Minha Mãe Professora se Tornou uma Puta Parte 15 - Sábado de praia e um tempo de qualidade com minha mãe.

Um conto erótico de ThomasCelt
Categoria: Heterossexual
Contém 6362 palavras
Data: 29/03/2026 22:30:35
Última revisão: 29/03/2026 23:57:45
Assuntos: Heterossexual

Allan e eu ficamos mais um tempo no sofá, bebendo devagar, ainda processando tudo que tinha acontecido. O álcool e a maconha deixavam a conversa mais solta, quase confessional.

— Mano… sinceramente — disse Allan, voz rouca, tomando mais um gole de cerveja —, isso foi a melhor sensação da minha vida. Foder a professora Paula… sentir ela apertando os dois paus ao mesmo tempo… porra, eu nunca gozei tão forte. E ver você metendo nela também… foi doentio, mas foi foda pra caralho.

Eu estava bem bêbado, a cabeça girando, mas concordei, rindo baixo.

— Foi… insano. Nunca imaginei que ia acontecer isso. A buceta dela tava tão quente… tão molhada… e o jeito que ela gemia mesmo dormindo… caralho.

Allan riu, balançando a cabeça.

— E quando você enfiou no cu dela? Eu senti teu pau roçando no meu dentro dela. Foi surreal. A gente fodeu a mesma mulher ao mesmo tempo. E não foi qualquer mulher… foi a Paula. A professora gostosa que todo mundo baba na escola.

Nós dois continuamos bebendo mais um pouco, relembrando detalhes: o jeito que a buceta dela se esticava, os gemidos roucos, o corpo tremendo quando gozava. O papo era safado, cúmplice, quase como se estivéssemos revivendo a cena.

De repente, Allan olhou o celular e fez uma careta.

— Merda… já são quase 3h da manhã. Meus pais vão me matar se eu não voltar logo. Tô muito bebado e doido ainda… melhor chamar um Uber e deixar o carro aqui. Amanhã eu venho buscar.

Ele pediu o Uber rapidamente. Enquanto esperava, terminamos as últimas cervejas. Quando o carro chegou, Allan se levantou, ainda meio cambaleante, e me deu um abraço forte.

— Qualquer coisa me liga, mano. E… segredo nosso. Ninguém nunca vai saber.

— Pode deixar — respondi.

Ele saiu. O apartamento ficou em silêncio novamente.

Eu estava bem bêbado também. A cabeça girava, o corpo quente. Fui até o quarto da minha mãe, abri a porta devagar e entrei.

Paula estava deitada de lado na cama, completamente nua. As pernas estavam ligeiramente abertas, a buceta ainda vermelha e inchada, com resquícios de porra seca nas coxas e no lençol. Os seios pesados caíam para o lado, mamilos rosados ainda um pouco duros. O cabelo loiro estava espalhado no travesseiro, o rosto inchado de sono e álcool. Havia marcas de tapas leves no rosto e nas coxas, e a bunda enorme estava marcada com as impressões das nossas mãos.

Ela respirava pesada, gemendo baixinho de vez em quando, o corpo ainda reagindo ao que tinha acontecido. Parecia completamente exausta, usada e satisfeita ao mesmo tempo.

Eu fiquei parado na porta, olhando para ela por um longo tempo. O tesão ainda latejava baixo, misturado com a culpa e o álcool.

Depois de alguns minutos, fechei a porta devagar e fui para o meu quarto. Caí na cama sem nem tirar a roupa direito.

A noite tinha sido a mais louca da minha vida.

O sábado amanheceu tarde. Eu acordei por volta do meio-dia, com a cabeça pesada, boca seca e o corpo dolorido da noite anterior. O apartamento ainda cheirava levemente a maconha, álcool e sexo. Fiquei alguns minutos deitado, lembrando fragmentos da noite: Allan, nós dois fodendo minha mãe, os gemidos dela, a porra escorrendo…

Levantei, passei a mão no rosto e fui para a cozinha preparar café. Passei pelo quarto dela a porta estava fechada totalmente. Coloquei a água para ferver e fiquei encostado na bancada, tentando organizar os pensamentos.

Uns vinte minutos depois, ouvi o barulho da porta do quarto dela se abrindo.Minha mãe apareceu no corredor, caminhando devagar, claramente destruída.

Estava vestida com uma camiseta velha minha, cinza, que era grande demais para ela. A barra mal chegava ao meio das coxas grossas. Por baixo, era evidente que não usava nada os mamilos rosados marcavam o tecido fino, e a cada passo a camiseta subia um pouco, mostrando a curva inferior da bunda enorme e redonda. O cabelo loiro estava uma bagunça completa, despenteado e com mechas grudadas no rosto. O rosto estava inchado, olheiras profundas, maquiagem borrada que ela nem tinha tirado direito. As marcas roxas no pescoço e no colo ainda estavam bem visíveis, algumas novas do que rolou ontem.

Ela parou na entrada da cozinha, esfregou os olhos e fez uma careta de dor de cabeça.

— Bom dia… ou boa tarde, né? — murmurou, voz rouca e cansada.

— Já é meio-dia e meia — respondi, servindo café para ela.

Paula sentou na cadeira da frente, gemendo baixo ao se sentar, como se o corpo inteiro doesse. Pegou a xícara com as duas mãos e tomou um gole pequeno, fazendo outra careta.

— Minha cabeça tá explodindo… — reclamou ela. Depois olhou para mim, franzindo a testa. — Ontem… o Allan estava aqui, né? Eu lembro vagamente dele ter vindo… mas depois… não lembro de quase nada. Eu bebi muito?

Eu fiquei olhando para ela por um segundo. Ela realmente não parecia lembrar direito do que tinha acontecido. Só sabia que Allan tinha estado aqui.

— É… ele veio ajudar a te trazer pra casa. Você tava passando mal no restaurante. A gente te trouxe, você tomou banho e dormiu.

Paula assentiu devagar, ainda confusa, e tomou mais um gole de café.

— Ah… obrigada. Desculpa te dar trabalho. Eu não lembro quase nada depois do bar. Só que eu tava com a Jéssica… e depois… nada.

Ela ficou em silêncio por um momento, olhando para a xícara. Depois suspirou.

— Eu tô um lixo hoje. Meu corpo todo dói. Acho que exagerei mesmo.

Eu não disse nada sobre o que realmente tinha acontecido. Só servi mais café para mim e sentei de frente para ela.

Nós dois tomamos café em um silêncio estranho, quase frio. Ela comia um pedaço de pão com manteiga bem devagar, fazendo caretas de dor de cabeça. Eu observava ela a camiseta subindo nas coxas, as marcas no pescoço, o jeito como ela se mexia com dificuldade.

Em determinado momento, ela me olhou e perguntou, voz baixa:

— O Allan… ele viu eu nesse estado? Tipo… muito ruim?

Eu hesitei, mas respondi:

— Ele ajudou a te trazer. Viu um pouco, sim.

Paula fez uma cara de vergonha e baixou os olhos.

— Que vergonha… espero que ele não pense mal de mim.

Eu não respondi. O silêncio voltou, pesado. Nós dois continuamos tomando café, cada um preso nos próprios pensamentos ela sem lembrar quase nada, eu lembrando de tudo.

Paula tomou mais um gole de café, ainda com cara de ressaca, e eu não consegui mais segurar. O silêncio estava me sufocando.

— Mãe… eu vi o saquinho de cocaína ontem — falei direto, voz baixa mas firme. — Você cheirou na cozinha enquanto o Allan tava aqui. E não foi só uma vez.

Ela parou a xícara no meio do caminho, olhou para mim. O rosto dela mudou de cansado para defensivo.

— Você mexeu nas minhas coisas? — perguntou, tom seco.

— Eu não mexi. Você deixou na bancada. Eu vi quando você tava cheirando. — Respirei fundo, tentando manter a calma. — Isso não é bom pra você. Beber demais, cheirar… você tá fazendo igual o meu pai fazia. Ele usava, ficava agressivo, destruía tudo em casa. Eu não quero ver você assim.

Paula colocou a xícara na mesa com força. Os olhos dela brilharam de irritação.

— Não vem me comparar com o seu pai. Eu não sou viciada como ele era. Eu só… eu só tô vivendo. Depois de anos prendendo tudo, eu tô vivendo. Um pouco de diversão não me transforma numa drogada.

— Um pouco? — retruquei, voz subindo. — Você chegou destruída duas noites seguidas. Tive que te buscar ontem e sei lá com quem você estava e tabmém estava cheirando na minha frente. Bebendo até quase desmaiar. Isso não é “viver”, mãe. Isso é se destruir. E eu tô aqui vendo tudo.

Ela ficou em silêncio por alguns segundos, olhando para a xícara. Depois respirou fundo, como se estivesse tentando se controlar.

— Você tem razão… eu exagerei. Desculpa. Eu não queria que você visse isso. Eu só… eu passei tantos anos sendo a mãe certinha, a professora certinha, a esposa que aguentava tudo. Agora que eu tô sozinha, eu quero sentir que tô viva. Mas eu não sou igual ao seu pai. Eu controlo isso.

O tom dela suavizou no final. Ela esticou a mão por cima da mesa e tocou meus dedos.

— A gente tá muito afastado, né? Eu sinto falta de quando a gente conversava de verdade. Era só eu e você. Talvez a gente precise de um dia só nosso… que tal irmos à praia hoje? Só nós dois. A gente sai, toma um sol, conversa, come alguma coisa. O que acha?

Eu fiquei quieto por um momento, ainda com o peito apertado. Mas a sugestão dela me pegou de surpresa. Era raro ela propor algo assim.

— Tá bom… pode ser — respondi, voz mais calma.

Ela sorriu, aliviada. Depois olhou ao redor da sala, reparando nas garrafas vazias e latas de cerveja espalhadas.

— E você? O apartamento tá cheio de bebida. Eu sei que você bebeu ontem também. Você não tem idade pra se embriagar assim. Eu sou a mãe aqui, mas você também precisa se cuidar. Não quero que você siga o mesmo caminho que seu pai.

Eu baixei os olhos, sentindo um misto de culpa e irritação.

— Eu só bebi um pouco com o Allan. Não foi nada demais.

Paula suspirou, mas não insistiu. Terminou o café e se levantou.

— Então vamos nos arrumar. Eu tomo um banho rápido e a gente sai. Quero passar o dia com você na praia. Só nós dois.

Ela foi para o quarto. Eu fiquei na cozinha, terminando meu café, sentindo um peso estranho no peito. Parte de mim queria contar tudo. Outra parte sabia que não podia.

Depois do café, decidimos nos arrumar para a praia. Minha mãe foi primeiro para o quarto se trocar. Eu fui para o meu quarto, coloquei uma bermuda de banho preta, uma camiseta simples e chinelos. Peguei a mochila com protetor solar, toalha e carteira.

Quando saí do quarto, passei pelo banheiro e a porta estava entreaberta. Parei sem querer.

Ela estava de frente para o espelho, terminando de ajeitar o biquini.

Era um biquini preto bem pequeno e ousado. O top era triangular, mal cobrindo os seios pesados a parte de baixo dos peitos quase escapava, o tecido fino marcando os mamilos. A calcinha era fio dental, com laterais finas que desapareciam na carne. A parte de trás era mínima: a bunda enorme e redonda dela praticamente engolia o tecido. O biquini ficava quase todo enfiado no rego profundo, deixando a maior parte das nádegas à mostra duas metades grandes, firmes e bem desenhadas, com a pele clara contrastando com o preto do tecido. Quando ela se virou de lado para se olhar no espelho, a bunda balançou levemente, o fio dental sumindo completamente entre as nádegas.

Ela colocou uma saída de praia transparente, branca, fina como uma cortina. O tecido não escondia quase nada dava para ver claramente o biquini preto por baixo, os seios pesados e a curva da bunda. Completou o look com um boné branco simples, cabelo loiro solto caindo pelas costas.

Paula sorriu para o próprio reflexo, parecendo genuinamente feliz.

— Finalmente vou pegar uma marquinha decente… tô branca demais — disse ela, virando de lado para ver como ficava a bunda no espelho. — Que bom que a gente resolveu sair.

Eu fiquei parado na porta, sentindo o tesão subir rápido. Ver ela daquele jeito biquini mínimo sendo engolido pela bunda enorme, saída transparente deixando tudo à mostra, sorriso animado no rosto fez meu pau endurecer dentro da bermuda. Tentei disfarçar, mas era impossível não olhar.

— Tá pronta? — perguntei, voz um pouco rouca.

— Tô! — respondeu ela, animada. — Vamos pedir um Uber?

Pedimos o carro. Enquanto esperávamos, Paula passou protetor solar nas pernas e nos braços, o cheiro doce preenchendo a sala. O Uber chegou em poucos minutos.

Durante o trajeto até a praia, ela estava visivelmente mais leve. Olhava pela janela, comentava sobre o tempo, sobre como fazia tempo que não ia à praia. Eu tentava conversar normalmente, mas minha cabeça não parava de voltar para a imagem do dia anterior.

Chegamos na praia. O sol estava forte, o mar calmo. Paula tirou a saída de praia assim que pisamos na areia, ficando só de biquini. A bunda enorme balançava a cada passo enquanto ela procurava um lugar bom para estender as toalhas.

Eu caminhei atrás dela, tentando não olhar demais, mas o tesão ainda estava lá, latejando baixo.

A praia estava razoavelmente cheia, mas encontramos um canto mais tranquilo. Ela estendeu as toalhas, passou mais protetor e se deitou de bruços, a bunda enorme virada para cima, o fio dental quase invisível.

— Que delícia… — murmurou ela, fechando os olhos com um sorriso satisfeito. — Finalmente um dia só nosso.

Eu me sentei ao lado dela, o sol quente batendo na pele, o som das ondas ao fundo.

O sol estava forte, o mar calmo e o som das ondas ajudava a relaxar um pouco o clima estranho entre nós. Paula estava deitada de bruços na toalha, a bunda enorme praticamente engolindo o fio dental do biquini preto. Eu estava sentado ao lado dela, tentando não olhar demais.

Por volta das 14h, meu celular vibrou. Era uma mensagem de Allan.

Allan:

“Acabei de acordar agora, mano. Tô destruído de ressaca, nem consegui levantar da cama ainda kkk. Como tá aí? A sua mãe acordou bem?”

Eu respondi rápido:

Eu:

“Tá tudo bem. Estamos na praia.Ela não se lembrou de nada que rolou. Ela tá melhor. Depois te conto.”

Guardei o celular. Ela virou o rosto para mim, sorrindo preguiçosamente.

—Venha passar protetor para não se queimar — pediu ela, já se ajoelhando em minha frente

Ela se sentou, pegou o frasco botou um pouco em suas mãos e entregou para mim. Depois virou de frente para mim, de joelhos na toalha se inclinou um pouco para frente para facilitar. Os seios pesados balançaram e encostaram de leve em meu nariz, quase roçando meu rosto. O biquini triangular mal segurava eles a pele macia e quente ,ela continuou passando na minha testa e espalhava o creme.

— Cuidado pra não se queimar — disse ela, voz baixa e relaxada.

Eu sentia o cheiro do protetor misturado com o perfume dela, o calor do corpo, os seios quase tocando meu rosto. Meu pau deu sinal de vida dentro da bermuda. Tentei me concentrar só no protetor.

Quando ela terminou de passar pelo meus rosto, ela sorriu.

— Obrigada, filho. Agora vai lá na barraca e compra uma caipirinha pra mim? De limão. Tô com sede.

Eu anestesiado ainda com a visão so consegui assenti e ir até a barraca que ficava a uns vinte metros. O atendente era um negão malhado, uns 30 e poucos anos, sem camisa, corpo definido e brilhando de suor. Peito largo, abdômen marcado, braços fortes. Ele sorriu simpático quando me aproximei.

— E aí, brother? O que vai ser?

— Uma caipirinha de limão, por favor.

Ele preparou rápido, conversando casualmente:

— Tá calor hoje, hein? Aproveita bem a praia. Se precisar de mais alguma coisa, é só chamar.

Voltei com o copo na mão e entreguei para minha mãe . Ela tomou um gole grande, suspirando de satisfação.

— Ah, que delícia…

Eu disse que ia dar um mergulho. Caminhei até o mar, mas ainda estava com ressaca a cabeça latejava, o corpo pesado. Entrei na água até a cintura. O mar estava refrescante, mas eu me sentia meio tonto, enjoado só de sentir o cheiro da caipirinha. Fiquei ali um tempo, tentando melhorar, olhando para a praia onde minha mãe estava deitada, bunda enorme virada para cima, tomando a caipirinha.

De onde eu estava, dava para ver claramente Paula deitada de bruços na toalha. A bunda enorme, praticamente nua por causa do fio dental preto, chamava atenção de todos que passavam. Dois ambulantes se aproximaram dela um vendendo água de coco, outro oferecendo cerveja gelada. Eles pararam mais tempo do que o necessário, sorrindo e conversando enquanto olhavam descaradamente para a bunda dela. Ela riu de algo que eles disseram, virou o corpo de lado para pegar o dinheiro na bolsa e a bunda balançou, o fio dental quase desaparecendo completamente entre as nádegas grossas.

Pouco depois, um grupo de rapazes que caminhavam pela areia passou bem perto. Todos viraram o rosto ao mesmo tempo, olhando fixamente para ela. Um deles até diminuiu o passo, comentando algo baixo com os amigos. Ela parecia não se importar ou até gostar da atenção. Ela se ajeitou na toalha, arqueando levemente as costas, fazendo a bunda empinar ainda mais.

Eu fiquei olhando tudo, e a memória da noite anterior voltou forte.

Lembrei de como eu tinha comido o cuzinho dela, como tinha enfiado meu pau naquele buraco apertado enquanto Allan fodia a buceta. Lembrei da sensação quente, do cuzinho dela pulsando ao redor da minha vara, do jeito que ela gemia rouco mesmo inconsciente. O tesão subiu rápido. Meu pau endureceu dentro da bermuda molhada, ficando visivelmente marcado.

Tentei disfarçar, mergulhei um pouco mais fundo na água até a ereção diminuir.Depois de 20 minutos quando finalmente amoleceu, saí do mar e voltei para as toalhas.

Ela estava sentada agora, já tinha terminado a caipirinha. Assim que me viu chegando, ela sorriu e balançou o copo vazio.

— Filho, vai lá e compra outra caipirinha pra mim? De limão de novo. Tá muito calor hoje.

Eu parei na frente dela, ainda pingando água, e franzi a testa.

— Mãe… você acabou de beber uma capirinha e uma cerveja. Vai devagar. Ontem você bebeu demais e acabou mal. Não quero que fique igual.

Ela revirou os olhos, mas ainda com um sorriso.

— Relaxa. Eu só tô com calor. Praia é assim mesmo… sol, mar, caipirinha. É pra curtir. Não vou exagerar como ontem. Só mais uma.

Eu hesitei, mas acabei indo até a barraca e comprei outra caipirinha. Quando voltei e entreguei o copo, ela tomou um gole grande, suspirando de satisfação.

— Ahhh… que delícia. Obrigada, filho.

Ela se deitou de bruços novamente, a bunda enorme virada para cima, o fio dental quase invisível. Eu sentei ao lado dela, ainda preocupado, mas tentando aproveitar o dia.O sol continuava forte. Minha mãe bebia a segunda caipirinha devagar, parecendo realmente feliz com o momento.

Ficamos um tempo em silêncio na toalha, o sol quente batendo na pele. Ela terminou a segunda caipirinha devagar, saboreando cada gole. Ela estava de bruços, bunda enorme virada para cima, o fio dental do biquini praticamente invisível entre as nádegas. De vez em quando ela se mexia, ajustando a posição, e a bunda balançava levemente.

— Tá gostoso aqui, né? — disse ela, voz relaxada. — Fazia tempo que a gente não saía só nós dois. Eu precisava disso.

Eu assenti, tentando manter a conversa leve.

— É… tá bom. O mar tá calmo hoje.

Ela virou o rosto para mim, sorrindo.

— Você tá quieto. Tá tudo bem? Ainda preocupado com ontem?

— Um pouco — admiti. — Você bebeu bastante. E eu vi o saquinho de cocaína. Não quero que você fique mal de novo.

Paula suspirou, mas não perdeu o bom humor.

— Eu já disse que exagerei. Hoje é só caipirinha e sol. Relaxa, filho. Eu tô bem.

Ela terminou a caipirinha, chacoalhou o copo vazio e olhou para mim com cara de quem queria mais.

— Tá com fome? Eu tô morrendo de fome.

— Tô sim — respondi. — Vou lá na barraca de batata frita comprar alguma coisa pra gente.

Levantei e fui até a barraca que ficava uns trinta metros adiante. Enquanto esperava o atendente fritar as batatas, olhei para trás.

Minha mãe tinha se levantado. Estava caminhando em direção à mesma barraca de bebidas onde eu tinha comprado a caipirinha antes. O biquini preto mal cobria o corpo dela a bunda enorme balançava a cada passo, o fio dental quase desaparecendo completamente.Vários rapazes que passavam viraram o rosto para olhar.

Quando ela chegou na barraca, o mesmo negão malhado que me atendeu antes estava lá. Sem camisa, corpo definido brilhando de suor, braços fortes e abdômen marcado. Ele sorriu largo ao vê-la e começou a conversar animadamente. Paula riu de algo que ele disse, inclinando o corpo sobre o balcão, os seios quase saltando do top triangular. O atendente demorou mais do que o necessário para preparar a caipirinha, conversando, gesticulando, olhando para ela de cima a baixo sem disfarçar

Eu fiquei observando de longe, preocupado. O cara falava demais, sorrindo, inclinando-se para perto dela. Ela parecia à vontade, rindo e respondendo, segurando o copo novo.

Meu estômago apertou. A ressaca ainda latejava na cabeça, mas a preocupação era maior. Voltei com o pacote de batata frita, tentando não demonstrar o quanto aquilo me incomodava.

Quando cheguei na toalha, ela já estava de volta, sentada, tomando a terceira caipirinha.

— Trouxe batata — disse eu, sentando ao lado dela.

Ela pegou um punhado, mordendo uma batata.

— Obrigada, filho. Tava com fome mesmo.

Eu olhei para o copo na mão dela.Ela deu de ombros, sorrindo.

— Relaxa. Só tô com calor. Praia combina com caipirinha. Não vou exagera.

Eu não respondi. Fiquei comendo batata em silêncio, olhando para o mar, mas minha cabeça não parava de voltar para tudo que tinha acontecido na noite anterior.

Passaram-se uns 40 minutos de conversa tranquila na toalha. Ela e eu falávamos sobre coisas leves o calor, o mar, algumas lembranças antigas de quando eu era criança e íamos à praia com mais frequência. Ela parecia realmente relaxada, rindo de vez em quando, tomando a caipirinha devagar. Eu tentava acompanhar o papo, mas ainda estava com a cabeça pesada por causa da ressaca.

De repente, vimos o negão da barraca de bebidas vindo de longe, caminhando na nossa direção. Ele estava suado, o corpo malhado brilhando sob o sol, sem camisa, os músculos do peito e abdômen bem definidos. A bermuda de tactel preta marcava claramente o volume do pau um contorno grosso e pesado que balançava um pouco enquanto ele andava.

Ele parou na nossa frente com um sorriso largo, segurando uma caipirinha nova na mão.

— Oi, gata! Trouxe mais uma pra você. De graça hoje — disse ele, estendendo o copo para Paula. Depois, com um tom safado e brincalhão: — É que eu vi que você tava com sede… e eu gosto de deixar as clientes bonitas bem servidas.

Paula riu, aceitando o copo.

— Nossa, obrigada! Você é muito gentil.

O homem olhou para mim e estendeu a mão, cumprimentando educadamente.

— E aí, brother? Tudo bem? Cuida bem dela, hein?

Eu apertei a mão dele, forçando um sorriso.

— Tudo certo.

Ele deu uma última olhada demorada para ela , sorrindo.

— Sempre que vocês estiverem por aqui, podem me procurar. Eu cuido de vocês direitinho.

Ele piscou para ela e saiu, o corpo suado brilhando, o pau ainda marcando na bermuda enquanto se afastava.

Paula tomou um gole da caipirinha nova, parecendo satisfeita com a atenção.

— Que simpático ele, né? — comentou ela, sorrindo.

Eu não respondi. Só fiquei olhando o copo na mão dela.

Depois de mais alguns minutos, Paula terminou a caipirinha e se levantou.

— Acho que já tá bom por hoje. Tô começando a ficar cansada. Chama um Uber pra gente ir embora?

Eu assenti, peguei o celular e chamei o carro. Enquanto esperávamos, ela vestiu a saída de praia transparente por cima do biquini, mas o tecido fino não escondia quase nada.

O Uber chegou rápido. Entramos no carro minha mãe no banco de trás ao meu lado, ainda com a saída de praia transparente por cima do biquini. O motorista, um homem de uns 40 anos, olhou pelo retrovisor assim que ela sentou. Seus olhos demoraram um segundo a mais do que o normal, claramente notando o corpo dela através do tecido fino.

Enquanto o carro saía, o motorista puxou conversa, tentando parecer casual:

— E aí, tudo bem? Voltando da praia? Tá calor hoje, hein?

Paula respondeu educadamente:

— Tá sim. Foi bom pra relaxar um pouco.

O motorista olhou pelo retrovisor de novo, dessa vez mais demorado, os olhos descendo para o decote e para as pernas dela.

— Vocês moram longe?. Eu posso ligar o ar mais forte se quiserem.

— Não precisa, tá bom assim — respondi, seco.

Ele continuou falando, tentando manter o papo:

— A praia tava cheia hoje? Eu levo muita gente pra lá. As meninas gostam de ir de biquini… faz o dia render mais, né?

Paula deu um sorriso educado, mas não entrou muito na conversa. O motorista olhou pelo retrovisor mais algumas vezes durante o trajeto, os olhos claramente interessados no corpo dela. Eu fiquei incomodado, mas não disse nada.

Chegamos em casa uns 25 minutos depois. Paguei o Uber e nós dois descemos. Ela entrou primeiro, ainda com a saída transparente, a bunda balançando enquanto subia as escadas.

Assim que entramos no apartamento, ela jogou a bolsa no sofá.

— Vou tomar banho primeiro. Tô toda suada e com areia.

Ela foi para o banheiro. Eu fiquei na sala e notei pela janela que o carro de Allan ainda estava estacionado na rua, exatamente onde ele tinha deixado na noite anterior.

Peguei o celular e mandei uma mensagem para ele:

“Ei, seu carro ainda tá aqui embaixo. Tudo bem? Você já acordou da ressaca?”

Enquanto esperava a resposta, ouvi o chuveiro ligado. Paula estava tomando banho. Eu fui para o meu quarto, tirei a roupa de praia e esperei minha vez.

Quando ela saiu do banheiro, enrolada em uma toalha, o cabelo molhado, me olhou de passagem.

— Banheiro livre.

Eu entrei, tomei um banho rápido, tentando tirar a areia e o suor do corpo. Quando saí, enrolado em uma toalha, Paula estava na cozinha bebendo água.

O celular vibrou. Era Allan respondendo:

“Caralho, esqueci completamente do carro. Tô vivo, mas a cabeça tá explodindo. Depois passo aí pra buscar. Como tá a Paula?”

Eu respondi apenas:

“Tá bem. Depois te conto.”

O resto do dia correu de forma estranhamente normal, quase mecânica.

Depois do banho, Paula ficou no quarto dela a maior parte da tarde, deitada na cama, rolando o celular. Eu também estava cansado da noite anterior e da praia. Fui para o meu quarto, deitei e acabei dormindo por quase o resto do dia todo. Quando acordei, já era noite. A casa estava quieta. Olhei o celular: 22:00 em ponto.

Foi quando ouvi o barulho do chuveiro ligado. Fui para fora do quarto de fininho.

O banheiro estava com a porta entreaberta não totalmente aberta, mas o suficiente para que a luz escapasse e desse para ver o interior.Parei na fresta da porta e espiei.

Ela estava debaixo do chuveiro, nua, a água quente caindo sobre o corpo. O vapor subia, deixando o vidro do box embaçado, mas ainda dava para ver tudo com clareza.

Ela estava de lado, passando a gilete com cuidado. Primeiro nas axilas — evantou o braço esquerdo, esticou a pele e passou a lâmina devagar, removendo os pelos curtos. Depois fez o mesmo no braço direito. A água escorria pelos seios pesados, fazendo os mamilos rosados ficarem duros com o contraste de temperatura.

Em seguida, ela abriu um pouco mais as pernas, apoiou um pé no banco do box e começou a passar a gilete na buceta. Os lábios grandes estavam inchados e sensíveis. Ela esticou a pele com os dedos e passou a lâmina com cuidado, deixando a região completamente lisa. A água caía direto na buceta, lavando os pelos que caíam. Ela fez tudo com calma, como se estivesse se preparando para algo.

Depois virou de costas, empinou levemente a bunda enorme e abriu as nádegas com uma mão. Passou a gilete no cuzinho rosado, com movimentos precisos e delicados, removendo qualquer pelo que pudesse ter sobrado. A bunda redonda e pesada brilhava molhada, a água escorrendo pelo rego profundo.

Por último, ela desceu a gilete pelas pernas grossas coxas, joelhos, canelas deixando a pele lisa e brilhante.

O corpo dela estava sexy mesmo sem intenção: seios pesados balançando levemente com os movimentos, bunda enorme empinada, buceta e cuzinho lisos e expostos enquanto ela se depilava com cuidado. De vez em quando ela soltava um suspiro baixo, como se o banho estivesse ajudando a relaxar o corpo dolorido.

Eu fiquei ali, escondido na escuridão do corredor, observando tudo em silêncio. Meu pau endureceu novamente dentro da bermuda só de ver ela se arrumando daquele jeito tão íntimo, tão exposto.

Depois de terminar, ela ficou mais um tempo debaixo da água, deixando o jato cair sobre os ombros e a cabeça, como se tentasse lavar não só o corpo, mas também os resquícios da noite anterior.

Eu recuei devagar antes que ela terminasse e voltei para o meu quarto, o coração acelerado.

Levantei, tranquei a porta do meu quarto e baixei a bermuda. Meu pau já estava brilhando de tanta excitação. Comecei a bater uma devagar, lembrando da noite anterior: a buceta dela esticada, o plug brilhando no cuzinho, os gemidos roucos enquanto eu metia nela.

Estava quase gozando quando ouvi a voz dela vindo do quarto ao lado:

— Filho? Você tá acordado?

Merda.

Guardei o pau rapidamente, ainda duro, e ajeitei a bermuda como pude. Saí do quarto com o coração acelerado.Fui até o quarto dela. A porta estava entreaberta. Empurrei devagar.

Ela estava sentada na beira da cama, vestindo uma camisola branca fina e curta, quase transparente. Não parecia estar usando nada por baixo os mamilos rosados marcavam o tecido, e a barra da camisola subia pelas coxas grossas. O cabelo loiro estava solto e bagunçado, o rosto ainda com marcas de cansaço, mas ela não estava destruída como nos dias anteriores. Parecia apenas cansada.

— Oi… — disse ela, voz baixa. — Não consegui dormir direito. Fiquei pensando no dia de hoje. Foi bom, né? A praia…

Eu fiquei parado na porta, tentando disfarçar a ereção que ainda pressionava a bermuda.

— Foi… foi bom — respondi, voz um pouco rouca.

Ela deu um sorriso fraco.

— Desculpa por ontem. Eu sei que exagerei. Não quero que você fique preocupado comigo o tempo todo. Eu só… precisava relaxar um pouco. Mas hoje foi legal, só nós dois. A gente devia fazer isso mais vezes.

Conversamos por alguns minutos sobre coisas comuns: o calor na praia, a comida que comemos, como o mar estava calmo. Nada profundo. Ela parecia querer manter o clima leve, como se tentasse apagar o que tinha acontecido nos dias anteriores.

Depois de um tempo, ela bocejou.

— Acho que vou tentar dormir agora. Tô exausta.

Ela se levantou, a camisola subindo um pouco e revelando a curva inferior da bunda. Deu um beijo rápido na minha testa.

— Boa noite, filho.

— Boa noite.

Ela fechou a porta do quarto. Ouvi o clique da fechadura.Eu voltei para o meu quarto, ainda com o pau duro. Deitei na cama, mas não consegui dormir. Fiquei rolando o celular, tentando não pensar em nada.

Por volta das 23h40, o celular vibrou. Era Allan.

Allan:

“E aí, mano. Tô acordado ainda. Vou descer agora pra pegar o carro. A Paula tá bem?”

Eu:

“Tá. Ela já foi dormir. O carro ainda tá aí embaixo.”

Allan respondeu quase imediatamente:

Allan:

“Beleza. Chego em uns 15 minutos. Depois te conto como tô me sentindo kkk”

Fiquei olhando a mensagem, o peito apertado. A noite parecia que ainda não tinha acabado de verdade.

Eu me levantei, fui até a janela da sala e esperei o uber de Allan aparecer na rua.

O apartamento estava escuro e silencioso. Paula dormia no quarto trancado. Eu, ainda excitado e confuso, esperava o momento em que Allan chegaria para buscar o carro.

Allan chegou por volta das 00:10. Eu desci até a porta do prédio para encontrá-lo. Ele estava vestido de forma casual, mas ainda com cara de quem tinha acabado de acordar: uma regata preta justa que marcava o peito largo e os braços definidos, bermuda cinza de tactel um pouco folgada e tênis branco. O cabelo loiro estava bagunçado, olhos ainda um pouco vermelhos da ressaca, mas o corpo atlético brilhava levemente de suor por causa do calor da noite.

Assim que me viu, ele sorriu de lado.

— E aí, filhinho. Quero usar o carro, vou ter um date , mas antes vamos conversar um pouco.

Eu assenti e o levei para cima. Entramos no apartamento em silêncio. Allan passou pela sala e parou por um segundo na frente do sofá, encarando o lugar onde tínhamos comido minha mãe horas antes. Ele ficou olhando fixamente, como se estivesse revivendo tudo —o corpo dela mole, as pernas abertas, a porra escorrendo. Um sorriso safado surgiu no canto da boca dele.

Fomos para o meu quarto. Fechei a porta e sentei na cama. Allan ficou em pé, encostado na parede, ainda com aquele olhar distante.

— Mano… — começou ele, voz baixa. — O que rolou ontem foi a melhor sensação da minha vida. Sério. Foder a Paula daquele jeito, os dois juntos, ela gemendo mesmo dormindo… porra, eu nunca gozei tão forte. Eu quero mais. Quero repetir. Quero fazer de novo. Aquilo foi foda demais.

Eu fiquei em silêncio por um momento, sentindo o peito apertar. Depois falei:

— Allan… e o vídeo que você gravou? Eu vi você filmando ela.

Ele não negou. Tirou o celular do bolso, abriu a galeria e virou a tela para mim.

— Olha aqui. Eu gravei só um pedacinho… mas ficou bom pra caralho.

O vídeo começou tinha 15 segundos. A câmera estava tremendo levemente por causa da mão dele. Minha mãe estava sentada no pau dele, com o corpo mole sobre os ombros dele, pernas bem abertas, camisola subida na cintura. Allan metia o pau grosso e rosa na buceta dela com estocadas firmes. O ângulo era de cima, mostrando claramente o pau dele entrando e saindo, os lábios grandes da buceta se esticando ao redor da haste grossa, lubrificação e porra escorrendo. A câmera deu um zoom lento, focando no ponto onde os dois corpos se encontravam o pau dele desaparecendo completamente dentro dela, as bolas batendo contra a bunda.

No vídeo, Allan segurava as coxas dela abertas e metia mais fundo, gemendo baixo:

— Toma meu pau, professora… goza pra mim…

Ela gemia inconsciente, o corpo balançando, a buceta pulsando visivelmente ao redor do pau dele. O áudio capturou os sons molhados e obscenos das estocadas.

Allan parou o vídeo e guardou o celular.

— Só eu e você vamos ver isso. Prometo. Nunca vou mostrar pra ninguém. É nosso segredo. Mas… eu quero mais, mano. Quero foder ela de novo. Quero ver você metendo nela também. Aquilo foi insano.

Eu fiquei olhando para ele, o coração acelerado. A imagem do vídeo ainda estava fresca na minha cabeça.

Allan deu um passo mais perto.

— E aí? Você também quer, né? Eu vi como você tava ontem…

Allan estava encostado na parede do meu quarto, ainda com aquele sorriso safado no rosto, o corpo atlético brilhando levemente de suor. Eu estava sentado na beira da cama, o coração acelerado e o pau ainda meio duro dentro da bermuda. Eu precisava desabafar com alguém:

— Mano… eu preciso falar — comecei, voz baixa e rouca. —. Gostei pra caralho. F O tesão que eu senti… foi diferente de tudo. Mesmo sabendo que era ela… minha mãe… eu não consegui parar. Eu quis. Eu quis foder ela. Eu quis gozar dentro dela. Foi errado pra porra, mas foi a coisa mais excitante que já senti na vida.

Allan não riu. Ele só assentiu, sério, mas com os olhos brilhando.

— Eu sabia. Vi na tua cara ontem. Você tava louco tanto quanto eu.

Eu respirei fundo.

— Mas isso não pode vazar, Allan. Nunca. Pra ninguém. Se isso chegar na escola, o emprego dela acaba. E a minha vida também. Você tem que jurar pra mim. Sigilo total.

Allan ergueu a mão, como se estivesse fazendo um juramento.

— Eu juro, filhinho. Isso fica entre nós dois. Ninguém nunca vai saber. Mas… eu quero mais. Eu quero repetir. Quero foder ela de novo. Quero ver você metendo nela de novo. Aquilo foi insano.

Ele pegou o celular, abriu o vídeo que tinha gravado e me enviou pelo WhatsApp. O arquivo chegou na hora.

— Olha aí. Pra você não esquecer.

Eu fiquei olhando, o pau endurecendo de novo na hora. Allan percebeu e riu baixo.

— Tá vendo? Olha como ela tava aberta pra gente. Olha como a buceta dela engolia os dois paus. Você gozou bem fundo nela, mano. Eu vi. Isso aí é nosso segredo agora.

Eu fechei o vídeo, mas o tesão não passou. Meu pau latejava, a cabeça girando com as imagens.

Allan guardou o celular e deu um tapa no meu ombro.

— Relaxa. Eu vou embora agora. Meu date já devem estar me esperando. Amanhã a gente se fala. E… se quiser repetir, é só chamar. Eu tô dentro.

Ele saiu do quarto. Eu o acompanhei até a porta do apartamento. Antes de ir, ele me deu um último olhar cúmplice.

— Segredo nosso. Boa noite, filhinho.

Allan desceu as escadas. Eu fechei a porta e voltei para o meu quarto.

Deitei na cama no escuro, o celular ainda na mão com o vídeo salvo. Meu pau estava duro de novo. Fiquei ali, olhando para o teto, o peito apertado com um misto de sentimentos que não conseguia separar.

Tesão. Muito tesão. Lembrar de como a buceta dela apertava, de como ela gemia mesmo inconsciente enquanto o allan metia , de como eu gozei dentro dela… era insano. Ciúmes queimando. Ela tinha gemido o nome do Caio ontem. Tinha se entregado pra ele e pros primos antes. Agora eu e Allan tínhamos feito o mesmo. E mesmo assim, parte de mim queria mais. Culpa. Uma culpa pesada, que apertava o peito. Ela era minha mãe. Eu tinha abusado dela enquanto ela estava bêbada e inconsciente. E eu tinha gostado.

Tudo estava embolado dentro de mim. Eu queria ela de novo. Queria ver ela sendo usada. Queria usar ela. Mas também queria proteger ela. Queria que ela parasse com tudo isso

Fiquei ali, deitado no escuro, o pau latejando, a cabeça girando.

A noite estava silenciosa. Minha mãe dormia no quarto ao lado. Allan tinha ido embora. E eu estava sozinho com tudo que tinha acontecido… e com o desejo de que acontecesse de novo.

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Comentários

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Thomas parece que o conto bugou, chegou uma parte onde o capítulo voltava desde o começo. Fora isso capítulo bom também, bem tranquilo ele

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