Agradeço aos milhares de leitores que estão acompanhando essa saga e aproveito para dizer que além deste, haverá mais um ou dois capítulos. O clima de sexo e cumplicidade seguirá, mas surpresas grandes virão.
Por mais maluca que tenha sido a ideia Vivi de deixar que eu transasse com a nossa hóspede, a verdade é que estávamos prestes a completar 4 meses assim e não tinha ocorrido absolutamente nenhum problema de ciúme, briga, etc. Ao contrário, estávamos vivendo uma alegria permanente, minha esposa e Suely estavam cada vez mais unidas e durante as transas, todos aproveitavam.
Quando Suely contou a Vivi que aceitaria transar com o Mauricio, a mesma vibrou e disse que com toda certeza, a amiga iria amar.
Já minha relação com Suely, além de ser fantástica na parte sexual, era muito agradável no dia a dia. Em seus dias de folga, no final da tarde, quando eu terminava meu trabalho, assistíamos juntos a um filme ou série. Ela me contava sobre vários fatos, da vida em Minas e mesmo antes em Águas de Santa Bárbara; do quanto foi ruim o casamento com o “cidadão de bem” e de que agora estava animada com o trabalho e recebendo muitos elogios da direção. Eu a incentivei a fazer 2 cursos online que eram importantes para a área de hotelaria.
Finalmente, chegou o dia dela transar com o Mauricio, seria uma sensação excitante também ver como Suely se sairia dando para outro. Vivi e ela se arrumaram para receber o sortudo. Minha esposa colocou um vestido curtinho vermelho e salto alto, já nossa hóspede vestiu uma minissaia preta, uma blusinha de alcinha verde bem solta e tamanquinho.
Quando Mauricio chegou, fizemos novamente toda aquela coisa de conversar, beliscar e tomar algo. Ele estava doido, pois sabia que comeria duas beldades dali a pouco, sendo que uma, pela primeira vez. Conversou bastante com Suely para criar um pouco mais de intimidade.
Vivi colocou uma música e logo passou a dançar com Mauricio e eu fiz o mesmo com Suely. Meu amigo não fez cerimônia e começou a alisar a bunda de minha esposa. Já nossa hóspede estava tímida, mas excitada. Trocamos de parceiras e um bom tempo depois, vi meu amigo beijando-a, era o sinal de que rolaria.
Um tempo depois fomos para o quarto. Minha esposa tomou a frente, se agarrou com Mauricio por alguns minutos, enquanto Suely e eu apenas olhávamos. Depois, ela arrancou a camisa e a calça dele, deixando-o só de cueca. Trocaram mais uns beijos, Vivi se agachou, puxou a cueca, fazendo saltar seu pau imenso já semiduro, cabeçona vermelha, grosso e cheio de veias. Ela disse, já segurando.
-Olha, Su, que monstro delicioso.
Suely abriu bem os olhos e sorriu envergonhada:
-Nossa!
Minha esposa já começou a mamá-lo, esfregou-o nas aréolas dos seios, bateu-o em seu rosto e pouco depois chamou Suely e lhe ofereceu o pau de Mauricio:
-Sente como além de grande e grosso, ainda é pesado.
Com certa timidez, Suely segurou e passou a punhetá-lo, pouco depois, o abocanhou com dificuldade. Ele colocou a mão na cabeça dela, respirou fundo e sorriu. Em seguida, Vivi os chamou para a nossa enorme cama. Mauricio se deitou, elas acabaram de se despir e ficaram ambas de 4, uma de cada lado dele o chupando. Tirei minha roupa já pensando em cair de língua em uma das duas, mas minha esposa disse:
-A visita é prioridade. Espere um pouco aí e deixa o Mauricio se fartar. Hoje, você vai ser o corninho das duas.
Concordei, mas certo de que logo entraria na brincadeira. As duas seguiram o chupando com vontade e o pau de Mauricio parecia ainda maior e mais grosso. Vivi comentou com a amiga:
-Não é enorme, Su?
Suely, apesar de tímida, olhou para o pau dele e punhetando-o com vontade perguntou:
-Muito. Como você faz se esse pau endurecer e estiver dentro das calças? Não deve caber.
Mauricio riu e disse que incomodava, mas colocava de lado. Pouco depois, ele beijou Vivi e Suely, fez com que elas se deitassem e passou a chupar primeiro a nossa hóspede, mamou seus seios perfeitos, depois sua boceta, a deixando excitada. Em seguida, foi a vez de minha esposa receber um bom sexo oral, nesse momento, sua amiga me chamou para mais perto, me beijou com gosto de pica e passou a me punhetar, eu, mais que depressa, passei a alisar sua bocetinha de pelos no formato de um triângulo invertido, mas minha mulher viu e disse:
-Ah! Mas esse corno tá muito atrevido! Pode se afastar, por enquanto a Su e eu seremos só do Mauricio.
Voltei a apenas olhar, nesse momento, Mauricio pegou Suely, a beijou, a fez se deitar na cama e se preparou para comê-la pela primeira vez. Apesar de estar bem molhada, nossa hóspede pediu em voz baixa:
-Põe devagar, por favor.
Vivi me chamou para que olhássemos bem de perto. Ficamos a centímetros da boceta de Suely e do pau dele, vimos a cabeça entrando e mais uma parte, assim como ocorria sempre com minha esposa, a xana de nossa amiga parecia se esgarçar ao máximo conforme a rola de Mauricio a invadia. As primeiras bombadas foram suaves. Ele estava maravilhado e disse:
-Como você é linda e gostosa, Suely! Que bocetinha quente e apertada.
Ele estava de joelhos fodendo-a e ela de barriga para cima com as pernas abertas e jogadas para cima. Pouco depois, já enfiando com um pouco mais de força, Mauricio chamou Vivi que também ficou de joelhos, os dois se beijaram e o safado não perdeu tempo, socou a mão na bunda dela e cutucou seu cuzinho. Mas logo, meu amigo focou em foder Suely com estocadas violentas e de vez em quando, parando um pouco com o pau todo socado nela. Nossa hóspede erguia o pescoço para tentar ver como estava sendo empalada, gemia, gritava, tentava até morder o peito do comedor de tanto tesão.
Mauricio a fodeu por um tempo assim, depois colocou-a de 4 e passou a estocar forte. Nesse momento, minha esposa me deu uma colher de chá e fez com que eu a chupasse um pouco e sentisse como sua boceta estava molhada. Não demorou muito e os gemidos de Suely aumentaram, parei para vê-la gozando e foi muito excitante. Já meu amigo, como um verdadeiro garanhão seguia com o pau duraço, puxou Vivi e a fez se sentar nele.
-Agora é você, minha loirinha gostosa, vem gozar na rola do teu macho.
Vivi riu e fez o sinal de corno para mim com os dedos. Fiquei admirando aquela cena fantástica, ela quicava de costas para ele, as mãozinhas apoiadas no joelhos do meu amigo, assim, eu, que estava deitado de lado e atravessado na cama, podia ver o pau dele entrando e sumindo da boceta da minha mulher.
Um pouco depois, já menos ofegante, Suely veio me abraçando e beijando, cheirando a sexo, e disse em meu ouvido, alisando meu pau suavemente:
-Gosta de ver a Vivi te chifrando?
-Gosto e também adorei ver você gozando na rola dele, sua safadinha.
Alisei a bunda de Suely, cutuquei seu cuzinho e meu dedo escorregou com facilidade para dentro dele. Mauricio colocou Vivi na posição de frango assado e ficou em pé ao lado da cama. Suas estocadas ficaram ainda mais violentas, pareciam que iam arrebentar minha esposa que berrava, ele parecia uma máquina de foder e a fez ter 2 orgasmos seguidos, até que o próprio explodiu e gozou dentro dela, urrando vermelho. Nesse momento, nossa hóspede já me fazia um boquete e logo depois acabei gozando e novamente, ela engoliu tudo e abriu a boca para me mostrar novamente que não tinha mais nada.
A noite estava só começando, Mauricio ainda foderia por horas, Vivi e Suely, fazendo-as gozar várias vezes. Ele tentou comer o cu da amiga da minha esposa, mas a mesma não aceitou. Eu também as fodi, cheirando a sexo, beijei, chupei. No final, apagamos os 4 na cama.
No dia seguinte, acordei tarde, abraçado com Suely, nos levantamos para lavar o rosto e quando íamos descer, ouvimos gemidos. Vivi estava sendo empalada no sofá da sala por Mauricio, antes que o mesmo fosse embora. Ele em pé metendo com fúria e ela sentada com as pernas abertas recebendo pica até o talo. Nossa hóspede brincou e disse:
-Esses dois não cansam nunca! Eu é que não vou descer agora porque ele vai querer me pegar também.
Eu ri e disse que era só falar que ainda estava cansada.
Ao me verem, os dois me deram bom dia com a maior naturalidade e seguiram trepando por mais alguns minutos. Mauricio gozou e fez minha esposa gozar novamente. Ela fez questão de me mostrar a boceta inchada e a porra saindo. Depois, se levantou, me deu um beijo com gosto de sexo e disse que iria tomar um banho. Já ele, se arrumou e se despediu.
A partir daí, toda vez que Mauricio vinha, fodia com as 2. Quando calhava de no sábado, Suely estar trabalhando, ele transava com Vivi, mas no domingo pegava a nossa hóspede. Isso durou por 3 meses e a cada novo encontro, a putaria era mais intensa. Só sei dizer que foi um momento mágico na minha vida, transava praticamente todo dia com Vivi e Suely, às vezes, só com uma das duas e a cada 15 dias, tinha o prazer de ser corno, sim porque eu seguia amando ver minha mulher dando.
Passamos a dizer aos mais próximos que Mauricio e Suely estavam namorando, assim, ninguém ficaria desconfiado por meu amigo passar tanto tempo em minha casa. Saíamos os 4 e os dois fingiam ser um casal em público.
Nesse período, tivemos mais dois encontros com o casal Ézio e Eliana, mas Suely não quis participar. Novamente, vi a morenaça gostosa alisando minha esposa e dessa vez de maneira mais intensa, senti um puta tesão ao vê-la descer a mão até a boceta da Vivi e lhe tocar por um minuto sem que a mesma fizesse menção de parar, mas ficou nisso, parecia que as duas tinham vontade de se pegar, mas também receio já que nunca fizeram (pelo menos Vivi não).
As coisas seguiam ótimas, mas um novo fato mudaria tudo. Um dia, Suely chegou do trabalho e disse que um dos diretores do hotel resort tinha lhe oferecido uma vaga em outro hotel da rede no Rio de Janeiro e com um salário melhor. Ela ficou animada e disse que tinha uma semana para decidir.
Para mim, aquilo não foi um balde de água fria, mas sim, um contêiner me pegando de surpresa. Senti uma tristeza muito grande, uma agonia enorme, mas antes que o amigo leitor deduza que estava apaixonado por ela, adianto que não era isso, eu amava cada vez mais minha esposa, porém tinha me apegado ao jeito meigo e meio carente de Suely. Quando uma visita legal fica uns dias em sua casa, você sente falta quando ela vai embora, pois deixa um vazio (já quando é um parente ou amigo chato de galocha, dá vontade de soltar fogos e torcer para que não volte nunca mais), no caso dela, a coisa era mais intensa, foram meses transando alucinadamente, conversando, vendo filmes e séries juntos. Adquiri um carinho grande pela amiga de minha esposa que eu mesmo não tinha me dado conta.
Além disso, não sabia também como ela se sairia sozinha num outro local, pois uma coisa é uma mulher mais “bicho solto” como dizem, que sabe se virar, mas Suely viveu sempre em cidades muito pequenas e ou com a família ou com o traste do marido.
Pedi que ela pensasse bem e expus todos os prós e contras. Vivi também ficou bem baqueada e tentou convencer a amiga a ficar. Suely tinha dúvidas, mas estava mais tentada a aceitar. Na véspera dela tomar a decisão, aproveitei que Suely estava de folga e pedi que fosse comigo ao mercado me ajudar a fazer umas compras. Minha cabeça estava um trevo e na volta para casa, encostei o carro e decidi falar mais uma vez:
-Por que você esquece esse negócio de ir para o Rio? Sei que no novo hotel, vai ganhar um pouco mais, mas terá que pagar aluguel, gastar com um monte de coisas, no fundo vai dar na mesma ou será até mais custoso. Sem contar o ponto mais importante, você...sozinha numa cidade como aquela, sem conhecer ninguém.
Suely estava calma, mas decidida:
-Ah, sei que não será fácil, mas tenho que aprender a me virar e também rapidinho me acostumo com o lugar. Já incomodei vocês por tempo demais.
Resolvi me abrir:
-Vou sentir muito a sua falta...mais do que você imagina
Suely se virou no banco do carona me olhando espantada, mas tratei de explicar melhor:
-Não, não pense que deixei de amar a Vivi, não é isso, também não é só pelo fato de estarmos transando, se fosse uma questão de sexo, tem a Eliana e outras que poderia me envolver nesse lance de swing, mas você, Suely...você é especial para mim. Mesmo que não quisesse mais trepar comigo, seja porque arrumou um cara legal ou porque enjoou, mesmo assim... queria que você continuasse por perto, gosto da sua presença, do seu jeito que me traz uma paz, quero de alguma forma poder te ouvir, ajudar, te proteger... mesmo que seja como um amigo. Faz quase uma semana que não durmo direito com medo do que pode te acontecer sozinha numa cidade grande e violenta como é o Rio. Até trabalhando me pego pensando nisso. Se for por uma questão de privacidade, de ter seu cantinho, façamos o que já falei, mude para a casa que tenho ao lado, é só dar uma pintada e mobiliar ou se quiser continuar com a gente, não é incômodo nenhum, você já é da casa. A Vivi também tá muito triste, acho que ela se dá melhor contigo do que com a minha cunhada, e faço questão de insistir, quando quiser, a gente para de transar, mas aí quero que me veja com um amigo, amigo não, um irmão que estará sempre perto para tudo que precisar...tudo.
Eu falava olhando para a frente, sem coragem de olhá-la, estava me abrindo ali, quando finalmente virei-me, para ver o que Suely diria, ela estava com os olhos cheios de lágrimas e ficou apenas me encarando por uns segundos, respirou fundo, como que querendo prender algo, fez uma expressão séria como quem segura o choro e disse:
-Acho que nem minha irmã demonstrou essa preocupação comigo muito menos vontade de me ter por perto...
Coloquei a minha mão sobre a dela que repousava em seu colo:
-Fica...
Em seguida, Suely me abraçou e chorou. Depois nos beijamos, em seguida, ela disse enxugando as lágrimas e sorrindo:
-Nesse monte de coisas bonitas que você disse, só não gostei de uma.
-Qual?
-Que você poder ser como um irmão para mim. Depois de tudo o que fizemos e ainda faremos, isso seria incesto! Melhor deixarmos como está.
-Isso significa que vai ficar? – Perguntei animado.
-Sim!
Parecia que tirei 100 toneladas das costas. Quando Vivi chegou no começo da noite, contamos a decisão de Suely e, claro, ela ficou muito feliz. Mais tarde comemoramos em alto estilo com mais uma transa a 3.
Um mês depois, Mauricio tirou férias e veio passar 20 dias em nossa cidade. Ele ficava no sítio dos pais, mas a verdade é que não passou um dia sequer sem vir à minha casa que virou um antro de luxúria. Quando Suely estava de folga, ele transava com ela e com Vivi, quando estava trabalhando, fodia Vivi. Às vezes, passava durante o dia e comia nossa hóspede. Claro que eu também estava em todas e as fodia também.
Mauricio chegou a dormir com Vivi na cama e eu com Suely em outro quarto, e também o contrário. As duas desfilavam pela casa nuas ou só de calcinha, o sexo rolava em todos os locais, era uma grande loucura. Não contarei transa por transa porque ficaria repetitivo, mas posso dizer que era um clima de tesão sem fim.
Foi um período muito bom, mas já perto do final das férias, ocorreu algo chato. Uma noite, tínhamos tomado um pouco de vinho e depois na cama, após já termos transando uma vez, Mauricio convenceu Suely a dar o cuzinho. Há tempos, ele sonhava com isso, pois ela sempre dava para mim.
Ocorreu a mesma situação de quando ele comeu o cuzinho de Vivi, muito tempo tentando e nada de enfiar. Conseguiu após um longo tempo, introduzir a cabeça e Suely quase chorou de dor, mas meu amigo ficou parado esperando. Depois passou a se movimentar bem lentamente, tentando entrar um pouco mais. Eu estava com as costas apoiadas na cabeceira da cama, alisando o rosto de Suely, Vivi estava atrás deles, nossa amiga de 4 e Mauricio meio arqueado, com os pés em cima da cama.
A penetração estava demorando mais do que com Vivi, mas ele avançou alguns centímetros, mas aí, por estar com os pés apoiados na cama, se desequilibrou para frente e acabou enterrando com força no cuzinho de Suely, que deu um berro estrondoso e saltou para frente, já me abraçando e chorando desesperada. Foi uma dor alucinante. Não entendi o que ocorreu e perguntei:
-Caralho, Mauricio! O que você fez?
Vivi deu a volta para acudir a amiga.
Mauricio começou a pedir desculpas, repetidas vezes, com as mãos espalmadas, explicando que se desequilibrou. Ele fez um gesto com o braço para mim, como querendo dizer que tinha entrado tudo de uma vez ou quase. Tentou tocar em Suely, para lhe fazer um carinho, mas a mesma, lhe deu 3 socos e berrou para que se afastasse.
Suely colocou a cabeça em meu peito, parecendo uma criança assustada, me apertou como que pedindo ajuda e chorou bastante. Eu a apertei e lhe acariciei seu braço e costas. Vivi ficou passando a mão na cabeça dela, mas senti que ficou meio desconcertada com a atitude da amiga de se agarrar em mim.
Ficamos totalmente sem clima, Mauricio explicou mil vezes o que ocorreu. Acreditei nele, foi um acidente, que felizmente não machucou mais severamente Suely, que após tomar um remédio para dor, dormiu. No dia seguinte, quando estava mais calma, expliquei à nossa hóspede que nosso amigo não quis socar tudo de uma vez e dei-lhe um exemplo:
-Uma vez, estava vendo um vídeo com erros de gravações em filmes pornô, coisas engraçadas, estranhas, chocantes e teve uma cena que a mulher estava cavalgando no cara, de repente, o pau escapou e em seguida entrou tudo no buraco errado e, claro, a atriz deu um puta de um grito e saiu pulando pelo set. Tenho certeza, que foi semelhante com o que ocorreu com você e o Mauricio, já tínhamos tomado umas doses de vinho, ele estava numa posição difícil, se desequilibrou e como já estava conseguindo, deu naquilo tudo.
Suely respondeu:
-Sei que ele não faria de propósito, mas na hora, foi uma dor tão forte, achei que tivesse arrebentado algo por dentro. Anal com ele nunca mais, o único que vou deixar é você, só você pode pedir o que quiser...que eu faço.
Notei novamente que Vivi ficou meio sem graça olhando para a amiga.
Passado esse mal-estar, Mauricio e Suely se acertaram. As férias dele acabaram, mas continuaríamos a nos ver, mas anal com ele, jamais, pois quase deu PT no cuzinho das duas. Essa é uma desvantagem de quem é extremamente dotado, poucas topam e as que topam, geralmente se arrependem. Não que o meu fosse pequeno, como citei tinha 17,5cm e uma ótima grossura, além disso, eu tinha mais jeito, já ele, com aquela anaconda e ainda desajeitado, era um risco.
Seguimos nossa rotina que de rotina não tinha nada. Entretanto, houve uma ocasião que fizeram as coisas mudar de patamar e nenhum dos 3 acreditou. Era uma noite de sábado, tínhamos bebido um pouco a mais de vinho, não ao ponto de alguém ficar totalmente embriagado, mas mais soltos do que de costume.
Começamos a transar e num dado momento, estávamos os 3 de joelhos na cama, eu beijando, uma, depois outra, até que Vivi ficou olhando para mim e para Sueli e quando nossas bocas se soltaram, ela chegou com a dela bem perto da amiga que sorriu, achando que era uma brincadeira, porém minha esposa semicerrou os olhos e lhe deu um selinho. Ainda achando graça, Su correspondeu, mas eis que aquilo se tornou um beijo de verdade.
Sueli abriu os olhos assustada, mas Vivi seguiu a beijando e mais, passou a tocar em seus seios. Fiquei congelado tentando processar tudo aquilo. Minha esposa deslizou a mão esquerda até a boceta da amiga que acabou dando um gemido abafado pelo beijo e se soltou, passando a retribuir o beijo também com vontade. “Caraca! Minha esposa e Suely vão transar? Que porra é essa?” – Pensei completamente abobado.
De repente, Vivi parou de beijá-la e levou a mão que estava na boceta da amiga e em seguida, colocou dois dedos melados na boca. Olhando para mim e depois para ela. Como se nada demais tivesse, ocorrido, me beijou em seguida.
Parecia que ia ficar nisso, tanto que voltei a me agarrar com as duas, mas havia um clima tenso no ar, as duas pareciam nervosas e no momento em que me preparava para chupar Sueli, fui surpreendido novamente e ela também, pois Vivi voltou a beijar a amiga e desse vez foi um puta beijo. Quando acabou, as duas se olharam com tesão.
-Deixa eu te chupar, Su?
Antes que Sueli respondesse, decidi intervir, pois talvez Vivi tivesse exagerado no vinho e depois viesse a se arrepender, ficar com vergonha. Perguntei com jeito:
-Que novidade é essa, amor? Que eu saiba você nunca gostou de fazer com mulher ou tem algo que não sei? – disse de maneira suave.
Vivi respondeu:
-Nunca fiz, mas desde que a Eliana passou a me alisar durante as transas, comecei a sentir uma leve vontade de saber como era, mas não com ela, se for para ser, quero a Su. Você quer Su? Pode falar a verdade.
Sueli apoiou os cotovelos na cama e disse:
-Também nunca tinha pensado nisso, mas para falar a verdade, senti um arrepio diferente, quando você me beijou.
Vivi olhou para mim rindo e disse:
-Xi, amor, vai rolar um chifre inesperado na tua testa hoje.
Sentei-me na cama, com o coração a mil e o pau duro. Aquela seria uma noite e tanto em nossas vidas. Entretanto, no futuro, problemas viriam.
