Meu amigo quer que eu coma sua esposa parte 4 final

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 1374 palavras
Data: 20/03/2026 15:36:48

O som do zíper da minha calça ecoou no quarto como um disparo, cortando o silêncio que Diego mantinha no canto. Ele não piscava. O suor escorria por sua testa, mas suas mãos não paravam; ele estava em transe, assistindo à coreografia da própria substituição.

Miriam soltou um gemido baixo quando senti o calor do corpo dela contra o meu. Ela empurrou o quadril para trás, buscando o contato, a pele ardendo onde a lingerie vermelha havia sido rasgada.

— Olha para ele, Miriam — ordenei, minha voz vibrando contra a nuca dela. — Olha para o que sobrou do seu marido enquanto eu te marco.

Eu a pressei contra o colchão, sentindo a resistência dos lençóis de seda. Com uma das mãos, guiei o rosto dela para que ficasse de lado, obrigando a encarar Diego, que estava a poucos metros, ajoelhado e patético. Os olhos dela brilharam com uma crueldade excitada; ela adorava a plateia, mas adorava ainda mais o meu domínio.

— Ele está vendo, Ricardo... — ela levantou, as unhas cravando no travesseiro. — Ele está vendo que eu sou sua... todinha sua...

— Shh. Fica quieta e recebe — .

Soquei meu pau na sua buceta, sem preliminares desnecessárias. O impacto fez a cama de casal ranger, um som rítmico que preencheu o quarto. Miriam soltou um grito alto, a voz ecoando pelo corredor do apartamento luxuoso, enquanto Diego soltava um lamento sufocado no pé da cama. Ele começou a chorar e a rir ao mesmo tempo, um colapso nervoso de prazer e dor.

— Mais forte! — Diego implorou, a voz sumida. — Possui ela, Ricardo! Mostra pra essa cadela quem manda!

Aquilo me deu mais poder. Eu não estava apenas comendo a mulher dele; eu estava ditando as novas regras daquela casa. Cada estocada era um prego no caixão do respeito que um dia existiu entre nós.

Depois de longos minutos de uma intensidade que parecia drenar o oxigênio do quarto, eu gozei dentro dela, E a virei de frente. Miriam estava com o rosto vermelho, o cabelo loiro colado na testa pelo suor. Eu a segurei pelo pescoço, sem apertar, apenas mantendo a autoridade, enquanto olhava fixamente para Diego.

— Chega de olhar de longe, Diego. Vem aqui.

Ele se arrastou pelos joelhos, trêmulo.

— Limpa ela — ordenei, apontando para o rastro do meu gozo que escorria pela coxa de Miriam. — Deixa ela limpa para a próxima rodada. Porque eu ainda não acabei.

Diego obedeceu como um animal adestrado. Miriam sorriu para mim, uma expressão de pura devoção , enquanto o marido se humilhava diante de nós. Naquele momento, no coração de São Paulo, o mundo lá fora não existia. Só existia o calor da lingerie rasgada, o cheiro de sexo e a certeza de que, a partir daquela noite, o apartamento deles era o meu puteiro particular.

O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pela respiração pesada de Miriam e pelo som úmido da língua de Diego contra a pele dela. Era uma cena grotesca e, ao mesmo tempo, magneticamente perversa.

— Mais rápido, Diego. Não temos a noite toda — provoquei, soltando a fumaça no rosto de Miriam.

Ela fechou os olhos, deliciando-se com a humilhação do marido tanto quanto com o meu toque. Diego não protestou; pelo contrário, parecia encontrar um propósito distorcido naquela servidão. Quando ele terminou, levantou o olhar para mim, as pupilas dilatadas, implorando por uma migalha de aprovação.

Eu me levantei, caminhando até a janela que dava para as luzes da Avenida Paulista. O reflexo no vidro mostrava o cenário perfeito: a mulher dele desfeita na cama e ele, o grande empresário, reduzido a nada mais que um acessório.

— Sabe o que é engraçado, Diego? — comecei, sem me virar. — Você passou anos construindo esse império de cristal. Carros, contratos, esse apartamento... e bastou uma hora comigo para você perceber que nada disso te pertence de verdade.

Caminhei de volta e parei diante dele. Com a ponta do pé, ergui o queixo de Diego.

— Amanhã, quando você for para o escritório, vai sentir o cheiro do meu perfume na sua pele. Vai olhar para os seus funcionários e vai saber que, enquanto você dá ordens a eles, eu dou ordens a você.

Miriam se sentou, os restos da lingerie vermelha pendendo de seu corpo como troféus de guerra. Ela estendeu a mão para Diego, mas não para confortá-lo. Ela queria o celular dele.

"Filma agora," ela ordenou, a voz fria e cortante. "Quero que você guarde isso. Quero que você assista toda vez que pensar em levantar a voz para mim."

Diego pegou o aparelho com as mãos trêmulas. Ele posicionou a câmera, focando no meu corpo e no sorriso predatório de sua esposa.

Eu a puxei pelos cabelos, forçando-a a ajoelhar-se entre nós dois.

— O show continua, Diego — anunciei, minha voz soando como um veredito. — Mas agora, você vai narrar. Quero ouvir você descrevendo exatamente o que eu vou fazer com a sua mulher.

Ele engoliu em seco, a lente do celular brilhando sob a luz do abajur. A primeira palavra saiu como um sussurro quebrado, mas logo ganhou força na sua própria degradação. O apartamento não era mais um lar; era um templo de luxúria onde as leis da sociedade haviam sido revogadas. Eu era o sumo sacerdote, e eles eram as oferendas.

Diego empunhou o celular como se segurasse a própria sentença de morte, mas havia um brilho masoquista em seu olhar que denunciava o quanto ele estava entregue. A luz do flash atingiu as costas de Miriam, revelando cada marca vermelha que meus dedos haviam deixado em sua pele pálida.

— Começa, Diego — ordenei, sentando-me na poltrona de couro italiano que ficava de frente para a cama. — Descreve para a câmera quem ela é agora.

Ele limpou a garganta, a voz embargada, mas obediente.

— Esta... esta é a minha esposa — ele começou, a lente tremendo levemente. — E ela está de joelhos... porque ela não me pertence mais. Ela pertence ao Ricardo.

Miriam soltou um riso abafado, uma mistura de safadeza e luxúria, enquanto engatinhava em minha direção. Eu não movi um músculo. Deixei que ela chegasse aos meus pés, sentindo o tapete felpudo sob seus joelhos.

Peguei o cinto de couro que havia deixado sobre a poltrona. O estalo do material chicoteando o ar fez Diego dar um sobressalto.

— Diego, chega mais perto. Quero um close do que vou fazer. Se perder o foco, você apanha junto.

Ele se aproximou, ajoelhando-se ao lado da esposa, transformando o que deveria ser um quarto de casal em um set de filmagem degradante. Eu lacei o pescoço de Miriam com o cinto, puxando-a para cima até que seus olhos encontrassem os meus.

— Você gosta que ele veja, não gosta? — sussurrei, sentindo o hálito quente dela.

— Eu adoro... — ela arfou, as mãos buscando minhas coxas. — Eu quero que ele saiba que toda vez que ele me tocar, ele vai estar tocando no que é seu.

Eu a empurrei de volta para o colchão, mas desta vez, a coreografia mudou. Olhei para Diego, que filmava cada detalhe da submissão de Miriam, as lágrimas agora secas, substituídas por uma fixação doentia.

— Solta o celular, Diego. No tripé. Agora.

Ele obedeceu prontamente.

— Deita no chão. Exatamente onde o rastro dela termina — apontei para o tapete. — Miriam, você vai usar as costas do seu marido como degrau. Quero que você suba nele para chegar até mim.

O som da carne de Miriam pressionando as costas de Diego foi o golpe final na dignidade dele. Ele soltou um gemido abafado, servindo de mobília humana, enquanto ela escalava seu corpo para alcançar meu colo. Eu a tomei ali mesmo, com uma selvageria que ignorava qualquer resquício de civilidade, enquanto o "dono da casa" servia de apoio físico para a própria traição.

Ao sentir o peso de Miriam sobre o marido, apertei o cinto em seu pescoço e selando o pacto de degradação com um último olhar de desprezo para a câmera fixa.

Diego fechou os olhos, aceitando sua nova natureza de alicerce para o meu prazer, enquanto nossos corpos batendo contra a sua espinha marcava o ritmo da sua anulação total.

No silêncio que se seguiu ao ápice, deixei eles largados no tapete como restos de um naufrágio, ciente de que, naquela casa, eu não era mais um visitante, mas o único dono.

Fim

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 12 estrelas.
Incentive Casal hot a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 4Seguidores: 32Seguindo: 19Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

Foto de perfil genérica

O casal hot, sacanagem hein, vocês fazem menção a um outro conto (a esposinha quer se exibir),mas não está disponível,é uma pena,deve ser um puta conto (disponiliza para nós, apreciar mais dos seus contos,por favor).

0 0
Foto de perfil de Casal hot

Vai ter vários contos para vcs é pq eu trabalho muito

0 0
Foto de perfil genérica

Faltou uma enrabada bruta nela, uma garganta profunda e talvez uma dp, para o corno particular um pouquinho,para comemorar a entrega da puta. Quem disse que é o final? Coloca uma continuação bem safada e quente, fazendo tudo isso que descrevi,mas mais apimentada com humilhação em uma enrabada violenta chamando o marido de corninho bonzinho e depois humilhando para valer dizendo que vai ficar sem comer ela por um bom tempo,pelo menos um mês inteiro.

0 0