Meu tio negão me fez de puta

Um conto erótico de And
Categoria: Gay
Contém 1633 palavras
Data: 23/03/2026 01:16:38
Assuntos: Gay, Incesto, Novinho, Tio

Esse relato aconteceu quando eu tinha 18 anos.

Na época eu era um adolescente magro, mas com uma bundinha redondinha, coisa de família. Também sou bem dotado, o que vim a descobrir que também era genética, hehe

Eu tenho um tio irmão de meu pai,e vou chamá-lo de Carlos, q sempre achei muito bonito, ele é um negão q sempre trabalhou na roça, então sempre teve um corpo forte e um jeito bruto, na época ele tinha 30 anos, uma delícia de macho, eu sempre me pegava olhando para o enorme volume nas suas calças e sempre me masturbava imaginando segurando aquilo tudo com as minhas mãos.

Tio Carlos morava com meu avô, que era viúvo, e eu sempre o encontrava andando pela casa de samba-canção e, às vezes, até de cueca quando ia visitar meu avô. Nós sempre nós demos bem, mas eu n imaginava que ele tbm me observava e ficava desejando meu rabinho redondo, até q um dia quando fui visitar meu avô encontrei tio Carlos largado no sofá só de cueca branca tomando umas brejas, ele disse q meu avô tinha saído pra ir a lotérica e q n ia demorar a voltar, então me sentei ao lado dele q logo me ofereceu uma cerveja.

Eu aceitei a cerveja e ficamos ali bebendo e assistindo Tv, até q tio Carlos começou a puxar assunto, perguntando sobre meu pai, sobre a escola, e dps sobre as namoradinhas, q eu n tinha porém já estava fazendo troca troca com alguns amigos q me faziam de putinha, mas claro q n disse isso a ele. Ficamos bastante tempo conversando enquanto eu devorava aquele corpo negro, peludo e parrudo com os olhos, percorrendo cada centímetro até aquele enorme colosso que se formava em sua cueca branca.

Quando olhei de volta para cima, lá estava ele, me encarando e, envergonhado, virei o olhar e dei um gole grande na cerveja.

Tio Carlos já parecia estar um pouco bêbado e não vou negar que eu também estava; era fraco para bebida e, após me pegar olhando para seu pau embaixo da cueca, ele me perguntou se eu queria tocar. Não entendi de primeira e devolvi a pergunta.

Tocar o quê?

Ele não perdeu tempo e agarrou minha mão e colocou sobre sua pica, que já estava crescendo, revelando TODO seu tamanho. Não me aguentei e fechei minha mão em volta daquele volume. A pica era tão grande que a cabeçona rosada saía pela lateral da cueca, me fazendo encher a boca de água.

__ Você gosta né viadinho? Já reparei que você ficava encarando meu pau toda vez que vinha aqui.

Disse tio Carlos, abaixando a cueca e colocando TODO aquele colosso para fora, permitindo-me ver toda aquela pica grande, grossa e torta por completo; era tão grossa que minha mão não fechava em sua volta. O cheiro daquela pica era inebriante, tão forte que me atraía, e, sem que ele precisasse me dizer nada, eu me abaixei e coloquei aquela cabeçona na minha boca. Ele deu um gemido baixo; eu, ouvindo, me deliciei ainda mais naquela pica. Me ajoelhei em frente a ele e mamei aquele pau enorme com vontade, tentando pôr tudo que eu podia na boca. Ele gemia alto, dando um gole na cerveja entre os gemidos.

— Tu já és profissional nisso, em seu putinho, já deves ter mamado muita pica, mas hoje você vai conhecer um pau de verdade. Já levou rola nesse cuzinho?

O respondi entre as mamadas e lambidas que dava em seu saco, lambendo da cabeça da pica até a base.

— Já sim, tio, mas nunca pra um pau igual ao seu.

__ Eu sabia seu putinho q você gostava de levar rola, eu olhava você exibir essa bunda linda pra lá e pra cá, doido pra te agarrar e te fazer sofrer na minha pica.

__ Eu sempre quis provar o gosto do seu pau, mas hj n tô preparado pra te dar tio, é muito grande.

__ Não se preocupa que seu tio é proficional em foder um cuzinho, você pode ir lá no banheiro e se preparar que hoje vc n sai daqui sem levar rola, mas primeiro mama bem essa pica que quero te dar leite na boca.

Eu mamei aquele pau feito um bezerro, tio Carlos se levantou e começou a foder minha boca feito uma buceta, ele tentava enfiar até o talo mas era grande demais e me fazia engasgar, mas eu amava aquilo, ser feito de puta por um macho de verdade. Ele tirava o pau da minha boca e batia na minha cara, e depois voltava a socar na minha garganta, até que ele segurou minha cabeça e disse que ia gozar, e então eu senti os jatos de porra quente no fundo da minha garganta enquanto ele gemia e empurrava o pau cada vez mais fundo. Ele tirou a pica da minha boca e veio aquela linha de baba e porra misturada. Ele me mandou limpar a isca com a boca, e eu obedeci.

— Isso, viadinho, gostou do leite do tio? Dá porra grossa na garganta? Agora vai lá se preparar que eu vou te dar leite no cuzinho.

Ele me deu um beijo demorado, provando o sabor do seu leite que ainda tinha na minha boca, e me mandou ir me preparar. E depois de um tempo eu voltei, com o cuzinho piscando de tesão, mas com medo de aquela pica me destruir. Já tinha levado rola antes de alguns amigos, mas nada como aquilo, tinha medo de não aguentar.

— Vai devagar, tio, nunca recebi um pau desse tamanho.

— Calma, putinho, te disse que, sei cuidar bem de um cuzinho, fica de quatro em cima do sofá e empina bem o rabo.

Fiz o que ele pediu e fui surpreendido com sua língua molhada e quente penetrando meu cuzinho, me tirando arrepios e gemidos. Ele chupava meu cuzinho com gosto, explorando cada centímetro com sua língua. Eu nunca tinha sentido algo tão gostoso antes. Logo após um tempo, ele se levanta e pega um vidro que estava do lado e coloca um gel no meu cuzinho, enfiando 1, 2 e depois 3 dedos, massageando devagar, me levando à loucura e me fazendo implorar pelo seu pau.

__ Já tá doido pra levar rola, né? Então fica bem empinadinho, pra pica entrar gostoso. Vou te fazer minha putinha.

Empinei o rabo e ele encaixou a cabeçona na entrada do meu cuzinho, empurrando devagar, quando começou a entrar, parecia que estava me partindo ao meio; aquele pau era muito grosso.

__ Calma, viadinho, que a cabeça já está quase toda dentro.

Ele empurrou com um pouco mais de força e eu senti aquele cabeça entrando e controlado pelo tesão empurrei meu corpo para trás, fazendo o resto daquela pica entrar até o talo, tio Carlos gemia com seu cacete TD encaixado no meu cu, me dando tempo para me acostumar com o tamanho, e após um tempo ele começou com o movimento de vai e volta acelerando e laceando meu cuzinho. Porra, era gostoso demais, ele metia com sincronia, e a cada estocada parecia que seu pau ia mais fundo.

__ Tá gostando putinha do caralho do seu tio? Tá gostando da pica grossa?

— Tô, tio, mete esse pausão gostoso, fode sua putinha.

__ A partir de agora você vai ser meu viadinho, vou meter nesse cuzinho toda semana, quando eu te chamar, você vai vir servir seu macho.

— Vou, tio, quero esse pau no meu cu TODO dia, esse cuzinho é seu para arrombar quando quiser.

Ele fodia agora com mais força, eu sentia suas bolas pesadas baterem na minha bunda, ele subiu em cima do sofá e me montou feito um cavalo, me arrombando igual uma égua, eu gemia alto e ele também, me falando putaria.

Ele saiu de cima e sentou no sofá, me puxando para cavalgá-lo. Sentei naquela rola que entrou com facilidade, meu cu já estava completamente arrombado. Estava tão gostoso que eu nem mais sentia dor, e cavalguei aquele colosso com vontade, sentando com força. Tio Carlos urrava de prazer, agarrando minha bunda e me fazendo sentar com ainda mais força, até que ele anunciou que ia gozar e inundou meu cu de porra, urrando igual a um boi, mas ele não parou, continuou me fodendo, batendo seu leite no meu cuzinho.

__ Vou fuder esse cuzinho até ele viciar na minha pica, TD vez q vc lembrar seu cuzinho vai pedir pra me cavalgar de novo.

Ele seguiu metendo, me colocou de joelhos no chão com o tronco apoiado sobre o sofá e novamente me montou, me fazendo ter um orgasmo anal pela primeira vez na minha vida, gostei tão forte meu castiguei aquele pau com meu cuzinho, Ele anunciou novamente que ia gozar e estocou seu pau fundo, gemendo alto no meu ouvido. Eu sentia sua porra escorrer entre minhas pernas. Ele tirou o pau de dentro de mim e eu logo senti um vazio.

Depois ele ficou largado do meu lado no sofá, com a pica lambuzada de porra, que eu logo limpei com a boca. Depois de descansarmos, eu fui até o banheiro e tomei um banho, e depois ele foi e me colocou para mamar mais uma vez lá dentro; aquele homem é insaciável.

Saímos, nos trocamos e eu fui embora; não tinha condições de falar com meu avô depois de tudo aquilo.

Quando cheguei em casa, meu cuzinho já estava com saudades daquele pau, que eu fiz questão de sentir outras vezes.

Essa foi só a primeira foda que tive com meu tio, aos 18 anos. Hoje tenho 29, ele é casado e até hoje ainda me fode sempre que tem oportunidade. Mais essas histórias ficaram para outro conto, junto com outras q tbm aconteceram em família.

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