Tio, foi sem querer, querendo. Parte 2

Um conto erótico de Daniel Malin
Categoria: Heterossexual
Contém 1993 palavras
Data: 10/03/2026 09:25:56

Depois daquele incidente no banheiro, onde vi o corpo nu da Larissa pelo espelho sem querer, o ar no apartamento mudou de forma sutil. Não foi algo que discutimos na hora — ela subiu pro quarto enrolada na toalha, eu fiquei na cozinha terminando o café, e quando descemos para tomar juntos, agimos como se nada tivesse acontecido. Mas eu notava os olhares dela demorando um segundo a mais quando eu passava perto, ou o jeito como ela se ajeitava na cadeira, como se estivesse mais consciente do próprio corpo.

Eu, por minha vez, me esforçava para ser ainda mais respeitoso: mantinha uma certa distância , elogiava coisas neutras como “Você tá se adaptando bem às aulas” ou “Esse brigadeiro que você fez tá ótimo”, e evitava qualquer comentário que pudesse soar invasivo. O tesão estava lá, crescendo devagar, mas eu me segurava firme. Ela era jovem, inexperiente, confiando em mim como uma figura segura na vida nova dela em Portugal. Eu não ia estragar isso por impulso.

Os dias seguintes foram de rotina cotidiana, o que ajudava a construir essa confiança mútua sem pressa. De manhã, eu preparava o café — ovos, frutas, pão torrado com azeite — e ela descia sonolenta, vestindo as roupas novas que eu tinha dado: uma camisola de algodão leve rosa, curta até o meio da coxa, com alcinhas finas que realçavam os ombros delicados dela. Não era nada exagerado, mas o tecido macio abraçava o corpo curvilíneo dela de um jeito que me fazia desviar o olhar às vezes. “Bom dia, Ricardo. Dormiu bem?”, ela perguntava com voz baixa, sentando na banqueta da cozinha americana. Eu respondia sempre com carinho: “Bom dia, meu bem. Dormi sim, e você? Parece descansada. Essa camisola nova fica confortável em você, né? Fique à vontade aqui em casa.”

Ela sorria tímida, ajustando a alça que escorregava um pouco. “É sim… obrigada de novo pelas roupas. Eu nunca tive nada assim macio. Lá em casa, mãe comprava tudo barato, prático, mas nada que me fizesse sentir… bonita.” Eu assentia, mantendo o tom acolhedor. “Você é bonita de qualquer jeito, meu bem. As roupas só ajudam a realçar isso. Mas vai no seu tempo, experimentando o que gosta.”

À tarde, ela ia pras aulas e eu trabalhava no computador da sala, com o som distante dos bondinhos de Lisboa ecoando pela janela aberta. Quando ela voltava, contava sobre o dia: um professor que elogiou o trabalho dela sobre roteiros turísticos no Brasil, ou uma colega que a convidou pra um café, mas que ela recusou por timidez. “Eu fico com medo de não saber o que falar… as meninas aqui parecem tão livres, falando de namorados, festas.” Eu escutava com atenção, oferecendo conselhos suaves: “É normal no começo, Larissa. Você tá descobrindo um mundo novo. Se quiser companhia pra sair um dia, eu te levo num lugar calmo, como um café no Chiado.

Sem pressão, só pra você se acostumar aos poucos.”

Uma noite, umas duas semanas depois do incidente da toalha, resolvi dar mais um passo cuidadoso para deixar ela à vontade com a intimidade da casa. Fui no shopping de novo, escolhendo peças com delicadeza — nada vulgar, mas um pouco mais sensuais: babydolls de cetim preto com renda nas bordas, curtos mas fluidos; lingeries de algodão com toques de seda, calcinhas fio dental confortáveis em cores suaves como lilás e nude; sutiãs sem aro que realçavam os peitos firmes dela sem apertar. Tudo pensado para uso em casa, para ela se sentir feminina e confortável, sem forçar nada. Coloquei na sacola com outro bilhete:

“Larissa, mais algumas coisas pra você experimentar em casa. Escolhi com cuidado, pensando no que seria macio e bonito pra você. Se não gostar, é só dizer. Quero que se sinta bem e confiante aqui.”

Quando ela viu, os olhos brilharam. “Ricardo… você é tão atencioso. Ninguém nunca me deu coisas assim. Eu vou experimentar, sim.” Eu sorri, mantendo distância. “Fico feliz. É só pra você, meu bem…

E ela começou a usar. Primeiro, as lingeries por baixo das roupas do dia a dia — eu notava o contorno sutil do sutiã de renda sob a blusa quando ela se inclinava pra pegar algo na geladeira. Depois, os babydolls à noite: um lilás claro, curto, com decote em V que mostrava um pouco do vale entre os peitos. Ela descia pra sala assim, sentando no sofá para assistir TV comigo, pernas cruzadas. “O que acha dessa, Ricardo? Fica bem?”

Eu respondia com respeito, elogiando sem exagerar:

“Fica linda em você, Larissa. Realça sua pele, te deixa elegante e confortável ao mesmo tempo. Se você gosta, é o que importa. Aqui voce tem liberdade.

Uma noite, cheguei mais tarde em casa — tinha saído para um jantar rápido com amigos portugueses, tomando uma cerveja no bar da esquina. Era por volta das 23h, o apartamento iluminado só pela luz da TV. Entrei devagar para não acordá-la, mas lá estava ela, deitada no sofá assistindo uma série romântica. Usava um dos babydolls que eu dei: preto de cetim com renda, curto até a metade da coxa, alcinhas finas cruzando as costas, o tecido brilhando sob a luz baixa. Os peitos firmes marcavam levemente o decote, e as pernas grossas estavam esticadas, a bunda redonda acomodada no sofá. Ela se endireitou ao me ver, sorrindo tímida.

“Ricardo… chegou cedo. Queria te mostrar esse babydoll. Usei pra ver se você gosta… se acha que fica bem no meu corpo.” A voz dela saiu baixa, com uma curiosidade genuína, como se quisesse aprovação.

Eu parei na porta, sentindo o tesão subir, mas mantive a compostura, sentando na poltrona em frente. “Você tá linda, Larissa. O preto realça seu corpo, e o caimento é perfeito — abraça suas curvas sem apertar. Fica sensual e confortável ao mesmo tempo.

Gostei muito de ver você usando.” Ela corou, ajustando a bainha. “Sério? Eu me sinto… exposta, mas me sinto bem assim, livre. Obrigada por escolher isso pra mim.

Conversamos sobre o dia dela, mas o ar estava carregado de uma intimidade nova. Ela se ajeitou no sofá, e eu notei o contorno da calcinha nova por baixo — fio dental lilás, discreto mas sedutor.

Sabe meu bem, to percebendo que ta com a calcinha lilas, ela é fio dental, imagino que voce na deve estwr acostumada com calcinhas entrando no seu bumbum rsrsrsrs, né…

Rsrsrs (carinha de vergonha) para bobo, ta me deixando com muita vergonha… mais é verdade. Ja to acostumando, mais foi estranho no começo. Essas roupas me fazem pensar mais no meu corpo sabe… tipo, se eu sou atraente mesmo.? Eu respondi: Você é atraente sim, Larissa. Do jeito que é, natural. Não precisa mudar nada pra ser desejada.

Dias depois, Era uma noite quente para o outono lisboeta, e eu não conseguia dormir. Levantei por volta das 2h para beber água na cozinha. Estava só de cueca boxer branca, fina, o pau semi-duro do sono marcando o volume no tecido — nada exagerado, mas visível.

Peguei o copo na pia, o luar entrando pela janela iluminando o chão frio. De repente, ouvi passos leves. Larissa apareceu na porta da cozinha, vestindo uma camisola curta branca de algodão, uma das antigas, com as pernas nuas e os cabelos bagunçados. Ricardo? Desculpe aparecer assim, Não consigo dormir… vim beber água também.

Eu congelei, virando de lado rápido para cobrir o volume, constrangido pra caralho. “Desculpa, Larissa… eu não esperava você acordada. Eu durmo só de cueca porque ta quente ainda, mas vou subir e vestir algo. Meu rosto queimava, sentindo o pau latejar um pouco mais só pela surpresa.

Ela parou, olhos baixando por um segundo para o meu colo, depois subindo rápido, corando. “Não precisa… fica à vontade. A casa é sua, e você me deu tanta liberdade pra eu usar roupas leves aqui. Eu que devia pedir desculpas por aparecer assim de repente. Somos só nós dois, né? Pode confiar em mim também. Eu ri nervoso, ainda cobrindo com a mão. “É verdade… mas não quero te deixar desconfortável. Vou pegar a água e subir.

Ela se aproximou um pouco, pegando o copo dela.

“Não me deixa desconfortável. É… normal. Eu nunca vi um homem assim de perto, mas você é respeitoso. A casa é sua, e eu quero que voce fique assim tambem, eu gostei de te ver assim rsrsrs .” Bebemos em silêncio, mas o olhar dela demorou no meu peito, nos braços, e eu notei o bico dos peitos dela marcando a camisola fina.

No dia seguinte, durante o café, ela tocou no assunto com timidez, criando mais intimidade. “Sobre ontem à noite… eu não fiquei bolada ta. Foi engraçado, na verdade. Você de cueca boxer… marcando tudo.” Ela riu baixo, corando.

Eu sorri, mantendo leve. “Foi constrangedor pra mim. Mas se você diz que tá tudo bem, fico aliviado. Vamos ser mais à vontade um com o outro, então.”

Exatamente, voce tem me dado tanta liberdade, que ja me sinto de casa, eu ja estou a vontade com voce. Obrigado por ser esse homem maravilhoso. Te admiro muito por tudo vem me fazendo passar aqui. To ficando mal acostumada tio rsrs…

A partir daí, as conversas ganharam camadas de curiosidade e intimidade… Uma tarde, enquanto lavávamos a louça juntos, ela lembrou da situação da calcinha velha rasgada. Ricardo… lembra daquela noite no sofá, quando minha calcinha velha apareceu sem querer? Com aquele rasgo… você achou que eu sou desleixada? Tipo, não cuido de mim?

Eu parei, secando um prato, respondendo com delicadeza. “Não acho nada disso, Larissa. Você é cuidadosa sim, só cresceu com limitações. E aquilo foi natural… vi um pouquinho dos seus pelinhos, da sua bucetinha, mas não julguei. Cada um tem seu jeito. Se você não raspa, é escolha sua — ou falta de oportunidade. Mas você é linda assim, natural.”

Ela arregalou os olhos com a palavra “bucetinha”, mas sorriu tímida. “Você disse… bucetinha. É a primeira vez que ouço alguém falar assim comigo. Minha mãe diria que é pecado, mas… eu gosto. Me faz sentir mais solta. E sobre os pelinhos… eu nunca raspei. Não sei como fazer, e mãe dizia que era vaidade desnecessária. Mas vendo as meninas na faculdade, fico curiosa.”

É normal ser curiosa. Se quiser experimentar raspar ou não, vai no seu tempo. Palavras como bucetinha, pau… são só palavras pra falar do corpo sem vergonha. Pode usar comigo se quiser se soltar mais. Eu não julgo.

Ela mordeu o lábio. Pau… como o seu marcando na cueca ontem. Rsrsrs… Foi… interessante. Grande, né? Me fez pensar em coisas que nunca pensei.

Eu ri baixo, sentindo o tesão, mas segurei. “É, o pau fica assim às vezes, especialmente de noite. O que voce pensou quando viu?

Larissa - nossa rsrs… ahhh fiquei imaginando como é voce sem cueca, como é o seu pau, se é liso, se é grande mesmo. Voce tambem pensou essas coisas quando viu minha calcinha rasgada?

Eu - nao vou mentir, pensei sim, a vontade era de me ajoelhar na sua frente e tirar a calcinha do seu corpo, abrir suas pernas e ficar admirando sua bucetinha. Depois abrir ela com delicadeza, e depois chupar ela bem gostoso… isso foi o que se passou na minha mente…

Ela ficou vermelha de vergonha nessa hora, ela ficou me olhando, um pouco seria e pensativa. Esse momento pareceu uma eternidade.

Eu - err, desculpe, acho que falei alem da conta.

Larissa - Nossa, uaau, eu senti ela dando umas fisgadas quando falou que chuparia ela… to me sentindo molhada, minha pepekinha ta com tesao… obrigado por cada momento. Agora vou ficar pensando no que disse. Imaginando tudo, que drooga rsrsrs… Ela sorriu, os olhos brilhando de curiosidade. “Eu quero… aprender mais. Com você.”

A intimidade crescia assim, em momentos cotidianos: jantares onde ela usava lingerie nova e pedia opinião, madrugadas acidentais, conversas sobre o corpo com palavras safadas misturadas a carinho. Eu me segurava, mas sabia que o próximo passo viria em breve. Nao dava pra resistir muito tempo…

Continua…

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