Helô sempre foi um amor e quis me ajudar arranjar uma amiga. Paula uma ruiva dos peitos e bunda pequena, magrinha e se vestia como diva, dava para ver que gastava um monte de dinheiro com maquiagem, nunca daria certo comigo.
Depois da Helô insistir tanto começamos a conversar e percebi que ela é uma pessoa legal, mas muito excêntrica, trocamos números e a noite começamos a trocar mensagens, juro que o papo foi dahora, ficamos até madrugadas conversando. Ficamos nisso por alguns dias, até que finalmente ganhei um nudez, ficamos trocando mensagens de safadezas, ela falava que gostava que esfregava o pau no rosto dela, que podia judiar dela, até pediu pra eu arrombar a bucetinha dela.
Eu estava morrendo de tesão, mas sabia que arrombar a buceta dela seria impossível com o meu pau, mais o tesão prevalecia não tinha mandado nudes ainda, então ela ficava no achismo dela.
E também se eu mandasse meu nudes poderia ser que ela me bloqueasse ou pior ainda contar para alguém, minha falta de confiança era um pouco triste, mais estava adorando conversar com ela meu tesão estava nas alturas, eu mandei uma foto minha de cueca depois de ela tanto pedir, era uma cueca branca bem sexy.
“Vou encher de beijo essa cueca fica marcada com o meu batom, suja o seu pau também rsrsrs.”
Caralho meu pau pulsava, aquela patricinha estava me matando de tesão, “vou ser a sua putinha pode fazer oque quiser comigo.” Ela me mandava isso, eu ficava louco, queria muito transar com ela.
Foi quando ela me mandou um vídeo, e vi o tanto que ela era puta e o tanto que ela estava colocando expectativas em mim, ela me mandou um vídeo dela com um rexona enfiando no cuzinho, caralho eu morri de tesão, chamei ela de puta e ela adorou, meu pau estava pegando fogo, eu já me masturbava olhando aquele vídeo.
Foi quando ela me mandou uma mensagem “tô deixando meu cuzinho prontinho pra você me arrombar com o seu pauzão.”
Puta que pariu, o que eu iria falar, que o Rexona já era maior que o meu pau ? Que ela nem iria sentir meu pau, sério que humilhação da porra.
“Vou socar sem dó, te deixa toda arrombada.” eu respondi.
“Faz isso comigo, tô tão molhada.” Ela me mandou esse áudio e eu cheguei a gozar de tesão.
No outro dia era sexta eu e Helô iríamos encontrar com a galera no bairro sem movimento, mas como no bairro não tinha nenhum lugar com teto e como começou a chover melou o rolê, ficamos na casa de Helô eu e ela.
A gente foi bolando um baseado na cozinha.
“Helô sabe a Paula, preciso te contar.”
“O que foi, já sei! Você vem pedir conselhos de como chamar a Paula pra sair.”
“Não, é bem pior.”
Ela fez uma careta “você fez o que com ela?”
“Não fiz nada, mas é o que ela acha de mim, se falou algo pra ela?”
“Não a gente não conversou nada.”
Começamos a fumar o baseado e eu me senti mais confortável em dizer.
“Então, ela acha que eu tenho um pau enorme, ontem ela me mandou um vídeo enfiando um rexona no cu, com a legenda vem arrombar meu cuzinho.”
Pensa numa menina que dava risada, sem parar “eu nunca mais vou conseguir conversar com ela, porque se me falou isso, agora só vou lembrar do rexona no cu.”
“Tenho a impressão que ela acha que eu tenho um pau maior que rexona.”
“Puta que pariu, pra mim ela sempre foi comportada, nunca pensei que ela seria tão depravada assim… ela falou algo mais?”
“Ela pediu pra mim esfregar o meu pauzão na cara dela.”
Ela riu, “pauzão nossa, acho que talvez é culpa minha mesmo.” Ela falava rindo.
“Sabia que tinha um dedo seu.”
“Uma vez eu comentei que só transo com a tropa do arranca diu, lembro que ela ficou bem interessada nisso… eu não a culpo, todos acham que a gente transa sempre.”
“Meu Deus Helô, agora não tenho nenhuma chance com ela, se eu falar que não tenho um pauzão, será que ela vai comigo?”
“Não sei, tudo depende… tinha um amiga Stefani, pensa numa garota com o dedo podre só pegava homem de pau pequeno, até que eu apresentei ela a um amigo dotado.” Ela falou rindo.
“Humm.” Falei meio bolado.
“Depois disso, ela só transou com quem eu já tinha transado e tinha que ser dotado.”
“Porra qual é essas taras em pau grande.”
“É um caminho sem volta.”
“Nem deve ser tudo isso.” eu falei com um sentimento de revolta.
“Lembro que na época a gente até conversava sobre isso… no começo cada centímetro conta, você sente ele literalmente arrombando a nossa vagina, é muito intenso e prazeroso. Você já sentiu uma sensação nova? No começo é esquisito mais depois fica gostoso, e quando acerta o ponto certo eu chego a ver estrelas, a sensação completamente diferente, poucos centímetros maior, mais dentro da vagina faz uma diferença, até o orgasmo é diferente mais intenso. Lembro quando eu encarei meus primeiros 23 centímetros dentro de mim (ela contava com sorriso no rosto, seus olhos brilhavam.) meu corpo tremia, ele me dizia como eu era uma boa menina, minhas pernas tremiam.”
“Entendi.” Eu falei tentando esconder o meu tesão e minha ereção.
“Você não acredita?”
Ela estava tão fascinada em fazer eu acreditar nela.
“Imagina depois de eu receber um pau desse e você vem transar comigo?”
Ela certamente viu um desconforto na minha cara, mas ela falava com tesão e queria me atiçar e fazer acreditar nela, ela não parava, talvez a maconha a deixou tão desinibida, ela bateu na mão em cima do meu pau e apertou “colocou o bic no bolso?”
Ela falou com um sorriso no rosto, eu com o bic na mão acendi, ela olhou e viu que estava agarrada no meu pau.
“Pensei que era bic carai!”
“Tá achando que meu pau virou isqueiro.”
“Do jeitinho que está só falta sair fogo.” Ela falou rindo. “Não consigo esquecer da Paula, pelo menos o cu dela vai estar cheiroso.”
“Cheiro rexona.” Eu falei e demos risada.
“Se vai ficar bravo comigo? Eu iria me encontrar com o Zé Neto hoje, mas como estava chovendo ele falou que vem em casa me buscar para a gente sair.”
Caramba aquilo foi uma facada no peito.
“Você quer que eu vá embora.” certamente era pra eu ir embora.
“Se você quiser ficar aqui não tem problema, se for embora só encosta a porta e fecha o portão, caso queira me esperar pra gente fumar um antes de eu ir dormir, vai ser legal.”
“Legal.” Eu realmente não sabia como responder.
Após isso a buzina tocou e ela saiu correndo, “te vejo depois.”