Macho pra Caralho! (Parte 2)

Um conto erótico de HS
Categoria: Heterossexual
Contém 2159 palavras
Data: 22/03/2026 09:07:33

Acordei cedo, como sempre. Começar o dia na academia do apart-hotel é um ritual diário que não dispenso. Ter um corpo fantástico é parte do trabalho, manter uma imagem de alpha é importante para projetar sucesso, mas não é só isso. É nesse momento, artes das reuniões e gravações, que repasso tudo o que acontece.

Entre os pesos e o silêncio da sala, lembrava de Camilinha, ou SexyCamy, como se chama profissionalmente. A aspirante a influencer loira dos peitos siliconados e corpinho de boneca estava lá na cobertura, apagada em minha cama. Aguentar o tranco comigo não é para qualquer uma, sei disso, mas ela até que segurou a tronca. Isso me fez despertar bem, cheio de ânimo, mas a garota provavelmente iria dormir até o meio dia para se recompor.

Depois de masturbá-la em pé com a mão em sua garganta e fazê-la engolir a rola ajoelhada, quando a levei até a cama segura pelos cabelos e engatinhando ao meu lado ela teve uma noção do que a esperava, mas mesmo assim não pediu pra sair. A influencer sabia quem eu era, no meio digital conhecemos uns aos outros. Minha fama me precede e não era difícil adivinhar o que vinha pela frente, ela fora até ali para isso – e não a decepcionaria, com todo o prazer que sei arrancar de uma mulher, a atropelaria até a garota não aguentar mais de tanto gozar.

Joguei-a na cama redonda gigante vestida e ainda com os sapatos de salto alto. Quando se virou, o rostinho de olhos arregalados já estava ficando corado com a respiração ofegante acompanhando o batimento cardíaco acelerado. Adrenalina é um componente químico maravilhoso, fazer uma mulher transpirar hormônios é meio caminho andado para fazer com ela o que bem entender. E esta era a razão de toda a encenação até ali, com os dedos em sua buceta, o pau em sua boca e a caminhada engatinhando: gerar adrenalina suficiente para a entrega total.

Enquanto a deixava se acostumar, fui tirando a roupa sem pressa até ficar completamente nu ao pé da cama, já vestindo uma camisinha no pau enquanto Camilinha me olhava. Novamente, saber quando assustar e quando acalmar uma garota prestes a ser fodida é a chave do sucesso, atingir o equilíbrio perfeito entre as duas coisas exige alguma prática e muita disciplina. Vendo meu físico impecável e a precaução que tinha, notei como sua respiração se acalmou e ela mordeu o lábio inferior, num ato involuntário de desejo que talvez nem percebesse.

Inclinei-me sobre a cama, passando as mãos por suas pernas finas irretocavelmente lisas e, sem aviso, agarrei seus calcanhares e a puxei até a borda, já girando seu corpo. Ela deu um gritinho, mas deixou-se arrastar sem reagir, talvez por estar tomada de surpresa. Tomei o corpo por baixo e levantei sua cintura, deixando-a de quatro. Com meus dedos correndo pelo decote aberto em suas costas, apliquei uma leve pressão até fazê-la encostar a cara no colchão, deixando sua bundinha magra empinada.

Lembrar disso fez o tempo passar rápido. Terminei os exercícios e subi para a cobertura. Camilinha ainda estava sonhando sobre a cama, o máximo que fez foi grunhir algo ininteligível e virar-se quando passei para o banheiro da suíte indo para a ducha. Depois tomei os suplementos e preparei uma bandeja com suco e frutas frescas, além de uma vitamina que sempre faço. Deixei tudo na geladeira e coloquei o café para coar na cafeteira. Separei toalhas limpas e um roupão atoalhado, os quais deixei ao pé da cama junto com um bilhete orientando onde estavam as coisas e comentando que não voltaria até o final da tarde, para que ela se sentisse à vontade ali depois que acordasse.

Esses pequenos detalhes após de uma noite sendo abusada incessantemente na cama por uma pica do tamanho da minha fazem muita diferença na mente feminina, é como já disse e repeti, há que saber apertar e afrouxar na mesma medida, para contrabalançar as coisas, mantendo as mulheres presas ao cabresto e satisfeitas por isso.

Antes de sair, olhei mais uma vez sua nudez na cama e me lembrei de ontem, quando levantei o vestido, abaixei sua calcinha minúscula e voltei a dedilhar a bucetinha, dessa vez tão molhada que um fio chegava a escorrer no ar dali. Abaixei o rosto e comecei a chupar, com a língua deslizando desde o grelinho e passando entre os lábios que se escondiam na fenda, até chegar no olho do cuzinho e ficar pressionando. Fiz isso repetidas vezes, até notar que Camilinha gemia e se contorcia como uma gata manhosa ao sabor dos movimentos que eu comandava atrás dela.

Esse era o ponto exato que esperava, então levantei-me de supetão, segurei aquelas nádegas magrinhas com as duas mãos e aproximei a cintura, fazendo o pau ficar deslizando ao longo da fenda da bucetinha toda melada da loirinha. A garota começou a perder a noção na expectativa de ser comida, dava pra ver como sua cabeça se mexia em espasmos, jogando os cabelos no ar enquanto as unhas agarravam os lençóis, exasperada, ansiosa por ser tomada de jeito.

– HS, me come, por favor, ou vou explodir… – ela começou a pedir, quase numa súplica.

– O que foi gatinha? Quer dar essa bucetinha pro HS? Quer que meta o pau nela? É isso? – eu seguia só provocando para levá-la além do limite.

– Sim, quero esse pauzão me comendo todinha, por favor… – ela murmurava baixinho, quase com vergonha de confessar o que queria.

– Mas gatinha… Eu não como mulheres como você. As vadias assim eu fodo, e fodo pra valer. Se começar, vou até o fim. Você aguenta?

– Aguento sim, nem que seja a última coisa que faç… Ahhh!

Antes que a loirinha pudesse terminar a frase, entendi que já era consentimento suficiente para me satisfazer e enfiei o pau, devagar mas de uma só vez, até o fundo da bucetinha, sem retroceder, para que Camilinha sentisse tudo o que lhe esperava. Depois comecei a bombar, no início devagar e ganhando força aos poucos, até começar a foder de verdade, puxando seu tronco pra cima, enfiando as mãos pelas laterais abertas do vestido e agarrando os peitos, empurrando bruscamente sua cabeça de volta para colchão, retendo a cintura e puxando para mim com o pau entalado lá dentro, arrombando com gosto.

Foder uma mulher assim é tão satisfatório quanto fechar um bom negócio.

Já estava entrando no primeiro compromisso do dia, irradiando confiança. Nada melhor que uma noite com uma loira daquelas para elevar nossa moral. Era uma reunião com uma empresa de apostas esportivas on-line para impulsionar suas vendas. Começaram pedindo dedicação exclusiva, mas eu neguei, daí começaram a negociar de verdade. Já tinha investigado de antemão qual foi o maior cachê que pagaram a outro influencer, um ex-jogador de futebol famoso. Pedi o dobro.

Eles se negaram, reclamaram, protestaram, disseram que era impossível. Argumentei que nem era favorável a empresas de apostas, pois gostava de preservar meu público deste tipo de armadilha, considerando que era coisa de gente fraca ter esperanças em soluções milagrosas como prêmios e essas bobagens.

Para mim, na vida você tem que ir à luta se quiser um lugar ao sol. Logo, se fosse associar minha imagem a este tipo de produto, teria que ser muito bem pago. Fechamos por um pagamento quarenta e cinco por cento maior que o tal ex-jogador e opção de compra futura de uma parcela da carteira de ações da empresa, um grupo internacional.

O tesão provocado por ter me saído bem e imaginar a grana chegando me fez pensar em Camilinha outra vez.

Às vezes a garota queria escapulir, desesperada em busca de um descanso que não viria até eu gozar, então empurrei ainda mais e a fiz cair de bruço na cama comigo ainda dentro, suas pernas se dobraram e os pés subiram ao ar, enquanto meu corpo a aplastava e o pau seguia fodendo, sem dar chance de escapar. Camilinha começou a gritar de prazer, o corpo tremia todo já gozando, os olhos reviraram e suas costas se arquearam na busca por me tirar dali, mas eu seguia retendo-a para ser fodida como ela havia procurado desde que se acercou a mim no evento daquela noite.

Quando desistiu e o corpo amoleceu, quando os gritos desesperados de prazer deram lugar a gemidos perdidos sem esperança, girei sobre o colchão e a trouxe por cima, toda mole, com o pau ainda investindo duro entre suas pernas abertas e minhas mãos apertando os bicos rosados dos seios siliconados, antecipando um segundo orgasmo em poucos minutos, até fazê-la ceder e seu olhar ficar perdido e confuso, sem entender de onde vinha aquilo tudo que a dominava.

O segundo compromisso do dia foi com o pessoal da financeira, para avaliar o impacto e o público que atraí para eles no último mês. Bons números, principalmente porque ganho uma porcentagem do valor que meus seguidores investem com eles. Todos satisfeitos, fui almoçar com o vice-presidente da empresa, porque o cara queria ser visto em público ao meu lado. Faz parte, os clientes sempre pedem algum favorzinho especial.

Só dou um jeito de contornar quando algum deles pede que arranje uma buceta pra foderem: não sou cafetão e minhas mulheres são só minhas. Se quiser dividir uma piranha com outro cara, chamo um amigo da equipe. Jamais o faço por algum cliente, negócios e prazeres se misturam às vezes, como nesse almoço que o cara está me pagando no restaurante italiano mais conceituado da capital, mas nunca com outros homens de negócios na cama.

Enquanto ele me elogia admirado por tudo que conquistei, minha mente divaga e volto a pensar na noite com Camilinha.

Segui metendo na loirinha mais devagar até os gemidos ficarem mais altos, já se preparando para gozar outra vez, o que seria um sinal de que seu corpinho dali pra frente se acomodaria a tudo que eu quisesse fazer com ele.

Empurrei seu tronco pra frente e a fiz sentar na rola, toda molinha como uma boneca de pano, tendo que se equilibrar enquanto seguia bombando na bucetinha até o fundo, parecendo que estava sentada sobre um touro mecânico sem ter onde se agarrar e que seria jogada longe a qualquer momento. Camilinha começou a espernear, tirando forças que nem sabia possuir para retesar os músculos mais uma vez e deixar-se sofrer o orgasmo mais fulminante de todos até ali.

Não desejo ser repetitivo, nem quero dar detalhes de todas as vezes que fiz Camilinha gozar naquela noite. Por mais que ganhe o sustento expondo meu estilo de vida, há coisas que guardo somente pra mim.

Aquele corpinho de modelo e os peitões siliconados grandes e duros me excitaram, mas nada se compara ao prazer que senti ao vê-la quebrar e se render ao meu domínio, sendo jogada para lá e pra cá sobre a cama, toda bagunçada, descabelada, com a maquiagem borrada, meio vestida e meio nua, exausta de tanto ser fodida sem piedade até terminar arruinada, com um pau fundo em sua boca, mamando obediente a minha porra como se fosse meu bichinho de estimação.

Meio da tarde, vou para o estúdio que hoje é dia de gravar o podcast. Já havia produzido o conteúdo, o material estava pronto e minha equipe me esperava. Falo sobre investimentos, preparo físico, dicas sobre como enlouquecer as mulheres e outras masculinidades em geral. É um programa feito para homens que desejam aprender a ser machos de verdade, muito embora eu saiba que grande parte do meu público ainda nem tem idade pra foder alguém. Mas números são números, e eles me ajudam a ganhar projeção.

Só acrescento um detalhezinho ao final do episódio, falando rapidamente sobre futebol e prometendo que na próxima edição analisaremos a possiblidade de ganhar dinheiro fazendo apostas on-line, já preparando o terreno para quando começar a propaganda da empresa com quem fechei contrato hoje de manhã.

Antes de ir ao próximo compromisso, passo pela cobertura rapidamente para refrescar o visual, tomar outro banho e vestir algo mais apropriado para atender ao convite de mais uma sessão on-line em tempo real. Camilinha já estava acordada, toda acomodadinha no sofá, enfiada no telefone. Sorriu ao me ver, me abraçou e me beijou. Retribuí, mas interrompi sem demora dizendo que tinha um pouco de pressa.

No banheiro, mesmo sem perguntar se a garota desejava alguma coisa, chamei a recepção e pedi para vir um belo lanchinho do serviço de quarto. É como disse, trato bem todas as minhas mulheres, sem exceção. Na saída, Camilinha me perguntou se devia me esperar, mas fui evasivo e disse que por mim, ela poderia fazer o que quisesse – mas alertei que já estava chegando uma comidinha caso decidisse ficar um pouco mais.

Comigo é tudo calculado, sempre. Camilinha ficaria esperando o tempo que fosse para ser fodida outra vez, e isso era o que eu pretendia. Eu só não esperava pela surpresinha que me aguardava no meu último compromisso do dia…

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Comentários

Foto de perfil de Dani Pimentinha CD

Mano ele muito cretino…

Por é o tipo de cretino que real da vontade de dar para o filho da puta. O famoso bittersweet pleasure, vou me odiar por dar para ele, mas ainda assim estou dando. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Sem zueira esse tipo de cara um dia encontra seu contraponto uma mulher que não vai conseguir esquecer… kkkk… Vai largar e ela e descobrir que sua cabeça sempre volta na mesma figurinha antiga.

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Foto de perfil de Bayoux

Estilo I Love to Hate You, kkkkkk

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Foto de perfil de Dani Pimentinha CD

Mas acho que a Camilinha não estava preparada para um ataque tão intenso, aguentou mais foi por bem pouco.

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