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Continuando…
Carla saiu na frente, passos curtos e rápidos, como se quisesse fugir do que tinha visto na mesa do meu apartamento.
Eu fui atrás, com chave de fenda na mão direita, o short folgado ainda marcando o volume que não baixava. O calor subia do chão, grudava na nuca, fazia o suor escorrer pela espinha. Nenhum som além dos nossos passos e da respiração dela — curta, acelerada, tentando disfarçar.
Entramos no apartamento da Dona Helena. O cheiro era diferente: café, perfume floral caro misturado com o suor de duas mulheres que passaram o dia inteiro fechadas. Dona Helena estava sentada na cadeira da cozinha, robe de algodão azul-claro aberto no colo, pele morena clara brilhando de suor, cabelo branco curto colado na testa. 69 anos, mas o corpo ainda tinha forma — seios firmes sob o tecido fino, cintura marcada, pernas cruzadas com uma dignidade que não escondia o cansaço do calor.
— Obrigada por vir, meu filho — disse ela, voz rouca, mas com um tom que parecia sorrir por dentro.
— Esse calor tá me acabando. Carla não dá conta sozinha do botijão.
— Deixa comigo, Dona Helena. É rápido.
Carla se abaixou primeiro para mostrar onde estava a válvula. A legging preta subiu na bunda, e acabou mostrando a calcinha de renda preta aparecendo na cintura, borda fina marcando a pele escura. Meu pau deu um pulo discreto. Ela se levantou rápido, como se tivesse sentido meu olhar.
— Aqui, ó — disse ela, apontando o botijão.Só precisa soltar essa mangueira e encaixar o novo. Eu tento, mas fico com medo de quebrar algo.
Eu me abaixei. Nossas mãos roçaram quando ela me entregou o pano. Um toque breve, mas elétrico. Ela puxou a mão rápido demais, como se tivesse levado choque.
Ficou de pé ao meu lado, perto demais. O cheiro dela subiu de novo: perfume, suor, pele quente. Eu sentia a respiração dela na minha nuca enquanto eu trabalhava.
— Você é forte mesmo — disse ela, voz baixa, quase um sussurro.
— Dá pra ver nos braços… nas costas.
. Soltei a mangueira velha, encaixei a nova, apertei com cuidado. O silêncio era pesado. Só o som da chave de fenda e da respiração dela.
Levantei. Os Nossos olhos se encontraram. Ela desviou primeiro, corou, olhou para o chão.
— Obrigada… de verdade — murmurou. — Eu… eu não sei como retribuir.
— Não precisa retribuir nada, Carlinha. Vizinho é pra isso.
Dona Helena riu baixinho da cadeira.
— Meu bem, Ele é bonzinho mesmo. Mas cuidado, viu Carla. Homem bonzinho às vezes é o que mais sabe fazer maldade. Rsrsrs…
Carla corou ainda mais. Olhou pra mim de novo. Desta vez sustentou o olhar um segundo a mais.
— Vamos voltar pro seu apartamento? — perguntou ela. — vou te ajudar a dar uma faxina rapida… e… talvez conversar um pouco.
— por mim tudo bem.
Dona Helena — por mim tambem, voce é sempre prestativo e bem vindo aqui, nao custa nada ela te ajudar um pouco, vão la… eu vou descansar um pouco.
Voltamos. O corredor parecia mais curto. Quando entramos no meu apartamento, fechei a porta e tranquei.
Carla parou perto da mesa. E os Olhos caíram de novo na calcinha branca de Laura. Desta vez ela não desviou tão rápido o olhar… Ficou olhando. Pensativa.
— ehh… Eu… eu… vi isso quando cheguei mais cedo — disse, voz quase sumindo. — Uma calcinha usada. Fiquei curiosa. De quem é?
Desculpe minha curiosidade seu Daniel.
— De uma vizinha que veio pedir ajuda ontem
— respondi, voz calma.
Ela engoliu em seco.
— Ela… deixou aqui? Assim… jogada?
— Deixou. E é usada, rsrsrs
Carla respirou fundo. O peito subiu e desceu rápido.
A dona Helena disse que voce é um bom homem e honesto e confiavel. Coisa rara hoje em dia.
— serio? Porque?
Ahh, sei lá, eu confio muito na dona Helena, e se ela diz, eu acredito.
Sabe..
— Eu… nunca tive contato com homem nenhum, sou crente. Nunca me toquei intimamente sabe… só pra lavar no banho….Nunca senti nada dessas coisas sexuais. Meu pastor sempre disse que o corpo é templo. Que tocar lá é pecado. Que prazer fora do casamento é errado.
Mas… ouvi barulhos ontem à noite. Gemidos. Parecia… prazer. Fiquei pensando o dia inteiro. E agora vendo essa calcinha aqui na mesa, e sabendo o porque ela ta aqui assim… fiquei curiosa, com vontade de saber como é. Mas eu tenho medo. Medo de Deus. Medo de mim mesma.
Eu me aproximei devagar.
— O templo também precisa de cuidado, Carlinha — falei baixo. — Deus te deu um corpo que sente. Que deseja. Por que esconder? O prazer não é pecado quando é pra suprir as necessidades do nosso corpo. Quando é liberdade. Quando é você descobrindo o que Ele mesmo colocou aí.
— Liberdade… eu nunca pensei assim. Sempre tive medo. Medo de sentir. Medo de querer. Meu marido… nunca existiu. Eu nunca beijei ninguém. Nunca senti um homem. E agora… vendo isso… eu quero saber. Mas e se for errado?
— E se for certo? — perguntei. — E se Deus quis que você sentisse isso? Que conhecesse o próprio corpo antes de entregar pra alguém? O prazer não é contra Ele. É com Ele. É vida.
Ela olhou pra mim e sentou no sofá ao meu lado.
— ehh.. Eu… não sei o que fazer —
— Não precisa fazer nada. Só sentir.
— hoje Tá quente né… — sussurrou.
— O calor ajuda — falei. —
Ela olhou pra calcinha em cima da mesa, depois olhou pra mim.
Foi bom o que voces fizeram?
— muito bom, ela sentiu muito prazer, fiz ela gozar, ela sentiu o que é o prazer que um homem pode proporcionar a uma mulher. E a calcinha dela ficou toda molhada de tesao, botei a calcinha de ladinho e chupei… ficou encharcada. Rsrs
.
.
— Ela… sentiu isso? Com você?
— Sentiu. E gostou. Muito.
Carla respirou fundo.
— Eu quero… sentir também. Mas devagar. Eu tenho medo.
— Devagar — ta bem.
Levantei o vestido longo dela devagar. A Calcinha simples. O soutien comum. Puxei o vestido até a cintura. Ela tremia, suava. Só esse movimento deixou ela arrepiada.
— Isso é pecado… —
— Não é pecado conhecer — respondi. — É pecado esconder o seu melhor.
Toquei a borda da calcinha. Ela não afastou.
Meus Dedos roçaram a pele quente da coxa. Quase um toque.. fiz um carinho…
— E se eu te mostrar que não é errado? — perguntei. — Só prazer. Só liberdade.
Ela fechou os olhos.
Hummm… ta… só um pouquinho né...
Puxei a calcinha dela devagar. Ela levantou o quadril para ajudar. A Calcinha saiu, molhadinha na marca da bucetinha dela. Levei ao nariz. Um cheiro bom: suor, tesão virgem, melzinho gostoso. Inspirei fundo. Ela viu. E ficou envergonhada.
— Você… cheira ela? —.
— Eu cheiro sim. E gosto muito. Seu cheiro é muito bom sabia.
Ajoelhei entre suas pernas Lambi devagar. Ela gemeu alto.
Ahhhhh…
— Ainnn… isso é pecado… mas não para… por favor…
Chupei o clitóris devagar. Passei a lingua na bucetinha toda, chupei, suguei bastante… enfiei a lingua dando metidinhas, e depois chupei forte e intenso o grelinho… ai nao teve jeito, Ela gozou pela primeira vez, tremendo, com lágrimas nos olhos, suas mãos no meu cabelo segurando forte…
— Ai Senhor… eu gozei… eu gozei…ahhhhh …. Como isso é bom… nossaaa…
Ela me olhou de um novo jeito depois dessa gozada, um olhar intenso, faminto…
Me mostra ele, quero ver… o… o… seu… ehhh…
— Pau Carlinha.
Quer ver??
Sim, quero…
Me Levantei em sua frente, tirei meu short ai meu pau saltou duro.
Pega nele… olha, sente, faz carinho, beija ele, chupa ele…
Ela segurou com as mãos tremendo.
— É tão… grande… grosso…
Ela ficou alisando, sentindo ele, passou a mao nas minhas bolas, explorou tudo… depois ela segurou ele firme, olhou pra mim… respirou fundo… fechou os olhos, e deu um beijo na cabecinha… ficou beijando e cheirando ele. Depois de um tempinho assim, ela subiu e beijou, depois do beijo, ela abriu a boca, e foi colocando meu pau pra dentro… sua boca parecia qur ja sabia que ia sentir minha rola, ela começou a salivar e a chupada ficou bem molhada, para uma primeira vez, ela fez muito bem… me chupou até cansar… eu nao gozei, porque queria gozar na bucetinha…
Gostou? Fui bem?
Muito, voce foi incrivel, voce chupou bem gostoso… me segurei bem pra nao gozar na sua boca. Mais eu quero gozar na sua bucetinha…
Me sentei, ai mandei ela vir por cima…
Ela veio descendo. Ai entrou só a cabeça. Ela gemeu.
— Devagar… eu quero sentir… desce devaga, aproveita seu momento…
Fui entrando nela centímetro por centímetro. Ela apertou forte, virgem, quente. Quando entrou tudo… Meti devagar, depois mais forte. Ela gozou de novo. Fiquei metendo gostoso intenso… até que ela fala que quer gozar de novo, segura minha cabeça e me puxa pra um beijo molhado, forte, intenso… e ai Eu gozei dentro, enchendo ela pela primeira vez.
Abraçamos suados.
— Isso foi… praticamente divino — nossa… sussurrou ela.
— Eu nunca imaginei que era assim tão bom…
Ela se vestiu devagar, feliz, sorrindo, ela estava leve… quando foi pegar a calcinha, eu segurei na sua mão e peguei dela.
Que foi?
— Deixa aqui comigo, quero cheirar ela mais tarde.
Ela me deu um beijo carinhoso e molhado de lingua… e foi embora…
Eu fiquei sozinho, com meu pau ainda latejando, e o cheiro dela no quarto.
No dia seguinte, logo cedo, bateram na porta. Eu atendi só de cueca boxer.
Era Carla.
— Bom dia… — sussurrou ela.
— Vim te chamar pra tomar café da manhã com a gente. Dona Helena quer companhia pra conversar um pouco. Antes que eu respondesse, ela entrou, fechou a porta, ajoelhou na minha frente. Puxou a minha cueca pra baixo. Meu pau saltou. Ela segurou com as mãos trêmulas, olhou pra cima.
— Eu… me libertei — disse ela. — Quero mostrar pra você.
Abriu a boca. Chupou devagar, depois mais fundo. Engasgou um pouco, mas continuou. A saliva escorrendo no canto da boca… Eu gemi baixo, ela estava ritmada, intensa, me olhava nos olhos….
Ahhhhh. Caraaalho… que boca gostosa… ahhhh
Gozei na boca dela. Ela engoliu tudo, olhos brilhando.
Levantou. Subiu o vestido longo. Tirou a calcinha amarela de renda — um pouco transparente na frente, mostrando os pelos escuros (nunca depilou na vida). Entregou pra mim.
— Cheira depois e me diz o que achou — sussurrou, sorrindo tímida.
E Saiu.
Segue na proxima parte…