O Pirocudo da Natação - Parte 4

Um conto erótico de André
Categoria: Gay
Contém 729 palavras
Data: 22/03/2026 18:44:05

(Continuação direta do Capítulo 3 - O Pirocudo da Natação. Se perdeu os anteriores, volta lá pro tesão acumulado da piscina, Hilux, casa e vestiário!)

Acordei com o sol entrando pela janela entreaberta, o quarto ainda carregado do cheiro de sexo, suor e cloro da noite anterior. Caio dormia de lado, costas largas viradas pra mim, lençol baixo na cintura, bunda firme marcada pela cueca. Meu pau já tava meia-bomba só de olhar. Até então, eu sempre tinha sido o passivo — ele me arrombou no vestiário, na Hilux e na cama dele. Mas agora, na luz da manhã, eu queria inverter. Queria ser o ativo pela primeira vez, sentir ele se abrindo pra mim.Me aproximei devagar, corpo colado nas costas dele. Beijei o ombro, mordi de leve a nuca. Ele gemeu baixo, ainda meio dormindo, empinando a bunda contra mim sem perceber. Meu pau endureceu na hora, roçando entre as nádegas dele.

— Bom dia, pirocudo — sussurrei no ouvido dele, mão descendo pela barriga marcada até pegar no pau dele, que já tava crescendo devagar.Ele riu rouco, voz grossa de sono, virando o rosto pra me olhar.

— Bom dia, André… já quer mais?

— Quero te foder agora. Deixa eu ser o ativo dessa vez. Tu nunca foi passivo ainda… quero ser o primeiro.

Ele sustentou meu olhar por uns segundos, depois sorriu torto, daqueles que me deixavam louco.

— Pode vir, Tô dentro. Mas vai devagar no começo… nunca fiz isso.

Meu coração disparou mais forte. Ele virou de bruços, joelhos abertos, bunda empinada. Corpo bronzeado, músculos relaxados do sono, cu rosado e apertado, nunca invadido antes. Passei a mão devagar nas nádegas, abrindo com cuidado.

— Tá nervoso? — perguntei, dedo roçando a entrada devagar.

— Um pouco… mas excitado pra caralho. Vai.

Peguei o lubrificante da mesinha, ainda aberto da noite. Passei bastante nos dedos e no meu pau. Comecei abrindo ele com um dedo só, girando devagar, sentindo a resistência inicial. Ele gemeu baixo, corpo tenso, depois relaxou aos poucos.

— Isso… devagar… — murmurou. Adicionei o segundo dedo, abrindo mais, curvando pra achar a próstata. Quando acertei, ele arqueou as costas, gemendo alto, pau babando no lençol.

— Porra, André… aí… continua.Três dedos, abrindo bem, ele empinando mais, pedindo sem palavras. Tirei os dedos, posicionei a cabeça do meu pau na entrada e empurrei devagar. Apertado pra caralho no começo, ele respirou fundo, mão apertando o travesseiro.

— Relaxa… respira… — sussurrei, parando quando a cabeça passou.Ele gemeu rouco, corpo tremendo.

— Vai… entra todo.

Empurrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo as paredes quentes apertando meu pau. Cru, intenso, sem barreira. Quando cheguei na base, fiquei parado, só pulsando dentro dele, mãos na cintura dele.

— Caralho… teu cu é apertado pra porra… tá gostoso? — perguntei, voz tremendo.

— Tá… fode devagar… — respondeu rouco.Comecei a meter: estocadas longas e lentas, saindo quase todo e voltando fundo. Ele gemia baixo, empinando pra encontrar cada movimento, pau grosso babando mais. Acelerei aos poucos, mãos firmes nas nádegas, abrindo pra ver meu pau entrando e saindo, brilhando de lubrificante.

— Me fode mais forte, André… — pediu, voz abafada no travesseiro.Aumentei o ritmo, estocadas ritmadas e profundas, batendo na próstata dele toda vez. Ele se masturbava embaixo, gemendo alto. O quarto encheu de som: pele contra pele, gemidos, cama rangendo.Me inclinei, peito colado nas costas dele, boca no ouvido.

— Vai gozar sentindo meu pau te arrombando pela primeira vez?

— Sim… goza dentro de mim… quero sentir.

Mudei o ângulo, acertando direto. Meu corpo tremia, gozei forte, pulsando várias vezes, enchendo ele com jatos quentes. Apertei as nádegas dele, metendo fundo enquanto gozava. Isso foi o gatilho: ele grunhiu rouco, gozou no lençol, apertando em volta do meu pau, corpo inteiro tremendo.Saí devagar, gozo escorrendo um pouco da entrada dele. Virei ele de barriga pra cima, beijei devagar, língua preguiçosa. Ficamos colados, ofegantes, suados.

— Porra… tu manda bem de ativo também — sussurrou, rindo baixo, mão no meu cabelo. — Primeira vez passivo e já virei putinha.

— Tô aprendendo contigo — respondi, mordendo o lábio dele de leve.Ele olhou pro relógio.

— Daqui a pouco a gente tem que ir pra piscina. Mas antes… banho juntos? Quem sabe rola mais uma rodada no chuveiro aqui de casa.Ri, já sentindo o pau pulsar de novo.

— Pode mandar, Caio. Tô dentro pra tudo.Levantamos, fomos pro banheiro. Água quente caindo, corpos colados de novo. A putaria não tinha hora pra acabar.

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Comentários

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André, André...esses seus contos tão me deixando muito excitado! Hahaha

E pra virar a cabeça desse gostoso aí, você deve ser uma delícia também...hehehe

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