Então peguei Larissa nos braços com toda a delicadeza do mundo, como se ela fosse a coisa mais preciosa que eu já tinha segurado na vida. Seu corpo nu, quente, tremendo de expectativa, encostava no meu. Os peitinhos firmes pressionavam meu peito, a bucetinha molhada dela roçava de leve na minha barriga, e os pelinhos escuros naturais faziam cócegas na minha pele. Ela abraçou meu pescoço, e seu rosto enterrado no meu ombro, respirando rápido e quente contra meu pescoço.
“Ricardo… meu coração tá batendo tão forte que parece que vai sair. Eu quero tanto… mas tô com tanto medo… e ao mesmo tempo tão molhada…”
Beijei sua testa devagar, sussurrando contra a pele dela: Eu sei, meu amor. Eu sinto o mesmo. Vamos devagar. Se doer, se você quiser parar, é só falar . Hoje é só sobre você. Quero que seja perfeito, especial… puro. Quero cuidar de você como você merece.
carregando ela, o pau duro latejando contra sua coxa. Entrei no meu quarto, acendi só o abajur do criado-mudo — luz suave, quase como uma vela. Deitei ela na cama, lençóis brancos frios contrastando com o calor do corpo dela.
Ela se abriu um pouco, as pernas estavam tremendo, com seus lindos olhos fixos em mim enquanto eu me aproximava, Meu pau estava duro, veias saltadas, cabeça inchada e brilhando de pré-gozo.
Ela mordeu o lábio com força, e com os olhos arregalados me disse, nossa meu amor… Caralho… ele é tão bonito… tão bonito… tão duro só por mim… posso tocar?
Ajoelhei na cama ao lado dela. Comecei pelos beijos mais lentos e profundos da minha vida. Beijei sua boca devagar, língua entrando suave, sentindo o gosto doce e inocente dela, a saliva misturando, o tremor dos nossos lábios. Ela gemia na minha boca, suas mãos subindo pelas minhas costas, as unhas arranhando leve.
Larissa - Você beija tão gostoso… sinto minha bucetinha latejando… tá molhada pra caralho…
Desci os beijos pelo pescoço, chupando a pele macia, deixando marcas vermelhas que ela ia ver de manhã e sorrir. Cheguei aos peitinhos médios e empinados — biquinhos rosados já duros como pedrinhas. Lambi um devagar, em círculos, depois suguei forte, mordiscando leve. Ela arqueou as costas, gemendo alto ainnn … chupa meu biquinho… assim… o outro também… ai, amoooorrr … tá me deixando louca…”
Alternei entre os dois, chupando, lambendo, mordendo, enquanto minha mão descia pela barriga lisa, traçando o umbigo, chegando ao monte de pelinhos escuros e naturais. Dedilhei por cima da bucetinha, sentindo a umidade quente escorrendo pelos lábios inchados.
Tua bucetinha tá encharcada, Larissa… olha como tá molhada… quer meus dedos nela quer?
Quero… por favor… me toca… me abre… me faz sentir mulher…
Abri os lábios dela com os dedos, o grelinho estava inchado aparecendo rosado e brilhante. Circulei devagar com o dedo médio, depois enfiei um dedo na entrada apertada e virgem, sentindo o calor e um aperto insano. Ela gemeu, abrindo mais as pernas.
“Ainn… tá entrando… devagar… que gostoso… mais fundo… que delicia amor…”
“Caralho… tá me fazendo tremer… tô sentindo tudo… ainnnn amorr… ainnn tô gozando… gozei no teu dedo meu amor.. que delíciaaa!”
sua bucetinha apertava meus dedos, o melzinho escorria pela minha mão. Beijei a boca dela enquanto ela gozava, sentindo o corpo convulsionar.
Depois desci, beijando a barriga, o monte de Vênus, abrindo as pernas dela bem abertas.
Agora quero provar tua bucetinha… relaxa, amor.
Lambi devagar, da entrada até o clitóris, saboreando o melzinho doce e quente dela. Ela gritou, puxando meu cabelo:
“Aiiinn caraalho sua língua…ahhh… na minha bucetinha… issssso… lambe mais… chupa meu grelinho amor… ai, que delícia… enfia a língua dentro…”
Chupei forte , colei junto a chupada meu dedo fodendo ela ritmado. Ela rebolava na minha boca, gemendo sem parar:
“Caralho… tô gozando de novo… na tua boca… ai, gozei… tão forte… continua chupando!”
Levantei o rosto, beijei a boca dela, deixando ela provar o próprio gosto.
“Gostou do teu gostinho, Larissa?”
“Hmm… doce pra caralho… agora quero provar você.”
Ela me empurrou de costas, mãos tremendo pegando meu pau.
“É tão quente… grosso… a cabecinha tá babando amor … posso chupar?”
“Pode amor… faz do jeito que quiser.”
Ela lambeu a cabeça, tímida provando o pré-gozo salgadinho. Depois abriu a boca, chupando devagar, subindo e descendo, a mão na base apertando. Babava tudo, olhos lacrimejando, mas não parava.
“Hmm… gosto do teu pau… quero engolir mais… tá bom assim? Perfeito… tua boquinha virgem é uma delícia… chupa mais fundo amor… isso.. ahhh…
Ela tentou engolir até o fundo, engasgando, saliva escorrendo pelo meu pau. “Quero teu leitinho… mas primeiro quero você dentro de mim.”
Deitei ela de costas novamente, pernas bem abertas. Posicionei o pau na entrada, minha cabeça roçando os lábios úmidos e inchados.
“Respira fundo ta, relaxa… se doer, paro na hora. Olha pra mim.”
Ela assentiu, olhos fixos nos meus, e as mãos nas minhas costas.
“Vai… me faz tua… quero sentir você me abrindo…”
Empurrei devagar, só a cabeça entrando. Ela gemeu, mordendo o lábio.
“Ai… tá abrindo… dói um pouco… mas continua… quero tudo…”
Entrei mais, sentindo o hímen resistir. Parei, beijei a boca dela com paixão.
“Eu te amo, Larissa.”
“Eu também… mete… me fode… me faz mulher.”
Empurrei com carinho, firme, até o fundo. Ela gritou baixo, com lagrimas nos olhos, apertou minhas costas dizendo: ainnn amor Tá todo dentro… ai… que… que gostoso… mexe … devagar…” assim é tão boooommm…
Comecei a bombar suave, entrando e saindo devagar, sentindo o aperto virgem me envolver como um punho quente. Ela gemia, enlaçando as pernas minha cintura.
“Aiii… tá gostoso… mais forte agora… fode minha bucetinha… me faz tua putinha… ai, gozei de novo, isso amor ainnnn!”
Que delicia amor… agora me pega por trás… bate na minha bundinha… me fode forte meu amor…
Entrei fundo, metendo ritmado, com minha mão ia fazendo um carinho na buceta. Ela gritava forte…
“Caralho… tá me arrombando… amoooor… que deliciiaaa… ai… mais forte… me chama de putinha meu amor…
Ai eu Virei ela de lado, com a perna levantada, metendo de ladinho enquanto chupava o biquinho do seu peito…
“Quero teu leitinho… agora goza dentro amor… enche minha bucetinha virgem!.. Eu meti forte e intenso, mais ritmado, e entao gozei fundo, jatos quentes enchendo ela. Tô gozando… toma tudo… caralho!”
Caímos abraçados, suados, ofegantes. Ela chorou de emoção:
Foi perfeito… minha primeira vez… com você. Eu te amo pra sempre.
Eu também te amo, Larissa. Foi puro… intenso… nosso.
Dormimos colados, com nossos corpos entrelaçados.
Mas o inesperado veio na manhã seguinte.
De manhã acordei cedo, Larissa ainda dormia exausta, nua e quase sorrindo… no meu quarto. Desci pra cozinha pra fazer café. Eu estava peladão, De repente, ouço uma batida na porta da frente e depois abriu devagar. Era ela — a mãe de Larissa, 45 anos, morena, corpo voluptuoso, peitos grandes, bundona, cabelos longos cacheados. Vestia só um vestido leve, sem sutiã, mamilos marcando o tecido. Tinha chegado de madrugada do Brasil, sem avisar ninguém, “pra fazer uma surpresa”. Nao sei como me esqueci de trancar a porta.
Ela me viu pelado, com meu pau ainda semi-duro da noite. Eu no extinto coloquei minhas maos cobrindo meu pau, quase em vão.
Fica tranquilo, nao precisa se cobrir nao, voce ta em sua casa. Eu que devia ter insistido em bater mais na porta, mais quando percebi que tava destrancada, fui logo entrando…
… Larissa falou muito de voce amigo, eu precisava vir aqui e ver se tava tudo bem como ela dizia… ela sempre me mandou fotos suas, dos presentes que voce da a ela, ela me mandava pra passar na minha cara o quanto eu a sufocava com minhas imposiçoes… no começo a gente discutia. Mais com o tempo eu fui percebendo o quanto ela estava bem. Eu sempre soube que isso ia acontecer.
Eu estava congelado, palido, nervoso. Só consegui falar: desculpa… ela tá dormindo.
Voces dois transaram essa noite? E sorriu de um jeito que ninguém imaginaria — um sorriso safado, olhos foram descendo pro meu pau.
“Eu não vim pra ver ela. Tambem claro, é minha filha… mais eu to aqui mesmo é pra ver você. o homem que Desde que vi as fotos que ela mandava… e ouvi as mensagens dela falando de você… eu não consigo parar de pensar nesse pau.
Minha filha tá feliz… eu sei… mas eu também quero sentir.
Aqui. Agora. Só nós dois. Ela nunca vai saber.
Com assim? Porque? A gente se conhece a tantos anos, nunca tivemos nada…
Ela tirou o vestido em um segundo, nua na minha cozinha. Peitos grandes balançando, buceta depilada brilhando, corpo maduro e quente. Tava sem calcinha a safada…
Mais antes eu nao sabia do homem gostoso e incrivel que voce é.
“Me fode aqui mesmo, Ricardo. Me arromba como você arrombou minha filha. Quero sentir esse pau que fez ela gemer a noite toda.”
Eu não pensei. Meu pau ja tinha pensado por mim, entao só me entreguei… encostei ela na bancada, levantei sua perna esquerda e meti fundo na buceta madura e molhada.
Ela gemia alto:
“Caralho… que pauzudo… me fode forte… sou a mãe dela, sua sogra ricardinho… e agora tô tomando na minha buceta o mesmo pau… ai que delicia de pau… issso… me fode gostoso vai, segura meu peito seu safado… chupa eles vem… issso… mama gostoso… ainnn minha buceta…. Que pecado gostoso… issso… ainnnn… me beija vem… issso…
Vou gozar sogrinha… ahhhh… que tesao porra…
Isso, mete mais forte e goza vai, isso, mete, vai, eu gozar tambem… ainnn, ta vindo… ta vindo… ta vindo… ainnnnmn ainnnnmm… to gozaaaaaando….
Ahhhhh, isso… que delicia… sente meu gozo sogra…
Fodi ela ali, cru, animal, quase sem carinho — só tesão puro e proibido, extinto animal mesmo… Gozei dentro dela enquanto ela gozava comigo… foi incrivel..
“Esse segredo é nosso… pra sempre.”