Tira, tira que vou cagar... - PARTE 02 (Amanda)

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 3131 palavras
Data: 03/03/2026 10:11:09
Assuntos: Heterossexual

### Tira... Tira que vou cagar!

Amanda era a irmã mais velha de Rafaela, com 28 anos, e se considerava o pilar da família. Nascida em Recife, Pernambuco, como a irmã, ela cresceu na mesma casa conservadora, mas sempre foi a responsável: ajudava a mãe na cozinha desde pequena, cuidava de Rafaela quando os pais trabalhavam, e sonhava com uma vida estável. Aos 22, casou-se com Marcelo, um pescador honesto de 30 anos, alto e forte, com pele morena queimada pelo sol e um sorriso fácil que a conquistara em uma festa de São João. Eles moravam em um apartamento simples no bairro de Boa Viagem, perto da praia, e juntos montaram uma barraca de lanches na orla, chamada "Sabores do Mar". Amanda era o cérebro do negócio: preparava pastéis crocantes de camarão, tapiocas recheadas com coco ralado e queijo coalho, e sucos naturais de frutas tropicais que atraíam turistas e locais. Marcelo cuidava das compras e da entrega, sempre com uma piada na ponta da língua para fidelizar clientes.

Fisicamente, Amanda era dez vezes mais impressionante que Rafaela, embora as irmãs não competissem nisso. Medindo 1,68m, ela tinha uma pele branquinha salpicada de sardas leves no nariz e nas bochechas, que ficavam rosadas sob o sol forte. Seus seios eram pequenos e firmes, perfeitos para os tops justos que usava na barraca, mas o que realmente chamava atenção era seu rabo: um monumento de 130cm, redondo e empinado, fruto de genética e caminhadas diárias na areia. Seus cabelos negros, lisos e sedosos, caíam abaixo da bunda como uma cascata de ébano, balançando a cada passo e brilhando no sol. Na praia, os machos a chamavam secretamente de "Amanda do Rabão" – um apelido sussurrado entre eles durante as rodas de conversa regadas a cerveja, enquanto admiravam de longe como o short jeans dela moldava as curvas. Amanda não sabia disso; para ela, os olhares eram só cortesia de clientes satisfeitos. Ela era modesta, usava roupas práticas para o trabalho, e focava no casamento feliz com Marcelo, sem flertes ou aventuras. Rafaela, a irmã mais nova e devassa, morava sozinha e raramente visitava a barraca, mantendo sua vida selvagem em segredo. As duas se falavam por telefone sobre assuntos triviais, como receitas ou festas familiares, mas Amanda nunca soube das escapadas de Rafaela – e vice-versa.

O dia a dia de Amanda começava cedo, às 5h da manhã. Ela acordava no apartamento apertado, preparava café para Marcelo – ovos mexidos com farinha de mandioca e um suco de laranja fresco – e eles seguiam juntos para a praia em uma moto velha. "Bom dia, meu amor", Marcelo dizia sempre, beijando sua nuca enquanto ela pilotava. "Você é a rainha da orla hoje também?" Amanda ria, respondendo: "Só se você for o rei dos pastéis queimados!" Era uma brincadeira interna; Marcelo uma vez havia deixado uma fornada queimar enquanto flertava com ela. Chegando à barraca, montavam tudo: mesas de plástico, o fogareiro a gás, os ingredientes frescos comprados no mercado da madrugada. A barraca ficava ao lado da de Seu João, o velho vendedor de coco, um coroa de 60 anos, baixo e barrigudo, com careca reluzente e um bigode grisalho. Eles se davam bem como vizinhos; Amanda trocava lanches por cocos gelados, e Marcelo batia papo com ele sobre futebol.

"Ô, Amanda! Tá cheirando bem aí hoje, hein? Pastel de camarão de novo?", Seu João gritava da barraca dele, acenando com uma faca enferrujada que usava para abrir cocos.

"Sim, Seu João! Quer um de graça? Mas só se me der um coco extra pro Marcelo!", respondia Amanda, rindo enquanto fritava a massa dourada. Seus cabelos negros balançavam enquanto ela virava os pastéis, e o rabo empinado chamava olhares discretos dos banhistas – mas ela atribuía ao cheiro da comida.

Marcelo entrava na brincadeira: "Ei, velho, não vai roubar minha mulher com esses cocos mágicos seus! Senão eu te afogo no mar!" Seu João ria rouco, batendo na barriga: "Roubar? Eu? Com essa pança? Ela merece um rei, não um sapo como eu!" As risadas ecoavam pela orla, criando um clima amigável. Amanda adorava esses momentos; era o que tornava o trabalho leve. À tarde, quando o sol batia forte, ela se sentava na sombra, bebendo água de coco e conversando com clientes regulares. "Como vai a família, Dona Maria?", perguntava a uma senhora idosa que comprava tapioca toda semana. "Bem, minha filha! E você, sempre linda com esses cabelos de sereia!" Amanda corava levemente, as sardas destacando no rosto branquinho.

Mas nem tudo era perfeito. Nos últimos meses, o negócio andava apertado. Uma tempestade havia danificado a barraca, e eles pegaram um empréstimo bancário de 10 mil reais para consertar – juros altos, parcelas mensais que sugavam o lucro. Marcelo pescava à noite para complementar, mas o mar estava ruim, com peixes escassos devido à poluição. "Amor, a gente precisa de mais dinheiro", Marcelo disse uma noite, no apartamento, enquanto comiam feijoada caseira. "As parcelas vão vencer, e o fogareiro tá pifando de novo." Amanda suspirou, massageando as têmporas. "Eu sei... mas banco não dá mais. E se a gente pedir pro Seu João? Ele é agiota, mas é gente boa. Vizinho, né? Talvez dê carência." Marcelo hesitou: "Ele cobra juros altos, mas... é, sem saída. Vamos falar com ele amanhã."

No dia seguinte, após abrir a barraca, eles chamaram Seu João para uma conversa discreta atrás das estruturas de madeira. O sol da manhã iluminava a areia branca, e o mar batia calmo. Amanda, com os cabelos negros presos em um rabo de cavalo para o trabalho, explicou: "Seu João, a gente tá precisando de um empréstimo. 10 mil reais. Pra pagar as dívidas do banco e consertar o fogareiro. A gente paga em 3 meses, com juros justos?" Marcelo acrescentou: "Somos honestos, velho. Você nos conhece, trabalhamos duro aqui do lado." Seu João coçou o bigode, olhando para o mar pensativo. "10 mil? Tá bem. Juros de 10% ao mês, carência de 3 meses. Sem fiador, confio em vocês. Mas paguem em dia, hein? Senão, cobro do jeito que der." Eles apertaram as mãos, aliviados. "Obrigado, Seu João! Você é um anjo disfarçado", brincou Amanda. Ele riu: "Anjo? Com essa cara? Sou mais um diabo velho!" Marcelo deu um tapa nas costas dele: "Diabo bom, então. Vamos celebrar com um pastel quentinho." A conversa foi leve, sem qualquer tom estranho – só negócios entre vizinhos. Seu João transferiu o dinheiro via Pix, e eles voltaram ao trabalho, felizes por terem uma folga.

Os dias seguintes foram de alívio. Com o dinheiro, consertaram o fogareiro, compraram ingredientes extras e até contrataram um ajudante temporário, um menino de 18 anos chamado Pedro, para entregar lanches na areia. Amanda se sentia mais leve: preparava os pastéis com mais capricho, dançando ao som de forró no rádio portátil. "Ei, Marcelo, olha isso!", dizia, girando com uma espátula na mão, os cabelos negros voando. Ele aplaudia: "Minha dançarina particular! Os clientes vão pedir autógrafo." Seu João, da barraca ao lado, entrava na zoeira: "Amanda, cuidado pra não derrubar os cocos com esse rebolado! Senão eu cobro danos!" Ela ria alto: "Então me dá um coco de graça pra compensar!" Pedro, o ajudante, corava ao ver as curvas dela, mas mantinha distância – Amanda era casada e séria. À noite, no apartamento, ela e Marcelo faziam amor devagar, celebrando a estabilidade. "Você é tudo pra mim", sussurrava ele, beijando as sardas no rosto dela. Amanda respondia: "E você é meu porto seguro."

Mas o destino pregou uma peça. Duas semanas depois, Marcelo sofreu um acidente: ao pescar à noite, escorregou no barco e quebrou o braço. Hospital, gesso, repouso forçado. Sem ele para trabalhar, a barraca perdia ritmo – Pedro ajudava, mas não bastava. As vendas caíram, e as parcelas do banco continuavam vencendo. Amanda trabalhava dobrado, das 5h às 22h, exausta, os cabelos negros grudados de suor, o rabo doendo de tanto ficar em pé. "Amor, a gente vai dar conta", dizia a Marcelo, mas internamente pensava: *Como? Os 10 mil já foram pros consertos, e agora sem renda extra...* Seu João notava, comentando casualmente: "Tá tudo bem aí, Amanda? Vocês parecem cansados." Ela sorria forçado: "É o movimento fraco, Seu João. Mas vai melhorar."

Um mês após o empréstimo, o problema explodiu. Marcelo, de cama, confessou: "Amor, eu gastei parte do dinheiro em remédios e no médico particular – não queria te preocupar. Agora falta pra pagar o banco." Amanda ficou chocada: "Quanto falta?" "Uns 3 mil... mas com os juros do Seu João se aproximando..." Ela chorou sozinha no banheiro, pensando: *Não posso deixar ele saber que tô desesperada. Vou resolver sozinha.* No dia seguinte, após fechar a barraca cedo, foi falar com Seu João sozinha. Pedro já havia ido embora, e Marcelo estava em casa. O sol se punha, a praia esvaziando.

"Seu João... preciso conversar. Sobre o empréstimo", disse Amanda, voz baixa, os cabelos negros soltos caindo como cortina.

Ele fechou a barraca dele, convidando-a para dentro. "Diga, Amanda. Problemas?"

"A gente... eu... não vai conseguir pagar em 3 meses. Marcelo machucou o braço, as vendas caíram. Por favor, mais prazo? Ou parcelas menores?"

Seu João coçou a barriga, olhos fixos nela – notando as sardas, a pele branquinha, o rabo empinado no short. "Mais prazo? Juros vão acumular. Vocês são bons vizinhos, mas negócio é negócio. A menos que... você pague de outro jeito. Sozinha. Sem o Marcelo saber."

Amanda franziu a testa: "Outro jeito? Tipo ajudar na barraca de coco?"

Ele riu baixo, trancando a porta por dentro. "Não, Amanda do Rabão... outro jeito mais... íntimo."

Amanda piscou, confusa. *Amanda do Rabão? Por que ele me chamou assim?* Mas não perguntou em voz alta, apenas sentiu um frio na espinha.

"O quê? Seu João, eu sou casada! Isso é loucura!"

"Calma, Amanda. Seu corpo merece uma compensação. Eu libero o empréstimo, zero juros, se você me der o que eu quero agora. Boca e cu. Marcelo nunca sabe."

Amanda congelou, coração disparado. Pensou: *Sem saída... se não pagar, perdemos tudo. Marcelo não pode saber.* Lágrimas rolaram: "Por favor... só boca? O cu não... eu nunca fiz anal na vida."

Seu João baixou as bermudas, revelando o pau de 32cm, grosso como antebraço, veias pulsantes.

Amanda arregalou os olhos, recuando um passo: "Não... de jeito nenhum o cu. Olha o tamanho disso... nunca vai caber. Nem na boca, quanto mais lá atrás. Eu faço o que for com a boca, mas anal não. Por favor, entenda."

Ele se aproximou devagar, voz baixa: "Amanda, eu não vou forçar. Mas pensa: zero juros, dívida zerada. Só uma vez. Te dou tempo pra pensar no anal. Uma semana. Vem aqui amanhã à noite, depois de fechar a barraca. Se não quiser, a gente conversa de novo. Mas o prazo do pagamento continua correndo."

Ela olhou para o pau monstruoso, tremendo. Pensou: *É enorme... Marcelo nunca foi assim. Mas se eu não fizer nada, perdemos a barraca, a casa...* Depois de um longo silêncio, com lágrimas escorrendo:

"Tá bom... só a boca hoje. E uma semana pra pensar no resto. Mas jura que Marcelo não vai saber nunca?"

"Juro, Amanda. Só nós dois. Agora de joelhos."

Ela ajoelhou, mãos não fechando na grossura. Lambeu a cabeçona, gosto salgado forte. Ele segurou os cabelos negros gentilmente no início, depois mais firme.

"Assim, devagar... abre bem."

Boca esticada ao limite, dor na mandíbula. Babava, saliva nos seios pequenos. Ele bombava devagar: "Isso... boa menina. Lambe as veias."

Pensou: *Dói... mas preciso.* Masturbava a base com as duas mãos, língua rodando. Ele forçou bolas: "Lambe aqui também."

Minutos depois, gozada: "Bebe tudo!" Jatos intermináveis, mais de 3 litros enchendo boca, estômago inchando. Engolia golfadas, transbordando, impressionada: "Meu Deus... nunca vi tanto... como um homem goza assim?"

"É meu segredo, Amanda. Agora vai pra casa. Pensa no anal. Uma semana."

Ela saiu cambaleando, rosto sujo, estômago pesado. Naquela noite, deitada ao lado de Marcelo dormindo, não pregou olho. Pensou: *Traí meu marido... bebi litros de porra de um velho... e ele me chamou de Amanda do Rabão. Por quê? Será que todo mundo me chama assim? Meu rabo é tão chamativo?* Chorou baixinho, culpada, excitada e aterrorizada.

Uma semana depois, após fechar a barraca, voltou à noite. Seu João esperava, pau já duro.

"Decidiu, Amanda?"

Ela hesitou na porta, mãos suadas, cabelos negros caindo sobre os ombros. Olhou para o pau exposto, depois para o rosto dele, corada. "Seu João... eu pensei a semana toda. Meu casamento, a barraca... mas esse pau... é grande demais pro anal. Vai me machucar feio. Não dá pra zerar a dívida só com mais boquetes? Eu venho aqui toda semana, faço o que quiser na boca."

Ele riu baixo, aproximando-se e tocando o braço dela levemente. "Boquetes são bons, Amanda, mas eu quero esse rabão branquinho. Pensa: uma vez só, e acabou. Sem juros, sem cobrança. Marcelo fica feliz, vocês prosperam. Ou prefere eu cobrar dele pessoalmente? Ele vai estranhar."

Amanda recuou um passo, olhos marejados. "Não envolve o Marcelo! Ele não pode saber. Mas... e se doer muito? Eu nunca fiz anal, nem com meu marido. Esse tamanho... vai me rasgar."

"Eu vou devagar no começo, prometo. Lubrifico bem. Você relaxa, empina esse rabo famoso, e vai ser rápido. Depois, você vai embora livre."

Ela andou de um lado pro outro na barraca pequena, o rabo balançando involuntariamente, respirando fundo. Pensou: *Livre? Mas traidora... e se eu gostar? Não, foco na família.* Parou, olhando nos olhos dele: "Tá bom... eu faço. Mas se doer demais, você para na hora. E jura que é só uma vez?"

"Juro, Amanda. Vem cá."

Antes do anal, ele a fez ajoelhar de novo. "Primeiro, mama bem gostoso pra lubrificar. Abre essa boquinha branquinha."

Amanda obedeceu, boca esticando ao redor da cabeçona, babando rios. Ele bombava mais forte dessa vez, socando contra a garganta: "Engole fundo, Amanda. Prepara o cu com saliva." Ela engasgava, lágrimas escorrendo, mas continuava, língua rodando nas veias grossas. Ele gozou uma carga menor na boca dela, forçando-a a engolir: "Bebe mais um pouco, pra ficar molhadinha lá atrás."

Depois, virou-a de costas, empinando o rabo de 130cm na mesa. Cuspiu no anel virgem, enfiando dedos devagar, abrindo. "Relaxa esse buraco apertado, Amanda. Empina mais esse rabão."

Empurrou a cabeçona, esticando o anel rosado ao máximo. "Aaaaiii! Tira! Tá rasgando tudo!"

"Calma... respira fundo. Empina mais, deixa eu entrar devagar."

Metade dentro, ele começou a socar ritmado, mãos apertando as nádegas branquinhas com força, unhas cravando na carne macia. Bolas batendo na xota molhada com tapas altos e úmidos. Amanda gritava: "Dói... devagar... por favor!"

"Você aguenta, Amanda. Esse rabão foi feito pra levar rola grossa. Rebola pra mim, vai."

Ele acelerou brutalmente, socando fundo com violência crescente, os 32cm entrando e saindo completamente, esticando o cu ao limite absoluto. O rabo tremia em ondas violentas a cada estocada selvagem, nádegas vermelhas de tapas ritmados, cabelos negros chicoteando as costas dela como chicote. O pau forçava as paredes internas, dilatando o reto sem piedade, o anel virgem agora um círculo vermelho e inchado pulsando ao redor da grossura insana. Amanda convulsionava, unhas cravando na madeira da mesa, corpo arqueado em agonia: "Tá me partindo... não aguento mais... devagar!"

"Rebola esse rabão, Amanda! Sente minha rola te abrindo toda! Isso, empina mais alto!"

Pensou: *Dor insuportável... destruída... o cu tá queimando... mas o corpo tá traindo, molhando a xota como nunca...* Ele trocou de posição, de pé atrás dela, segurando os quadris com força bruta, socando verticalmente como pistão, cada estocada fazendo o rabo quicar descontrolado, ondas de carne percorrendo as nádegas. O barulho era ensurdecedor: pele contra pele, gemidos altos dela, grunhidos roucos dele.

Pressão veio forte no intestino. "Tira que vou cagar! Tira que vou cagar agora!"

"Caga no pau, Amanda. Solta tudo enquanto eu meto!"

"Tira que vou cagar! Não aguento... tira que vou cagar tudo!"

Ele não tirou. Continuou socando com fúria ainda maior, mesmo enquanto ela cagava quente no mastro grosso, merda escorrendo pelas veias pulsantes, sujando bolas, coxas e chão da barraca em golfadas quentes e fedorentas. O cheiro forte invadiu o espaço fechado, misturando-se ao suor e ao sexo. "Isso, solta mais! Tua cagada lubrifica melhor que qualquer creme. Toma rola suja agora, vadia do rabão!"

Amanda soluçava alto: "Tira que vou cagar mais! Por favor... tá tudo saindo... tira que vou cagar!"

Ele riu, metendo ainda mais fundo na bagunça quente e fedorenta, o pau deslizando fácil agora, forçando mais merda para fora a cada estocada violenta. O cu piscava desesperado, expelindo mais sujeira enquanto o pau entrava e saía sem parar. "Adoro quando você caga no meu pau, Amanda do Rabão. Chora alto, solta tudo!"

Do lado de fora, a puta que esperava para pedir dinheiro encostou a orelha na madeira fina da barraca. Ouviu os gritos desesperados de Amanda: "Tira que vou cagar! Tá rasgando meu cu! Tira que vou cagar mais!" e os grunhidos do velho: "Caga mais, solta tudo na rola! Toma mais fundo!" A puta arregalou os olhos, mão na boca para não rir alto, ouvindo os tapas violentos na carne, o barulho molhado e sujo da penetração, os gemidos de dor misturados a soluços, o cheiro vazando pelas frestas. Ficou ali parada, excitada e chocada, sabendo exatamente o que rolava lá dentro – e que Amanda do Rabão estava sendo arrombada sem dó.

Dentro, Seu João acelerou o ritmo ao extremo, socando o cu cagado com estocadas brutais, o pau nadando na mistura de merda e porra. "Toma tudo, Amanda! Goza no cu sujo!"

Ele gozou fundo, enchendo o reto destruído de porra quente em jatos grossos, misturando com a cagada transbordante. Tirou devagar, pau coberto de sujeira, e virou o rosto dela para cima: "Agora abre a boca pra limpeza final."

Puxou-a pelos cabelos e gozou mais uma carga grossa na cara branquinha – jatos longos e pesados acertando olhos, nariz, boca aberta, sardas cobertas de branco viscoso. Porra escorreu pelo queixo, pingou nos seios pequenos, colou nos cílios e nos cabelos negros. "Lambe tudo, Amanda. Bebe o resto da minha porra."

Ela lambeu obediente, engolindo o que pôde, rosto destruído. Pensou: *Quebrada... suja de merda e porra...*

Seu João limpou o pau nos cabelos negros dela, esfregando fios grossos na glande suja. Amanda se limpou o melhor que pôde com um pano velho da barraca, lavou o rosto com água de coco que achou, mas não notou que muita porra ainda grudava nos fios negros longos, fios brancos secos misturados ao cabelo escuro como evidência discreta.

Saiu da barraca tarde da noite, cambaleando, corpo dolorido, cheiro forte ainda no ar. A puta do lado de fora a viu passar, sorriu maliciosa ao notar os fios brancos nos cabelos, mas não disse nada – só guardou o segredo.

Amanda correu para casa, quebrada, pensando: *Nunca mais... mas a dívida acabou.*

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Analisador de casadas a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaAnalisador de casadasContos: 17Seguidores: 15Seguindo: 0Mensagem

Comentários