MINHA ESPOSA QUER UMA TROCA DE CASAL PT 7

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Grupal
Contém 1727 palavras
Data: 10/03/2026 10:25:27

Acordei tarde naquele dia, o sol já alto batendo na janela. Cabeça pesada de sono, corpo mole da noite anterior. Ouvi vozes na sala: conversa baixa, risadas femininas. Levantei devagar, calcei o chinelo, fui pra lá ver o que rolava. Era Rode e Viviane sentadas no sofá, xícaras de café na mão, conversando como velhas amigas. Rode de shortinho curto, blusinha solta. Viviane de vestido leve, pernas cruzadas, coxas grossas à mostra.

Sentei do lado da Rode, dei um beijo no ombro dela. "Bom dia, amores."

Elas sorriram. Viviane falou primeiro: "Rode tinha falado com os meninos. Eles aceitaram bem, perdoaram a mãe aqui." Olhos dela brilhando, aliviada.

Rode completou: "Eles entenderam, amor. Viviane tava contando que tirou um fardo da mente. Achava que ia morrer com isso guardado, mas saiu tudo. Contou a verdade pros filhos."

Viviane assentiu, voz baixa. "Sim, Sandro. Foi bom. Eles me abraçaram ontem à noite. Disseram que me amam, que entendem o porquê. Mas que agora... é família completa. Com você no meio."

Ri baixinho. "Que bom. Eu tava preocupado."

Rode apertou minha mão. "Você é um bom marido, amor. E um bom amante... pra Viviane também." Piscou safada.

Viviane riu, corando um pouco. "Conta pra ele, Rode."

Eu pisquei. "Conta o quê?"

Elas se olharam, rindo. Rode: "A gente te deu um presente. Eu e Viviane."

"Que presente?"

Foi aí que ouvi passos no corredor. Saiu a personal Suzy. Só de calcinha e sutiã. Preto, rendado, quase transparente. Corpo cavalinha, morena clara, pele lisa como neve. Cabelos pretos soltos, olhos castanhos cheios de fogo. Bunda empinada, dura de malhação. Peitos médios, firmes. Coxas grossas, abdômen trincado.

Meu pau deu uma pulsada involuntária. "Suzy? O que...?"

Rode riu. "Ela é seu presente, amor. Sua esposa e sua amante disseram que você é bom de cama. Será que me aguenta?" Suzy falou, voz rouca, provocante. Deu uma volta, mostrando o corpo todo.

Eu tava espantado, animado, pau endurecendo na bermuda. Uma mulher daquelas seminua na minha frente. Acabei aceitando. "Vamos pro quarto então."

Entramos. Rode e Viviane encostaram na parede, braços cruzados, sorrindo. "Vamos assistir, amor. Curte teu presente."

Suzy me puxou pela camisa. "Vem, Sandro. Mostra o que sabe fazer."

Tirei a roupa rápido. Meu pau de 20 cm pulou pra fora, duro como pedra. Ela lambeu os lábios. "Nossa... grande. Mas eu aguento."

Ajoelhei ela na cama. Beijei a boca com força, língua invadindo. Mãos nos peitos dela, apertando forte. Ela gemeu na minha boca, cravando unhas nas minhas costas. "Vai... me fode duro. Eu gosto assim."

Virei ela de bruços. Bunda dura, muscular, quase sem carne mole. Dei um tapa forte. Ela riu. "Mais forte!"

Bati de novo, vermelha a marca. "Sua safada... corpo de academia, hein?"

"Malho pra aguentar machos como você." Ela empinou mais.

Afastei a calcinha. Buceta morena, depilada, lábios inchados. Molhada já. Coloquei a cabeça do pau. Ela apertou os músculos. Meu pau preso, como uma pinça. "Porra... você treina a buceta também?"

Ela riu rouca. "Todo dia. Pompoarismo. Pra ordenhar paus como o seu."

Empurrei forte. Entrou metade. Ela gemeu alto. "Ai... grande... mete mais!"

Metei tudo de uma vez. Buceta apertada, quente, músculos contraindo. Comecei o vai e vem violento. Saco batendo na bunda dela. "Toma... safada!"

Ela rebolava contra mim, gemendo. "Fode... arromba minha buceta... mais forte!"

Segurei pelos cabelos pretos, puxei pra trás. Metia como animal. Barulho molhado ecoando no quarto. Rode e Viviane assistindo, mãos nos peitos delas próprias. "Olha ele, Viviane... fodendo forte."

Viviane: "Ele é assim... bruto quando quer."

Suzy gritava: "Ai... que pau grosso... me rasga... não para!"

Virei ela de frente. Pernas nos meus ombros. Metia fundo, sentindo o útero. Ela cravava unhas no meu peito, arranhando. "Mais... bate na minha cara!"

Dei um tapa leve no rosto. Ela: "Mais forte! Eu aguento!"

Bati mais forte. Ela gozou gritando, buceta esguichando no meu pau. "Ai... vou... gozar... fode!"

Continuei metendo, sem parar. Suor escorrendo nos nossos corpos. Ela tremia, mas pedia mais. "Não para... me usa!"

Tirei da buceta, virei de quatro de novo. "Agora no cu. Sem lubrificante."

Ela riu. "Vai... eu gosto da dor. Mete seco!"

Coloquei a cabeça no anel apertado. Empurrei. Ela gemeu de dor e prazer. "Ai... devagar no começo... depois forte!"

Entrou a cabeça. Aperto insano. "Porra... cu virgem?"

"Não... mas treinado pra doer gostoso." Rebolou, empurrando pra trás.

Metei mais. Metade dentro. Ela gritava: "Mais forte... arromba meu cu... me faz chorar!"

Puxei pelos cabelos, metia violento. Saco batendo na buceta molhada. "Toma... puta malhada!"

Ela rebolava louca. "Ai... dói... mas é bom... fode mais!"

Batalha começou de verdade. Mudei posição: ela por cima, sentando no pau no cu. Pulava forte, bunda dura batendo nas minhas coxas. Peitos balançando. Eu apertava os mamilos, torcendo. Ela gemia: "Torce mais... me machuca!"

Gozei uma vez no cu, enchendo de porra. Mas continuei duro. "Não acabou... vira de lado."

Deitei atrás dela, metia no cu de conchinha. Mão na buceta, dedando forte. Ela gozava de novo, corpo convulsionando. "Ai... dois buracos... me mata de tesão!"

Virei pra missionário, pau no cu ainda. Pernas dela abertas ao máximo. Metia fundo, olhando nos olhos. "Você aguenta, hein? Corpo de ferro."

"Malho pra isso... fode até eu pedir arrego!" Mas não pedia. Pedia mais.

Tirei do cu, meti na buceta de novo. Alternando. Buceta, cu, buceta. Ela gritando sem parar. "Ai... me alterna... me usa como boneca!"

Suor pingando, corpos colados. Beijava a boca com mordidas. Ela mordia meu lábio de volta, sangue misturado. "Safado... me fode cru!"

Posição nova: ela de pé, encostada na parede. Levantei uma perna, meti na buceta de pé. Batendo forte, parede tremendo. Rode e Viviane gemendo baixinho, se tocando. "Olha eles... batalha de sexo."

Suzy: "Ai... de pé... me quebra... mais!"

Caímos no chão, tapete macio. Ela por cima de novo, cavalgando violento. Bunda subindo e descendo, pau sumindo no cu. Eu batia nas nádegas, vermelhas como tomate. "Toma... puta fitness!"

Ela gozava pela terceira vez, esguichando no meu peito. "Não aguento mais... mas continua... fode!"

Levantei ela no colo, metendo em pé, batendo na parede. Pernas dela em volta da minha cintura. Força total, músculos queimando. "Você é forte... aguenta carregar?"

"Malho pra isso... fode no ar!" Metia fundo, gravidade ajudando.

De volta na cama. De quatro, metendo no cu. Dedos na buceta, punho quase entrando. Ela: "Enfia a mão... me arromba toda!"

Fisti devagar, mão na buceta enquanto pau no cu. Ela uivava de prazer. "Ai... cheia... me mata!"

Gozei de novo na buceta, porra misturando com o suco dela. Mas continuei. "Não para... batalha até o fim!"

Ela riu cansada. "Você é máquina... fode mais!"

Posição 69: eu chupando a buceta arrombada, ela mamando meu pau sujo. Língua no clitóris, dedos no cu. Ela engasgando na garganta. "Chupa meu pau sujo... toma!"

Viramos. Ela chupando minhas bolas, eu lambendo o cu dela vazando porra. Gemidos abafados.

De novo de quatro. Metei na buceta, batendo no grelo com a mão. Ela gozando sem parar. "Ai... clitóris... bate mais!"

Alternava tapas: bunda, cara, peitos. Ela pedia: "Me marca... me deixa roxa!"

Corpo dela brilhando de suor, músculos flexionando. "Você treina tudo... até pra foder."

"Sim... kegel pros músculos da buceta... aguento horas!"

Mas eu tava no limite. Metei no cu uma última vez, forte, ritmado. Saco batendo. "Vou gozar... dentro!"

"Goza... enche meu cu... safado!"

Gozei forte, jorrando quente. Ela gozou junto, caindo na cama tremendo.

Ofegantes, suados. Batalha de horas. Corpo doendo, mas satisfeito.

Depois de gozar, pensei que ia parar, mas ela se virou, olhos famintos. "Mais... não acabou." Montei nela de novo, metendo na buceta arrombada. Porra vazando, lubrificando mais. Metei devagar primeiro, sentindo os músculos dela ainda apertando. "Porra... você não cansa?"

"Não... malho pra endurance sexual." Rebolava devagar, depois acelerando. Peitos balançando, eu chupando os mamilos duros. Mordia leve, depois forte. Ela gemia: "Morde... deixa marca!"

Virei de lado, perna dela sobre a minha. Metia lateral, mão no clitóris esfregando. Ela tremia: "Ai... assim... gozo rápido!"

Gozei de novo, mas tirei pra gozar na boca dela. Ela engoliu tudo, lambendo. "Gosto de porra... dá mais!"

De pé de novo, ela ajoelhada chupando. Garganta funda, engasgando. Eu segurando a cabeça, fodendo a boca. "Toma... engole tudo!"

Ela tossia, saliva escorrendo, mas pedia: "Fode minha garganta... me usa!"

Levantei, meti na buceta de pé, uma perna no ar. Equilíbrio perfeito, corpo malhado dela ajudando. Batia forte, parede chacoalhando. "Você é dura... como pedra!"

"Sim... fode a pedra... quebra ela!"

Caímos na cama, missionário violento. Pernas dela presas nas minhas costas. Metia fundo, sentindo o fundo. "Ai... útero... bate aí!"

Gozei dentro, enchendo mais. Ela gozando, unhas cravadas. "Mais... não para!"

Posição cowgirl reversa ela sentada de costas, rebolando no pau. Bunda dura batendo. Eu batendo nas nádegas. "Toma tapa... safada!"

Ela virava o rosto: "Bate mais... deixa vermelha!"

Alternava buceta, cu, boca. Sem parar. Horas de foda. Suor pingando, cheiro de sexo no quarto. Rode e Viviane se masturbando na parede, gemendo. "Ele tá destruindo ela..."

Viviane: "E ela aguentando... que mulher quero treinar pra ser assim!"

Suzy: "Vem... goza de novo... enche meu cu!"

Metei no cu seco de novo. Dor e prazer misturados. Ela gritando: "Dói... mas é bom... fode!"

ela fica de bruços, eu por cima, metendo no cu. Braços presos atrás, como algema. Fodendo como prisioneira. "Toma... submissa!"

Ela: "Sim... me domina... me quebra!"

Depois Viviane e Rode vieram pra cama. "Nossa vez, amor." Rode disse, tirando a roupa.

Viviane nua também, corpo negro curvilíneo. "Vamos revezar... uma de cada vez, mas juntas."

Deitei no meio. Rode montou primeiro. Buceta molhada engolindo meu pau. "Ai... amor... depois dela, tô sensível."

Metei devagar, enquanto Suzy chupava os peitos dela, Viviane dedando o cu da Rode. "Reveza... agora Viviane."

Viviane sentou, rebolando. Bunda gigante batendo. "Ai... pau do meu ex... fode!"

Suzy na boca dela, beijando. Rode dedando a buceta da Suzy. "Agora Suzy de novo."

Suzy deitada, eu metendo na buceta arrombada. As outras lambendo os mamilos dela. metia em Rode, depois Viviane, depois Suzy. Todas gemendo, corpos misturados. Porra vazando, línguas limpando.

Gozei na boca da Rode, ela dividindo com as outras. Beijos cheios de porra.

No final, deitei na cama, exausto de tanto gozar nen sei quantas vezes. Três mulheres ao meu lado: Rode no peito, Viviane na perna, Suzy no braço. Corpos quentes, respirações pesadas. Família unida no tesão.

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