MINHA ESPOSA QUER UMA TROCA DE CASAL PT 3

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Grupal
Contém 1509 palavras
Data: 05/03/2026 13:29:55

O plano era simples, mas o coração batia forte só de pensar. Rode explicou tudo na cozinha, voz baixa, olhos azuis brilhando com malícia. Quando eu e os meninos chegássemos do serviço, a casa deles ia estar trancada. Viviane ia sair pra fazer unhas em uma cliente longe, e tinha tratado com Rode de deixar a chave com ela. Rode diria que precisava de algumas coisas emprestadas – farinha, óleo, sei lá – e que sabia que Viviane ia sair. Eu ia dizer pros gêmeos: “Fiquem na piscina de casa até a mãe de vocês chegar. Relaxem, bebam uma cerveja, eu tenho compromisso e volto mais tarde.”

Parecia infalível. Quem resistiria à minha esposa? Loira espetacular, corpo fenomenal, bunda grande balançando. Eu queria ver aquilo. O combinado era eu sair de cena, mas eu não era bobo. Tinha duas câmeras fixas na piscina, instaladas pra segurança. E mais duas móveis, de alta definição, guardadas no armário. Sem Rode ver, peguei elas. Posicionei escondidas: uma no arbusto do quintal, focando a borda da piscina; outra na janela da sala, com zoom pra pegar close. E um microfone escondido no vaso de planta, pra captar cada gemido, cada sussurro. Testei no celular. Imagem cristalina, som limpo.

O dia rolou tenso no serviço. Mayer e Cristiano trabalhando duro, suando nas camisetas regatas, corpos atléticos brilhando. Eu olhava pros dois e imaginava. Virgens, 18 anos, negões altos. Meu pau mexia na calça só de pensar na Rode entre eles.

Chegamos no condomínio. Casa deles trancada, como planejado. “Mãe deve ter saído”, disse Mayer, coçando a cabeça.

“Fiquem na piscina de casa”, eu falei. “Tô com um compromisso urgente, volto mais tarde. Relaxem, nadam, bebam uma cerveja da geladeira.”

Eles toparam. “Valeu, tio Sandro.”

Saí dali, parei o carro no parque do condomínio. Tinha wifi grátis ali, bancos vazios. Levei meu iPad, conectei no sistema das câmeras. Liguei. Tela dividida em quatro ângulos. Som no fone de ouvido. Vi os dois chegando na piscina. Tiraram camisetas, shorts. Entraram na água de cueca boxer. Nadando, rindo, jogando água um no outro. Corpos morenos escuros, músculos definidos, ombros largos. Pareciam dois leões jovens.

De repente, Rode apareceu. Vestido solto, leve. Carregando três cervejas geladas. “Oi, meninos. Posso nadar com vocês? Tá um calor danado.”

Eles se entreolharam, surpresos. Cristiano: “Claro, tia Rode. A casa é sua.”

Ela sorriu, sentou na borda. Entregou uma cerveja pra cada. “Bebam, relaxem. Vocês trabalharam duro hoje.”

Eles pegaram, beberam devagar. Olhos nos peitos dela marcando o vestido. Ela conversava leve: escola, futebol, meninas. “Vocês têm namorada? Dois gatos assim...”

Mayer riu: “Não, tia. Só estudo.”

Ela mordeu o lábio. “Que desperdício.”

Então, devagar, como se fosse natural, ela tirou o vestido. Não tava de biquíni. Calcinha fio dental branca, sumindo na bunda grande. Sutiã de renda, transparente, mamilos rosados aparecendo. Corpo fenomenal exposto. Peitos firmes, cintura fina, coxas brancas. Entrei na água devagar, mergulhando, emergindo molhada. Cabelos cacheados grudando nas costas.

Vi a reação deles no close da câmera. Olhos arregalados, bocas entreabertas. Mayer engoliu seco. Cristiano ajustou a cueca, volume crescendo. Meu pau endureceu no carro, assistindo. Coração acelerado. Rode nadava perto deles, roçando “sem querer” nos braços. “Água tá boa, né?”

Eles assentiam, nervosos. Ela se aproximou de Mayer primeiro. “Você é forte... olha esses músculos.” Passou a mão no peito dele, devagar. Ele tremeu. Depois pro Cristiano. “Vocês dois... idênticos, mas cada um com seu charme.”

O ar mudou. Tensão no ar. Ela sussurrou: “Vocês são virgens, né? Sandro me contou.”

Eles coraram. “Sim, tia...”

“Não chamem de tia. Me chamem de Rode.” Ela sorriu safada. “Querem aprender umas coisas?”

Eles piscaram. Mayer: “Tipo o quê?”

Ela se encostou na borda, peitos quase pulando do sutiã. “Vem cá.” Puxou Mayer pela mão. Beijou a boca dele, língua devagar. Ele gemeu baixo. Cristiano assistia, pau endurecendo na cueca.

Rode alternava. Beijava um, depois o outro. Mãos nos peitos deles. “Tirem as cuecas. Quero ver.”

Eles hesitaram, mas obedeceram. Meu Deus. As rolas pularam pra fora. Descomunais. Uns 23 cm cada, grossas, veias pulsando. Pretas, cabeças rosadas. Maior que o meu 20 cm. Meu peito apertou de ciúme, mas o tezão explodia. Rode arregalou os olhos. “Nossa... que paus enormes. Olha isso... nunca vi nada assim.”

Ela pegou um em cada mão. Bateu punheta devagar. “Tão duros... tão grandes.” Mayer e Cristiano gemiam, inexperientes, corpos tremendo.

Ela ajoelhou na água rasa. “Vou chupar vocês.” Primeiro Mayer. Boca na cabeça, lambendo. Ele gemeu alto. Ela engoliu metade, chupando com fome. Mão no saco, massageando. Ele durou pouco. “Ai... vou gozar!” Porra jorrou na boca dela. Ela engoliu tudo, lambendo os lábios.

Depois Cristiano. Mesma coisa. Chupada gulosa, garganta apertando. Ele gozou rápido, enchendo a boca. Ela engoliu, sorrindo. “É normal gozar rápido na primeira vez. São virgens... mas vou ensinar vocês a durar mais.”

Tirou o sutiã e a calcinha. Ficou nua. Corpo molhado brilhando. Buceta loira, depilada, lábios rosados inchados. Peitos grandes, mamilos duros. “Agora, hora de aprender a chupar uma buceta direito.”

Sentou na borda, pernas abertas. “Primeiro, Mayer. Venha. Beije devagar os lábios de fora. Lambuze com a língua.”

Ele ajoelhou na água. Nariz no cheiro dela. Língua tímida tocando. Ela guiou: “Assim... circule o clitóris. Esse pontinho aqui em cima. Devagar, depois mais rápido. Chupe como se fosse um sorvete.”

Ele obedeceu. Lambia, chupava. Ela gemia baixo. “Boa, menino... assim. Agora enfie a língua dentro. Sinta o gosto.”

Mayer enfiou, língua explorando. Ela segurou a cabeça dele, rebolando devagar. “Isso... mais fundo. Agora volte pro clitóris, sugue leve.”

Ela gozava nos olhos. Peitos subindo e descendo. “Tá bom... muito bom.”

Depois, Cristiano. “Sua vez. Aprenda com o irmão. Mas adicione dedos. Um dedo devagar, enquanto chupa.”

Cristiano mergulhou. Língua ávida nos lábios. Dedo entrando devagar na buceta molhada. Ela gemeu mais alto. “Assim... curve o dedo pra cima, ache o ponto G. Ali... ah!”

Ele chupava o clitóris, dedo fodendo devagar. Ela cravava unhas nas costas dele. “Vocês aprendem rápido... ai, que delícia.”

Meu pau latejava no carro. Bati uma punheta devagar, assistindo minha esposa ensinando dois negões virgens a comer buceta. O microfone captava tudo: lambidas molhadas, gemidos dela, respirações pesadas deles.

“Hora da penetração”, ela disse, ofegante. “Mayer primeiro. Deite na borda.”

Ele deitou, pau duro pra cima, 23 cm latejando. Ela montou. Segurou a base. “Devagar... é grande demais.”

Mas Mayer, ansioso, empurrou tudo de uma vez. Ela gritou: “Ai! Assim não! Com carinho, menino.”

Ele parou, olhos assustados. Ela respirou fundo. “Só metade agora. Sinta a buceta se abrindo.”

Colocou metade. Ela desceu devagar. “Agora vai e vem. Lento no começo. Sinta o ritmo.”

Ele obedeceu. Vai e vem devagar. Buceta dela engolindo metade da rola preta. Ela rebolava, ensinando: “Mais rápido agora. Mas não force tudo.”

Ele acelerou. Gemendo. Durou pouco. “Vou gozar...” Porra dentro dela, enchendo.

Ela sorriu. “Rápido de novo. Mas tá bom.”

Cristiano agora. Mesma posição. Ele mais cuidadoso. Colocou metade, vai e vem devagar. Ela guiava: “Assim... sinta minha buceta apertando. Rebole junto.”

Ele metia, olhos nos peitos dela balançando. Gozou rápido também, jorrando dentro.

Ela riu. “Vocês gozam rápido porque não são acostumados. É a primeira vez... e com uma mulher gostosa como eu, não tem como segurar.”

Cristiano confessou: “É nossa primeira vez mesmo... e você é linda, Rode.”

Ela piscou. “Vamos tentar de novo. Mas os dois de uma vez. Enquanto eu chupo um, o outro mete em mim.”

Posicionou. De quatro na borda rasa. Mayer na frente, pau na boca dela. Cristiano atrás, mirando a buceta.

Cristiano entrou devagar, metade da rola. Ela gemeu com a boca cheia. Chupava Mayer fundo, garganta trabalhando. Cristiano metia lento, mãos na bunda grande dela, apertando. “Assim... devagar, mas firme.”

Ela rebolava contra ele, chupando o irmão. Mayer gemia, segurando os cabelos cacheados. “Que boca quente...”

Cristiano acelerou. Buceta molhada fazendo barulho. Meu microfone pegava: ploc ploc das metidas, gemidos abafados dela. Ela tirou a boca um segundo: “Mais fundo agora... tô acostumando com o tamanho de vocês.”

Cristiano enfiou mais, quase tudo. Ela arqueou as costas, gemendo alto. “Ai... que pau grosso... me arromba devagar.”

Mayer na boca, ela chupando com fome, lambendo as bolas. Alternava: chupava um pouco punhetava depois. Eles duravam mais agora. Aprendendo. Cristiano metia ritmado, saco batendo na bunda dela. “Tá apertada... quente...”

Ela gozou primeiro. Corpo tremendo, buceta apertando a rola dele. “Ai... vou gozar... não para!”

Cristiano gozou junto, enchendo ela de porra quente. Mayer, vendo, gozou na boca dela. Ela engoliu, lambendo tudo. “Isso... gozem pra mim... que delícia.”

Eles ofegantes, corpos suados. Ela se virou, beijou os dois. “Boa, meninos. Vocês são rápidos de aprender.”

De repente, barulho de carro. Viviane chegando. Eles ouviram. Pânico leve. Vestiram cuecas rápido. Rode pegou o vestido, enfiou. “Nosso segredinho, hein? Ninguém sabe.”

Eles acenaram, olhos brilhando. “Sim, Rode.”

Saíram pela lateral. Rode ficou sozinha, sorrindo pra câmera – como se soubesse que eu via. Meu pau gozou no carro, porra na mão, assistindo tudo.

Voltei pra casa mais tarde. Coração apertado, mas tezão maior ainda. A semente tinha brotado. E a árvore ia crescer.

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Comentários

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Tive que bater uma punheta, imaginando essa putinha de quatro, rebolando na minha frente, querendo pica.

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Tá muito legal esse relato, muito tesão envolvido, não demora em postar a continuação!

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