Já era por volta das 11 da noite quando Felipe dava uma carona para um amigo após o futebol de final de semana. Normalmente ele voltaria mais cedo para casa, mas, como acontecia ocasionalmente, sua esposa estava visitando a mãe, por isso podia aproveitar um pouco mais sua liberdade. Os dois conversavam sobre tudo um pouco, mas nada sem maior importância, quando pararam em sinal vermelho. Enquanto esperavam, o amigo chamou sua atenção para as pessoas na frente de uma boate do outro lado da rua.
— Nossa, olha como aquela mulher parece a sua esposa.
Felipe olhou sem maior interesse a princípio, mas não pôde deixar de admitir uma certa semelhança, embora àquela distância e com todas aquelas luzes, não fosse possível ter certeza. Mas havia alguma coisa que o inquietava ao ver aquela mulher tão parecida com sua esposa, ainda mais por estar aos beijos e abraços com um desconhecido.
— Deixa de falar besteira, cara. A Selma está passando o final de semana na casa da mãe dela.
O sinal ficou verde e ele acelerou de maneira quase automática, procurando demonstrar tranquilidade e até puxando conversa sobre outros assuntos, mas por dentro havia um tremendo incômodo. Assim que deixou o amigo em casa, retomou seu caminho, mas, assim que foi possível, acelerou o máximo que pôde e voltou à entrada da boate, com o coração aos trancos.
O casal continuava aos beijos e abraços, então Felipe estacionou o carro de uma maneira que não pudesse ser visto e ficou observando. A semelhança era assustadora, mas o penteado, as roupas e o comportamento causavam uma grande diferença. Sem saber o que fazer para tirar a dúvida definitivamente, ele ligou para sua esposa, esperando ouvir do outro lado uma voz de sono e irritação; no entanto, para seu terror, viu a mulher na frente da boate atendendo ao celular no mesmo instante em que a voz no seu telefone perguntava:
— Felipe, o que aconteceu, amor? Por que está me ligando a essa hora? Aconteceu alguma coisa?
Ele ficou estarrecido e demorou alguns segundos para recobrar a razão, enquanto via sua esposa a alguns metros, sendo beijada e apalpada por um desconhecido sem saber que ele estava tão perto.
-Felipe? Ainda está aí? Alô.
— Oi, estou sim. Desculpe, deixei o telefone cair. Não se preocupe, não aconteceu nada demais. Só bateu uma saudade e queria saber se estava tudo bem com você. Como estão as coisas por aí? Tudo bem com sua mãe e com seu pai?
— Ahnn, sim. Está tudo bem. Meus pais estão dormindo. Sabe como é, aqui todo mundo dorme cedo. Eu estava cochilando aqui na frente da televisão, mas já estou indo pra cama daqui a pouco.
-Então, está bem, amor. Boa noite.
Mesmo com o peito ardendo de raiva, conseguiu se controlar o suficiente para que ela não percebesse. Sua vontade era de partir pra cima dos dois imediatamente, mas alguma força inexplicável o segurou e decidiu permanecer nas sombras e ver até onde aquilo iria. Não foi preciso esperar muito. Depois de alguns minutos, ele viu o casal se encaminhar para o muro lateral da boate, onde ficava o estacionamento, e entrar em um carro. Felipe, que os seguia a pé, pensou em voltar para seu próprio carro imediatamente, achando que seguiriam dali para um outro lugar, mas, ao invés disso, testemunhou Selma e o desconhecido se beijando ali mesmo.
Ele notou que havia outros casais em outros carros, também no mesmo procedimento. Ele se aproximou o máximo que pôde sem ser notado, tentando saber quem era o filho da puta a quem Selma se entregava, mas a escuridão e a vegetação o impediam. E para seu pesadelo definitivo, o casal abriu a porta do carro e Selma se abaixou ao lado da porta aberta, ajoelhou-se entre as pernas do desconhecido e começou a chupar seu pau como se estivesse entre quatro paredes e não num lugar público.
Mas os outros casais ali perto não davam atenção, pois estavam todos também ocupados. A única testemunha era Felipe, que assistia à própria esposa fazer sexo oral com tanta desenvoltura e apetite, que bastaram alguns minutos para que o desconhecido gozasse intensamente em sua boca. Felipe permaneceu totalmente estático, sem conseguir esboçar qualquer reação, e, antes que pudesse sair do seu estado de inércia, o casal foi embora.
O restante do final de semana foi um dos mais estranhos e angustiantes de sua vida. Inconformado por ter ficado tão próximo e não conseguir fazer nada além de assistir, Felipe se recolheu à sua melancolia, tentando adivinhar quem era o desconhecido com sua esposa. Mil suspeitos passavam pela sua cabeça, sem, contudo, conseguir chegar a nenhuma conclusão. Tinha decidido que precisava antes saber quem era o amante de sua esposa, para então tomar uma atitude.
Quando Selma ligou no dia seguinte, fez um esforço sobre-humano para disfarçar toda sua fúria e, embora ela tivesse notado uma certa diferença no seu tom de voz, não fez maiores comentários. No entanto, no domingo à noite, quando finalmente ela voltou da casa da mãe, Felipe tratou logo de inventar uma certa dor de cabeça e uma indisposição para justificar o mau humor. Quando Selma foi dormir, ele fez algo que nunca tinha feito antes, por questão de escrúpulo: pegou o celular da esposa e começou a investigar todos os seus contatos à procura do seu amante. Algum tempo depois, achou o que queria.
Lá estava ele. Finalmente via o rosto do filho da puta que estava comendo sua mulher. Não foi muito difícil identificar o amante devido ao conteúdo das mensagens trocadas entre ambos e que Selma não tinha se dado ao trabalho de apagar tudo, pois jamais imaginava que o marido fosse capaz de fazer aquilo. Não que Felipe se sentisse orgulhoso do que estava fazendo, mas situações desesperadas exigem medidas desesperadas, e assim foi que ficou sabendo quem era Olavo, colega de trabalho de sua esposa. Ele trabalhava em outra seção da mesma empresa que ela; por esse motivo, Felipe nunca o tinha visto antes.
Entre as mensagens maliciosas e as trocas de fotos íntimas entre os dois, foi possível descobrir o endereço do maldito e, assim, Felipe decidiu confrontar o invasor na manhã seguinte. Não foi fácil pegar no sono, com todas as fantasias de vingança indo e voltando em sua mente dolorida.
Continua...
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