Tira, tira que vou cagar...

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 2215 palavras
Data: 03/03/2026 10:02:13
Assuntos: Heterossexual

### Tira... Tira que eu vou cagar!

Rafaela era uma loira siliconada de 1,70m, com peitos fartos que balançavam como melões maduros a cada passo. Seu corpo malhado era fruto de anos na academia, esculpido para seduzir: abdômen tanquinho, pernas grossas e um rabo de 120cm que fazia cabeças virarem na rua. Nascida em uma família conservadora de Recife, Pernambuco, ela cresceu como a menina certinha da escola católica, mas tudo mudou aos 18 anos. Um namoradinho safado a introduziu no mundo do sexo casual, e Rafaela descobriu que adorava ser desejada. Virou devassa aos 20, largando a faculdade de administração para trabalhar como modelo erótica em sites de conteúdo adulto. Aos 25, já tinha silicones nos peitos e no bumbum, financiados por "patrocinadores" que pagavam para foder sua buceta apertada. Ela vivia de putaria: festas swinger, orgias em praias nudistas e noites em motéis com desconhecidos. Mas seu cu era virgem – um tabu absoluto que ela nunca quis romper. Beber esperma virou seu fetiche: engolia litros em boquetes coletivos, sentindo o gosto salgado escorrer pela garganta como um elixir viciante. Rafaela era ninfomaníaca, sempre molhada, sempre pronta para dar buceta e boca, mas o cu era linha vermelha.

Naquela tarde quente de março de 2026, em Recife, Rafaela passeava pela praia de Boa Viagem, vestindo um biquíni fio-dental que mal cobria seus mamilos rosados e deixava o rabo gigante à mostra. Seus cabelos loiros ondulavam ao vento, e os óculos escuros escondiam olhares famintos para os machos ao redor. Ela precisava de mais dinheiro – gastara tudo em uma viagem para o Carnaval, onde chupou dúzias de paus em blocos de rua, e agora queria pegar emprestado de novo para cobrir contas atrasadas. Seu agiota de confiança era Seu João, um coroa de 60 anos, dono de uma barraca de coco na orla. Ele era baixo, barrigudo, careca e fedorento de suor, mas tinha um pau de 32cm, grosso como um antebraço, que fazia as putas da região gemerem. Seu João amava deflorar cus virgens: contava histórias de como arrombava novatas à força, deixando-as destruídas e chorando, e isso o excitava mais que qualquer coisa. Rafaela já devia 5 mil reais a ele, mas decidiu pedir mais.

Ela se aproximou da barraca, rebolando o rabo enorme. "Oi, Seu João… vim pedir mais um empréstimo. Preciso de mais uns 3 mil… pago tudo junto outro dia, juro." disse com voz melosa, lambendo os lábios carnudos, tentando seduzir sem prometer demais. O velho sorriu, dentes amarelados, e fechou a barraca cedo. "Mais dinheiro, é? Claro, vadia loira… mas você sabe como funciona. Sem pagamento em carne, nada feito." Ele a puxou para dentro, trancando a porta de madeira. O cheiro de coco misturava-se ao de sexo antigo. Seu João tirou a camisa suada, revelando o peito peludo, e baixou as bermudas. Seu pau saltou para fora, 32cm de veias pulsantes, cabeçona vermelha babando pré-gozo.

Rafaela congelou, olhos arregalados de medo extremo. Nunca tinha visto uma rola tão monstruosa de perto assim – grossa, veiada, ameaçadora. "Não… Seu João… por favor… eu só vim pedir dinheiro… não quero isso… eu pago outro dia, de verdade… deixa eu ir embora…" Tentou recuar para a porta, voz tremendo, corpo rígido de pavor. Ele riu baixo, segurando o braço dela com força. "Desistir agora? Tarde demais. Você pede, você paga adiantado. De joelhos, puta. Só um boquete pra liberar o dinheiro hoje. O resto da dívida você acerta em um mês."

Ela balançou a cabeça, lágrimas brotando. "Não… eu não consigo… é grande demais…" Mas ele a forçou para baixo, empurrando-a de joelhos na areia suja com brutalidade, unhas cravando no ombro dela até deixar marcas vermelhas. Rafaela pensou: *Meu Deus, isso é um pesadelo… ele vai me machucar de verdade… por que eu vim aqui? Eu devia ter fugido…* Agarrou o mastro com as duas mãos – os dedos longos e malhados não fechavam nem na metade da grossura insana. Mal conseguia envolver metade do tronco veioso, que pulsava como uma cobra viva, quente e pegajoso de suor e pré-gozo. Lambeu a ponta hesitante, sentindo o gosto salgado forte, amargo, que a fez engasgar só de imaginar. Pensou: *Que nojo… cheira a suor velho… não aguento isso, vou vomitar…*

Tentou enfiar na boca, mas o pau era tão grosso que ela não passava da cabeçona: os lábios esticavam ao limite, dor lancinante nos cantos da boca como se fossem rasgar, mandíbula travando imediatamente em um ângulo doloroso. Babava tudo, saliva grossa escorrendo pelos peitos siliconados, misturando-se ao pré-gozo que babava da glande inchada como um vulcão. Seu João gemeu rouco, segurando os cabelos loiros com as duas mãos em um punho sádico, torcendo as raízes até ela gritar abafado. "Chupa direito, vadia! Engole essa porra ou eu enfio à força!" Ele começou a bombar devagar na boca apertada, só na glande enorme, mas com força crescente, empurrando contra a garganta dela que se contraía em pânico. Rafaela pensou: *Não cabe… tá me sufocando… os dentes vão arranhar, ele vai me bater… por favor, acaba logo…* Lágrimas escorriam pelo rosto, maquiagem borrando, enquanto ela masturbava a base com as duas mãos desesperadas, apertando com força para tentar acelerar, mas as veias pulsavam mais fortes, o pau inchando ainda mais na boca esticada.

Seu João acelerou o ritmo, socando a cabeçona contra os dentes dela de propósito, rindo do som de engasgo. "Isso, puta… sofre pra mim… adoro ver loira siliconada chorando na minha rola." Ele torcia os cabelos mais forte, puxando a cabeça para frente e para trás como uma boneca, ignorando os gemidos de dor dela. Rafaela pensou: *Ele é um monstro… tá me usando como objeto… minha boca vai ficar destruída… nunca mais vou sorrir sem dor…* A mandíbula doía como se fosse deslocar, os lábios inchados e vermelhos, saliva e pré-gozo escorrendo pelo queixo em fios longos, pingando no chão sujo. Ela tentava lamber a parte de baixo da glande com a língua, rodando em círculos desesperados para agradá-lo, mas cada movimento só fazia o pau pulsar mais, enchendo a boca de mais baba salgada. Pensou: *O gosto é horrível… salgado, azedo, fedendo a mijo velho… eu amo beber porra, mas isso é demais… vai me afogar…*

Minutos se arrastavam como horas, ele grunhindo cada vez mais alto, suor pingando do corpo barrigudo no rosto dela. De repente, explodiu – jatos grossos, intermináveis, enchendo a boca dela em volume absurdo. Rafaela pensou: *Meu Deus, não para… é porra sem fim… nunca vi tanto… vou me afogar!* Ela engasgou, olhos arregalados: nunca tinha visto um homem gozar mais que alguns ml, mas aquilo era litro após litro, como uma mangueira descontrolada, viscoso e quente, enchendo as bochechas até inchar, forçando-a a engolir ou sufocar. "Engole tudo, sua porca! Bebe meus 3 litros inteiros!" Ele segurou a cabeça dela firme, nariz pressionado contra o pau, forçando-a a beber em golfadas frenéticas, garganta trabalhando como uma bomba, convulsionando em espasmos. Rafaela pensou: *Tá queimando a garganta… salgado demais… vou passar mal… ele vai me matar assim…* Transbordava pelos cantos da boca apesar dos esforços, escorrendo pelo queixo, pingando nos peitos siliconados em rios brancos, colando no biquíni rasgado. Ela engolia e engolia, mais de 3 litros de esperma grosso, pegajoso, que descia como cola quente, enchendo o estômago até inchar levemente, náusea subindo mas contida pelo medo. Pensou: *Nunca mais… isso é humilhante… mas preciso do dinheiro… só mais um pouco…*

Quando finalmente parou, Seu João puxou o pau mole da boca dela com um pop molhado, deixando-a ofegante, tossindo violentamente, rosto e peito cobertos de porra branca espessa, fios grudando nos cabelos loiros. A mandíbula latejava, lábios inchados como se tivessem sido picados por abelhas, garganta arranhada e inflamada. Rafaela pensou: *Acabou… graças a Deus… mas o gosto fica pra sempre…* "Bom trabalho, loira. Aqui os 3 mil." Jogou o dinheiro na mesa. "Mas a dívida total – os 8 mil agora – você paga em um mês. Com juros. E da próxima vez… não vai ser só boquete." Rafaela se levantou tremendo, limpando o rosto com as costas da mão, corpo ainda sujo de esperma, pernas fracas. Saiu da barraca cambaleando, o gosto salgado impregnado na garganta, sabendo que em um mês teria que voltar e enfrentar o pior – o cu virgem seria cobrado com força.

Mas o velho não parou. Virou-a de costas, rasgando o biquíni. O rabo de 120cm se abriu como um pêssego maduro. "Sua buceta primeiro, pra lubrificar." Ele cuspiu na xota depilada e enfiou os 32cm de uma vez. Rafaela gritou de prazer, unhas cravadas na mesa da barraca. "Fode minha buceta, coroa! Me arromba!" Seu João metia forte, bolas batendo no clitóris inchado. Ela rebolava, empinando o rabo, peitos balançando. "Que pau grosso! Tô gozando já!" Orgasmo veio rápido, sucos escorrendo pelas coxas malhadas. Ele continuou, socando sem pena, até gozar dentro, enchendo a buceta de porra quente. Rafaela bebeu o resto que escorria, lambendo os dedos.

Cena dois: Eles foram para o chão sujo da barraca, coberto de areia e cascas de coco. Seu João deitou, pau ainda duro. "Senta na minha cara, loira. Quero lamber essa xota gozada." Rafaela obedeceu, montando no rosto dele, rabo sufocando o velho. Ele chupava a buceta, língua enfiada no buraco melado de porra. "Bebe meu mel, Seu João!" Ela gemia, esfregando os peitos siliconados. Depois, virou e sentou no pau, cavalgando reversa. Os 32cm entravam fundo, esticando as paredes da xota. "Fode meu útero, caralho!" Rebolava o rabo gigante, subindo e descendo. Seu João apertava as nádegas, dedão pressionando o cu virgem. "Esse cuzinho vai ser meu, vadia." Ela gozou de novo, esguichando no pau dele. Ele virou-a de quatro, metendo na buceta por trás, puxando os cabelos. "Toma pica, puta siliconada!" Gozou mais uma vez, porra misturando com os sucos dela. Rafaela virou e mamou o pau sujo, bebendo a mistura de esperma e mel.

Agora, a parte que Seu João mais esperava: o anal. "Hora de deflorar esse cu virgem, Rafaela. Meu pau de 32cm vai te arrombar." Ela tremeu de medo puro, corpo tenso. "Não, Seu João… por favor, não o cu… eu não quero… dói demais…" Ele riu baixo, gostando da resistência. Lubrificou com cuspe e porra da buceta, enfiando um dedo no cu apertadíssimo. Rafaela se contorceu, gemendo de dor. "Para… ai… não…" Dois dedos, depois três, abrindo o anel virgem à força. Ela choramingava, lágrimas nos olhos, tentando fechar as pernas. Seu João a segurou firme. "Relaxa, vadia. Vai doer pra caralho, e eu adoro isso." Ele posicionou a cabeçona na entrada minúscula, empurrando devagar. Os primeiros 5 cm entraram, esticando o cu como se fosse rasgar. "Aaaaiii! Tira! Tá doendo muito!" Ele ignorou, socando mais, metade dentro apesar dos gritos. Rafaela soluçava, corpo tremendo, unhas cravando na mesa. "Por favor… não cabe… tá rasgando…"

Cena três: Anal hard. Seu João metia forte agora, forçando os 32cm inteiros no cu virgem que resistia desesperadamente. Bolas batendo na buceta, ecoando na barraca. "Que cu apertado! Vou te deixar arrombada e destruída." Rafaela gritava de dor extrema, sem prazer, dedilhando a xota só para tentar aliviar. "Para… dói… não aguento…" Ele acelerava, mãos apertando o rabo malhado com brutalidade. Virou-a de lado, uma perna no ar, socando fundo. Porra velha escorria do pau, lubrificando o anal forçado. Ela convulsionava de agonia, corpo suado e trêmulo. Seu João não parava, trocando para missionário anal, pernas dela nos ombros. Metia como um pistão, 32cm destruindo o cu deflorado à força. "Chora mais, vadia! Bebe minha porra depois!" Ele gozou no cu, enchendo de esperma quente enquanto ela soluçava.

Mas Seu João não deixou acabar. "Me fode de novo… não… por favor…" Ele obedeceu ao próprio desejo, de pé agora, ela empinada na mesa contra a vontade. Anal em pé, pau entrando vertical. Ela gritava, rebolando involuntariamente de dor. "Mais devagar… tá me matando…" Ele socava sem pena, dedão na buceta. Outro jorro de porra transbordou do cu destruído. Rafaela ajoelhou aos tropeços e mamou o pau sujo, bebendo o esperma anal com gosto terroso, lágrimas escorrendo.

Cena quatro: Eles saíram da barraca para a praia deserta ao anoitecer. Seu João deitou na areia, forçou Rafaela a sentar no pau pelo cu. O rabo de 120cm quicava de dor, lua iluminando o sofrimento. "Fode meu cu na praia, vadia!" Ventava, areia grudando na pele suada. Ele metia de baixo, mãos nos peitos siliconados apertando forte. Ela chorava, corpo convulsionando de agonia. Viraram para doggy na areia, anal hard com ondas lambendo os pés. Seu João urrava, gozando no cu mais uma vez.

De repente, durante uma metida profunda, Rafaela sentiu uma pressão insuportável no intestino. O pau de 32cm mexia tudo lá dentro. "Tira… Tira que eu vou cagar!" Gritou ela, cu piscando desesperado ao redor da rola. Seu João riu, metendo mais forte. "Caga com meu pau dentro, vadia! Adoro putaria suja." Mas ela empurrou com força, pau saindo com um pop molhado e doloroso, e correu para o mar, cagando na água enquanto soluçava e ria de nervoso. "Você me arrombou tanto que mexeu no meu cu todo!" Eles voltaram à barraca, ele rindo satisfeito. Rafaela quitou a dívida, mas o trauma ficou: toda semana voltava por medo da cobrança, bebia esperma e acabava dando cu e buceta pro Seu João, o coroa sádico do pau gigante.

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