Seguindo nossa longa saga de histórias pra se contar, vou seguir com uma das doideiras que fiz. Lembra da minha tia quando tive a maior foda de todas as que tivemos? Quando minha mãe correu pra o hospital e ficamos sozinhos, ali onde eu literalmente virei outra pessoa, pois bem. Fiz coisas semelhantes mas não com a minha tia. Vou abordar um pouco nesse aqui. Essa vai ser daquela época em que eu tinha que por a caixa de som no talo aqui em casa
Se você acaso é novo por aqui e chegou de paraquedas, não me conhece ou qualquer coisa. Eu te recomendo a entrar no meu perfil e ir ler desde o meu primeiro texto. No momento eu estou apenas contando algumas coisas que já foram faladas lá no nosso grupo do telegram anos atrás. Mas lá é tanta coisa mas tanta coisa, que as historias se perdiam em meio a tanta foto, videos ou conversas nossas. Principalmente por muita dessas coisas como disse, terem sido faladas anos atrás. De lá pra cá o grupo lotava muito de coisa e ficava sendo impossível de achar algum assunto em especifico. Já aqui no site, não. Fica tudinho aqui e não tem riscos de perder nada.
Se você não sabe do que me refiro, que grupo é esse ou qualquer coisa mas tem interesse em conhecer, tranquilo. Eu deixo o link aqui: https://t.me/brazucaincesto
De resto e já familiarizado com tudo, vamos adiante
Finzão de semana o pessoal tinha saído de casa, tinham marcado de pescar semana antes, todos os meus irmãos, as crianças, uns amigos deles. Olha, pesca nunca foi comigo não. Eu já pesquei e em todas as vezes eu sempre pegava umas piabinha kkkkkkkkkkkkkkkkk
Então era mais que óbvio que eu não ia por mais que me chamassem. Minha mãe era chegada mas não tanto, ela também não quis ir. Não foi intencional dela ou de mim. só colaborou mesmo
A casa era só nossa aquele dia todo, saíram cedo da manha, ficamos só eu e minha mãe, sem ninguém pra encher o saco. acordamos cedo com eles, ela ajudou eles a organizar as coisas pra irem, tomamos café e ficamos de boa. “Hoje a gente tá de boa né? perguntei dela.Ela já me olhou de lado, já sabendo o que eu queria, mas fingiu que não. “Uhum” fez que sim com a cabeça.
Não perdi tempo. Eram umas 10 da manhã, fui ali na distribuidora aqui perto e comprei umas latinhas de cerveja e um refrigerante pra mim. Cheguei na pressa e já sai de novo, fui no mercado e comprei umas carnes pra assar. Dali a gente começou a organizar o nosso churrasco. Peguei a caixa de som e liguei no pen drive deles, aumentei o volume e deixei tocar os sertanejo que ela gostava.
Eu já tinha falado disso, os vizinhos aqui do lado, aqueles que não prestam sempre tiveram uma mania horrível de encher o saco com musica alta. Faz um tempo que não mas antes eles até viravam a noite com a caixa de som no talo. Sei que já deu policia ai pra eles mas nem isso fez pararem. Pelo menos lá trás, hoje já faz um tempo que não fazem isso. Era a madrugada inteira bixo, das 9 da noite até 6h da manhã. Serião. O pior é quando vinha um amigo deles ai, algum viado, ai eles colocavam um microfone vagabundo na caixa e ficavam cantando, esse tchola e as duas irmãs que eu falei, junto da mãe delas e tudo. Imagina uma voz ridícula de uma pessoa que não sabe o que é cantar, na porra de uma caixa até o talo. Minha nossa que desgraça que era
Raras vezes meu irmão se vingava deles, meu irmão fazia o mesmo aqui, virava a noite no som kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Por musica alta não era nada pra mim, eu fazia questão por causa desses filhas da puta. Tá certo que tem os demais vizinhos mas nessas vezes a gente não pensava também
Enfim, coloquei lá e fomos começar a preparar as coisas. Uma carninha só pra ela e eu mesmo, dei a latinha dela e tomei minha coquinha gelada. Ela preparou a comida, a gente assou a carne e ficava de boa se divertindo juntos, ela dançava e ria, e eu ficava reparando me divertindo junto. Depois de preparar a comida a gente colocou nas tijelas e tampou pra comer depois. Durante todo o tempo a gente ficava beliscando, ninguém tinha fome.
Aí começamos a brincar, ela dançava e balançava a bunda e eu olhava com gosto. Dali eu me aproximei pra ficar atrás dela enquanto ela se esfregava com aquele rabo, eu me deliciava sentindo. Depois puxei logo ela pra a sala sem querer esperar mais, chegamos já tirando a roupa as pressas
Empurrei ela de bruços no sofá, abri as pernas dela, abri a bunda e cuspi sobre a bucetona. “Eita caralho” eu já doidão de tesão. Priquitão dela chega babava aquela babinha transparente
Não esperei. Segurei o pau e procurei a passagem logo, meti tudo de uma vez, ela gritou, mas o som abafou tudo. Comecei a bombar forte, bem bruto e rápido. A bunda dela balançava na enfiada e o sofá rangia.
Eu meti e meti sem pena, sem parar.
Virei ela de frente, levantei as pernas dela até os ombros e voltei pra buceta, socava ainda mais fundo com a passagem liberada. O pau entrava e saía gostoso.
Ela gozou gritando e eu acelerei o passo. Gozei mais gostoso ainda, despejei tudo dentro dela, Puxei o pau pra fora, puxei ela pra mim e enfiei ele na boca dela, fiz ela chupar tudo. Empurrei a cabeça dela pra fazer garganta profunda enquanto forçava
Ela chupou com gosto, bem gulosa, os olhos lacrimejavam, a baba escorria. Depois eu levantei ela, fui lá buscar o colchão e continuei comendo mais no chão, do mesmo jeito que tinha feito com minha tia, no mesmo lugar. Puxei o cabelo dela o quanto quis, bati nela o quanto quis mas nada comparado a minha tia. Aquele tinha sido mais violento mesmo
A gente mal tinha recuperado o fôlego quando demos um tempo, suor escorrendo, ela e eu banhados, o cheiro de porra que tinha, era ela deitada de um lado e eu sentado do outro, ela respirando fundo e eu também. A piroca toda melada, porra escorrendo da buceta aberta avermelhada dela. Os peitão subindo e descendo em cada respiração ofegante que ela fazia e suspirava. Ela me olhava e eu olhava ela de volta, e a gente dava uma risada
Até que ela falou “já?” E eu fiquei calado olhando, com aquela risada na boca. Falei nada, só levantei e fui lá
Puxei ela pelos cabelos, forcei a cara no colchão e aquela bunda pra cima. Abri as pernas e me encaixei atras,abri aquele rabo e cuspi, só fui. Comecei a socar bruto, sem dó, fazendo bastante barulho abafado pelo som. Cada bombada eu puxava o cabelo dela e batia, batia, batia
Ela gritava tanto de pirocada quanto de apanhar. Eu tinha levado um banho de suor, direto era passando a mão na cara pra limpar, gotejava tudo em cima do rabo dela. Ela gozou gritando, eu não aguentei. Meti até o fundo na buceta e gozei tudo, enchendo ela até dizer chega. Mas parei só um segundo. Me tremi todo e fiquei lá. Ai fui saindo devagarinho
Ela desabou no colchão ,as pernas tremendo, buceta inchada avermelhada, o corpo todo melado de suor. Respirava pesado bem devagar. Puxava a respiração lá no fundo e soltava, e repetia e repetia. E eu só me joguei sentado pra trás tomando meu fôlego e deixando o coração acalmar as pontadas que ele dava
Completamente molhado de suor e ó colchão mais ainda, eu me inclinei pra trás e me apoiei com as mãos, levantei a cabeça pra o alto, respirei fundo e soltei igual ela fazia. Meu coração ia acalmando e aquela falta de ar passando. Meu pau meia bomba todo melado. Só senti ela me abocanhando depois quando me espantei sentindo meu pau entrando em um negócio quente.
Ela estava de 4 virada de frente pra mim toda agachada com as mãos apoiadas no colchão e abocanhando minha rola só com a boca, parecia uma cadela bebendo agua. O rabo lá no alto e ela atras de abocanhar e abocanhar. Ela sugava minha piroca e eu só me acabava e aproveitava. Ficamos assim, eu lá todo inclinado pra trás e ela igual uma cadela mamando e mamando. Eu já nem sentia muito ali, sensibilidade já tinha ido com a gala fazia tempo, só fiquei lá aproveitando entre prazer e dorzinha de ele estar dolorido. Ficamos até ele começar a dar sinal de vida de novo e crescer mais
Quando minha rola começou a endurecer de novo na boca dela, ela parou e pegou nele, deu umas punhetadas de leve e me olhou igual puta no cio. Ficou de 4 na minha frente segurando minha vara enquanto subia e descia com a mão, ai ela deu uma cuspida e me empurrou pra trás de uma vez com a mão no meu peito. Eu cai pra trás todo troncho, quase batia a cabeça no chão pra fora do colchão. Minhas pernas todas dobradas, tudo errado, tudo de mal jeito. Ela nem ligou, na hora que eu cai e pensei em me ajeitar, ela mesma foi dobrando minhas pernas e me puxando de qualquer jeito. Não sei como não me deu um negócio ali na perna na hora. Na hora que ela me puxou mais pra cima do colchão pelas as pernas ela subiu em cima de mim sem mais nem menos, montando nas minhas pernas. Segurou meu pau com uma mão e encaixou a cabeça na entrada da buceta inchada. Desceu devagar no começo, gemendo baixo enquanto engolia meu pau dentro dela.
ela começoua rebolar devagar, subindo e descendo.
Eu agarrei a cintura dela com força e acompanhei sentindo aquele subir e descer mais fundo a cada descida. Ela acelerou e depois começou acavalgar com vontade agora, a bundona batia nas minhas coxas, o peitão balançava igual duas bolas.
Levantei a mão aberta e dei um tapa forte na cara dela, nada tanto comparado a minha tia, mas foi suficiente pra fazer a cara dela ficar vermelha na hora. Ela é branca vocês tão careca de ver, marcar é fácil. Ela arregalou os olhos, mas em vez de parar, rebolou mais forte.
Dei outro tapa do outro lado da cara. Ela jogou a cabeça pra trás com boca aberta e colocou língua pra fora, como uma cadela ali. Ela tava doidona também
O tetão balançava adoidado, era uma delicia ver aqueles biquinhos durinhos. Estiquei a mão e dei um tapa forte num deles , a palma aberta acertou em cheio aquele peitão, cobria toda a minha mão. Já viram a lapa que ela tem de teta, aquilo ali tem quilo pra mais de metro (se é que isso faz sentido). O bagulho pesa fii, e não é pouco não
Ela urrou de prazer, se tremeu.
Dei outro tapa no mesmo peito, depois no outro, e comecei a estapear as tetas, tapas secos e rápidos enquanto ela cavalgava como louca. Os peitos dela ficaram marcados de vermelho, balançando ainda mais nas cavalgadas. Cada tapa fazia ela gemer mais alto,
Segurei um peito com força, apertando e torcendo o bico, enquanto com a outra mão dava mais tapas no outro, três seguidos, leves mas rápidos. Ela gozou assim, começou a urrar, gritar, começou a se estremecer, parecia que vinha descendo um espírito nela “..caralhoo.. caraaAAALHOO.. AI CARAAAAAAALHO TO GOZANDO AAAAAIIIIIIiiiiiiiiiiiiiii caraaaaaaalho” ela começou a falar baixinho e foi começando a aumentar a voz enquanto gritava, depois afinou a voz igual menina e ficou desse jeito enquanto subia e descia
Eu não parei de bater. Peguei ela pelo o pescoço e comecei a meter tapa na cara, mais dois nas tetas, na cara, na cara de novo, na outra teta, comecei a esbofetear ela de tapa sem parar enquanto ela gritava e se tremia
O peitão dela enchia toda a palma da minha mão. Ela tremia toda, rebolando devagar agora.
Quando ela desabou em cima de mim, ofegante, se tremendo parecendo que tava levando choque com as tetas vermelhas, a cara toda marcada. A gente ficou lá jogados respirando fundo, retomando o fôlego. Eu dentro dela e ela toda arregaçada
Ficamos assim um dentro do outro ofegantes, sentia a buceta pulsando devagar e chupando meu pau que não amolecia. O suor escorria pela a gente, misturado com porra e aquele cheiro azedo de piroca e xota no ar. A musica no talo e nós dois respirando e nos acalmando
Depois de descansar eu agarrei os braços dela e levei eles pra as costas, rendi ela com as mãos pra trás e segurei com uma mão só. Com a outra agarrei o cabelo dela e puxei pra trás até ela subir a cabeça. Ela arregalou os olhos e só gemeu. Comecei a bombar ela sobre mim sem parar, com força. Ela começou a gritar no meu ouvido, era segurando as mãos dela e puxando o cabelo, faltava me esmagar com o peso do corpo
Flop flop flop flop bombei e bombei até o quanto deu, as pernas faltava dar câimbra, ai eu parei de meter, soltei as mãos dela e o cabelo, segurei ela pelo o pescoço e dei uma mãozada na venta. Slap! Ela só me olhou de olho arregalado e avermelhado, e de novo Slap! Ai eu voltei a bombar. Flop flop flop slap! Flop slap! Slap! Slap! Flop flop
Pirocada e tapa, pirocada e tapa, pirocada e tapa, tapa atras de tapa, era maozada na cara e pirocada bruta. A cara dela avermelhou, os olhos lacrimejavam avermelhados, ela se babava toda urrando igual um animal “uhhhhUUHHHHHHHH UUUURRRGHHHHHHHH” enquanto apanhava e apanhava. As maozadas estalavam a sala toda mas o som acobertava tudo
Meti, meti, meti o mais bruto que dava enquanto surrava ela até a cabeça do pau começar a doer e sentir a gala subir, esporrei de uma vez numa estocada só que ela só urrou mais algo com uma voz rouca de tanto grito “UUUUUUUUUUURRRRRRRRRRRR” enquanto eu puxava ela com força pra forçar a me engolir todinho quando ia depositando o leite quente. Estremeci as pernas na gozada colossal até acabar toda a gota que tinha na mangueira
Assim que terminei de revirar os olhos já bem satisfeito, fui afrouxando os braços e soltando ela devagar, deitei os braços pra os lados e fiquei completamente jogado com ela sobre mim. Ficamos assim um tempão. Banhados a suor e gala com buceta, o colchão todo molhado e o fedor azedo daquilo tudo pelo ar, a gente respirava ofegante. Meu coração batia forte no peito e ela pesava mais sobre mim. Ficamos só jogados recobrando as forças
Por fim depois de muito descanso, eu dei umas batidinhas nela pra ela sair de cima e ela foi tombando pra o lado, eu me ajeitei na cama e fui levantando devagar até estar sentado, com os braços pra trás e inclinado. Ela ficou jogada do meu lado toda vermelha, bem surrada e eu rindo mas aquela risada ofegante
Com a piroca mole toda lambuzada, eu abri as pernas e me ajeitei perto da cabeça dela no colchão, agarrei o cabelo dela e puxei com força trazendo a cabeça dela pra o meu pau, ela colocou a mão na minha perna pra se empurrar mas eu forcei a vir e fui levando a rola pra a sua boca, ela tentou sair mas forcei e ela veio já abrindo a boca, quando coloquei o pau eu comecei a força a cabeça dela de forma bruta contra meu pau e ela tomava ele gorfando. Não era uma chupada ainda, ela estava com a boca toda aberta e os dentes até raspavam e machucava, eu não tinha deitado ela se aprontar pra aquilo, só forçava ela a engolir. Aos poucos ela foi se ajeitando com ele na boca, prensou mais e começou a chupar, mas não do ritmo ou do jeito dela e sim do meu, ela gorfava e se lambuzava toda. a baba escorria tudo com aquele cuspe grosso junto de porra melada com buceta, aquela baba bem borbulhenta e grossa. Gorf gorf gorf gorf ela quase gorfando enquanto eu fazia a boca dela de xota. Fiquei ali alguns minutos até largar ela. Minha piroca doía e os dentes dela não ajudavam. Ela o tempo todo forçando contra a minha perna enquanto eu forçava pra ela vir. Mas não dava pra continuar com a dor que tava. Ai soltei ela e ela na hora que saiu, saiu ofegante tossindo, o olho arregalado lagrimando, vermelha igual um tomate, toca lascada
Meu pau nem tinha endurecido nessa brincadeira, foi só pra usar ela mesmo. Não ia gozar nem tão cedo mais. Ai nós enfim finalizamos depois de um bom tempo naquilo
Eu fiquei lá sentado e ela jogada do meu lado tossindo, recobrando o fôlego enquanto eu também respirava fundo. Depois de longos minutos tirando papo e rindo juntos, falando daquilo tudo, ela levantou e foi saindo se apoiando nas coisas, eu levantei também e fui atrás do meu banho. Desliguei o som e me mandei
Na hora que sai do banheiro a larica tava apertada já, eu só fui lá esquentar as panelas pra comer. Ela também veio morrendo de fome e a gente almoçou. Dali seguimos o resto do dia de boa, meu pau não ia dar sinal de vida mais então zero chances de que eu fosse querer inventar moda
Ela sofreu como a vez com a minha tia, só que com a minha tia a violência foi maior. A diferença era que com a minha mãe eu estava o tempo todo em mim, sabia o que estava fazendo e fiz pq quis. Quanto com a minha tia eu até hoje não sei o que me desceu. Eu simplesmente não era eu