Estou muito apaixonado por CARLA, acabei o relacionamento com minha namorada, que ainda não tirou suas coisas do meu apartamento (nunca é fácil acabar um namoro com alguém de quem eu tanto gostava).
Estou me controlando para que CARLA não perca a cabeça também e acabe seu casamento de décadas, porque estou esperando o tempo passar e assim poderemos decidir com amor (e racionalidade) e não apenas com paixão. Acabei meu namoro porque a única mulher que eu pensava era e é em CARLA; foi difícil acabar? Sim, porém não poderia prender minha ex, como também não posso neste momento pedir que CARLA jogue tudo para cima.
Final de semana passado ela inventou uma visita a uma parente dela que mora em João Pessoa, foi na sexta à tarde e voltou no começo da noite do domingo. Na verdade, essa prima dela (PATRÍCIA) é também uma grande amiga dela e realmente fazia tempo que não se viam. CARLA sabendo que o marido tinha marcado um churrasco com os amigos no sábado e que teria jogo de futebol para ir ao campo no domingo, marcou a visita a PATRÍCIA e teve de ir sozinha (o plano deu certo). Aliás, o plano foi bem mais complexo. PATRÍCIA mora num apartamento de 2 quartos perto da praia e CARLA disse que eu poderia ficar lá.
- Como é, CARLA? Eu ficar na casa de sua prima?
- PATRÍCIA sabe de tudo, meu amor. Somos amigas desde o colégio, é minha confidente
- Mas eu não vou ficar na casa dela, é até ruim para PATRÍCIA me receber
- E como vai ser?
Resolvi alugando uma casa com piscina na região, bem mais cara do que seria um flat e bem maior do que precisávamos, porém teríamos nossa privacidade. CARLA foi direto para essa casa, chegou antes das 15h, eu já estava lá desde a manhã, arrumando as coisas. Ela chegou, coloquei as malas dela no chão da sala e nos abraçamos, numa alegria imensa, dois namoradinhos adolescentes. Nem demorou e a gente já estava nu na cama, eu chupando meu amor (ah, o sabor e o cheiro daquela xoxota após uma viagem curta: eu fiquei louco). Transamos e gozamos e por nossa vontade ficaríamos na cama, porém CARLA teria de ir na casa de PATRÍCIA. Insistiu que eu fosse e concordei. Fomos no carro dela, em clima de amor total; entramos no apartamento de PATRÍCIA de mãos dadas.
- Ah, esse é o tal do RAMON? Tudo bem, RAMON? Você é famoso nesta casa
- Tudo bem PATRÍCIA? Você é que é famosa e importante para a gente. Sua prima doida já deve ter dito isso
- Ela e você: dois doidos. Aliás, três doidos, porque eu estou nesta loucura ah ah ah
Ficamos conversando e decidimos ir jantar fora os três, foi um jantar muito interessante e PATRÍCIA só pediu que eu e CARLA não facilitássemos muito, controlássemos nossos afetos na rua, alertou sobre muita coisa. As duas resolveram ir para a praia no outro dia, bem cedo. Deixamos PATRÍCIA em casa e voltamos para o nosso ninho de amor. Entramos em casa já tirando a roupa e, com a luz apagada, transamos no tapete da sala (forramos um lençol apenas). Transamos e ficamos ali deitados, nus e trocando carícias. Deitei com a cabeça no ventre de CARLA, sentindo o cheiro da buceta dela misturado com minha porra. Tomamos banho juntos e dormimos agarradinhos, fazia tempo que eu não era tão apaixonado e feliz desse jeito. CARLA acordou bem cedo e PATRÍCIA chegou às 7h em ponto. Foram andar na praia. Acordei umas 8:00h e fiz meu café, nada especial. Eu ia fazer o almoço e tinha chamado PATRÍCIA, mas ela disse que não poderia. As duas foram andar para botar as fofocas em dia e para tirar retratos e fortalecer o "plano". Fiquei na casa, verificando todas as possibilidades de TV, som e piscina.
Eram cerca de 9:30h quando as duas voltaram; tinham tomado café numa padaria e ainda assim estavam esbaforidas do calor, com a piscina chamando para um mergulho. Entramos os três. PATRÍCIA era dois anos mais velha que CARLA e no mesmo shape, também uma mulher interessante, cujo "namorido" tinho ido para um curso de 20 dias em São Paulo.
- RAMON, não vou mentir: ainda bem que CACÁ (o namorido) não está, senão eu não viria aqui. Quanto menos gente souber do rolo de vocês, melhor.
PATRÍCIA foi embora e eu e CARLA entramos para tratar do almoço, abrir uma cerveja, enfim, curtimos tudo. Mas CARLA estava de biquini, já meio bronzeada pelo sol que levou. Quando olhei para aquele pacote na frente, aqueles peitos escondidos no sutiã do biquini, meu pau ficou duro. Abracei-a, dei um beijo e lógico que ela concordou.
- Vou tomar uma ducha, ela falou
- Vai não, eu quero chupar você assim e amanhã você vai andar e eu vou chupar você suada, com a xoxota exalando o cheiro forte
- Nem pense nisso
- Você já lavou na piscina
- Nada disso
Não adiantou, tirei a calcinha do biquini e caí de boca. Mesmo tendo entrado na piscina, aquele cheirinho mais forte estava lá, uma loucura, lambi e engolia tudo. Até areia tinha um pouco.
- Que nojeira, meu amor, ela disse já sendo chupada
- Isso é a prova de que eu sou seu e quero você de todos os modos, respondi
Deitamos no tapete de novo (o lençol estava lá, apenas encostamos a porta) e gozamos muito. Resolvemos fazer um churrasco e continuamos de roupa de banho. Entre acender o fogo e terminamos o churrasco, trepamos dentro d'água (não foi legal, foi pela putaria apenas), mas gozamos com ela dentro do banheiro externo (de apoio da piscina/churrasqueira). À noite decidimos ir comer sanduíche na região e voltamos para a casa. O dia tinha sido puxado, o que não impediu que tomássemos banhos nus na piscina, mas tomando muito cuidado para não sermos vistos (luzes apagadas, entramos vestidos e tiramos a roupa na água e por aí vai). Foi mais a experiência de fazer isso do que termos gostado. Cimni
No domingo de manhã, acordamos cedo e fomos andar na praia. Combinamos de tomar café em casa mesmo, na volta, porque tinha muita comida e ia se perder. Eu fui apenas para fazer o que tinha dito: chupar a buceta dela bem suada. A andada foi maravilhosa, arriscamos alguns beijos, foi inevitável. Quando voltamos, CARLA disse que estava sonhando com um mergulho na piscina.
- Ótima ideia, meu amor, porém só depois, eu disse
- Depois de quê, amor?
- Que eu chupar no meio das suas pernas
- Ah, não, estou molhada de suor, fedendo, nem pense nisso de novo, já bastou ontem
Interrompi a reclamação dela dizendo que "você me deixar chupar sua buceta é, para mim, tão importante quanto foi comer sua bundinha, que, aliás, eu não comi ainda aqui". "Eu quero fazer xixi", ela reclamou. "Venha", levei-a para mijar embaixo do chuveirão da piscina, sem tirar o biquini, apenas puxando ele de lado e sem ligar o chuveiro. "Assim?", CARLA riu. "Ninguém vê", respondi porque o chuveirão ficava de um jeito que não dava para ver por conta das árvores. Fiquei na frente e vi um monte de xixi escorrer. Ela queria tomar um banho, disse a ela que passasse apenas uma água nas pernas e fomos para dentro. Realmente, chupar CARLA naquele momento foi outro grande momento da gente: o cheiro forte da buceta suada tomou conta do quarto. Era o que eu esperava, cheiro e sabor da minha mulher. Primeiro cheirei bem muito, aquele odor forte, a buceta da minha amada. Ela ainda tentou se esquivar, só que minha língua tocou no clitóris dela e CARLA se desmoronou. Ela ficava em contradição, envergonhada por eu sentir aquele cheiro e, ao mesmo tempo, ficava louca quando minha língua tocava nela, mais do que quando a xoxotinha estava limpinha.
O gosto do xixi, do suor e da buceta eram uma fórmula mágica para mim. CARLA me chamava de tudo e gozou, lambi tudo e continuei chupando por mais um tempo até penetrá-la e gozarmos de novo. Não permiti que tomássemos banho ou lavássemos as mãos, botamos o calção e o biquini e fomos tomar o café da manhã.
- Eu te beijo e sinto esse cheiro, ela falou rindo
- Eu quero morar na sua vagina, meu amor, minha linda, minha rainha
Tomamos café desse jeito e fizemos o almoço, não podemos beber nada alcóolico porque iríamos pegar a BR. Peguei a carne crua e passava na xoxota dela, que fazia cara de nojo. Rimos juntos. Com o almoço pronto, fomos tomar banho juntos, um banho bem demorado, de amor, mas não transamos. Íamos nos guardar para a saideira antes da viagem. Almoço em clima de um dar a comida na boca do outro, muita troca de carinho, eu cada vez mais achando CARLA linda, encantado com o cheiro dela, apaixonado pela voz dela, enfim, caído "os quatro pneus por ela" como se diz por aqui. Tiramos um cochilo numa cama em outro quarto e acordamos para a trepada final e voltar para Recife.
E aí foi o cuzinho dela, com todas as preparações e preliminares, inclusive gel. Dessa vez a penetração foi bem mais fácil e CARLA gozou com meu pau ainda duro e ela se tocando na frente. Bati forte no cu dela e gozei dentro. Arrumamos a casa e voltamos no começo da noite; eu a acompanhei até perto de nosso prédio, no entanto fui para um barzinho perto, tomar uma e comer algo, para evitar a "coincidência" de eu e ela chegarmos juntos.
Na viagem de volta voltei me excitando quando lembrava da buceta de meu amor suada, aquele cheiro proeminente, eu seu macho lambedor achando que é perfume de cio. Perto da meia-noite, recebo a mensagem "meu cuzinho está ardendo um pouquinho, que bom, só assim durmo com você comigo. Beijos, meu amor". "Estou com seu cheiro e seu sabor na minha saudade, minha querida", respondi.
Não sei onde isso vai dar...