Bom passamos por tanta coisas, que podemos dizer que somos bem maduros com a ideia de um do outro, ela me vê como um amigo beta, eu a vejo como uma amiga, puta e amor da minha vida, se ela está comigo eu fico de bom humor, e se ela está saindo com outro eu fico chateado.
Se colocar na balança eu deveria ficar longe dela, mas simplesmente não consigo e quando estamos juntos as coisas tendem a ficarem loucas.
Foram praticamente 5 dias seguidos chupando a Helô toda noite, final de semana chegou e fomos a um rolê na chácara de um amigo, tinha umas 18 pessoas, e tinha um cara que estava no radar da Helô, dessa vez era o Marcos. Ele estava de visita na casa de um primo da galera da roda, a gente ficou bebendo, curtindo e no meio da noite Helô chegou em mim acho que era pra zuar da minha cara ou algo que eu pudesse ficar em modo alerta, não sei.
“Vou com o Marcos no carro e logo voltamos.”
“Helô não vai transar com ele!”
Ela deu um tapa no meu braço “você está sendo ciumento e intrometido.”
“Helô é sério, tô com o maxilar doendo te tanto de chupar a semana inteira.”
Ela me lançou um olhar como se estivesse me avaliando.
“Para com isso, não gosto de você com ciúmes e possessividade.”
O Marcos chegou, ela me olhou “as chaves do carro.”
“Hum, ah sim.”
Enquanto eu pegava as chaves do carro, ela abriu um sorriso largo, ela pegou as chaves e eles saíram de mãos dadas, eu fiquei olhando enquanto ele a levava embora, confesso que fiquei com tesão de ver eles indo transar no meu carro.
Bom eu fiquei com pessoal, a gente ficou bebendo, curtindo e começou a brincadeiras para beber mais, e uma delas foram verdade e desafios, os desafios eram bem idiota, como dança da garrafa, beber uma dose de whisky, da um selinho no amigo, tudo na brincadeira.
Depois de um tempo Helô volta e senta do meu lado e bebemos e brincando, eu puxei um papo com ela bem discreto para ninguém dar bola.
“Você demorou.”
“Eu sei.” Ela falou com um sorriso no rosto.
Fiquei em silêncio, ela cochichou no meu ouvido “tô com o maxilar doendo de tanto chupar… agora te entendo um pouquinho.”
“Cala boca.” Eu falei alto, todos ouviram, ela deu risada e eu também, todos sabiam que a gente era escandaloso nem ligaram e continuaram o jogo, e ela foi escolhida, ela escolheu desafio, filho da puta que falou isso.
“Desafio dar um beijo no Vinícius.”
Todos na roda imaginam o quanto eu desejava aquilo, eu aceitei, ela me deu um selinho eu fiquei bem vermelho, depois daquilo logo deu um pau no som que dispersou o pessoal e acabou a brincadeira, e eu fui na piscina fiquei sentado no banco bebendo sozinho.
Ela chegou rindo e sentou no banco “poxa Vinícius eu juro que você iria negar meu beijo.”
“Porque eu faria?”
“Porque acabei de chupar outro?” ela riu
“Eu sei, mas você pelo menos lavou a boca, está de batom passado!”
“Não, eu só passei batom.”
“Puta que pariu que nojo… você pelo menos devia ter lavado a boca com água… fala que está zuando.”
Ela ficou rindo uma eternidade.
“Poh não sei porque eu vou com você nos lugares.” eu falei.
“Porque você me ama.”
“Não amo mais.”
“Ama sim, vi você olhando para minha mini saia hoje.”
“Sai bruxa.”
Ela riu e falou “verdade ou desafio?”
“É sério?” eu perguntei.
“Verdade ou desafio?” Falou com olhar desafiador.
“Não vou brincar.” Falei sentindo um pouquinho de medo.
“Se você não brincar, eu vou falar pra todos que você tem um pau pequeno.”
“Tá vendo como você é manipuladora.”
Ela se divertia “verdade ou desafio?” falando rindo.
“Verdade.”
“Verdade que você fica olhando nos meus lábios, com vontade de me beijar?” Ela falava pertinho a centímetros me provocando.
“Não me olhe assim.” eu já não estava resistindo.
“Vejo que quer um beijo.” Ela continuava me provocando. “Não quer beijar? Logo o pessoal vai te chamar de boca de pelo… agora vai dar um de difícil e negar?”
“Você não chupou geral porque falariam.”
“Porque eu vi quando o Marcos e o primo dele riram quando eu te beijei, é só questão de tempo.”
“Ah vai se foder.”
“Vem me beijar.” ela falou brincando.
“A verdade já foi, só sobrou o desafio para você.” falei já imaginando a minha vingança.
Ela deu uma erguida na sobrancelha esperando eu falar.
“Desafio a me chupar?” Eu falei tremendo.
“Vamos embora então.” ela respondeu rápida.
Eu sai na frente despedindo de todos e ela sempre ficava rindo porque eu ficava feliz quando esses momentos aconteciam.
Montamos no carro e fomos indo embora e no meio do caminho ela colocou seus dedos perto do meu nariz, eu senti o aroma mais gostoso de todos os tempos, era da sua bucetinha, ela veio com os dedos melados para eu cheirar, que fdp.
“Deixa eu cheirar mais.” eu falei.
Ela ficou rindo. “Você nem sabe o que.”
“Se acha que não conheço o cheiro do seu periquito.”
Ela riu alto, eu parei o carro e com agilidade deitei o banco o dela e puxei suas pernas para mim, ela bateu a cabeça “que brutalidade.” Ela falava rindo “para”, mas fui puxando a sua calcinha.
“Foi você que começou.” eu falei.
Ela rindo e eu afastei suas pernas, ela tentava fechar mais ria pra caramba, eu puxei ela pelas pernas e subi sua mini saia, me abaixei, foi quando ela olhou séria, falou “o que você está querendo fazer?”
“Culpa sua agora aguenta.”
Fui de boca na sua buceta, e nossa que deliciosa, o calor, o sabor, a maciez, a viscosidade do melzinho que estava nela, eu lambi sentindo seu melzinho na minha língua, só aumentava a minha vontade chupei sua buceta de baixo até em cima, abrir com os dedos os lábios descobrindo o clitoris, lamber, beijar, sugar eles fazendo ela enlouquecer, ela já gemia baixinho, tão gostoso.
Ela estava segurando minha cabeça como se não quisesse que eu saísse dali, voltei para seu clitoris, passei a brincar com ele com a ponta da minha língua, ela quase gritou, se contorcia, eu dei uma chupada mais forte na sua buceta e ela me segurou pelos cabelos e gozou enquanto me prendia.
Dei um beijão em sua boca com língua bem molhada, bem demorado, já tava ali porque não tirar a casquinha daqueles peitinho lindos, segurei um enquanto a beijava e fiquei apertando, apertei o biquinho e beijando, depois peguei o outro e fiz o mesmo, ai parei de beijá-la, fiquei olhando pra ela, e falei pra ela.
“não me atiça novamente, pois se fizer eu vou te chupar de novo.”
“Você sabe que não lavei a boca ainda.” Falou com o sorriso no rosto.
Ela ficou olhando pra mim com um sorriso besta enquanto eu tirava meu pau pra fora, ela pegou nele como sempre com os dois dedos e começou a chupar, ela me olha “verdade ou desafio?”
“Agora é? No meio do meu boquete?”
“Eu não vou parar.”
“Verdade.” Eu falei com um sorriso no rosto.
“O que você sempre quis fazer comigo e nunca pediu?”
Meu Deus, não tinha outra opção melhor para aquele momento.
“Gozar no seu rosto.”
Ela abriu um sorriso, e falou “verdade.”
E voltou a me chupar, eu tentando responder algo.
“Quando foi a última vez que alguém gozou nos seus rosto.”
Ela me olhou e colocou a cabeça no meio peito.
“Quer mesmo saber?” Falou rindo.
“Sim.”
“Hoje mesmo, ele gozou nos meus lábios e nariz e pra não sujar mais eu tive que colocar a boca.”
Meu pau tremeu de tesão ela com um sorriso voltou a chupar meu pau, colocando ele todo na boca, aí senti a sua língua passando por volta do meu pau, era tão gostoso.
“Que delícia.”
Ela continua me chupando, eu estava louco pra gozar, ela segura com os dedos e começa a me masturbar, eu louco de tesão coloquei a mão na sua cabeça deixando sua cabeça encostada na minha barriga, ela me deu a face do lado direito inteira pra mim gozar em cima, foi tão forte que sujei o seu rosto, maquiagem e até cabelo.
Ela se levantou com o rosto pingando esperma perguntando se eu tinha papel.
Foi emocionante de ver eu simplesmente esqueci de guardar meu pau, ela se limpou e depois me olhou e passou um papel no meu pau mole limpando também.
“Meu Deus, nunca pensei que seria tão pequeno.”
Fomos para casa os dois com as pernas bambas, eu com vergonha só consegui dizer.
“Pelo menos a gente gozou.”