Arrombado pelo coroa da recepção. - Primeiro capítulo!

Um conto erótico de JenniCdzinha
Categoria: Gay
Contém 1484 palavras
Data: 06/03/2026 17:49:56
Assuntos: Anal, Gay, no pelo., Oral

Quando eu estava para entrar na faculdade não aguentava mais os meus pais e sua educação rígida, eles nunca deixaram de ser amáveis porém não haviam espaços para erros e graças a isso eu era extremamente atrasado socialmente, não tinha nenhuma experiência de vida e tudo que eu conhecia do mundo vinha dos muitos livros que li.

Decidi que iria tentar fazer testes para uma faculdade na cidade vizinha e assim me "livrar" daquelas amarras para finalmente conhecer pessoalmente o mundo, como todo jovem desempregado eu tinha muito pouco dinheiro e acabei tendo de ficar num motel barato em beira de estrada durante o final de semana que seriam aplicadas as provas, assim que entrei na recepção pude sentir um cheiro forte de rola no ar e gemidos que vinham de uma pequena televisão por trás do balcão onde um coroa estava apoiado parecendo adormecido, ele estava sem camisa e bem suado como se tivesse acabado de correr por horas enquanto as chaves para o quarto que havia "alugado" se encontravam caídas ao lado de sua mão.

Não sei por que eu decidi o deixar dormindo e tentar pegar as chaves, tomei um susto enorme quando ele segurou o meu pulso com força e me puxou pra perto do balcão ainda "acordando" de seu sono, me explicava tentando me soltar sem sucesso e quando finalmente meu corpo bateu contra a madeira eu notei que ele estava com o caralho pra fora da bermuda aberta, sua coxa toda melada com muita porra grossa melando o pano e ali tive a certeza que era gay, a visão daquela tora me fez amolecer em seu punho enquanto gaguejava palavras sem sentido.

∆ - ( Eu ) Esperapouco, que.... ro só amanhã...... dormiachave.

@ - ( Coroa ) Tu que veio passar o final de semana?

Sem conseguir falar ou parar de admirar o caralho maciço que pulsava começando a endurecer eu confirmei com a cabeça.

@ - ( Coroa ) Último quarto, só temos um banheiro no fim do corredor e a porta não tem trava, pagamenti6 adiantado!

Soltou o meu pulso e deixou a chave cair enquanto sem vergonha nenhuma guardou o pau já durão após ter dado uma boa apalpada, sem coragem de falar algo eu só paguei e fui pro quarto sentindo meu corpo inteiro ardendo conforme o calor me invadia em ondas, meu pinto é minúsculo ( 9 cm dura ) e eu nunca tinha visto algo como aquele mastro que o coroa tinha ( 22 cm grosso até o saco ).

Óbvio que não dormi nada durante aquela noite pois pela primeira vez me sentia louco de tesão, ao fechar os olhos via cada detalhe daquele caralho com um cabeção roxo e o mastro grosso cheio de veias que se entendiam até o saco peludo, na manhã seguinte fui tomar um banho bem gelado tentando me acalmar para o dia de testes que tinha pela frente mas só pensava naquela pauzão gostoso e quando estava no meio de um devaneio o coroa simplesmente entrou no banheiro indo até a privada mijar como se eu não estivesse lá, pelado no banho.

Meu coração estava quase pulando pra fora e eu me treina enquanto ele mijava apoiado a parede, ele estava de lado me deixando ver o seu caralho enorme e um jato de urina saindo da chapeleta me fazendo novamente ficar paralisado admirando.

@ - ( Coroa ) Tu é uma bichinha safada né, não consegue tirar o olho do meu caralho desde ontem....

∆ - ( Eu ) Gay.... Não sou gay.....

@ - ( Coroa ) Claro que é gayzinho..... Fala que não quer ser enrabado que eu vou embora.....

∆ - ( Eu ) Tenho provas pra fazer e não sou bicha não!

@ - ( Coroa ) Só gosta de ver rola né, faz tua prova bichinha mais se voltar eu vou macetar teu cú sem dó.

Terminou de mijar e balançou aquela tora a batendo com força contra a palma da mão antes de sair na direção do corredor me deixando sozinho com meus desejos, me vesti apressado e sai me esforçando ao máximo para passar pela recepção sem olhar pra dentro mas ao ouvir os gemidos clássicos de pornô barato me parei de frente a porta, ele estava sentado no banquinho vendo um pornozão gay enquanto batia punheta sem pudor algum, nem preciso dizer que falhei miseravelmente na prova pois só podia pensar em ser arregaçado por aquela tora grossa, naquele coroa ignorando as minhas negativas e se enterrado no meu cú virgem enquanto me macetava sem pena, o viadinho aqui estava todo excitado mas ao mesmo tempo morria de medo.

O tempo da prova acabou e eu mal havia chego na metade das perguntas de tão distraído que fiquei, andando pelas ruas eu tentava me decidir do que fazer pois tinha certeza que o coroa iria me foder caso voltasse e por mais que estivesse todo assanhado ainda me sentia preso as normas rígidas que vivia, meus pensamentos continuavam tão sujos quanto durante a prova me perguntando se reagiria quando ele fosse me comer, se aguentaria ter aquele mastro maciço sendo torado em meu cú como ele havia prometido e como se algo tivesse me dominado eu andei decidido a dar igual uma puta para aquele coroa pauzudo, em poucos minutos eu entrava naquela recepção mal iluminada e que fedia a rola suada com porra velha indo parar na frente do coroa.

∆ - ( Eu ) Vai comer mesmo o meu cú Coroa, eu sou virgem mas tô cheio de tesão nesta rola enorme!

@ - ( Coroa ) Fica de quatro sua bicha, empina esse cú que vou te macetar aqui mesmo, vó goza dentro desse teu rabão até escorrer pelas pregas estouradas.

∆ - ( Eu ) Será que eu aguento ser enrabado?

@ - ( Coroa ) Quem disse que eu me importo, te avisei que se voltasse eu ia te rasgar o cú..... Se não aguentar grita pois eu não vou parar antes de esvaziar o saco fundo no teu intestino de bichinha.

Meu corpo endureceu quando ele levantou já pelado e com aquela tora maciça de 22cm extremamente dura, em dois curtos passos ele estava ao meu lado com suas mãos fortes me colocando de quatro e arrancando minha roupa, senti o cabeção ser esfregado nas minhas pregas por algumas vezes antes dele socar tudo me arrancando um grito gutural, me agarrou pelos quadris quando tentei fugir e sem dó passou a marretar o meu rabo com força indo do cabeção até a base em cada enterrada.

@ - ( Coroa ) Que cú delicioso bichinha, já enterrei tudo nesse rabo.....

Ele montava em cima de mim metendo cada vez com mais vontade, puxava meus cabelos e dava tapões tão fortes no meu bundão já estava ardendo bastante, sentia meu cú sangrar naquela rola que me estourava todo sem dó, o coroa gemia gostoso no pé do meu ouvido entre os elogios/putarias que falava, eu sentia tanta dor que só fazia gritar e chorar quase desmaiando no caralho.

@ - ( Coroa ) Que delícia desvirginar um cú assim, tá gritando e se torcendo inteiro, teu cú apertando meu caralho com tanta força que já vou gozar sua puta safada.

∆ - ( Eu ) Arromba tudo, me enche de porra.... Me faz gritar igual uma puta safada....

Ele passou a me foder muito mais forte enquanto mantinha suas mãos em meu rabo, eu me tremia todo e implorava pra ele gozar logo, de uma bombada mais bruta eu senti ele esporrar vários jatos grossos fundo no meu rabo me fazendo sentir o calor quase na barriga, achei que ele me deixaria quieto mas de um puxão me levou ao balcão e voltou a macetar com vontade aquela tora grossa.

∆ - ( Eu ) Vai me comer de novo.... Não aguento mais a dor Coroa!

@ - ( Coroa ) Cala a boca e para de fingir, tá se empinando toda aí e quer falar que não aguenta rola bichinha!

∆ - ( Eu ) Goza só mais uma vez então.... Fode rápido que tá doendo muito mesmo.

@ - ( Coroa ) Então vou te destruir bichinha.... Se aguenta cinco minutos....

∆ - ( Eu ) Tá bom Coroa.... Vou aguentar esses cinco sim.... Soca forte e me faz sangrar nesse mastro grosso.

Ao me ouvir falando igual uma vadia o coroa perdeu o controle e sentou rola nessa putinha, enterrava com tanta vontade que eu mal conseguia respirar e os cinco minutos se tornaram dez, quinze, vinte e quando eu já estava quase desistindo ele esporrou de novo em meu cú enquanto voltava a se enterrar inteiro.

Me deixou no balcão de quatro e foi ao banheiro sem nem me olhar, meu cú ficou tão fudido que podia sentir ele aberto sangrando e com muita goza vazando ao ponto de escorrer pelas coxas, um vazio me fez desejar que ele ainda estivesse marretando meu rabão.

Quando voltou se sentou no banquinho voltando a assistir seus pornôs por trás do balcão me avisando que se eu não saísse dali ele iria voltar a me foder até não aguentar mais, me levantei suprimindo a vontade de ficar e fui pro quarto me sentindo tão dolorido quanto satisfeito em pela primeira vez ter sido a putinha de um macho safado.

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