Será que foi culpa do ciúme?

Um conto erótico de Kelly
Categoria: Heterossexual
Contém 1441 palavras
Data: 05/03/2026 07:48:40

Só lembro que cheguei e já fui presa a parede com a mão no meu pescoço, e a roupa sendo arrancada, é, parece agressão, mas é assim que o meu negão me trata sexualmente.

Sou a Kelly, uma negra, obesa, bem safada e dei a sorte de conhecer o meu negão por conta de um comentário bobo l, numa conversa informal no grupo de amigos.

Lembro que disse gostar de sexo anal, fui reprimida pela mulherada, mas por ele, tudo mudou, desde então percebi os olhares diferentes e os comentários de duplo sentido que ele imediatamente teve por mim.

Já se passaram quase uma década, a primeira vez que eu dei pra ele foi no nosso trabalho, tive que encarar aquela tromba de elefante entrando no meu rabinho, calada, sem falar nada, pq não podíamos ser flagrados, fora a covardia dele, sabendo que eu não podia reclamar, ele comia meu cu sem pena, sem carinho e ainda arreganhava minha raba, facilitando a penetração pra ele e me maltratando, parecia que estava sendo esquartejada.

Aliás, maltratar é o tom de toda nossa foda, e eu piranha que sou, amo ficar marcada, sentir a dor no outro dia e saber q foi por conta do sexo, passei o bizu de alguns segredinhos, inclusive sobre os meus seios, que ficam ardidos por conta das mordiscadas nos mamilos, mas ultimamente o agravo tem sido no meu rosto e no mesmo pescoço.

Voltando ao início do relato, saíamos de um resenha de pagode, onde tinhamvários pretos, cada um mais gostoso que o outro, verdade que eu estava com meu, mas não estou morta, na fila do banheiro, lembro de um que rocou a mão nos meus seios, acho que foi sem querer, fiquei toda arrepiada, trajava um vestido modelo tomara que caia azul, quase caiu por mim, minhas muchibinhas ficaram salientes, mas foi só um esbarrão por conta da super lotação, mas enfim, zeramos o evento, era sábado de madrugada, voltamos pra casa dele e aí que tudo ocorreu, fui maltratada, basta beber que sempre vem a vontade de fuder, Marcus, me agarrou pelo pescoço, arrancou minha roupa, disse com veemência que eu estava olhando pra outros machos e iria me punir, perguntou se faltava pau em casa, e antes que eu falasse algo, ele enfiou a mão direita dentro da minha calcinha e começou a dedilhar meu clitóris que imediatamente ficou molhado, e a mão esquerda permanecia apertando meu pescoço, cara tava transtornado, e a força impossibilitava de eu falar, as minhas mãos, inertes, eu estava animada e queria pagar a dívida q ele inventou, estava cheia de fogo no rabo, encararia uns três machos, tinha bebido muito, os dedos na minha bucetinha, a minha expressão facial e o meu olhar davam o tom ao clima, Marcus me xingando, eu já rebolando nos seus dedos, até que ele tirou de supetão a mão da calça e deu três tapas fortes na minha cara, o último foi com o dorso da mão, me virou de costas e puxando minhas madeixas, socou no meu cu como sempre faz, sem qualquer comunicação prévia, o pau dele entra no meu rabo sem dificuldade, já me sinto arrombada, outro dia sujei a calcinha por conta de uma tossida, já falei, mas ele não tá nem aí, diz querer arrancar minhas pregas.

Me comeu com o mesmo discurso que eu estava olhando outros homens e eu passei a concordar que estava, empinando a bunda pra trás, e o xingamento de vagabunda, puta, piranha era o revide para minha confissão, falei com detalhes dos homens que paquerei, falei do negão que roçou em mim e ainda inventei alguma situações, percebi que estava deixando meu negão excitado, diferente das outras vezes, mas em contra partida foi difícil encarar a volúpia de suas penetrações, tive que apelar pra uma masturbação enquanto a outra mão estava na parede, após alguns minutos senti o jato de porra invadindo meu cu, e eu no vai e vem, pra frente e pra trás, ele urrando no meu ouvido, eu gozando por conta da masturbação e o clima estava muito sexy e quente.

Me virei, o Marcus ainda estava com a camisa e a bermuda caída nos pés, a cueca pro lado, agachei e chupei seu pau sujo de porra e falava que queria chupar outros machos, que no pagode tinha escolhido uns três a dedo, o Marcus ouvindo e me olhando, aproveitava o momento da pausa que eu fazia a provocação para bater na minha cara, e o pau cresceu novamente, galinha boa é assim, sabe fazer o pinto crescer, e eu percebi que o boquete e as palavras de alguma forma mexia com ele.

Excitado novamente, a espada do meu Lion tinha crescido como a do Thundercats, ele me puxou pelos cabelos pra cama, sim, não tem nenhum carinho comigo, me jogou na cama e fez o que sabe fazer de melhor, me chupou divinamente, e eu gemendo, as pernas arreganhadas, não tinha controle sobre elas, tremia muito, meu corpo todo tremia de forma involuntária, gemendo, sentindo algo que nunca senti, e ele chupando minha bucetinha, meu clitóris é pequeno, mas ele sabe estimular o meu pinguelinho, eu dizia

_ me chupa ou eu terei que arrumar alguém pra isso...

Eu já tinha gozado mais três vezes só na língua dele, ele subiu com uma fúria, o pau entrou na minha grutinha, e mais uma vez o meu pescoço foi agarrado, e a velha posição do papai e mamãe deu lugar a uma versão 3.0, socadas fortes e firmes, mão no pescoço e tapas na cara, eu chamando ele de covarde, fdp, safado, estava daquele jeito pq tinha olhado pra outros machos lindos e gostosos, e aí que ele me penetrava mais forte, sentia o pau dele tocando no meu útero, aquilo de alguma forma tbm estava bom pra mim, já que eu gosto de sexo selvagem, Marcus gozou na minha ppkinha e desta vez foi romântico, já que ele caiu por cima de mim e nos beijamos, eu queria mais, e já por cima dele pude cavalgar, e os beijos continuaram e eu no vai e vem, falava que se tivesse outro macho ali estaria empurrando no meu rabinho, que queria fazer uma DP, perguntei se ele iria deixar, ele concordava com a cabeça e eu estava no estágio de ser motivada pelas pelas suas concordâncias.

Depois de quase uma hora fudendo, pq não foi amor e sim sexo, sujo e gostoso, fomos pro banho, voltamos pra cama pq o cardio foi pesado e bebemos uma cerveja gelada, pelados, assistindo a programação da TV e pra nossa grata surpresa, um filme adulto onde a gravação foi em um clube de swing, a mulher no glory hole e o marido pegando ela, enquanto ela mamava rolas de desconhecidos.

Fogo e álcool não tem diálogo, assim era eu assistindo a cena, acendeu um negócio em mim, eu passei a chupar o Marcus e com os olhos fitos na tela, a mulher chupava os paus, sem saber quem era, muito excitante, e o marido penetrando ela, não dava pra saber onde era a pirocada, já que o ângulo da câmera pegava bem os boquetes, eu me via naquela condição, até pelo que tinha vivido minutos antes, e o negão perguntava se eu estava se vendo no lugar da puta, com a mão em sinal de positivo eu concordava, já que não queria parar de chupar, novamente fui xingada de vadia e piranha, que pra mim eram sons de melodias, Marcus tbm estava gostando, jogou o restinho de porra na minha boca.

Levantei e calada fui pra poltrona, fiquei d4, bem empinada, Marcus ousou dizer que não aguentava mais, eu disse que ia chamar o garçom, o negão levantou e começou com o pau mole, e foi entrando no ritmo, e eu chupando os meus e os dedos dele com os olhos fechados lembrando da cena que tinha assistido, foi intenso pra mim, claro que gozei.

Já no outro dia, o famoso day after percebemos as consequências, eu estava muito dolorida, rouca por conta dos apertos na minha garganta, marcada na bunda, toda dolorida, e prontinha pro segundo capítulo.

Tivemos vários momentos picantes como este, mas o ápice foi no clube de swing, foi a exigência que fiz do meu presente de aniversário, ele me levou sabendo que eu iria aprontar, fui sem calcinha, mesmo vestido do pagode, e várias mensagens de safadeza nos dias que antecederam, enviava mensagens e vídeos com nudes dizendo o que eu iria fazer, e ele só podia ficar comigo, ele não podia pegar ninguém, foi maravilhoso.

Conto em outro momento

Até a próxima

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