IRMÃ DO MEU AMIGO, PUTINHA DA IGREJA PT 4

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 1156 palavras
Data: 20/03/2026 17:50:39

No outro dia, era uma tarde quente de quinta-feira. Minha mãe tinha acabado de sair pra igreja — culto de oração das mulheres, daqueles que duravam até umas seis da tarde. Eu tava sozinho em casa, deitado no sofá assistindo novela na TV aberta, tentando esquecer o que tinha rolado no dia anterior. Meu pau ainda doía um pouco de tanto que a Karem tinha apertado e chupado com força, e o cu dela ainda tava na minha cabeça, apertado, quente. Mas eu tentava pensar em outra coisa. Tinha um medo danado que aquilo tudo fosse explodir na minha cara.

De repente, ouvi um barulho no portão. Levantei e vi dona Vanusa ali, parada, com uma blusinha florida simples, saia jeans curta, cabelo preso num coque. Ela me olhou direto nos olhos, sem sorrir, mas com uma cara de quem veio resolvida.

Eu abri o portão. “Entra, dona Vanusa.”

Ela entrou devagar, olhando pros lados como se tivesse medo de alguém ver. Fechou o portão atrás dela mesma. Quando chegou perto de mim, parou e falou baixo, voz tremendo um pouco:

“Filho... vim aqui meter com você.”

Eu pisquei, achando que tinha ouvido errado. “Por quê, dona Vanusa?”

Ela baixou os olhos. “Karem disse pra fazer isso. E eu tenho que fazer. Se não...”

Ela não terminou a frase. Só balançou a cabeça, como se o resto fosse óbvio. Eu senti um frio na espinha. Aquela mulher, que eu via todo domingo na igreja cantando no coral, mãe do meu melhor amigo, agora tava ali na minha sala dizendo que veio transar comigo porque a filha mandou.

Eu olhei pra ela, coração acelerado. Por mais que meu pau já tivesse dado sinal na hora, endurecendo na bermuda, um senso de honestidade e temor pairava em mim. Aquilo era errado pra caralho. Era a mãe do Anderson. Era casada. E pior: era forçada.

“Senta aqui, dona Vanusa. Vamos conversar.”

Eu puxei ela pro sofá. Sentei do lado, tentando ganhar tempo. “Por mais que eu quisesse... a gente não pode. Eu fico com medo. Vamos conversar qualquer coisa. Eu falo que te comi, se ela perguntar. Digo que rolou, mas não rolou nada.”

Ela balançou a cabeça devagar. “Não posso. Ela saberia. Não sei como, mas saberia. Ela sempre sabe. Vamos pro seu quarto, filho. Sem saída.”

Eu fiquei sem ar. Tentei argumentar mais, mas ela já tava de pé, indo na frente. Eu levantei e fui atrás, pernas pesadas. Levei ela pro meu quarto. Cama de solteiro bagunçada, violão encostado na parede de um lado, teclado do outro, pôster de banda gospel na parede. Parecia quarto de adolescente certinho, mas agora ia virar bagunça.

Ela fechou a porta. Trancou. Virou pra mim e começou a tirar a roupa devagar. Blusa primeiro, sutiã, saia, calcinha. Dessa vez a bucetinha tava depiladinha toda, lisinha, rosadinha, diferente do dia anterior que tinha pelinhos. Peitos caídos mas firmes, barriga reta, corpo de quem cuidava. Ela ficou nua na minha frente, sem vergonha, mas com os olhos baixos.

“Tenho umas coisas pra te ensinar, Murilo.”

Ela veio pra perto, pegou minha mão. “Vem cá. Fica em posição. Chupa minha buceta.”

Eu fiquei sem saber o que fazer. Nunca tinha feito isso na vida. Ajoelhei na frente dela, cara a cara com aquela buceta lisinha. Cheiro gostoso, um pouco de sabonete misturado com excitação. Eu comecei errado: lambi de qualquer jeito, rápido demais, sem jeito.

Ela colocou a mão na minha cabeça, corrigiu com voz mansa: “Calma, filho. Devagar. Começa pela parte de fora, lambe os lábios devagarinho. Depois abre com a língua... assim... agora chupa o clitóris de leve, faz círculos... isso... mais pressão agora... usa a ponta da língua...”

Eu fui aprendendo rápido. Ela gemia baixinho, guiando minha cabeça com as mãos. “Isso... assim... mais fundo agora... enfia a língua... chupa forte... isso, filho... tá aprendendo direitinho...”

Depois de uns minutos ela me puxou pra cima. Virou de costas, ficou de quatro na minha caminha estreita. Empinou a bunda, abriu as pernas. “Agora mete sem dó. Quero sentir tudo.”

Eu tirei a bermuda, cueca. Meu pau tava duro pra caralho, babando. Encostei a cabeça na entrada dela. Ela tava molhada, quente. Empurrei devagar.

“Sem dó, Murilo. Mete forte. Me humilha. Quero gozar na sua cara depois.”

Eu comecei a meter mais forte. Ela gemia alto, sem se importar com vizinho. “Isso... mete tudo... me fode como uma puta... sou sua puta agora... bate na minha bunda... isso... mais forte... me chama de vadia...”

Eu tava louco. Bati na bunda dela, vermelha ficando. “Vadia... toma pau... toma tudo...”

Ela rebolava pra trás, apertando por dentro. “Isso... me humilha... diz que eu sou uma coroa safada... que dou pra qualquer um...”

“Você é uma coroa safada... dá pra qualquer pau... toma... toma mais...”

Eu metia fundo, batendo a pelve na bunda dela, o som ecoando no quarto. Ela tremia, gemia rouco: “Vai... vai... me faz gozar... depois goza na minha cara... quero sentir seu leite quente no rosto... me suja todo...”

Eu acelerei. Senti ela apertar forte, gozando com um grito abafado na fronha. Corpo tremendo inteiro. “Agora... sai... goza na minha cara...”

Eu tirei, ela virou rápido de joelhos na cama. Abriu a boca, língua pra fora. Eu bati punheta rápido, mirando no rosto dela. Gozei forte, jatos grossos batendo na bochecha, no nariz, na testa, na boca. Ela lambeu o que caiu na língua, olhos fechados, gemendo baixo. “Isso... me suja... boa menino...”

Depois a gente deitou nus na cama estreita, bem agarradinhos. Ela encostou a cabeça no meu peito, mão no meu pau mole agora. Ficamos em silêncio uns minutos, só respirando.

Ela falou baixo: “Eu não fazia sexo há mais de dez meses. Seu Adenor não me procurava mais. Dormia na sala, dizia que tava cansado. Mesmo sendo forçada a vir aqui... eu gostei. Gostei muito. Você é o segundo pau da minha vida. Só conheci o Adenor até ontem à tarde, quando você me comeu. E você tem um pau grande e gostoso...”

Eu ri sem querer. “Sério?”

Ela riu também, relaxada pela primeira vez. “Sério. Grande, grosso, gostoso. Me fez gozar como há anos não gozava.”

A gente ficou ali, descontraídos, rindo baixo. Ela acariciando meu peito, eu passando a mão nas costas dela.

Depois ela ficou séria. “Toma cuidado com a Karem, Murilo.”

Eu perguntei: “Por quê?”

Ela ficou quieta um tempo. Olhou pro teto. “Só toma cuidado.”

Não disse mais nada. Levantou, se vestiu devagar. Ajeitou o cabelo, deu um beijo leve na minha testa. “Obrigada, filho.”

Abriu a porta, saiu. Eu ouvi o portão fechar. Fiquei ali deitado, pelado, olhando pro teto, com o cheiro dela no lençol.

Aquilo tava ficando perigoso. Muito perigoso. Karem mandando na mãe, o pai dela... e eu no meio, comendo as duas. Mas o pior era que eu não conseguia parar de pensar no próximo encontro.

Na sexta ela ia me mandar MSN. E eu sabia que ia responder.

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