha, mas a Miriam, desta vez, estava fantasiada de policial. Novamente, as três estavam deliciosas. A cena do dia anterior se repetia: ficamos conversando enquanto a folia rolava ao nosso redor. Próximo de onde estávamos, havia um vendedor de bebidas, e começamos a alternar entre cerveja e Smirnoff.

Por volta das 14h, o local ficou completamente lotado. Muitos homens tentavam beijar a minha filha e a Miriam, e alguns arriscavam aproximações com a Vanessa. Elas, porém, ignoravam a todos, virando o rosto e dizendo "não" com firmeza. Até aquele momento, ninguém havia extrapolado os limites, e eu não precisei intervir em nada.

Mas, como elas chamavam muita atenção, chegou um ponto em que a Jaque resolveu agir. Ela se aproximou da Miriam por trás e a abraçou, tentando demonstrar que não estavam disponíveis. A Vanessa apenas observou a cena, sem dizer uma palavra.

Continuamos bebendo e, de fato, as investidas dos caras diminuíram um pouco. Em compensação, aumentou o volume de homens cercando a Vanessa, até que ela, impaciente, virou-se para mim e disse:

— Vem, me abraça. Porque hoje tá foda!

E ela fica na minha frente e a abraço. De início ela fica parada, mas aos poucos foi dançando e com isso fazendo meu pau endurecer. Tento me afastar várias vezes, mas ela sempre se escorava para sentir o meu membro.

— Relaxa. Já sentei essa rola! — ela diz.

— Mas você disse que não quer nada comigo...

— Mas continuo não querendo nenhum tipo de relacionamento... Mas isso não quer dizer que não sentaria nessa pinto novamente como amigos.

Eu a abracei e ficamos ali, curtindo o momento. Ao lado, Jaque continuava abraçada à Miriam. Seguimos bebendo, mas, uns trinta minutos depois, o clima mudou: Miriam começou a passar mal.

Jaque a soltou imediatamente, preocupada.

— Ela não está bem. Está com muita ânsia...

— Paulo, me ajuda! Minha casa é aqui perto, vamos levar minha filha para lá. — Diz Vanessa.

— Claro, vamos agora.

Peguei a menina no colo e fomos em direção ao apartamento da Vanessa. Por sorte, ficava a apenas duas quadras do Largo da Batata. Subimos e, assim que entramos, a deixei sentada no sofá. Vanessa logo a conduziu ao banheiro.

Enquanto esperava, aproveitei para observar o lugar. O apartamento era enorme e de muito bom gosto; a sala, gigantesca, tinha sofás que pareciam abraçar a gente e uma TV de última geração. Tudo muito bem decorado. Pouco depois, Vanessa voltou.

— Ela está colocando tudo para fora — explicou ela.

— Acho que foi algum lanche que ela comeu hoje cedo e não caiu bem.

— Não é melhor levar ao médico? — perguntei.

— Não, acho que não vai precisar, ela já está melhorando.

Olhei para a Jaque e decidi que era hora de dar espaço a elas.

— Bom, então acho melhor irmos, filha. Elas precisam de um banho e de descanso.

— Sim, pai, vamos.

— Obrigada por tudo, viu? Por ter trazido ela — disse Vanessa, despedindo-se com um beijo no meu rosto e outro no da Jaque. — A gente vai se falando.

Voltamos para casa. Jaque tomou um banho rápido e saiu para a casa do Felipe.

No dia seguinte, eu estava terminando o café, já planejando voltar para a cama — afinal, a terça-feira de Carnaval prometia ser de descanso total — quando a Jaque apareceu na cozinha, cheia de energia.

— Oi, filha.

— Vamos, pai! Se arruma logo. Vamos pro bloquinho de novo!

— Vou nada — respondi, sem nem olhar direito. — O combinado era sábado e ontem. Hoje já é terça, meu limite acabou.

— Ah, vamos, pai... Ontem não valeu! A Miriam passou mal e a gente teve que voltar cedo.

— Negativo. Combinado é combinado.

— Ah, paaaaai... por favor, por favor! — ela apelou, fazendo aquela voz sexy.

— Não vem com essa voz, Jaque...

— Por favooooor! — insistiu ela.

— Vai deixar sua filha sozinha no bloquinho? — a voz dela ecoou na minha mente. — Você viu o que aconteceu ontem, mesmo com você lá.

— Ô porra, você é foda! — resmunguei, me rendendo.

— Tá bem, eu vou.

Fui direto para o banho. Enquanto me trocava, colocando apenas uma regata leve e um short, meus olhos bateram no "pozinho" mágico, aquele que garante que o meu amigo fique em pé por muito tempo, e lembrei que no dia seguinte era necessário pedir mais para o meu irmão do interior.

Já tinhamos saído. Na minha cabeça, o plano era apenas eu e a Jaque. Mas, no meio do caminho, ela soltou a bomba:

— A Vanessa e a Miriam já estão a caminho.

— Oxi, elas vão também?

— Claro que vão, pai!

Chegamos por volta das 13h e, de longe, avistei aqueles dois "pedaços de mau caminho". A Miriam estava de Mulher-Maravilha e a Vanessa de Viúva Negra. Elas estavam simplesmente deliciosas; as fantasias eram coladas ao corpo, marcando cada curva e contorno.

Cumprimentamos as duas e logo perguntei:

— Você está bem, Miriam?

— Estou sim, Paulo. Acho que foi só aquele lanche estranho, mas já acordei renovada. E você, como está?

— Sobrevivendo — respondi com um sorriso.

As meninas saíram para buscar bebida. Eu esperava as cervejas ou a Smirnoff de ontem, mas elas voltaram com uma garrafa de vodka e uma de vinho.

— Meninas, que bebidas são essas? — questionou Vanessa, surpresa.

— Ah, mãe, é o último dia! — exclamou Miriam.

— Vamos ficar triloucas! — Diz Jaque.

— Não, mocinha, você estava mal ontem — Vanessa tentou intervir.

— Hoje eu estou bem, mãe. Se eu sentir que vou passar mal, eu paro.

— Cacete, diz Vanessa.

A Miriam não quis saber: virou o vinho e, emendando, deu um gole generoso na vodka.

— Toma, Paulo. Vira um pouco!

— Vocês são loucas...

Mas o clima de Carnaval é contagioso. Peguei a garrafa de vinho, dei um gole longo e depois encarei a vodka. Vanessa, vendo aquilo, não quis ficar para trás.

— Dá um pouco disso aqui também! — E ela seguiu o ritmo, virando o vinho e a vodka. Por último, foi a vez da minha filha.

Em pouco tempo, as garrafas estavam vazias. O álcool subiu rápido e o mundo começou a girar de um jeito bom. Olhei no relógio: 14h30. Miriam, rindo à toa, pegou a última gota.

— Vou buscar uma Catuaba, gente!

— Vai lá, filha. Esperamos vocês aqui — disse Vanessa.

Assim que as duas sumiram na multidão, o clima mudou. Vanessa se aproximou, me abraçou com força e veio direto na minha boca, roubando um beijo ardente. Eu me afastei um pouco, recuperando o fôlego, e perguntei:

— Tem certeza disso?

— Tenho — ela respondeu, com o olhar brilhando.

— É Carnaval.

Voltamos a nos beijar. Foi um beijo longo, intenso, que durou mais de cinco minutos, parando apenas quando o fôlego faltou de vez. Vanessa olhou em volta, recompondo-se, e comentou:

— As meninas estão demorando...

— Também percebi — respondi. — Elas foram ao mercado daquela rua. Vou buscá-la.

— Tá bom, Paulo. Vou ao banheiro do barzinho rápido, estou apertada. Te encontro aqui. — Diz Vanessa.

Fui em busca da minha filha. Ao virar na ruazinha, a cena me paralisou: um rapaz beijava a Jaque enquanto, Miriam beijava um casal ao mesmo tempo. Não hesitei e soltei um grito:

— Jaque!

Ela se afastou bruscamente e o cara, além do casal, tentou sair de fininho. Quando eu ia dar uma bronca nela, a Miriam veio em minha direção, me puxou pelo pescoço e me beijou. Tentei me afastar, pedindo para ela parar, mas ela apenas sorriu e disse:

— É Carnaval!

Antes que eu pudesse protestar, ela voltou a me beijar. Sua língua invadiu a minha e, aos poucos, comecei a me entregar àquele momento. Ficamos ali por alguns segundos até que recuperei o fôlego e disse:

— Vamos, melhor voltarmos para lá.

— Você não vai contar para a minha mãe, né?

— Não, relaxa.

Jaque já tinha pegado a garrafa de catuaba e seguimos os três de volta. Vanessa chegou no mesmo instante e começamos a beber. O álcool logo subiu para todos; Miriam e Jaque, já bem altas, começaram a dançar.

Nesse momento, devido ao álcool a Vanessa fixou o olhar em sua filha. Parecia estar paralisada, apaixonada, na qual se pudesse agarraria ela ali mesmo na frente de todos. E cada vez mais que o tempo passava ficava evidente o interesse dela em Miriam.

Em um momento ela olhou para a Miriam da ponta dos dedos do pé até o ultimo fio de cabelo bem lentamente, com a boca meio aberta, e o semblante de impactada. Jaque começou a perceber isso, e decidiu prestar mais atenção.

Até que em um momento a Jaque vai até o meu ouvido e diz:

— Pai, estou achando que a Vanessa quer o corpo nú da Miriam!

— Você acha?

— Não acho, tenho certeza. Olha como Vanessa olha para a Miriam.

Eu finjo de louco, mas Jaque ja tinha pego tudo. Por volta das 17h, Miriam decide ir ao banheiro químico que era próximo, e Vanessa fez de tudo para ir junto, na qual sua filha sempre deu a negativa.

Quando ficou apenas nós três, Jaque dispara:

— Para de babar pela sua filha! Não é desse jeito que vai conseguir algo!

— Não entendi, Jaque... — Diz Vanessa.

— Entendeu sim.

Vanessa sem graça, diz:

— Não entendi.

— Você tá louca pela Miriam.

Vanessa me olha com raiva e diz:

— Você falou para a Jaque?

— Não!

— Falou o quê? Então meu pai sabia? Escondendo segredo de mim, pai?

— Pois é, agora não é mais segredo!

E nesse momento Miriam chega interrompendo a conversa. Vanessa começa a disfarçar seus olhares, até que por volta das 18h decidimos deixar elas no apartamento e voltar para o nosso. Na despedida, Jaque foi direta com Vanessa, falando em seu ouvido:

— Se você quiser eu posso te dar o que mais quer, mas eu e meu pai vai ter que participar!

Vanessa me olha com cara de incrédula, e entra sem responder.

Ao sairmos falo:

— Você é louca, Jaque?

— É Carnaval, pai!

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Foto de perfil genéricaDoutor do Prazer Contos: 23Seguidores: 89Seguindo: 0Mensagem O tesão acumulado fez eu começar a fazer loucuras. Hoje vivo em uma situação que não é normal para a maioria. E nela mais 4 pessoas convive comigo essas experiências. Então decidi compartilhar aqui para ver se eu acho mais pessoas que tiveram essa experiência.

Comentários

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Uma das melhores senão a melhor história que já li nesse site parabéns

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