A Cdzinha Carla de Vermelho

Da série Bonecas da Noite
Um conto erótico de E.G.
Categoria: Trans
Contém 1977 palavras
Data: 30/03/2026 01:06:45
Última revisão: 30/03/2026 01:17:40

CapA Cdzinha Carla de Vermelho

Realmente minha vida de divorciado com a Mellzimha, minha cliente e agora namoradinha travesti, virou uma verdadeira sacanagem. No último encontro participei de uma festa a três com a Mell e seu cliente secreto, uma cdzinha. Seu nome era Carlinha e estava louquinha pra chupar um pau de macho. Depois de eu e minha amante transex darmos uma surra de pica na cdzinha, saí antes do encontro satisfeito. Já em casa, Mell me contou que montava Carlinha já fazia um tempo, emprestava umas roupinhas já que elas serviam perfeito nela e emprestava uma peruca loira. Comentei da cdzinha ser casada e usar o fio dental preto da esposa. Então Mell me explicou que Carla era André Carlo. Mesmo sendo novo, 26 anos, vivia um casamento meio de fachada. Desde do primeiro encontro com ela usava a calcinha roubada da esposinha pra dar o cuzinho pra Mell.

Passei a semana trabalhando e ficando com minha boneca namoradinha. Na quinta almoçava tarde no shopping Higienópolis. Então um casal jovem com duas crianças sentou algumas mesas perto na praça de alimentação. Só notei eles porque o marido, um cara jovem, magro, de cabelos claros, não tirava os olhos de mim enquanto comia. Olhava principalmente quando a esposa dava atenção para as crianças. Seus olhos claros e o formato do rosto fizeram na hora lembrar da Carlinha. Sim, aquele cara jovem com a família era a Carlinha, saquei na hora e fingi que não notei as olhadas. Eu saí antes dela do quarto do hotel e não vi Carlinha desmontada, já que quando cheguei já estava preparadinha pra putaria.

Terminei de comer e saí discreto. Dirigi até meu apartamento e quando entrei o barulhento de msg sms (em 2010 só tinha isso): “Oi, lembrada de mim?”

“Oi, quem?” escrevi fingindo, mas já sabia que era ela.

“Carlinha, posso mais tarde te ligar?”

“Claro” respondi, já pensando que ele ia dar um perdido na família.

Lá pelas 1:00 da manhã ele me ligou. Era uma voz meio baixa e não tão afinada como a da Carlinha, mas era ela mesma falando:

— Oi, Glauco.

— Oi, Carla. — Desculpa ligar só agorinha, você viu porque não pude ir falar com você.

— Sem problemas, linda, eu também não queria perturbar.

— Tô pensando em vocês todos os dias, mas sem ofender a Melzinha, minha fada.. Mais saudade mesmo de você, Glauco, seu gostoso.

— Também fiquei pensando, lembrando cada momento.

— Queria te pedir pra gente se encontrar só eu e você amanhã à tarde no mesmo lugarzinho? Queria te ver pessoalmente!

Falou toda manhosa.

Só perguntei que horas. Então cheguei na hora marcada no mesmo hotel perto do Bairro da Liberdade. Ela já tinha chegado uns 40 minutos antes e mandado o número do quarto por msg. Liberado pela recepção, subi ansioso para me encontrar com a Carla. Ficava um pouco cismado se a Mellzimha ia sentir ciúmes ou causar uma briga. Mas esqueci disso na hora que bati na porta do quarto. Carlinha de cabelos loiros abriu e me recebeu com seu batom vermelho. Nesse encontro ela estava diferente, com um conjunto de salto, meias vermelhas e fio dental vermelho de renda que já exibia o volume da rola dela. Usava brincos argolados, a maquiagem não estava tão forte nos olhos, mas delicada. Nos beijamos forte sem dizer nada, apertei a bunda atolada com o fio dental no meio.

— Ai que saudade! —Falava gemendo entre os beijos, enquanto apertava minha rola com a mão dela por baixo da calça.

Tirei minha camisa com a ajuda dela, seguido pela calça com cueca. Ela já ajoelhou pegando minha jeba meio endurecida e já abocanhou, deixando ela crescer na boca. Era uma chupada macia e melada, com ela me olhando e engolindo quase até o saco. Isso quase a fazia engasgar e ela largava da boca. Eu aproveitava e batia com a rola na sua bochecha e nariz, melando o rosto dela com a própria saliva. Empurrava a cabeça dela pra voltar a chupar e ela obedecia, engolindo a rola e dando umas reboladas que via pelo espelho da parede. Pra não esporrar de tanto tesão, puxei ela pra ficar de pé, beijando a boquinha melada, e falei:

— Hoje vamos experimentar coisas novas, putinha — disse segurando o rosto dela. Pelo olhar já senti que ela ia se jogar na trepada.

Deitamos de lado na cama mantendo o agarro. Com a mão deixei a rola dela escapar de lado da calcinha. Comecei a punhetar a cabeça molhada. Que fez ela dar gritinhos com a respiração forte. Com a mão melada da rolinha dela (e um pouco meu), obriguei ela a lamber a mão. Toda submissa, obedeceu lambendo a mão melada e os dedos, olhando pra mim esperando outra ordem. Daí joguei ela ao contrário sobre mim. Íamos começar um 69 gostoso. Ela por cima, de pernas abertas encaixada, e eu por baixo. Ela abocanhou minha rola e no momento que dei a primeira chupada na rola amolecida dela fez ela gemer e soltar:

— Ai meu grelinho! Ai!

Não era a primeira vez que chupava uma rola (deixo para outra vez contar), mas confesso que 69, tanto com mulher, homem e trans, era uma coisa que eu curtia.

O pau de Carla tinha uns 14 cm com a cabeça pra fora e cresceu na minha boca no momento que eu chupava, sentindo o salgado dele. Ao mesmo tempo abria mais a bundinha dela e brincava com o cuzinho.

Ela parava uns instantes de chupar quando comecei a circular com os dedos e depois só a ponta do dedo no anelzinho amarronzado com meio rosadinho. Ao mesmo tempo chupava só a cabecinha do grelinho dela. Claro que ela gritou gemendo:

— Ai seu puto, safado! Ai que gostoso!

— Cala a boca, filha da puta! Me chupa, não para! — também gritava parando a chupada.

Carlinha bem que tentou aguentar, mas esporrou com tudo bem na minha boca e cara.

Paramos o 69 imediatamente, com ela saindo de cima e pedindo desculpas:

— Ai, desculpa! Ai, Glauco, tava tão gostoso que não aguentei e soltei tudinho! Ai, amor, me perdoa.

Fiquei de joelhos sobre a cama. Com a boca e a cara com a porra grossa espalhada, puxei ela pra perto. Eu beijei dividindo a gozada que levei na minha boca com a dela. Nosso beijo tinha língua, gozo e saliva misturada. Depois ela lambeu toda a porra no meu rosto e compartilhou em outros beijos.

Então ela se abaixou pra chupar. Senti que ela queria me fazer gozar, mas puxei ela pelo braço. Peguei do meu bolso uma camisinha e um gel íntimo que tinha sabor menta.

Ela me segurou e olhou pra mim dizendo:

— Glauco, me come no pelo! — Só a Melzinha me come de camisinha... você foi o segundo! Quero sentir um pinto de macho no meu cuzinho.

Aquilo me atiçou pelo jeito safado dela pedir e provoquei:

— Essa sua calcinha e meia você pegou emprestado da esposinha?

— Roubei só pra usar pra você hoje, meu macho.

Quase gozei com ela me falando isso. Concordei, encostando sentado na cabeceira da cama. Abri o gel e passei na minha pica meio endurecida e fiz a Carlinha experimentar a menta.

Chupou de quatro rebolando como um picolé de menta. Gemia baixinho:

— Ai que delícia… — Ai que pica gostosa…

Vendo meu pau melado de baba e gel, puxei ela pra ficar de quatro. Puxei o fio dental da bunda de lado e chupei o cuzinho que piscou. Com um dedo enfiei melado com o gel pra deixar preparado.

Então deitei de barriga pra cima e mandei ela sentar na rola dura de costa pra mim. Ela obedeceu e sentou primeiro deixando a cabeça entrar. Deixou escorregando, gemendo até entrar tudo e ficar apoiada agachada sentada. Começou a cavalgar devagar. Ajudava segurando a cintura, fazendo ela quicar na jeba dura. Gemidos altos de voz grossa escapavam.

Era delicioso ver ela de costa com a bunda engolindo a rola, fazendo aquele barulho de enfiada pele com pele. Apertei a bunda com força e na hora do gozo empurrei ela pra frente pro jato de porra acertar toda a bunda, calcinha e costas.

Ela desceu de cima, passou a mão na bunda espalhando a esporrada na pele e lambeu os dedos. Veio ficar deitadinha comigo. Ficamos conversando. Dividimos um cigarro de menta que ela fumava e uma Smirnoff Ice. Falei:

— Não quis ignorar você no shopping.

— Tudo bem, Glauco, eu que não me aguentei, sabe. Gaby perguntou se conhecia você e eu disse que talvez era um antigo amigo.

— Eram seus filhos? — Sobrinhos... sou casada mas não tenho filhos ainda.

— Crise no ninho?

— Um pouco, sabe, coisas de casal. Pressões da família.

Percebi que era assunto tenso e mudei:

— Hoje você de vermelho tá linda, Carlinha.

— Brigadinho, fiquei com vontade de te ligar a semana toda. Tinha o seu número que a Mel me deu, sabe, da nossa festinha da semana passada. Mas tinha medo que você só tivesse feito porque ela pediu, sabe... Daí ela me contou que você era bem de boa.

— Gostou de me conhecer?

— Tô adorando, Glauco. E desculpa ter gozado antes... não aguentei.

— Sem drama — disse, beijando e punhetando sua rolinha mole.

Já descansados e com tesão pra mais, a deixei deitada de barriga pra cima. Fiquei de joelhos e abri suas pernas. Ia ser na posição de frango assado, mas ia deixar provocar um pouco ela. Tirei devagar o fio dental vermelho que vestia. Cheirei o perfume que tinha nele misturado com suor e o cheiro da porra que tinha melado. A cdzinha loira encarou de olhos abertos de tesão, me assistindo.

— Sua safadinha! Roubando a calcinha da esposa?

— Ai, desculpa, não aguentei!

— Imagina ela descobrindo Carlinha?

— Ai! — Para tô ficando com medo, Glauco!

— Então me obedece, putinha loira! — Se não da próxima vez ela vai te assistir eu te comendo e a gente gozando!

— Aí para! — seu putão safado!

— Então cheira! — Cheira como tá essa calcinha com nossa putaria! — cheguei sobre ela deitada e esfreguei na cara dela, que soltou aquela gemida. Deixei ela cheirando. Passei mais gel na minha rola e enfiei nela deitada. Gostava desta posição porque dava pra escolher onde enfiar, tanto no cuzinho quanto na buceta, ainda dava pra olhar na cara de prazer em mulher, homem ou trans. Carlinha fazia a cara de quase choro e respiração forte com gemido sentindo a rola entrar escorregando. Eu sentia no meu pau ralar sua pele com o cu quentinho dela.

Então com a mão direita comecei a punhetar a rola da Carlinha, balançando com minhas enfiadas. Começamos a gemer e falar putaria juntos. A mão dela se juntou à minha na punheta, punhetando seu pau com força seguindo o ritmo da enfiada. Dessa vez gozamos meio juntos, um olhando pra cara do outro. Primeiro eu que tirei do anelzinho arrombado e lancei gozando minha porra na barriga e peito da Carlinha. Uns segundos depois foi a vez dela: gozou pra cima, acertando minha barriga e pernas com a porra quente. Deitei sobre ela e sentimos o melado grudar nos nossos corpos. Beijamos devagar comemorando a gozada. Ela puxou o fio dental e deixou entre nossos rostos como uma provocação gostosa e meio finalizando a putaria.

Foi um silêncio depois: ela se levantou, pegou o celular, mandou msg e foi para o banheiro. Ainda pelado, fui também. Entrei no banheiro, vi as meias vermelhas e a peruca loira penduradas. Carlinha dentro do box debaixo da ducha.

Entrei sem pedir e a vi desmontada com a maquiagem escorrendo. Ficou sem fala. Sorri e acariciei seu rosto. Nos beijamos debaixo da ducha morna. Mas ela segurou minha rola e eu a dela.

Minutos depois ela atendia a esposa no celular dizendo que ia se atrasar um pouco. Sua voz tentava disfarçar e manter o jeito normal enquanto sentava na minha rola usando só a peruca.

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