A Amiga e seus Segredos

Um conto erótico de Silvia
Categoria: Grupal
Contém 1719 palavras
Data: 12/03/2026 08:50:28

Casada há duas décadas, sou feliz com o Válber, um homem amável, com seus defeitos, mas muito honesto e trabalhador — até onde sei, até porque não procuro saber. Pedreiro de mão cheia, estamos na faixa dos quase cinquenta anos. O marido segue no seu ramo de trabalho, como autônomo. O "bichinho" some nos dias de semana com a desculpa de economia e retorna nos finais de semana, salvo quando tem feriado prolongado. Junto com ele, leva seu fiel escudeiro, o Paulo. Os dois se embrenham por cidades que nem imagino a direção e retornam com o dinheiro, não deixando faltar nada.

Do lado de cá fico eu, Sílvia: uma mulher foguenta, branca, peituda, alta, gordinha e linda. A esposa do Paulo se chama Carla; muito linda, de olhos verdes, morena e seios pequenos. Já externei várias vezes que, se eu curtisse mulher, já teria dado uns beijos nela. Ela sempre ri e comenta que deixaria.

Válber, em casa, não tem um minuto de folga. Ele some na semana, mas, nos dias em que imagina descansar, tem que me atender. Ele já chega e me encontra de lingerie, às vezes nua ou de camisola, e quase sempre bebendo vinho. Desligo os telefones e deixo a música dando o tom; já é rotina. Entro no banheiro para ajudá-lo no banho e o boquete "abre os trabalhos". Emendo pedindo a primeira pirocada por lá mesmo. Ele sempre comenta que eu sou uma puta, e bem paga, já que levo seu salário todo. Ouvindo cada elogio, eu tiro da bucetinha, coloco o seu pau enorme no meu cu e rebolo. Olho por cima do ombro, com as mãos na parede, e pergunto se não mereço. Nesse momento é a melhor hora, porque o pobre coitado me maltrata.

Lembro do dia em que ele fez a transferência do dinheiro para a minha conta enquanto comia meu cu. Como aquilo me excitou! Me senti uma piranha de estrada, recebendo pelo trabalho realizado. Depois disso, nossa foda varou a noite, sem beijo, só usando os "termos de contratação". Foi maravilhoso.

Mas o que quero deixar para vocês é a resenha com a Carla, a morena gostosa. Na verdade, eu só a chamo de "gostosa"; no meu celular, o seu contato é "Carla Gostosa". Nossos maridos, há cerca de quatro meses — salvo engano, era final de 2025, acredito que em novembro — alegaram que não conseguiriam voltar no final de semana porque a obra atrasou. Alegaram chuva e falta de material. Como dezembro seria uma pausa maior, eles não voltariam para casa. Enviaram fotos da obra. Eu, obviamente, fiquei enfurecida, puta da vida. Disse que, se soubesse que tinha mulher na jogada, iria arrancar o pau dele.

Depois de um tempo, mais calma, liguei para a Carla, que disse a mesma ladainha que o Paulo passou. Contaram o mesmo discurso. Resolvemos, então, sair para beber. Eu, com fogo no rabo, coloquei um vestido preto colado nas minhas banhas, sem calcinha e sem sutiã. Os seios gritavam. Estava bem maquiada, com o cabelo preso e, na bolsa, tinha cigarro, celular e camisinha. Estava pronta para o crime; precisava dar para alguém. Não aguentava ficar só me masturbando em chamadas de vídeo e assistindo a filmes pornôs.

Como sempre, a Carla estava enrolada para se arrumar. Na casa dela, tive que esperar a "princesa" se produzir. Abri uma garrafa de vinho e ficamos bebericando. Ela desfilava pelada na minha frente e eu olhava para ela com maldade. Por cima da roupa, eu massageava minha bucetinha depilada; a perereca estava lisinha e cheirosa por conta do creme. Eu apressava a bonita. Já passavam das 21 horas de um sabadão e eu ainda estava em casa. O calor era enorme; não sabia se era por conta da temperatura ou culpa da terceira taça de vinho, já que a "viada" demorava a beber. Tirei a roupa, pois estava muito suada e o ventilador não dava conta. Sentei no sofá da sala e fiquei alisando meu clitóris com o dedo médio, assistindo a um pornô que baixei de duas mulheres e um negão pirocudo. Na cena, os três se pegavam e as meninas dividiam a rola majestosa do cara.

Quando a Carla me viu na sala pelada, me masturbando e atenta à tela do celular — mal sabe ela que já assisti ao filme mil vezes — sentou do meu lado só de calcinha e pediu para ver. Passei o telefone para ela, peguei meu vinho, voltei a beber e mantive o dedo na minha bucetinha. Estava muito úmida. O dedo entrava e saía, esfregando o meu clitóris. A Carla, apertando os próprios seios, olhou para mim e perguntou se eu tinha coragem de chupar uma buceta. Eu larguei a taça de vinho, levantei-me e me posicionei no chão, indo na direção da "grutinha" dela.

A mulher só sabia rir. Eu coloquei a calcinha dela para o lado e fui lambendo sua coxa enquanto olhava para ela. Conforme me aproximava, percebia o perfume da sua ppk cheirosa, depilada e pequena. A puta se acomodou na poltrona usando os braços do móvel. Eu abria os lábios com os dedos e a língua subia e descia no seu clitóris. Os primeiros gemidos surgiram. Ela elogiava minha chupada, dizia que o Paulo não sabia chupar. Eu lembrei que sempre a quis e que ela é que não aceitava. Carla respondeu que imaginava que minhas investidas fossem brincadeira. A chupada passou a ter dedadas, até que a gostosa da vizinha pediu para parar.

Levantou-se e eu fiquei atônita. Voltei a beber o vinho, enchi nossas taças e fiquei olhando para ela. A puta pegou o seu celular e disse ter o contato de um cara que fazia programa, confessando que já o contratara algumas vezes. Nessa hora, tive um misto de tesão e raiva. Raiva porque ela poderia ter compartilhado a informação antes, mas, na verdade, estávamos quebrando barreiras. De fato, ela não poderia me passar o número de um homem e dizer: "Eu fodo com ele quando meu marido não está". Não soaria bem.

Após quarenta minutos de pegação, chupadas mútuas nos seios e muitos beijos na boca — Carla já tinha me feito gozar com seu "golfinho" e me chupando (caralho, molhei a poltrona com squirt por três vezes seguidas) — a campainha tocou. Ela conferiu a câmera, abriu a porta e entrou um negão enorme, de camiseta, chinelo e short de moletom, visivelmente sem cueca. A Carla o beijou na boca e, puxando-o pela mão, me apresentou. Eu não falei nada; apenas fui em direção à boca dele e nos beijamos.

Que homem cheiroso, alto, forte e gostoso! O cara me pegou no colo como se estivesse pegando uma peça de roupa do chão. Como estou gordinha, passei as pernas pela sua cintura; a mão dele estava embaixo da minha bunda, me sustentando. Ele chupava meus seios enquanto eu olhava para a Carla, que se masturbava assistindo à cena. Eu só sabia agradecer, balbuciando um "muito obrigada".

Marcos me colocou no sofá. Carla se ajoelhou, puxou o short dele e passou a chupar. Eu fiquei na posição de quatro no sofá. Carla preparou tudo, deixou o pau do negão uma tora, com a jeba toda babada, e passou a me chupar e lamber enquanto Marcos colocava a camisinha. Carla chupou novamente o negão e conduziu o pau dele até a minha bucetinha. Assim que fui penetrada, fiquei toda arrepiada. De olhos fechados, sentia a Carla alisando meu corpo e falando ao meu ouvido que eu era muito gostosa e que o Marcos ia saciar meu desejo.

Porra, o cara era bruto! Me pegava com força. Eu balançava e, olhando para a boca da Carla, pedi um beijo, sendo prontamente atendida. Marcos, sem qualquer autorização — e eu gosto disso, de ser abusada, sem permissões — lambeu meu cu e passou a colocá-lo no meu rabo. Acredito que meu "botão" deve ter piscado; amo dar o cu. Eu e a Carla nos beijávamos, enquanto a mão dela apertava e beliscava meus seios. Não conseguia gemer com as penetradas no rabo; só soltava alguns grunhidos quando a Carla me perguntava se eu estava gostando. A vaca pedia para o Marcos maltratar, porque eu era "puta" e estava carente de pau. Eu concordava aos berros. Já tinha gozado mais duas vezes só tomando no cu. O sofá estava molhado.

A vizinha anfitriã — que mulher vagabunda! — passou a chupar o cu do Marcos. Só percebi porque olhei para trás. O negão não falava nada. Depois de alguns minutos, ele gozou. O seu pau inchou no meu cu; ele passou a urrar e a me prender contra ele enquanto a Carla lambia e, de forma alternada, enfiava o dedo no rabo dele.

Ele saiu de dentro de mim, ela tirou a camisinha, chupou o pau dele ainda teso e deixou o macho limpinho, dividindo comigo o gosto da porra dele no beijo. Marcos se vestiu. Ela transferiu uma quantia que não sei quanto foi. Perguntei qual era a minha parte e ouvi como resposta que era um presente. Despedi-me do negão. Carla me passou o contato dele, disse que ele sempre resolve as necessidades sensuais dela e que a acompanha em casas de swing também. Rimos muito com as histórias que ela contou, e eu pude entender por que ela estava sempre tranquila na ausência do Paulo, enquanto eu sofria com a ausência do Válber. Reclamei muito, dizendo que ela poderia ter dito antes, mas os argumentos dela foram concretos: o receio de ser mal interpretada.

Tomamos banho juntas e, na cama dela, rolou mais pegação. Pela manhã, no café, mandei mensagem de bom dia para o Marcos, marcando para segunda-feira na minha casa. Deixei claro que queria "só atrás". Ele passou o valor e eu já depositei logo para garantir a agenda. Válber ligou em seguida — os chifres deviam estar pesando — passando os mesmos informes de antes. Pedi exatamente o dinheiro que gastei com o Marcos; afinal, ele era o culpado da despesa. Disse que tinha preparado uma surpresa.

Na segunda-feira, no horário combinado, recebi o Marcão na minha casa. Eu estava só de calcinha fio dental, com o letreiro de adorno: "FODE MEU CU". O negão fez valer cada centavo pago na minha cama, mas isso ficará para outro momento.

Quem não dá assistência, abre porta para a concorrência. Beijos e até a próxima!

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Comentários

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Puta vadia, o marido não dá assistência é porque tá trabalhando pra te sustentar, e você com a escrota que é, ainda tem a cara de pau, de pedir dinheiro para pagar o cara que ta traindo.

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uau, as personagens deram um show show show de transa show, texto de potencial massa, gostei de muito muito muitão. enfim, votadssmo

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