Bernardo - Opa, te peguei cara.
Eu - Me desculpa, eu não te vi.
Bernardo - Relaxa, está tranquilo!
Novamente tomei outro susto e quando dei por mim, me toquei que era um homem estranho dentro da minha casa e gritando eu perguntei:
Eu - Quem é você e o que está fazendo aqui dentro da minha casa? Cadê meus irmãos e meu pai?
Bernardo - Eu sou Bernardo e você deve ser o Diego se não estou enganado, sou o seu cunhado.
Minha visão e minha mente finalmente resolveram acordar, quando olhei direito era o rapaz da foto que tinha me chamado bastante atenção, o homem que eu tinha visto ao lado da minha nova irmã e sinceramente ele era muito mais bonito pessoalmente do que na foto parecia um príncipe de tão perfeito que ele era.
Naquele momento eu fiquei um pouco mais aliviado porque já tinha reconhecido ele, o cumprimentei e fui em direção ao ponto tradicional de encontro da minha família: a cozinha kkk. Chegando lá, estavam todos os meus irmãos conversando com meu pai e com a visita que eu estava doido para conhecer, a minha nova irmã. O meu pai foi o primeiro a bater o olho em mim entrando pela cozinha e já falando:
Pai - Finalmente você acordou, vem cá conhecer a sua irmã.
Luiza - Oi, prazer sou a Luiza kkkk!
Eu - Sou o Diego, tudo bem?
Fui até ela ainda um pouco sem graça e a abracei enquanto todo mundo só olhava para a gente, não sei o que esperavam que fosse acontecer mas até aquele momento eram apenas dois estranhos se conhecendo pela primeira vez.
Eu - Tudo tranquilo, só com um pouco de ressaca mesmo.
Luiza - Os meninos estavam me falando aqui de ontem.
Eu - Sim, a gente bebeu um pouco.
Pai - Um pouco não, bastante kkkk… nem vi a hora que foram pra cama.
Ricardo - O nosso pai capotou logo cedo.
A gente deu uma leve risada e eu sentei na mesa ao lado do Rodrigo e de frente pra ela, o meu pai tava sentado na ponta como sempre sentado na ponta perfeitamente entre eu e a Luiza, o coroa estava ainda meio sem graça e parecia não conseguir olhar pra nenhum dos dois, parecia estar congelado olhando apenas para o Ricardo que comia sentado na outra ponta da mesa. O Thiago que estava sentado em uma das banquetas que tinha próximo ao balcão da cozinha resolveu falar:
Thiago - Relaxa aí coroa, suas meninas finalmente se conheceram.
Ricardo - O pai tá que não passa nem uma agulha, tá tão nervoso que não olha nem para o lado.
Pai - Que nervoso o quê menino e senta aí Bernardo, não paga pra sentar não e come alguma coisa também.
Bernardo - Tá certo sogrão.
Luiza - Acho que você já conheceu o meu noivo Bernardo.
Eu - Sim, me esbarrei com ele no corredor. Parabéns pelo noivado e pelo noivo.
Luiza - Obrigado, eu acho kkkkk, esse daqui eu comprei na planta.
Thiago - Cuidado com o teu homem viu Luiza, o Dieguinho aí é perigoso pode querer roubar ele de você.
Eu - Vai te fuder Thiago.
Luiza - kkkkkk Roubar de mim eu não deixo, mas se ele me pedir com jeitinho eu posso emprestar pro meu maninho.
Eu - Acho que tenho uma nova favorita nessa família.
Thiago - Tudo por um macho né Dieguinho, você eu não sei não.
Bernardo - Eu ainda tô aqui viu.
Luiza - Relaxa bê, eu tenho que fazer minha parte e deixar uma boa impressão para o meu irmão caçula né.
Eu - Nem se preocupe que já deixou uma ótima impressão maninha.
Ela olhou pra mim e piscou. A minha irmã era uma mulher muito bonita, ela devia ter mais ou menos uns 1,68 de altura, bem branquinha com cabelo preto bem liso batia na bunda, ela era magra e o corpo era bem desenhado, ela estava com um vestido comprido laranja meio florido e tinha algumas tatuagens pequenas nos braços, e os olhos dela eram exatamente iguais aos meus e dos meus irmãos, eram castanho cor de mel a marca registrada da família então nem precisava de DNA para saber que era filha do meu pai mesmo. No mais, ficamos conversando durante o café tanto com ela quanto com o Bernardo, conheci bastante os dois, eram o primeiro namoro de ambos e se conheceram na escola ainda, estavam de mudança aqui pra São Paulo porque ela queria abrir uma clínica veterinária e um pet shop perto do centro odontológico que o Bernardo ia trabalhar.
No meio da conversa resolvi perguntar para o meu pai se podia chamar o Luan para almoçar com a gente porque ele estava sozinho, porém eu já tinha chamado o Luan antes mesmo de falar com meu pai, era mais pra avisar do que pedir, só que o Thiago não perdeu a oportunidade de lançar mais uma das suas piadinhas sem graça:
Thiago - Não sabia que era encontro de casais vai trazer namoradinho agora é?
Eu - Vai te fuder Thiago
Luiza - Quem é Luan, é o seu namorado mesmo Diego?
Eu - Que nada, isso é perturbação do Thiago, Luan é meu amigo de infância e é nosso vizinho aqui da frente.
Thiago - Fala a verdade para sua irmã rapaz, Luan é o seu boy.
Eu - Se bobear aquele dali é mais hétero top do que tu.
Thiago - Que nada, o pai aqui é machão fii, aquele branquelo azedo não chega nem aos meus pés.
Luan - Tu me ama mesmo né tranqueira, mas já te disse que gosto é de mulher e não te quero Thiagão, aceita cara.
O Luan chegou bem na hora que o Thiago tava falando dele, e como já era de casa já foi entrando direto mesmo.
Pai - Tão se comunicando por telepatia agora é?
Luan - Que nada coroa, só estava esperando o Diego acordar e ficar online no whatsapp pra vir filar a bóia aqui tio.
Pai - Veio na hora certa então, vai ter feijoada aqui de almoço.
Ricardo - Olha pro pai, vai fazer feijoada hoje pra gente.
Pai - Fazer o quê rapaz? Comprei, e inclusive preciso que vocês vão lá pegar na casa da filha de Cidinha a comida, Diego sabe onde é.
Eu - Quem vai comigo lá? Não dá pra trazer tudo sozinho.
Ricardo - Eu vou contigo maninho.
O Ricardo falou isso e já foi pegar a chave de um dos carros que estavam lá em casa. Eu ainda estava na mesa quando me lembrei que tinha que apresentar o Luan para minha irmã e meu cunhado e vice-versa. O Luan sendo gaiato como sempre, foi se apresentando dando um beijo na bochecha da minha irmã que ficou vermelha na mesma hora e comprimentando meu cunhado com um aperto de mão, assim que eu levantei ele ia sentou na mesa e começou a conversar com eles, parecia o que ele era mais um irmão conhecendo os dois, mas claramente ele estava de olho na minha irmã porque eu conheço muito bem meu amigo. Ele é meio inconsequente e se auto denomina comedor de casadas, o tipo de cara que não se intimida só porque o noivo dela está do lado e tinha o dobro do tamanho dele.
Eu deixei todo mundo lá e fui para o carro junto com o Ricardo para tratar de pegar logo a feijoada, aquela altura já tinha passado do meio-dia e sabia que já estava todo mundo com fome mesmo tendo acabado de tomar café, porque eu conheço os homens da minha família. Eu entrei no carro, e o Ricardo já estava lá sentado me esperando, ele pegou o carro do Thiago e eu já entrei falando:
Eu - Não vai pegar o teu carro não é mano?
Ricardo - Tu acha mesmo que vou perder a oportunidade de andar nessa nave kkkkk.
Eu - Então bora logo antes que ele venha falar alguma coisa pra gente.
Ricardo - Ele não tem peito pra me encarar não, relaxa Dieguinho, mas onde é a casa mesmo.
Eu - Ela mora na casa da esquina, do lado da vila ali na rua de trás.
Ricardo - Porra podia ser um pouco mais longe, pra eu tirar onda andando com esse carro por aí kkkkkk
Eu - Fica tranquilo que não vai faltar oportunidade pra tu andar com ele esses agora que tu vai ficar aí em casa.
A gente foi andando e logo chegou lá, assim que paramos vi aquele negão lindo e reconheci ele na mesma hora, até o meu cuzinho chega piscou, era o Tadeu estava terminando de pegar uma quentinha, ele quando me viu chegar com meu irmão e eu disse:
Eu - E aí sumido, nunca mais te vi?
Tadeu - Claro, tu que nunca aparece na oficina e eu até já me mudei viu!
Eu - Foi rápido mesmo, porque não chamou eu e o Luan pra te ajudar era só ter falado que a gente vinha?
Tadeu - Relaxa, tenho pouca coisa e o tio me ajudou, foi bem rápido.
Nessa hora lembrei de apresentar meu irmão pra ele.
Eu - Esse daqui é meu irmão o Ricardo e esse é o Tadeu, ele é o sobrinho do Clóvis que tá trabalhando na oficina do pai agora.
Tadeu - Prazer meu patrão, você é o que é professor né?
Ricardo - Patrão nada, só Ricardo mesmo, mas o professor é o Rodrigo, eu sou militar.
Tadeu - O fuzileiro, era pra ter imaginado o tio falou mesmo que tu era bem grandão.
Ricardo - Que nada, isso é só um pouco de treino todo dia mesmo.
Tadeu - Pouco nada, com todo respeito tu parece um gorila mano, de tão forte.
Nós três rimos nessa hora, e a filha de Cidinha quando me viu fez um sinal me chamando pra entrar e pegar as comida lá dentro, o Tadeu aproveitou pra se despedir da gente e ir pra casa dele, mas antes de ir convidei ele pra ir em um pagode comigo e com o Luan no outro final de semana e ele claro que aceitou dizendo que tava precisando sair mesmo, depois ele entrou pra vila.
Eu e o Ric fomos pegar as comidas que o pai tinha encomendado e não era pouca coisa, ainda bem que a gente foi com o carro do Thiago porque tinha muita panela. Depois que a gente colocou tudo na mala e íamos voltar pra casa o Ricardo começou a falar comigo:
Ricardo - Esse Tadeu parece ser gente fina né?
Eu - Ele é, eu que trouxe ele aqui na vila pra conhecer que o pai pediu.
Ricardo - Eu tô ligado, eu também reparei que você tava todo molinho pro lado dele, te digo é nada.
Eu - Fica tranquilo, eu sei o que tô fazendo.
Ricardo - Sei bem, cuidado pra não dar ruim com o coroa.
Assim a gente seguiu e logo chegamos na frente de casa, mas antes que eu descesse pra tirar a comida da mala o Ricardo disse que queria falar uma coisa comigo:
Ricardo - Maninho, me desculpa por ontem!
Eu - Te desculpar pelo que?
Ricardo - Ontem a noite na cama, acabei deixando o tesão falar mais alto e fiquei excitado me esfregando em você, te prensando no canto da parede.
Eu - Eu estava acordado, mas você não precisa se desculpar comigo por isso não Ric.
Ricardo - Preciso sim, é difícil sem a mulher e no navio nem sempre a gente consegue alguém ou algum lugar pra se aliviar, prometo que isso não vai mais acontecer Dieguinho.
Eu - Relaxa Ric, eu sei que é errado eu falar isso, mas eu até que gostei então pode ficar tranquilo
Ricardo - Não fala isso não, minha consciência pesa ainda mais, tu é o meu caçulinha e fiquei com medo de parecer que te forcei a tocar uma pra mim.
Eu - Ricardo relaxa pô, eu ...
Nessa hora fomos interrompidos pelo nosso irmão super conveniente (este comentário contém ironia), batendo na janela do motorista onde o Ricardo estava sentado:
Thiago - Vocês dois aí, dá pra deixar de namorar dentro do meu carro, que aliás ninguém me pediu pra sair com ele.
A gente desceu do carro e eu fui logo em direção ao porta malas pra tirar a comida, já o Ricardo desceu do carro e parou exatamente em frente ao Thiago, e como o Ricardo era o mais alto dos irmãos, ele botou suas mãos para trás, estufou o peito e olhou o Thiago por cima, numa postura bem militar e disse com uma voz mais grossa que o normal:
Ricardo - Algum problema aqui recruta?
Thiago - Nã... Não Ric, só estou com fome mesmo.
Ricardo - E está esperando o que pra ajudar a descarregar o carro recruta?
Thiago - Nada, tô indo agora mano, relaxa aí cara.
O Ricardo olhou pra mim, piscou e deu um sorriso de canto de boca. A postura do Ricardo era impressionante, não precisava gritar pra impor respeito, eu chegava a piscar meu cuzinho de tanto tesão imaginando como não devia ser lá na marinha, o tanto de machos gostosos igual ao Ric, acho que me tornaria a putinha da tropa. Quando o Thiago chegou perto, eu dei uma risada da cara dele e antes que eu pudesse zoar com a cara dele, ele já foi falando:
Thiago - Cala a boca e nem fale nada, só me passa uma dessas panelas aí logo.
Peguei uma e entreguei pra ele, e mandei ele chamar o pessoal lá dentro pra ajudar a tirar mais rápido, não demorou muito o Rods, a Luiza e o Bernardo chegaram para ajudar. Eu estava entregando as coisas e na hora que iria entregar uma panela para a Luiza, o Ricardo aproveitou e falou:
Ricardo - Deixa que eu levo, onde tem homem mulher não pega peso.
Luiza - Tá tranquilo maninho, é coisa pouca.
Ricardo - Mesmo assim.
Eu - A mãe sempre falava isso aqui dentro de casa Lu, posso te chamar assim?
Luiza - Pode sim Dieguinho
Ricardo - E isso que eu falei, você entendeu direito né Bernardo? Se eu sonhar com alguma coisa de errado que você fez com minha irmã, garanto que o meu sorriso arrebentando a sua cara vai ser a última coisa que você vai lembrar na sua vida, compreendeu?
Bernardo - Nunca ousaria fazer nada contra ela
Ricardo - Ela tem quatro irmãos muito bravos e bons de briga.
Eu - Corrigindo, três irmãos bravos e o Thiago que é rico kkkkkkk.
Thiago - Mas também sou bem bravo e muito bom de briga.
Luiza - Tá vendo aí, nem se meta a besta comigo.
A gente riu e entrou pra dentro de casa, o Luan e o pai ainda estavam lá dentro de casa na cozinha. O Thiago passou pelo Luan e disse:
Thiago - Oh branquelo porque tu não saiu pra ajudar?
Luan - Porque aqui eu sou visita cabeça, e visita não trabalha.
Thiago - Tu deixou de ser visita nesta há tanto tempo, que meus coroas ainda eram casados. Tu já é um agregado dessa casa, tipo um carrapato que ninguém consegue tirar do cachorro.
Luan - Você sempre tão gentil comigo, Thiago Tigrão!
Rodrigo - Qual foi desse apelido aí?
Luan - É como os caras lá do time chamam o seu irmão, pergunta pro Diego.
Thiago - Tu e essa sua boca de sacola né Diego!
Eu confirmei e contei a história que os caras do time me contaram e arranquei altas risadas do pessoal lá de casa. O clima no restante do dia foi esse, muita comida, resenhas e histórias da infância. O Luan sempre do lado da minha irmã e do noivo dela, conversando bastante, e assim a noite chegou e a gente nem percebeu.
Em um determinado momento o Bernardo comentou que teriam que ir, pois ainda teriam que procurar um hotel para se hospedar, pois o Bernardo nunca pegava a estrada a noite, alguma coisa envolvendo um acidente quando ele era pequeno deixou ele traumatizado, o meu pai ainda ofereceu pra eles dormirem lá em casa que a gente dava um jeito mas a Luiza viu que daria um pouco trabalho, porque as camas que a gente tem sobrando estavam no quarto dos meninos e por mais que a dona Lurdes tivesse arrumado, ainda tinha bastante coisa em cima das camas, mas aí veio a melhor proposta que poderia ter acontecido.
O Luan que estava sozinho em casa ofereceu um quarto pra eles dormirem lá, na casa dele tinha três quartos, o dele, o de sua mãe e padrasto e um de visita. A Luiza e o Bernardo ainda tentaram recusar, mas o Luan insistiu tanto que eles não tiveram como recusar e assim ficou decidido, a gente pediu umas pizzas para o jantar e quando deu umas 21:30, o cansaço começou a bater no pessoal, o pai foi logo dormir, o Rods resolveu ir para casa dele e o Luan foi pra casa junto com minha irmã e meu cunhado.
Eu e o Ricardo fomos arrumar a pior parte da bagunça para facilitar a vida da dona Lurdes no dia seguinte, e o Thiago foi para a cama me esperar para fazer os exercícios.
Não tinha se passado nem uma hora que o Luan tinha saído lá de casa e ele me mandou uma mensagem escrita exatamente assim "Arranjei uma parada que vai dar bom pra gente, amanhã te falo. O teu amigo aqui é foda demais!". Vindo do Luan essa mensagem poderia significar qualquer coisa, eu sabia que alguma coisa muito boa ia rolar para mim, a parte chata é que ele tinha me deixado na curiosidade. O Luan às vezes é meio doidinho mas a gente sempre desenrola bons esquemas um para o outro, então agora é esperar para ver qual foi dessa vez o que ele conseguiu pra gente.
Quando finalmente fui para o quarto tive uma das melhores visões que eu poderia ter dois gostosos sem camisas um em cada cama, o Thiago na dele só com um short Tactel marcando tudo como sempre, deitado na cama dele só me esperando e do outro lado o Ricardo na minha cama, com a sua cueca samba canção cor vinho e tão saboroso quanto o Thiago, não sabia em quem eu estava com mais tesão. Mas como tinha uma tarefa a cumprir fui até a cama do Thiago e comecei os exercícios o Ricardo estava parado olhando para a gente e comentou.
Ricardo - Eu também quero fazer uns exercícios desse aqui depois.
Eu - Ric, em você eu faço com todo prazer do mundo quando você quiser.
Thiago - É só deslocar o quadril e eu penso se vou lhe emprestar meu fisioterapeuta particular.
Ricardo - Ele tá te pagando para tu fazer isso dentro de casa?
Eu - Que nada, salário que é bom não cai na minha conta.
Thiago - Me fala teu pix aí que eu faço agora, se esse for o problema para você aceitar ser só meu.
Ricardo - Tá achando que tá pagando por uma de tuas quengas é?
Eu - Te garanto que o valor que o Thiago paga nessas meninas da rua em uma noite, eu não vou ver um terço disso em um mês.
Thiago - Se tu quiser, tem vaga aberta para ser minha quenga também minha poczinha de estimação.
Ricardo - Respeita o caçulinha, oh seu arrombado.
Eu - Ele tá doido é para eu tirar o quadril dele do lugar de uma vez por todas, esse idiota.
Thiago - Tu fala isso mas eu sei que eu sou teu favorito, aposto que se eu te chamar para dormir aqui na cama comigo hoje você não pensa duas vezes.
Eu - Tu acha mesmo que eu vou deixar de dormir com aquele gostoso do Ricardo logo ali para dormir contigo? Tá sonhando né.
Thiago - Eu também sou uma delícia viu.
Ricardo - Ih rapaz ficou com ciúme do irmão.
Thiago - Preciso disso não, eu sei como roubar o coração dessa minha poczinha na hora que eu bem que quiser.
Ricardo - Tá se sentindo a última bolacha do pacote mesmo né.
Thiago - Ele pode reclamar o quanto for, mas ele é o meu favorito e eu sou favorito dele e tá tudo certo né maninho.
Eu - Isso é você que tá dizendo, acho que para acabar com essa briguinha eu vou falar que meu favorito é o Rods.
Thiago - Dúvido kkkk, tu me ama mais minha poczinha.
Essa resenha de favorito entre os meus irmãos sempre rendia, todo mundo sabia quem era o favorito de quem, mas ninguém nunca admitia isso em voz alta, e por mais que ele fosse um cara insuportável o meu favorito e o mais próximo dos meus irmãos, realmente era o Thiago. Mas eu também amava muito o Rods e o Ricardo, e sabia também que um era o favorito do outro, a divisão dos quartos ajudou nisso.
Em um determinado momento quando já estava próximo a finalizar o Thiago disse que sentiu um incômodo perto da virilha e eu logo me preocupei achando que tinha feito alguma coisa errada, pedi para ele me mostrar onde que estava doendo, ele que ainda estava com uma das pernas dobradas, pegou a minha mão, levou até a sua virilha e no toque eu não consegui sentir nada de estranho na região, então me aproximei um pouco mais, meio que tapando a visão do Ricardo. O Thiago viu isso também, pegou a minha mão e levou até o seu pau que estava bem quente, duro e pulsando demais. Como eu não podia dar espaço para qualquer possível curiosidade do Ricardo, comentei.
Eu - Realmente estou sentindo um inchaço no tendão quando eu passo a mão, mas amanhã de tarde a gente dá uma olhada melhor nesse seu problema aqui, não deve ser nada sério, mas amanhã de tarde confirmo e vamos resolver isso para você ir lá na clínica, beleza.
Thiago - Tranquilo minha poczinha.
Eu - Agora vai dormir vai, tenho que acordar cedo
Ricardo - Minha vez agora!
Thiago - Tá sentindo alguma coisa é?
Ricardo - Sim, saudades de abraçar meu irmãozinho.
O Ricardo falou isso com um sorrisinho no rosto e apontando para cara de nojo que o Thiago fazia olhando para gente, a gente riu. Aproveitei que já estava em pé e apaguei a luz e me joguei em cima do Ricardo para dar o abraço que ele tinha me pedido.
Ricardo - Esse é o abraço mais gostoso da família.
Eu - E você é o mais gostoso da família kkkkkkk.
Thiago - Vocês dois são muito idiotas, isso sim, eu vou dormir que eu ganho mais.
Eu - Vai logo, você tá conversador demais hoje.
Ricardo - Ele só tá é com ciúme, deixa eu dar o beijinho nele também para ele não começar a chorar aqui.
O Ricardo se levantou e foi até a cama do Thiago, agarrou ele e deu um beijo, eu consegui ouvir o som, logo seguido por um tapa que aposto que foi o Thiago que deu no Ricardo.
Ricardo - Pronto, pronto, agora acabou a guerra por ciúmes besta.
Thiago - Você tá querendo me dar e não tá sabendo pedir, isso sim.
Ricardo - Só se for rola, Thiaguinho.
A gente riu novamente e o Thiago disse:
Thiago - Tchau, vou dormir e as duas namoradinhas aí, se for fuder geme baixo por favor!
Parece que a quinta série que habita em todo homem, fez efeito na mesma hora tanto na minha mente, quanto na do Ricardo e nós dois começamos a gemer falando "Aín Thiago'', "vai Tigrão". A gente riu mais uma vez enquanto o Ricardo deitava na minha cama, por fim a gente desejou boa noite e foi dormir.
Não demorou nem 10 minutos e já era possível ver o Thiago roncando de leve, e como eu imaginava que o que tinha rolado na noite anterior, não aconteceria novamente me virei de lado pra dormir, mas quando já estava quase pegando no sono senti o Ricardo me cutucando com a sua mão no meu ombro e falando cochichando no meu ouvido:
Ricardo - Dieguinho, você tá acordado ainda?
Eu - Tô sim, você tá apertado aí é?
Ricardo - Tô não, deixa eu te perguntar uma coisa e você pode falar a verdade para mim?
Eu - Tá certo
Ricardo - Você realmente não se importou com o que rolou ontem?
Eu - Não mano, já te disse que eu até gostei.
Ricardo - Então você não liga se acontecer hoje de novo? Eu gostei muito de sentir a sua mão macia no meu cacete.
Eu - Eu vou amar maninho, posso?
Ricardo - Claro, prometo que isso vai ficar só entre a gente.
Eu - Tranquilo maninho.
Sem pensar duas vezes me virei na cama, fiquei de frente para o Ricardo e já fui logo botando a mão dentro da sua cueca. Conseguia sentir o seu pau crescendo na minha mão era maravilhoso sentir o quanto ele era grosso e quente, além de ser bem grande. A respiração do Ricardo começava a ficar mais funda e quente e eu consegui sentir ela bem de perto, a cada pulsada que o seu pau dava, ele ficava cada vez maior na minha mão e ele ia se aproximando cada vez mais de mim, parecia que queria ficar bem perto.
Nossos rostos agora já se tocavam, eu não queria ultrapassar nenhum limite que ele não desejasse, mas a vontade de beijar ele estava me corroendo por dentro e eu me segurei o máximo que pude e quando achei que não ia mais aguentar, fui surpreendido por ele que me deu um beijo calmo porém com muita vontade, era um beijo lento, molhado e muito gostoso. Sua boca carnuda, preenchia os meus lábios por completo, não existia mais um espaço entre os nossos corpos, ele agora não só me beijava como também me agarrava com muita força e como ele era enorme, eu chegava a ficar até sem ar enquanto estava envolvido pelos seus braços fortes. Resolvi largar o seu pau e resolvi abraçar ele também com toda a força que eu tinha. Estávamos tendo o maior cuidado para que fizéssemos o mínimo de barulho possível, para o Thiago não acordar.
Era totalmente diferente de como tinha rolado com o Thiago, pois não parecia ser só o tesão para fuder, ele parecia querer demonstrar a cada toque que me dava o quanto me amava. Não era só o tesão acumulado dele que estava fazendo ele me beijar daquele jeito com todo carinho e cuidado, ele parecia querer me mostrar o quanto ele se importava comigo. Eu sabia que só bater uma pra ele não ia me satisfazer por completo naquela noite, eu precisava sentir o pau dele arrombando meu rabo, então resolvi me afastar um pouco para que eu pudesse pedir para ele.
Eu - Por favor, bota ele dentro de mim maninho?
Ricardo - Você tem certeza disso? Depois que a gente cruzar essa linha não tem mais volta você sabe né?
Eu - Sei disso sim, mas é tudo que eu mais quero.
Ricardo - Então bora sair do quarto e ir lá para o beco no quintal e lá a gente vê isso.
A gente se levantou com o máximo de cuidado, para evitar fazer barulhos e não acordar o Thiago. Saímos do quarto e quando vi estávamos totalmente de pau duro, eu com meu pau dentro da minha cueca Boxer cinza que era a única peça de roupa que eu dormia, e ele com sua samba canção totalmente pra frente, com o seu pau quase rasgando ela. Fomos direto para o quintal e do lado da churrasqueira que tinha lá no fundo tinha um pequeno beco onde nosso pai costumava guardar alguns ferros velhos que ele dizia que ia usar pra fazer alguma coisa mas estava tudo enferrujado já. Fui na frente e entrei naquele beco e o Ric veio logo atrás de mim quase colado em mim, até que eu parei, encostei minhas costas na parede da casa e falei:
Eu – Acho que aqui está bom né?
Ricardo - Também acho isso, mas pode ficar melhor pra gente.
Nesse momento, o Ricardo parou na minha frente, ficou me encarando enquanto tirava o seu pau para fora através de uma das pernas da sua cueca, aquela pica dura era linda demais, a cabeça grossa já bem lubrificada brilhava refletindo o pouco de luz do poste que entrava naquele beco, eu estava hipnotizado, não conseguia parar de olhar para ela, eu sentia que o Ricaro ainda me encarava até que ele me falou:
Ricardo - Vai ficar só olhando ou vai brincar com seu “garotinho” aí também mano?
Eu – O meu “garotinho” é do mesmo tamanho que o seu duro véi.
Ricardo - Só vou saber se é verdade quando eu ver Dieguinho.
Nessa hora tirei a minha cueca de vez e foi quando o meu pau saltou para fora bateu no pau do Ric de tão duro que eu estava e a cabeça rosa do meu pau já estava tão lubrificada que quando encostei nele melou um pouco a cueca dele. Nesse momento ele me olhou nos olhos e tirou de vez a sua cueca, todo movimento fazia com que nossos paus se tocassem, quando ele já tinha terminado de tirar a cueca ele segurou no seu pau e começou a se masturbar bem devagarzinho enquanto me olhava no fundo dos meus olhos, eu fiz o mesmo, comecei a tocar uma punheta, admirando o corpo totalmente pelado do meu irmão, se masturbando bem ali na minha frente. Os nossos paus esbarravam um no outro a cada movimento daquela punheta e as cabeças dos nossos paus melavam as virilhas um do outro, ambas com os pelos bem aparados, o clima que rolava entre nós naquele momento era coisa de louco e o tesão só aumentava e foi quando o Ricardo falou:
Ricardo - Mano, tira a mão do teu pau, fecha os olhos e relaxa.
Eu obedeci e fiz o que meu irmão me mandou, soltei o pau e fechei os olhos. De repente senti a mão quente dele segurando o meu pau, foi muito gostoso na hora, ele começou a me masturbar e eu dei um gemido bem leve. Ele continuou, em determinado momento ele colocou nossos paus juntos e ficou masturbando os dois ao mesmo tempo, senti aquele caralho quente encostando agora no meu saco e que delícia foi aquilo. O Ricardo então encostou em mim e perguntou:
Ricardo - E aí, tá gostando maninho?
Eu – Tô sim Ric, tá muito gostoso.
Ricardo - Toca uma pra mim de novo?
Eu – Tá bom.
Ricardo - Posso pedir outra coisa?
Eu – Pode falar.
Ricardo - Faz isso enquanto me beija, por favor?
Eu – Beleza Ric.
Segurei naquele pau grosso e quente que pulsava na minha mão e estava todo babado. Desde a noite anterior, eu já vinha me imaginando segurando e alisando aquele pau duro nas minhas mãos novamente, finalmente consegui e foi por um pedido dele o que melhorava mais ainda aquela situação. Então eu aproveitava o máximo que eu podia daquele momento em que nós estávamos, não sabia quando ou se aquilo iria acontecer de novo algum dia. Por isso deixei que ele conduzisse tudo e quando eu olhava pra ele, via nos seus olhos que o prazer que tomava conta de mim era o mesmo que dominava ele.
De repente, ele largou o meu pau, também tirou a minha mão do pau dele, achei por um instante que ele tinha se arrependido de tudo aquilo que havia acontecido até aquele instante, mas eu estava enganado. Após fazer isso, ele chegou o mais próximo de mim que podia, me abraçou tão forte, que me envolveu completamente em seus braços de uma vez só, senti o suor da sua pele misturado ao meu, o seu cheiro forte de homem, as suas pernas entre as minhas, os nossos paus entre as nossas barrigas coladas, as mãos dele apertando e arranhando as minhas costas, eu apertava a sua bunda redonda e firme, enquanto começamos a nos esfregar um no outro com um misto de carinho e amor bruto, nossos rostos estavam colados e encaixados um sobre o ombro do outro, e meus olhos estavam fechados quando ele falou no meu ouvido:
Ricardo - Vamos gozar juntos mano!
Eu - Queria que você gozasse dentro de mim.
Ricardo - Quando isso acontecer eu não quero seja em um beco sujo, me importo demais com você e não quero que essa seja a lembrança que você vai ter de uma foda comigo.
Eu - Então me promete, que você não vai se arrepender e vai transar comigo nem que seja uma única vez?
Ricardo - Eu te prometo, te dou a minha palavra de homem e você sabe que eu nunca volto atrás na minha palavra.
Eu - Combinado então, então bora gozar aqui e agora!
Aumentamos a velocidade daqueles movimentos, com o máximo de força que ambos conseguíamos fazer, senti a sua bunda contrair em minhas mãos enquanto suas unhas marcavam as minhas costas e com um urro muito forte de ambos nós gozamos juntos, os jatos quentes e uma quantidade de porra fora do comum em nossas barrigas indicavam que aquilo iria ficar marcado pra sempre em nossas lembranças, ficamos abraçados nos beijando por mais ou menos uns dois minutos depois de gozar, minhas pernas estavam fracas e bambas, quando ele me soltou quase caí mas ele me segurou nos seus braços novamente, olhou pra mim e demos um sorriso sacana um para o outro, ele pegou a sua cueca e limpou as nossas barrigas e quando terminou me perguntou.
Ricardo - Dieguinho, eu posso usar a sua cueca para voltar pra lá pra dentro, já que a minha não dá mais pra usar agora?
Eu – De boa Ric, não tô em condições de te negar nada hoje.
Sorrimos novamente um pro outro e ele falou:
Ricardo - Agora é bom a gente e tomar um banho aqui no banheiro do fundo antes de entrar para o quarto porque o cheiro de porra e suor tá tenso aqui.
Tomamos um banho de água gelada pois no quintal não era chuveiro elétrico, e eu peguei uma outra cueca minha que estava no varal para vestir quando saí do banho, o Ric foi lavar a cueca dele que estava toda gozada no chuveiro mesmo, quando terminou ele estendeu no varal e a gente entrou para casa. O Thiago ainda dormia em um sono pesado, quando deitei na cama e o Ric foi procurar uma cueca dele para vestir já que a minha estava muito apertada nele. Depois que achou, o Ric deitou, nos cobrimos com um cobertor pois estávamos morrendo de frio, o ar condicionado do quarto não ajudou muito nessa hora e a gente dormiu de conchinha bem apertadinhos.
Quando acordei de manhã, por volta das 6:30, o Ricardo não estava mais na cama, me levantei, escovei os dentes e fui até a cozinha. Meu pai já estava lá preparando um café, perguntei do Ric e ele disse que ele tinha ido na academia do Tio Pedro, se eu soubesse que ele ia pra lá tinha mandado me esperar porque eu e o Luan sempre treinamos juntos às 7:00 da manhã lá. Me arrumei e quando sai de casa pra chamar o Luan, minha irmã e meu cunhado tinham acabado de sair com o carro de lá, eu atravessei a rua e fui de encontro ao Luan e ele já foi logo me falando o seguinte.
Luan - Cara preciso te contar o que rolou ontem, até agora tô sem acreditar.
Eu - O que foi cara?
Luan - Comi a tua irmã na frente do teu cunhado e combinei com o corno pra ele vir te comer hoje a noite!
Eu - Como é a história?
Luan - E o pior é que sua irmã liberou ele para fazer isso com você! Ela é uma Hotwife.
Continua...
Dei uma caprichada nesse devido a demora pra publicar a continuação mas espero que gostem!
Lá no privacy tem vídeos dessa aventura com o Ricardo e com umas curtições com meus irmãos
Me segue no meu twitter @ManinhoIncesto se quiser falar comigo e eu posto alguns vídeos e fotos das minhas aventuras com meus irmãos e com outras pessoas também no meu privacy. A cada conto um novo vídeo!!
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