As Mulheres da Familia - O Box - Parte 19

Um conto erótico de Dr. Prazer
Categoria: Heterossexual
Contém 3183 palavras
Data: 09/03/2026 21:04:13
Última revisão: 09/03/2026 21:19:32

Como mencionei no primeiro capítulo, este conto abrange o período de março de 2023 a junho de 2025. Chegamos agora à parte final, onde encerrarei essa narrativa em sete ou oito capítulos. Esse período foi o mais louco da minha vida, mas ao mesmo tempo foi quando deu a maior encrenca.

Fazia três dias que Juliana havia retornado ao Sul. Era 3 de janeiro de 2025. Carlos acabara de voltar de Brotas, e tanto Jaque quanto sua tia mantinham uma distância estratégica; o objetivo era evitar qualquer suspeita sobre o envolvimento que tiveram no Ano Novo.

Após passar os dias 1 e 2 na casa de Felipe, Jaque retornou ao lar por volta das 18h do dia 3. Entrou com a expressão mais cínica do mundo, como se nada tivesse acontecido.

— Oi, pai! Tudo bem? Como você está? — perguntou, com naturalidade.

— Oi, filha. Já estava ficando preocupado.

— Estou bem. O tio Carlos está em casa?

— Está sim.

— Ah... — murmurou ela, tentando disfarçar o interesse.

— Acho que devemos conversar sobre o que aconteceu, antes que a sua irmã chegue, né?

— Verdade, ela chega amanhã né?

— Sim.

— Tá bem, pai. Deixa eu tomar um banho. Hoje a gente dorme juntinho, já que a Letícia é ciumenta.

E ela foi para o banho. Depois jantamos e por volta da meia noite fomos para o meu quarto. Fecho toda a casa e deixo escuro. Antes, tomo o meu pó mágico (que deixa meu pau ereto por mais tempo) com água, já que a Jaque adora um sexo longo.

Ela fica apenas de calcinha, sem sutiã, deixando aquelas tetas gostosas à mostra. Eu uso apenas minha samba canção. Ela deita-se e coloca a sua cabeça no meu colo e diz:

— Pode falar pai.

— O que rolou entre você e sua tia?

— Você quer os detalhes?

— Quero.

— Bom, eu tentei, pai. Queria fazer uma suruba com ela, você e a Juh. Mas não deu certo, né? Depois que ouvi a prima falar que fez, me deu uma vontade de experimentar. Mas pelo menos consegui transar com a tia.

— Então vocês transaram mesmo?

— Sim, pai! E que mulher! Queria que tivesse dado certo com todos nós.

Penso em falar que eu e a Yara já transamos algumas vezes, mas decido não contar.

Mas, ao ouvir minha filha falar, meu pau foi subindo, endurecendo... Até que Jaque sobe em cima de mim, e fica bem em cima do meu pau duro.

— Algo tá acordado aqui hein!

— Sim.

— Quer saber dos detalhes?

— Conta.

Ela começa a rebolar no meu pau. Minha mão vai descendo até a sua bunda, e a seguro. Jaque vai até a minha boca e nós começamos a nos beijar de língua. O clima foi esquentando e os nossos beijos ficam mais quentes. Ao terminar ela começa:

— Então, subimos na casa dela. E a tia começa a falar que a gente era louca de fazer aquilo.

— E eu falei que era tarde demais. E ela pergunta se tínhamos combinado de fazer alguma coisa...

— Ela perguntou o que basicamente?

— Ah, se a gente combinou de fazer uma orgia com ela no meio.

— E o que você respondeu?

— Não, que foi apenas o calor do momento.

— E o que sua tia respondeu?

— Eu imaginei. Não te vejo dando para o seu pai. E eu também não deixaria... Aí eu falei: - Não quero o pai, quero você. E ela se abriu toda.

Eu penso em contar sobre a Yara naquele momento, mas fico calado. E ela continua a rebolar no meu pau, e novamente me beija.

— O que mais? O que vocês fizeram? — Pergunto.

— Ah, transamos pai. Ela me chupou, eu chupei ela, roçamos nossas bocetas, chupei o cuzinho dela, ela chupou o meu, depois bebemos um pouco de vinho... Depois voltamos a transar. Ficamos até às 11h da manhã na cama. Minha boceta ficou inchada por dois dias de tanto que ela me lambeu. Minha língua ficou dormente. Foi uma loucura. Gostei.

— E você não falou de mim e da Juliana?

— Eu falei, pai. Em alguns momentos até achei que ela toparia descer de novo, mas, toda vez que parecia que ia rolar, ela acabava desistindo.

E ela me dá um beijo, e vai para o lado e tira a sua calcinha. Tiro a minha samba canção e ela volta a se sentar, e sinto que a minha filha está molhada narrando aquela história.

— E o que você falou para ela?

— Falei que queria ver ela sendo chupada por duas mulheres, que queria ver ela caindo de boca no seu pau enquanto a fodo com meu dedo, e daria tudo para ver ela cavalgando... E ela sempre dizia:

— Não atente menina. Não me atente.

Me ajeito mais e a sua boceta molhada vai engolindo o meu pau. Dessa vez nem preliminares teve, só pela nossa conversa valeu por muitas. Ela me beija e começa a subir e descer, e ela continua a falar:

— Mas eu idealizei muita coisa entre a gente...

— Como o que?

— Eu imaginei você comendo a tia enquanto ela chupava a minha boceta e eu chupava o grelo da Juh!

— Que mais?

— Eu e a tia dividindo o seu pau em um boquete delicioso.

E o tesão aumenta ouvindo aquilo.

— Depois vem a Juh e se junta a nós e começamos a passar a língua em seu pau com cara de safadas.

— Você é uma vagabunda, filha!

— Depois você fica me comendo enquanto chupo a Ju e você beija a tia.

E aquele movimento de subir e descer junto com as palavras da minha filha faz eu sentir um orgasmo enorme, e ao perceber ela diz:

— Então devo continuar insistindo com a tia? Fala para mim, fala? Você quer comer eu e ela juntos? Se você quiser fico insistindo até dar certo...

— Eu quero.

Percebo que a Jaque começa a contrair a sua boceta no meu pau, as bolas do seus olhos vai subindo e ela começa a gritar:

— Aí paaaai aiii paaaai! Vou gozar

— Goza pra mim cachorra incestuosa, goza?

— E sinto um aumento da sua lubrificação aliada com uma contração muito forte, além de começar a subir e descer em uma velocidade maior, até que ela grita:

— Gozando, gozando

— Aiiiiiiin, caralhoooooo! — Ela grita.

E alguns segundos depois ela vai voltando a si. Meu pau continua dentro da sua boceta, mas paro de meter nela para que minha filha recupere o fôlego. Ela me dá um beijo de língua e fala:

— Goza na boquinha goza? Quero leitinho paterno.

Eu tiro ela de cima, me levanto, ela se senta na cama, e coloco todo o meu pau na sua boca. Começo a meter bem devagar, e com o tempo vou aumentando a velocidade até que uma baba começa a escorrer pela sua boca. Tiro o meu pau e começo a bater uma punheta até que a sensação de gozar vem, e jogo toda a minha porra em seu rosto. Ao terminar, ela diz:

— Caralho, sujou até as minhas tetas.

— Pois é.

— Vou tomar um banho, pai.

Ela sai do quarto e foi para o seu banho. Depois eu tomo o meu e antes de dormimos, ela diz:

— Pai, amanhã chega a Letícia. Precisamos se comportar agora. Não quero ter problemas com ela. Ela anda muito enciumada com você!

— Sim, eu sei.

— Você precisa tirar essas idéias de marido e mulher, que vocês vão viver juntos como casal.

— Já falei com ela, mas tá foda.

— Eu sei, mas continua falando até entrar naquela cabeça dura.

— Vou conversar com ela.

— Jaque vira-se e diz:

— Vou dormir seu tarado roludo. Amanhã é um novo dia.

Dou risada e digo: — Boa noite.

No dia seguinte, Letícia voltou da casa da tia. Fui buscá-la na rodoviária por volta das 13h e, assim que nos vimos, ela perguntou:

— Como foi sem mim, pai?

— Você fez falta — respondi.

Ao chegarmos em casa, Yara, Jaque e Carlos nos receberam. Letícia contou todos os detalhes da viagem, radiante e realizada. Mas havia algo no ar; notei olhares significativos entre Yara e Jaque.

A partir daquela noite, percebi que o comportamento da Letícia mudou. Eu ia para o quarto e ela não aparecia. Isso se repetiu no segundo e no terceiro dia. Inquieto, decidi conversar com ela:

— Letícia, aconteceu alguma coisa?

— Aconteceu, pai.

— O que houve?

— Refleti muito na casa da minha madrinha. Vou ser direta com você: Eu quero viver uma história com você.

— Mas vivemos essa história...

— De homem e mulher, pai. E não tô falando só de sexo, é sim fugir daqui e viver em algum lugar como marido e mulher.

— Não podemos Letícia. Somos pai e filha!

— Por isso, decidi que não quero mais você. De agora em diante, manteremos apenas uma relação de pai e filha. Não dormirei mais com você e peço, sinceramente, que não me procure. Minha decisão está tomada e é definitiva.

— Tá bom filha, concordo.

— Posso fazer só uma pergunta?

— Claro...

— Você transou com a Jaque nesse período?

— Uma vez

— Imaginei. Bom, decisão tomada.

Ela se retirou para o quarto, deixando claro que estava determinada com a decisão. Até o seu jeito de vestir era outro: as roupas curtas deram lugar a algo mais reservado. Enquanto isso, em janeiro, Jaque passava mais tempo na casa do Felipe do que na nossa, e sempre que nos víamos, o assunto era o mesmo: ela queria saber da tia.

Por volta do dia 20 de janeiro, recebemos a notícia de que as chaves do apartamento finalmente seriam entregues. Em 2022, com muito sacrifício, decidimos investir em um imóvel no Tatuapé. A ideia inicial era alugar, mas Letícia e Jaque insistiram para morarmos lá. Queriam a experiência da capital e a proximidade com o trabalho da minha filha mais velha. Mesmo sendo longe para mim, aceitei. No fundo, eu acreditava que o distanciamento físico da tia ajudaria a apagar o rastro da transa que tiveram no Ano Novo.

Mas o que vi foi o oposto: a obsessão dela pela tia só crescia. Mudamos no dia 16 de fevereiro, mas foi no dia 08 que algo mudou minha história para sempre. Fomos ao apartamento conferir a troca do piso vinílico. Ao chegarmos e vermos que estava quase pronto, o entusiasmo tomou conta de nós — mas mal sabíamos o que estava por vir.

Ao sairmos, Letícia insistiu para irmos ao Outback do Shopping Santa Cruz. Era um luxo acima do nosso padrão habitual, mas o entusiasmo com a obra me convenceu: merecíamos uma comemoração.

Após dez minutos de espera, já estávamos à mesa. Mas, entre uma porção e outra, uma voz cortou o ambiente:

— Paulo?

Olhei para o lado e o sangue fugiu do meu rosto. Era Vanessa. Para quem não se recorda, ela é a mulher do "Capítulo 6, 7 e 8", que esteve naquela suruba comigo e com a Beth, minha irmã. Para quem não quer voltar nesse capítulos, Vanessa,é uma mulher ruiva, com olhos verdes, magra, seios médios e uma bunda empinada. Por volta de 43 anos, na qual estava toda social, provavelmente voltando do trabalho.

Engasguei na hora. O pânico foi tanto que Jaque e Letícia se assustaram, enquanto eu tentava retomar o fôlego e a sanidade.

— Tudo bem, Paulo? — Vanessa perguntou.

— Oi, Vanessa... Tudo bem — respondi, tentando fingir uma normalidade que eu não sentia. Rezei para que ela não soltasse nada na frente das minhas filhas.

— Pensei que você morasse em São Bernardo — ela comentou.

Foi então que notei quem estava com ela. Ao seu lado, vi uma jovem que parecia saída de um conto de fadas. Ruiva, com cerca de 1,58m, olhos verdes e sardas delicadas. Não pesava 50kg; era uma "mignon" autêntica, com uma beleza única, entre os 22 e 25 anos. Usava óculos e estava usando um vestido preto. O nome dela era Miriam.

Expliquei que estávamos apenas de passagem antes de voltar para casa. Vanessa conta que estava na fila com a sua filha esperando um lugar para sentar-se, e na mesma hora Jaque, impulsiva, disparou:

— Se quiserem, podem sentar aqui. Tem espaço.

Eu torcia para ela recusar, mas a Jaque insistiu:

— Amiga do meu pai é nossa amiga!

Contra a minha vontade, elas se acomodaram. Vanessa ao meu lado e Miriam em frente à Letícia e ao lado da Jaque. O clima pesou na hora; Letícia fechou a cara instantaneamente.

O interrogatório da Jaque começou logo em seguida:

— Você conhece meu pai há muito tempo? Ele nunca falou de você...

— Uns nove meses — Vanessa soltou, perigosamente. — Conheci seu pai e a tia de vocês em uma balada. Eu tinha brigado com meu ex e a Beth passou a noite conversando comigo.

Senti o olhar acusador das minhas filhas.

— Por que não nos contou?, perguntou Jaque.

Tentei desconversar, mas a tensão já estava instalada. Foi quando a Letícia, que observava tudo em silêncio, lançou a primeira pergunta direta...

— Meu pai não é de ir em balada — disparou Letícia, desconfiada.

— Qual era o nome do lugar? Só lembro de ele ter ido em uma, e foi comigo...

Vanessa empalideceu; ela não tinha a resposta. Antes que o silêncio nos entregasse, eu me antecipei:

— Foi na Nola (balada), filha. Aquele último final de semana que saí com a Beth e você, Letícia, não quis ir.

— Ah, sim... verdade. Teve esse dia, eu não lembrava — respondeu minha filha.

Passamos as três horas seguintes em uma dinâmica estranha. Letícia permanecia de cara fechada, observando Vanessa como se tentasse decifrar um enigma. Enquanto isso, Jaque e Miriam pareciam amigas de longa data. Conversaram sobre vôlei, esportes e baladas, em uma sintonia impressionante. Letícia, por outro lado, cortava qualquer tentativa de aproximação.

Na saída, notei Jaque e Miriam trocando números de telefone. O nó no meu estômago apertou. Já no carro, o interrogatório continuou:

— Nossa, pai... que mulherão é essa sua amiga, hein? — comentou Jaque, sem filtros.

— Não sabia que você tinha amigas tão elegantes. Pensei que suas conhecidas fossem todas do pessoal da fábrica.

Mantive o silêncio, mas a Letícia não parou:

— Com certeza é algum "esquema" do meu pai.

— É sua peguete, pai? Já deu uns pegas nela? — Jaque disparou, animada.

Fiquei em silêncio, sem saber como reagir.

Ela continuou, até que eu confirmei que era a Vanessa, e Jaque vibrou:

— Cacete, pai! Nessa você arrasou. Vou até ficar metida com um pai e uma madrasta gatos.

Pelo retrovisor, vi Letícia desviar o olhar para a janela, visivelmente incomodada.

No dia seguinte, recebi a mensagem de Vanessa: — Podemos conversar?.

Meu ânimo subiu instantaneamente. Saí do trabalho e fui direto encontrá-la em um barzinho na Saúde. Ela já estava lá. Após os cumprimentos, ela começou a se explicar pelo sumiço. Perguntei se eu havia feito algo errado, mas a resposta dela foi um golpe de honestidade:

— Não, você sempre foi maravilhoso. Mas fiquei pensando... Nossas vidas são muito diferentes. Você ganha bem menos do que eu, Paulo. Eu preciso de alguém que acompanhe o meu ritmo, entende? No mínimo, que ganhe a mesma coisa.

O silêncio tomou conta da mesa. Eu sabia que ela tinha razão. Enquanto eu lidava com o cotidiano do chão de fábrica, ela faturava um bom salário sendo secretária de um presidente de uma multinacional.

— Não vai dizer nada? — ela insistiu.

— Não há o que dizer. São vidas diferentes — respondi, engolindo o orgulho.

— Mas podemos ser amigos. — ela diz.

— Melhor não. Mas fico aliviado que você não me julgou pelo que fizemos?

— Pelo que?

— Naquela noite no Motel. Eu, Gabriel, você e a minha irmã.

— Ah não. Relaxa. Águas passadas. Eu sei que fUi a pessoa que arquitetou aquele bagunça no motel. Você que deveria ter raiva de mim e não ao contrário.

— Ah, já foi. Foi uma loucura que todo mundo gostou. — Respondo.

— Eu toparia novamente aquela bagunça. Só trocaria o Gabriel por um outro homem.

Eu dou risada.

— Posso fazer uma pergunta? — Pergunto.

— Claro.

— Quando você falou que viu a sua filha transando, foi verdade? Ou só falou para deixar aquela noite mais leve pra mim?

— Bom...

Ela fica quieta.

— Tá, vou falar. Só não me julga. — Diz.

— Não vou julgar.

— É sim. Eu vi ela transando com o ex namorado dela.

— Entendi. Não precisa contar mais nada. Você está desconfortável.

— É um pouco. As vezes eu acho que sou uma péssima mãe

— Porque?

— Porque tive tesão. E me sinto uma mãe vagabunda por isso.

— Não se julga. São desejos. Sei que não é normal, mas somos humanos. Alguns gatilhos despertam esses sentimentos ou sensações.

— É. Mas desejar chupar a própria filha? Ser chupada? Ou até dividirmos o ex ou outro homem com ela? É doença.

— Acontece mais do que você imagina.

— Não, você não entendeu. Se fosse primo, sobrinho, sobrinha... Mas filho ou filha? Não dá. Como seria depois de acontecer?

— Só conversando.

— Eu me odeio muito por causa disso.

— Você está se culpando por algo que nem fez, imagina se fizesse. Posso entrar em um contexto mais profundo?

— Sim! — Responde com uma voz carregada de culpa.

— E se ela quisesse? Ou se rolasse e fosse bom para as duas...

— Ah, jamais ela toparia algo assim.

— Mas se topasse ou rolasse?

— Teria duas respostas: Ou amaria ou odiaria.

— Bom, vai ser algo que nunca vai saber. Só saberá se fizer algum dia...

— E como foi a sua relação com a Beth depois?

— Normal. Final de março eu estarei de férias e vou para o sul ver ela e a minha sobrinha.

— Ah, queria ter essa maturidade. E fica tranquilo, que nunca falarei o que rolou naquele dia.

— Percebi. Se não tinha me entregado ontem...

— Pois é. Mas quero fazer uma pergunta já que falou da minha filha.

— Claro.

— Você teria coragem de fazer algo com suas?

— Elas nunca aceitariam. (Mentindo)

— Mas se rolasse?

— Depende do contexto, nunca pensei nisso. Mas já veio pensamento com a Jaque, principalmente. Mas deve ter sido porque fiquei muito tempo sem sexo.

— Entendi. Parece que acontecem e muito entre as famílias. A gente que não sabe por causa de ser tabu, né?

— Sim!

— Bom, agora eu tenho que ir. Espero te ver um dia, tá bom? Você é um cara maravilhoso, e que logo vai encontrar uma pessoa legal.

— Tá bom, Vanessa. Sucesso em sua vida. E que você possa resolver seus desejos e culpas na melhor forma.

Voltei para casa e a semana passou sem grandes novidades. Até que, no sábado de manhã, a Jaque avisou:

— Pai, vou sair com a filha da sua amiga. Vamos ver um jogo de vôlei em Osasco. Vamos, Letícia?

— Ah, vamos! — respondeu Letícia, animada.

— Oxi, já está com essa amizade toda com quem conheceu ontem? — perguntei, surpreso.

— Ela é legal, pai. Ela adora vôlei e, como eu ia assistir, acabei comentando. Ela perguntou se podia ir junto e eu convidei.

— Tá bom, filha.

— Vou precisar pegar o seu carro para passar na casa dela — avisou Jaque.

— E ela mora onde?

— Perto do Shopping Eldorado.

— Pensei que você soubesse onde a Vanessa morava, pai — cutucou Letícia, rindo.

— Não cheguei a esse ponto. Só sei que mora em São Paulo.

— Percebi... Mas ela sabe muita coisa de você! Já sabe até que mora em São Bernardo.

— Para você ver...

— Vamos, Le! Osasco é longe — apressou Jaque.

— Tá, vou só pegar uma roupa!

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Foto de perfil genéricaDoutor do Prazer Contos: 22Seguidores: 86Seguindo: 0Mensagem O tesão acumulado fez eu começar a fazer loucuras. Hoje vivo em uma situação que não é normal para a maioria. E nela mais 4 pessoas convive comigo essas experiências. Então decidi compartilhar aqui para ver se eu acho mais pessoas que tiveram essa experiência.

Comentários

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Cara,muito bom seu conto.

Mas estou curioso,ele vai comer o rabo da Jaque não?

Iria dar um puta conto,e mais legal ainda,se ele fizer um menage com as duas filhas.

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