Esperei na sala Diana se recompor em seu quarto após nossa primeira foda tirando sua virgindade depois de ter me ameaçado a perder com o primeiro homem que encontrasse e logo ela voltou recomposta, como a garota de programa que aparentava ser antes com aquela roupa indecente.
– Avisei minhas amigas e elas estavam aí na porta, mas já foram. Só me disseram que depois terei que contar o motivo.
– Diga a elas que esbarrou naquele homem mais velho que você procurava e fez sexo com ele como você queria.
– Pena que não posso contar que é você. Nem uma delas conhece um homem tão lindo e gostoso como você e mal sabem o que você tem entre as pernas, falou sorrindo. Se já fariam fila, agora se ajoelhariam para ter você.
– Não sou galinha. Para mim, só uma vadiazinha me basta e não teria com elas uma fração do que senti com você. Fora que nenhuma delas chega a seus pés em beleza.
Ela veio até mim, se pendurou em meu pescoço sendo bem mais baixa mesmo com o salto alto daquela bota e me beijou apaixonada.
– Eu te amo tanto papai. Agora ainda mais por não ter me deixado fazer isso com outro homem. Seria mesmo só para satisfazer minha ânsia sexual, pois só amo você. Tem certeza que quer ir a uma balada cheia de garotos e garotas tão infantis?
– Tenho. Você se produziu tanto para sair. Precisa chamar a atenção como você queria, mas agora você tem seu homem.
Diana se arrepiou e confessou.
– Para ser sincera, se você se recordar vai perceber que comecei a me vestir assim há um ano, quando decidi que queria te seduzir. Nunca foi para os outros homens, era para você papai.
– Você provocou, provocou, até que conseguiu. Agora vamos.
No carro Diana me deu o endereço de uma balada no interior há mais ou menos 1 hora de distância. Ir tudo bem, mas dirigir na volta após o que eu ainda pretendia fazer com Diana seria perigoso.
– Veja um hotel de rede mais perto que tenha quarto e reserve para nós. Após essa noite maravilhosa, não quero que nada de ruim aconteça.
Diana começou a pesquisar no celular não com a facilidade que existe hoje, mas conseguiu um quarto em um bom hotel e já avisou que chegaríamos de madrugada. Se tivesse pensado antes teríamos levado uma muda de roupa porque quando saíssemos do hotel durante o dia no sábado com aquela roupa Diana seria a atração e certamente pensariam que ela era minha acompanhante enquanto eu possivelmente traia minha esposa. No entanto, era algo para se preocupar depois.
Minha mão direita estava na coxa quente e macia de Diana no espaço entre o cano alto do bota e a barra de sua microssaia que nem escondia a calcinha roxa úmida. Eu tinha uma curiosidade, mas já imaginava a resposta e se não fosse como imaginava ficaria decepcionado com Diana.
– Porque você disse que é uma vadia e não puta ou prostituta? Com essa roupa a primeira coisa que imaginei foi de ser uma garota de programa que é uma puta com outro nome.
– Simples papai. Puta ou prostituta recebem dinheiro para o sexo e nunca faria sexo por dinheiro. Tenho essa ânsia dentro de mim, mas é por fazer sexo, sexo com você que era o que eu queria. Não te disse naquele dia, mas sou uma vadia por só pensar o tempo todo em sexo com o próprio pai. Uma vadia apaixonada, felizmente por um homem lindo e muito dotado, falou sorrindo.
– Você disse que foderia o primeiro que encontrasse.
– O primeiro que encontrei foi você papai. Se me rejeitasse, talvez eu realmente desse para o segundo, mas seria por raiva por você não me querer e com certeza me arrependeria.
Espalmei sua buceta por cima de sua calcinha minúscula encharcada com meu pau já duro de novo me lembrando daquela buceta inigualável de minha lindíssima e gostosa filha. Pensei em algo muito safado, mas seria perigoso. Não tanto se eu diminuísse a velocidade.
Já estávamos mais ou menos na metade do caminho, era já quase 10 horas da noite e o trânsito estava tranquilo naquela rodovia. Sem Diana estar olhando para mim, abri o botão de minha calça jeans e me torcendo todo a abaixei um pouco com a cueca liberando meu pau, mas apertando meu testículo por baixo.
Diana percebeu meu movimento e no escuro do carro só com as luzes do painel, viu meu pau exposto na penumbra e antes que falasse qualquer coisa tirei a mão de sua buceta e a levei a sua nuca por cima de seus cabelos compridos a puxando em minha direção.
– Me chupa e me faça gozar como uma boa vadiazinha do papai.
Ela sorriu e girando no assento veio por cima do console apoiando a barriga sarada nele e encontrou meu pau o segurando.
– É imenso. Não sei como aguentei. Nunca fiz isso papai. Me diz o que devo fazer.
– Você é uma vadia e no instinto tenho certeza que fará melhor na primeira vez do que muitos que tive e sendo minha filha nem importa, porque vou gozar de qualquer jeito. Só evite os dentes.
Meu pau ainda tinha nossos fluidos de nossa primeira vez, talvez até um pouco de sangue, mas tarada pelo que faria Diana nem se importou e primeiro começou a lamber por toda a circunferência.
Minha mão em sua nunca entrou entre os cabelos o agarrando, mas só a controlaria quando me chupasse. Minha atenção na estrada me limitava relaxar, mas sua linguinha safada lambendo meu pau como um sorvete e sorvendo nossos fluidos me levava para um outro gozo enorme do jeito que ela queria. Vadia, só dando prazer a seu homem.
– Hummmm, mummmmm, haaaammmmm, minha filha murmurava mostrando que estava adorando e que Diana tinha nascido na mente de Amanda para ser aquela linda e deliciosa vadia.
Quando o colocou na boca, senti a dificuldade de seus lábios esticados, mas ela a cada engolida ia se esforçando e engolindo mais.
– Assim filha. Ohhhhuuu. Você vai fazer o papai gozar rápido.
Motivado pela excitação que sentia e querendo alimentar seu lado vadia, fiz algo que jamais tinha feito com mulher nenhuma, as respeitando, mas tudo que minha filha parecia querer comigo era que eu não a respeitasse.
A segurei pelo cabelo e a cada engolida sua eu a forçava além do que ela já tinha ido. Nada violento, mas ela já tinha leves engasgos. Uma, duas, três, quatro vezes e a vendo engasgar cada vez mais a liberei para que assumisse os movimentos pois já estava preocupado.
Ao invés de recuar, minha jovem e virgem filha até uma hora atrás, continuou se forçando em meu pau engolindo o que conseguia, mas não foi o comprimento que a impediu de ir além, mas a grossura porque seus lábios não tinham mais como esticar.
Tendo seu limite definido, Diana começou a ir e vir em meu pau e não demorou comecei a tremer a beira do gozo. Percebendo ela tirou rapidamente a boca.
– Me dá seu esperma papai. Sua garotinha vadia quer seu esperma, falou voltando a chupar, enquanto também o masturbava com uma mão.
– Gozaaaaaandooooooo.
Não foi aquele mar de esperma como em sua buceta, mas havia muito e Diana se complicou um pouco para engolir, mas deixando só minha glande em sua boca arrumou espaço para ir acumulando e quando terminei ela engoliu o que não tinha conseguido engolir antes.
Foi o mais forte, mas excitante, mais gostoso e mais longo gozo oral de minha vida e mesmo depois de terminar, minha filha continuou chupando gulosa. Deixei por mais um minuto, mas precisava prestar atenção na estrada.
– Pronto filha. Foi o maior gozo de minha vida desse jeito.
Ela se levantou lambendo os lábios, mostrando que tinha adorado minha porra.
– Adorei papai, falou engolindo o ultimo restinho já se sentando de seu lado.
– Vadias adoram porra, falei cruamente não me reconhecendo.
– Ahhh papai. Quando te falei que sou uma vadia, foi baseado no que minhas amigas dizem ser uma vadia e também pela minha vontade incontrolável de fazer sexo, mas era só na teoria ainda. Depois de você foder minha bucetinha com esse pau enorme e minha boca me dando seu esperma que adorei o sabor, agora tenho mesmo a certeza que sou uma vadia. Sua vadia que vai estar sempre querendo seu pau.
Peguei a toalha no banco de trás para ela limpar seu rosto.
– Só não vou te foder todos os dias porque quando a Amanda voltar, terei que interromper.
Diana acendeu a luzinha do espelho do para sol para retocar o batom.
– Fode a Amanda também papai. Agora nosso corpo não é mais virgem.
– Não posso fazer isso com ela, pois ela já tem seus traumas, falei preocupado.
– Nem toda mulher é vadia como eu, mas a esmagadora maioria gosta de sexo. Como você já me disse o trauma dela não é por abuso sexual, mas por perder a mãe, então talvez ela não rejeite. Você não vai contar a ela o que estamos fazendo?
– Vou ter que contar, pois ela vai sentir.
– Só te disse que estou tomando pílula, pois deixei um recado para ela em nosso diário e ela me respondeu que está tomando como pedi. Talvez ela queira sexo.
– Ou talvez ela só tenha medo que você a engravide.
– Pode ser, mas você deveria tentar depois que ela souber o que já fizemos. Talvez a excite. Não seria maravilhoso ter na mesma garota uma vadia sexual e a outra querendo um sexo todo romântico?
Terminando de falar ela finalizou seu batom vermelho mostrando como um rosto pode mudar do santo para o profano apenas com uma maquiagem. Como Amanda ela parecia uma anjinha e como Diana uma mulher diabólica extremamente sexual.
– Eu decido isso com ela. Logo vamos chegar. Tem certeza que não tem conhecidos?
– Certeza absoluta é difícil, mas ninguém que conheço gosta dessa balada. É cara e longe.
Quando chegamos o estacionamento estava lotado, porque já era tarde e todo mundo estava lá dentro. O guardinha me orientou a rodar e procurar um lugar porque tinha visto alguns carros irem embora. Era um terreno gigante sem nada que aproveitaram para o estacionamento e em uma das alças sem saída, lá no final encontrei uma vaga e estacionei.
Não era muito diferente das baladas onde fui muitos anos antes, só que naquela época nunca fui com meu próprio carro. Aquela era a noite de batismo de minha filha como vadia, então nos vendo em uma imensa escuridão sem ninguém por perto, decidi a fazer subir mais um degrau em sua graduação. Ela já se arrumava para sair do carro, quando a chamei com o interior totalmente escuro.
– Onde você vai? Quero te foder mais uma vez aqui no carro antes de entrarmos. Vem sentar em meu colo.
Diana não hesitou e enquanto ela passava por cima do console mostrando agilidade, empurrei o banco o máximo que consegui para trás. De novo abaixei a calça jeans e a cueca, mostrando meu pau duro.
Ela sentou no meio de minhas coxas e o pegou com as duas mãos.
– No melhor tamanho para uma vadia e sempre duro como nós gostamos. Não amolece, não, brincou.
– Para você nunca estará mole. Você para mim é um combustível nuclear.
– A Amanda também seria um combustível nuclear com aqueles vestidinhos sem graça, perguntou. Não minta papai.
– Agora que já conheço esse corpo que estaria por baixo dos vestidinhos, seria sim, mas não vou negar que você tem um apelo maior com essas roupas expondo seu corpo, falei levando as mãos para seus peitos enormes os apalpando.
– Ahhhuuu papai, aperta meu seios. Você já tinha feito sexo antes com alguma vadia como eu?
– Nunca porque gosto de discrição.
– Então não está gostando de me foder?
– Estou adorando, mas porque você é minha filha e te amo.
– Então me fode papai. Ahhhhmmm. Me leva para dentro daquele salão cheia de seu esperma. Mostre ao mundo que essa vadia gostosa é sua, só sua.
Diana largou uma das mãos de meu pau, afastou a calcinha e precisou se levantar tanto que bateu a cabeça no teto do carro terminando rindo.
– Precisa de um elevador, falou enfim colocando a ponta de minha glande em seu buraco melado e apertado, não importava que eu o tivesse invadido menos de 2 horas antes.
Conforme ia se soltando e se empalando ela gritava de dor e de prazer.
– Aaaahhhiiiiiiii papai. Dóiiiiii, mas é tão bom.
Enquanto Diana ia se afundando em meu pau fui para a barra de sua blusinha minúscula na base de seus seios e a levantei expondo aquelas mamas impressionantes, mesmo sob uma tênue luz da lua e com os olhos acostumados com a escuridão deu para ver que pareciam meias bexigas infladas olhando para frente, ou melhor, levemente para o alto sem nenhuma dobra em sua base.
Ao meu toque pele na pele Diana gemeu mais forte.
– Ohhhhuuuu. Meus seios são tão sensíveis papai.
Sensíveis, macios, lisinhos e quentes com forma a firmeza impressionantes. Muito maiores do que os de sua mãe já grandes e com certeza mais gostosos.
– Aaaaaaaaaaaauuuuuuuuhhhh. Esse pau maravilhoso está me preenchendo de novo papai. Diz que você nunca vai parar de me foder.
Pensei que seria possível não foder mais aquele corpo. Se Diana fosse embora com Amanda voltando ao controle em tempo integral e não quisesse fazer amor comigo, eu nunca mais o teria, mas enquanto Diana existisse seria eterno.
– Nunca filha. Eu amo esse corpo, falei quando senti seu bumbum se apoiando em minhas coxas mostrando que tinha enchido novamente sua buceta sem que entrasse tudo, mas desta vez parecia sobrar bem menos para fora.
– Ahhhh papaiiiiiiii, estou gozaaaaandooooo. Você arromba minha bucetinha.
Eu sorri feliz pela facilidade de minha filha ter orgasmos, mas do mesmo jeito que eu sentia meu pau sendo comprimido em cada ponto Diana devia estar sentindo sua buceta também ser pressionada a fazendo gozar.
A pegando pela cintura, a fiz começar o movimento de escorregar para trás e para frente em minhas coxas fazendo meu pau quase sair para então o engolir novamente.
– Ahhhhhhh papaiiii. Tão bom assim, gritou sem se preocupar não tendo ninguém perto de nosso carro.
A deixei indo e vindo gozando e levei minhas mãos para seus seios gigantes não me cansando de os espremer com as pontas dos dedos e quando senti aquele forte orgasmo de Diana perdendo forças, levei minha boca mordendo e lambendo cada seio e começando a mamar fogoso em seu pequeno, mas endurecido mamilo. Com os dedos espremia e torcia o outro a fazendo gemer de dor e prazer.
– Papaiiiiii. Papaiiiiiiiiiii. Amo ser sua vadia papai. Goza em mim porque você vai me fazer gozar de novo mamando assim em meus peitões sensíveis. Aaaaahhhhhhhhhhhhhhh.
No mesmo instante gozei acendendo o pavio de seu orgasmo que explodiu sentindo mais uma vez meu esperma de pai em seu útero de filha. Não conseguia falar nada porque não queria deixar de sugar esticando aquele mamilo delicioso e durinho e mesmo que quisesse as mãos de Diana em minha nuca não teriam permitido.
Meu esperma jorrava em menor quantidade e se previ após o primeiro gozo da noite que precisaria de 4 gozos para me satisfazer, pela forma safada que iam acontecendo, sabia que gozaria mais vezes, mesmo se meu esperma secasse.
Aquele forninho quente extremamente apertado e melado estava delicioso e poderia repetir, mas não via a hora de ver a reação dos garotos daquela balada ao verem Diana vestida daquela forma toda puta e provocativa e eu só aceitaria os deixar cobiça-la porque ela estaria vazando meu esperma depois de duas gozadas em seu útero quase virgem.
Quando terminou, voltei sua blusinha cobrindo aquelas maravilhas onde eu sempre me divertiria e a levei para cima desencaixando meu pau. Quando me virei para pegar a toalha, ela me impediu.
– Não vai adiantar nada me limpar por fora papai. Vai ficar escorrendo o que tem lá dentro. É tão escuro no salão e aqui no estacionamento que ninguém vai ver mesmo, falou voltando a calcinha ao lugar e indo para o outro lado.
Enquanto ela dava uma última ajeitada nos cabelos, desci do carro e fui a esperar do outro lado. O piso era de um capim batido e firme e Diana ia sofrer para ir até salão com o salto alto e precisaria ajuda-la.
Ao descer a abracei e caminhamos uns 7 minutos até chegar à entrada e sorte que estava com pouca luz. Enquanto comprava as entradas sem conseguir um setor vip, já vi os primeiros olhares de cobiça para aquele corpo que era pura provocação com aquela roupa.
Mesmo sendo uma balada tinha certeza que muitos pensariam que ela era uma garota de programa contratada por mim, eu não tão jovem como a grande maioria era. Quando entramos a música era exageradamente alta e estava lotado e para que ninguém tocasse em Diana, ela foi em minha frente e fui por trás a protegendo com os braços abertos em torno a seu corpo.
Fomos até o bar, peguei duas Ices em copos plásticos e mesmo não gostando que ela bebesse dei uma para ela. Achamos uma parede onde encostei e ela encostou de costas para mim como se assistíssemos o movimento.
Saber que aquela deusa para quem todos olhavam a cobiçando era minha filha e estava com meu esperma escorrendo de sua buceta para as coxas era incrivelmente excitante. Seu bumbum ficava esfregando subindo e descendo em meu pau provocativamente o deixando duro como aço novamente. Dava até vontade de levantar sua microssaia por trás, afastar sua calcinha e me enterrar em sua bucetinha outra vez, mas seria perigoso, no entanto eu estava convicto que a foderia mais uma vez lá dentro em algum canto.
Entre os goles de Ice gelada, eu lambia seu pescoço, sua orelha e virava seu rosto para mim a beijando indecentemente, tanto quanto minhas mãos em seus peitos. Eu dava um amasso delicioso em minha filha diante de todos.
Não éramos só nós naqueles amassos, mas pela visão frontal de Diana estar livre, era para ela que mais olhavam. Com sua deliciosa bunda esfregando em meu pau tive pensamentos maldosos e fui até seu ouvido falando algo pela primeira vez com aquele som insuportável.
– Esfregando assim, estou ficando com vontade de comer essa bunda deliciosa e só não vou fazer isso lá no hotel, pois não terei nenhum lubrificante para ajudar.
Seu pescoço torceu e minha filha me olhava como uma vadia implorando por sexo. Me puxando pelo pescoço, sua boca chegou a meu ouvido.
– Deve ter alguma farmácia 24 horas, me falou safada.
Sua provocação selou seu destino e por nada eu deixaria de estrear aquela bunda gostosa e redonda naquela noite, nem que tivesse que usar manteiga a ser pedida no bar do hotel, caso não encontrasse uma farmácia aberta.
Sabia que faria um estrago em seu cuzinho virgem e fui de novo até seu ouvido.
– Não tem medo?
Diana sorriu e também veio falar em meu ouvido.
– Vadias não tem medo porque adoramos pau. Claro que o seu é diferente, mas sei que você vai ser cuidadoso.
– Vou ter com certeza, mas antes vou te foder aqui nessa balada. Tem algum lugar?
Seus olhos brilharam.
– Os banheiros das mulheres são individuais. Eu finjo que estou passando mal e você entra comigo.
– Vamos fazer isso, mas vamos curtir um pouco antes. Viemos aqui para que vejam minha vadia, então vamos dançar, falei a empurrando e indo para a pista após deixar os copos no bar.
Nunca fui de dança e nem tinha álcool suficiente no sangue, mas ver minha filha se contorcendo para mim e para todos naquelas roupas indecentes sabendo que meu esperma vazava, fiquei empolgado e a acompanhei várias vezes me esfregando nela.
Talvez por eu ser grande, ou por eu ter cara de mais velho do que aqueles pivetes, ninguém se atreveu a mexer ou tocar em Diana e pudemos nos divertir. Ela estava esbaldando alegria vivendo o que ela queria ser com a proteção e a participação efetiva de seu pai.
Mesmo sendo o beneficiário direto daquele seu comportamento, não conseguia deixar de lembrar que estava lá também protegendo Amanda.
Depois de umas duas horas e muitos amassos que demos estava insuportável ficar mais tempo, mas primeiro eu tinha que foder Diana antes de irmos embora. Fingindo que estava muito mal e que poderia até vomitar em um das garotas da fila, nos deixaram furar a fila e entramos em um deles, bem sujinho por sinal, mas que serviria a nosso propósito.
Estiquei um papel de enxugar as mãos na borda da pia e a sentei sobre ele. Diana já ficou com as pernas abertas mostrando sua calcinha roxa escura de tão molhada de fluidos. Ela estava tão insaciável quanto eu e abriu os braços.
– Vem me foder papai.
Afastei a calcinha vendo aquela bucetinha que eu estava louco de vontade de experimentar com minha língua e pensei que no hotel após um banho eu conseguiria. Pincelei em sua vulva escorregadia e assim que dei uma leve encaixada sabendo que não sairia do lugar levei minha mão a suas ancas a prendendo no lugar com menos cuidado por já ser a terceira vez que a invadia naquela noite.
Em torno a nós o som bombava até tremendo as paredes de tão alto e ninguém ouviria, ou melhor, distinguira um som vindo lá de dentro mesmo com o ouvido na porta. Fui invadindo sem parar com aqueles músculos jovens e fortes teimando em deixar tão apertado e resistente quanto estava quando tirei sua virgindade horas atrás. Diana sentia o mesmo.
– Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhuuuuuuuuuuuuuuuiiiiiiiiiiii papai, vou ficar dolorida por dias, falou enquanto seu corpo magnifico era novamente tomando posse por mim.
Só escutei porque estava com o queixo apoiado em seu ombro com sua boca perto de meu ouvido, o mesmo acontecendo com ela. O que pensei foi que não teria como Amanda voltar sem sentir aquelas dores e saber o que aconteceu, mas esse era um problema para outra hora.
– Sua vadiazinha. Vou deixar sua bucetinha esfolada o tempo todo, para que você não se esqueça que é minha vadia. Só minha, falei enterrando a metade que faltava rudemente.
– Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, ela gritou continuamente nos 5 segundos que demorei para entrar vencendo suas paredes resistentes.
Comecei a estocar virilmente naquela buceta em que eu já estava viciado e ligado para sempre, ou até que Diana existisse.
– Me fode papai, me fode. Eu amo se pau e amo você e serei sempre uma vadia fiel.
Diana nunca mentia e nunca voltava atrás em uma promessa, mas aproveitei o momento, para garantir o controle sobre ela evitando que colocasse Amanda e ela mesma em situações constrangedoras. Até parei o ir e vir ficando enterrado para que ela prestasse muita atenção enquanto eu falava em seu ouvido.
– Se me trair, mesmo que seja com apenas um beijo ou um toque por cima da roupa, nunca mais vai ter meu pau e nunca falei tão sério.
– Nãoooooooooo. Eu juro por minha vida papai, nunca vou te trair de nenhuma forma. Se alguém tocar em mim será sem meu consentimento. Não para de me foder papai. Quero que você me foda sempre que quiser. Sou sua vadiazinha. Só sua e para sempre.
Satisfeito, voltei a estoca-la ainda com mais força tendo que a segurar firmemente no lugar pelas ancas ou a parte de trás de seus joelhos ficaria todo machucado mesmo com a bota.
Aqueles peitos grandes espremidos contra meu peito eram por demais tentadores, principalmente depois que me diverti com eles no estacionamento, mas minhas mãos tinham que ficar onde estavam com meu ataque quase brutal, chegando próximo a intensidade máxima que eu poderia usar muito antes do que previ mais cedo quando pensei que isso só aconteceria depois de dias.
Mas Diana era um vulcão sexual e para a satisfazer eu não poderia ficar com melindres. Ela gritava de prazer parecendo ter sincronizado com a batida da música para que fosse impossível escuta-la.
Eu já devia estar a martelando sem piedade por uns 5 minutos, só tendo diminuído o ritmo quando percebia seu orgasmo próximo, mas era hora de terminar pois poderia ser comprometedor com aquela fila de garotas esperando lá fora.
– Eu vou gozarrrrrr. Goza comigo vadiazinha.
Assim que gozei e meu esperma quente começou a se espalhar mais uma vez em seu útero, Diana se agarrou forte em meu corpo e tremendo toda gozou muito intensamente sem nem falar nada, só gemendo.
– Aaaaahhhmmmmm. Ahhhhmmmmm. Uhhhhfffff.
Não acreditei que ainda tinha uma boa quantidade de meu esperma irrigando seu útero na quarta gozada da noite e imaginei que tesão extremo também acelera a produção de mais sêmen.
Quando seu gozo terminou, ao invés de prostrada estava empolgada me puxando para falar no ouvido.
– Foi maravilhoso papai. Na balada, com esse som alto no fundo, dentro do banheiro feminino e com um monte de garotas lá fora não sabendo o que está acontecendo, ou sabendo, me faz sentir uma verdadeira vadia. Nessa noite você realizou todos meus sonhos e sou sua para sempre. Eu te amo mais do que tudo, falou me empurrando de seu ombro e me beijando.
Foi um beijo rápido porque tínhamos que sair.
– Também te amo mais do que tudo filha. Agora vamos, porque já abusamos.
Quando deixei sua buceta nossos fluidos abundantes escorreram sobre o papel e enquanto voltei a cueca e a calça ao lugar, Diana ajeitou a calcinha como pode e depois deu uma ajeitada no cabelo diante do espelho.
Ao abrirmos a porta ela fingiu estar menos mal do que quando entrou, mas muitas garotas que nos viram entrar já tinham usado os banheiros vizinhos e ido embora. Para as mais de trás que chegaram depois foi uma surpresa sairmos juntos. Ninguém escutava, mas com um sorriso eu ia agradecendo a cada uma e elas certamente podiam ler meus lábios e eu só recebia sorrisos segurando Diana a meu lado como se ela precisasse de ajuda.
Não precisava, porque assim que terminamos a fila ela me deu uma cotovelada com cara de bravinha e só foi após eu pagar a conta e sairmos daquele inferno sonoro que fiquei sabendo o motivo.
– Aquelas garotas da fila ficaram te xavecando e você ficou rindo para elas.
Valeu a pena a dor da cotovelada porque fiquei exultante com seu ciúme. Estávamos já caminhando em direção ao carro e foi ótimo ter saído àquela hora, pois quando desse o horário aquele estacionamento viraria um inferno com vans e motoristas bêbados querendo sair antes do que o outro.
Diana sofria com aquela bota e o certo teria sido a deixar na entrada e ir buscar o carro sozinho para pega-la, mas como estava sozinha seria alvo de assédios com aquela roupa matadora, então teve que se sacrificar. Respondi a seu ciúme feliz da vida.
– Vendo a deusa a meu lado, mesmo se me xavecaram sabiam que não tinham chance nenhuma. Também jamais vou te trair filha. Nunca traí ou tive duas mulheres ao mesmo tempo e não faria isso com a única que verdadeiramente eu amo depois de sua mãe.
Ela me olhou sorrindo tão feliz quanto eu fiquei com seu ciúme.
– Eu confio em você papai, mas não nelas porque você é muito lindo e gostoso. Vou falar mal de você para todas minhas amigas não flertarem, falou sorrindo.
– Olha quem fala. A cada final de semana eu tinha que te ver saindo de casa com essas roupas e só não entrei em desespero porque você me prometeu que me contaria antes de fazer qualquer coisa, mas como hoje, todos os homens onde você foi ficaram te cobiçando.
– Como te falei, só um descarado tocou meu peito e levou um tapa na cara e foi tirado da balada pelos seguranças. Se você tivesse feito comigo o que fez hoje antes, que sempre foi minha intenção me vestindo assim, eu não teria mais colocado essas roupas.
– Como você nunca deixou ninguém tocar no que é meu, está perdoada. Olhar não tira pedaço e você é mesmo deslumbrante. Sempre me perguntei porque você não ia para a casa de alguma amiga se trocar e evitar que eu ficasse chateado.
– Agora você tem sua resposta papai. Eu me vestia para você, mesmo que centenas de outros homens me vissem depois, como hoje