Rio 50 Graus

Um conto erótico de Bruna Camila
Categoria: Grupal
Contém 6433 palavras
Data: 20/03/2026 14:25:54
Última revisão: 20/03/2026 14:28:06

Rio 50 Graus

Autora: Bruna Camila.

Olá.

Eu me chamo Clara e sou uma carioca muito tímida e calorenta. Nunca fui muito fã de praia e eu preferia climas mas frios.

Apesar disso, completamente ignorando os meus gostos pessoais, o tempo nunca esteve tão quente.

O que não mudava em nada a minha tradição de sempre usar um caso, mesmo que estivesse muito quente e abafado. Era assim que eu voltava da escola pra casa e de casa pra escola. E não importava o que ninguém falasse, eu jamais mudaria isso.

Pois eu tinha os meus motivos íntimos pra me portar desse jeito.

Então eu estava (num desses dias letivos de uma sexta-feira) no trem e esperando um lugar vacante para sentar. Quando então em grupo de rapazes negros se aproximam de mim, com uma naturalidade tal naquele calor que eu apenas noto o fluxo e movimentação daqueles 5 a 6 homens quando eles já estavam muito chegados de onde eu me encontrava em pé, naquele transporte cheio e com o ar-condicionado não dando vazão.

Eu sinto um desconforto imediato, pois sabia que alguma coisa eu precisava fazer. Eu nunca havia sido abusada em um trem, porém já havia escutado os relatos de situações que haviam acontecido com outras meninas também. E da maneira como esse tipo de crime muitas vezes passa impune, e eu sentia que talvez essa fosse a minha primeira vez no centro de uma dessas situações.

E eu estava certa.

- Opa, minha boneca, me deixa apenas colocar a minha mochila no suporte ali em cima, tá bom?

Eu estava com um enorme casaco grosso, apesar de estar fazendo quase 40 graus. Essa era a minha forma de esconder as curvas do meu corpo e impedir no trem de volta da escola que alguém passasse a mão em mim e me abusasse.

Na verdade essa era a minha forma na vida de não ser notada pelo sexo oposto. Eu não queria justificativa de ‘’ela estava com a roupa curta e dando mole.’’

Eu deixo esse moço passar e ele coloca a mochila dele lá encima.

Mas depois esse desconhecido permanece numa posição estranha, de frente pra mim.

Já estava quente e calor, e eu sinto um calor adicional vindo eu não sei de onde e eu não sei de que fonte térmica. Mas aquele Negão estava me enchendo de calores.

Eu pego a minha mochila e fujo daqueles Negros, eu sentia que seria cercada e até apalpada e estuprada, então eu desço várias estações antes do meu ponto. Me forçando a pegar outro trem mais tarde.

Pelo menos eu escapei por hoje.

☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️

Apesar da onda crescente de calor, eu ainda continuaria a me vestir com o meu grande casaco, alternando apenas entre os moletons, blusões compridos e qualquer vestimenta que chegasse até o pulso.

Enquanto eu estivesse com muita roupa jamais seria tocada, eu pensava.

E talvez fosse uma miragem do calor, porque uma cena absurda estava se repetindo.

Eram os mesmos homens Negros, me cercando.

- Boneca, deixa eu passar, preciso sair.

E esse Negão pede passagem pra mim, porém quando eu libero o corredor. Ele meio que muda de ideia e não sai do trem, posicionando-se atrás de mim e não saindo daquele ponto.

Então sou eu mesma que descido sair, mais uma vez ficando várias plataformas longe da minha casa. Bem tarde.

Eu devia estar com o meu cérebro derretendo com esse calor infernal. Porque não era possível. Eu estava sendo perseguida nesse jogo sádico. Toda vez eles aprendiam e no dia seguinte eles conseguiam colar mais em mim de um jeito mais natural, imperceptível e quase invisível para as outras pessoas.

A minha saída e botão de emergência final era sair do trem.

Mas até a isso eles se adaptaram. O mesmo truque não estava funcionando neles e estava ficando manjado.

E então eles também passaram a sair e a ficar na plataforma. Sentando a um banco de distância de mim só.

O que eu faço agora, eu penso?

- Está perdida, Boneca? Quer ajuda?

Um deles senta do meu lado e tenta conversar comigo, e eu me tremendo, mas o meu grosso casaco impede que eles vissem essa minha reação e eu consigo responder.

- Não. Eu sei aonde moro. Não precisam me ajudar não. Obrigada.

Eu levanto, porém não tinha trem.

E então, pro meu desespero, uma voz na plataforma anuncia.

“Devido as fortes ondas de calor, hoje as linhas encerraram mais cedo hoje. A Supervia agradece a compreensão de todos”.

Eu estava presa num bairro que eu não conhecia.

Segurando o choro, eu saio da plataforma e olho o meu celular (com apenas 5% de bateria, pois o calor o fazia descarregar mais rápido sempre) pra ver onde tinha ônibus.

- Você quer achar busão? Não é aqui não, boneca. Você vai se perder. Aqui é perigoso e tem gente muito mal intencionada andando por aí.

Ao invés de todos os negros. Era só um deles que estava ali do meu lado me interpelando. Um que me ofereceu ajuda nesse meu momento de penúria e aperto.

Com apenas ele ali, eu realmente não tinha escolha a não ser confiar nele.

E tentando preservar a bateria a fim de ligar pra minha mãe ou até pra polícia, eu o guardo no bolso do casaco e o respondo.

- Tudo bem. Aceito.

E eu e ele passamos a circular pelas ruas. Ele do meu lado direito mais pra fora da calçada e ligeiramente na frente, pois era eu que estava sendo guiada por aquele negro.

- Moço, é aqui mesmo? É esse o caminho?

- Sim. Nasci nesse bairro. Daqui a pouco chegamos onde tem van e ônibus.

Estava já de noite. Mas o calor não apaziguava nunca. Aquele Negão estava de camiseta. Mas eu era uma menina de 18 anos com um casaco, mochila nas costas e calça jeans.

Eu sinto que caminhei durante um século, ao ponto de me deixar encharcada de suor e nada de nenhum ônibus.

- Q-Quanto falta? – Eu gaguejo de nervosismo e de desidratação.

- Pouco. Estamos quase lá. Qual o seu nome?

- Clara.

- E eu sou o Renato. Vamos lá.

Eu acompanho o Renato por várias outras quadras.

Até que eu desisto, e sento no meio fio de uma rua que eu nem sabia o nome. Aquela aventura atrás de um ônibus parecia uma peregrinação no deserto atrás de um oásis que nunca chega.

- Eu não aguento mais, Renato. Eu vou morrer assim. Estou com tanta sede.

Aquele Negão senta do meu lado e diz.

- Olha, eu moro aqui perto. Quer dar uma passada lá? Calma. É o tempo de você beber uma água e se recuperar. Depois você pega o ônibus e vai pra casa. Seus pais nem vão notar que você chegou mais tarde.

Eu não tinha mais escolhas a não ser confiar nele. Além disso o pedido dele era plausível. O que me custaria pegar um copo de água e sair de lá?

- Tudo bem. Passarei. É aonde?

- Nessa rua. Um pouco acima.

- Nossa. Que sorte.

Eu fico muito feliz pela coincidência e entro na casa do Renato.

- Pode deixar a mochila no sofá. Água na geladeira. Sirva-se e fique à vontade, linda boneca.

Eu deixo a mochila e timidamente vou até a cozinha dele.

A casa parecia mais quente que o lado de fora. Não havia ar-condicionado e sequer um ventilador de teto ou nada do tipo.

Ao abrir a geladeira tinha só pão e água em garrafas pet.

Eu boto um pouco num copo que encontro num secador de louça na pia dele. Mas não consigo beber. A água era marrom e tinha um aspecto péssimo.

- Que foi? Não estava com sede? Atah. Pois é. A água tá assim agora. Justo quando está bem quente. Falaram que é geosmina. Culpa da CEADE.

Eu fico sem graça por ele. Não queria fazer desfeita. E eu estava realmente com sede.

- Não tem um mercado? Eu posso pagar um refrigerante. - Eu digo.

Aquele Negão sorri e diz.

- Claro. Vou chamar um amigo meu pra trazer algo. Ele é dono de um bar aqui na esquina. Você deve ter visto ele no trem comigo.

Como?

Mas então ele sai da casa pra ligar pra esse amigo, na varanda.

E em pouco tempo mais alguns Negros entram na casa, com engradados de cerveja.

- Opa, bonequinha. Você aqui?

Eu estava na casa desse tal de Renato, num bairro que eu não conhecia, e agora rodeada por vários africanos que eu jurei que antes queriam me abusar no trem por dias e dias.

- E-Eu apenas estava com sede. Só isso. Já estou indo embora.

E eu corro para pegar o meu telefone.

Mas lá eu vejo.

Ele estava descarregado.

☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️

Eu devo ter chorado e ficado com o celular na mão, congelada naquele calor infernal.

- Calma, bonequinha. Me dá o seu telefone. Meu carregador é compatível. Eu vou deixar ele carregando no quarto. Aproveita e bebe um pouco e tals. Quando estiver melhor. Pega o seu celular e pede um Uber. Eu mesmo pago. Você vai chegar mais cedo em casa até do que se tivesse ficado naquele trem.

E esse outro Negro pega o celular da minha mão e entra num quarto com ele, retornando de mãos vazias.

Eu sento e eles colocam uma garrafa de cerveja aberta na minha mão.

- Moços, eu nunca bebi.

Alguns deles estavam de camiseta. Outros já sem camisa. E apenas eu de casaco, ainda suando muito.

- Há uma primeira vez pra tudo, bonequinha. Vamos lá.

Eu precisava molhar a boca.

Então sem ter como resistir mais, eu viro e dou bons goles na cerveja. Matando metade dela de uma vez só.

- Eita porra, essa boneca é das minhas. Estou orgulhoso dessa garota.

Eles estavam felizes. Eu mesma fico mais aliviada depois de me hidratar também.

Eles bebem também. E automaticamente ao eu terminar a minha primeira Long Neck, eles já tinham uma outra e a colocam na velocidade da luz na minha mão.

- Boneca, qual seu nome?

- Clara.

- Clara, porque você não tira esse casaco? Não está com calor?

Eu estava morrendo de calor, mas eu não queria exibir o meu corpo pra eles.

- Estou. Mas posso aguentar.

- Que isso menina, está com medo de nós? Você vai morrer assim de tanto suar. Não vamos fazer nada demais com você. Se a gente quisesse já teríamos feito, boneca. Fica de camisa pelo menos.

Eu fico vermelha, me sentindo uma idiota e racista com quem comprou algo pra que eu bebesse e até tentaram me levar aos ônibus e se prontificaram a pagar o meu Uber.

- Tudo bem. Eu tiro.

Pela primeira vez eu tiro o casaco. Eu jamais andei sem ele na rua. Agora os meu bracinhos estavam desnudos com aqueles africanos a minha volta e conversando comigo.

- Viu? Doeu? Não. Ainda podia ficar só de sutiã que a gente não iria se incomodar. Como você está suada...

Minha camisa branca estava encharcada. Meu sutiã verde estava visível e era quase como se eu não estivesse o usando.

Eu boto o casaco suado encima da minha mochila, e o Renato diz.

- Vou só guardar no quarto, perto do seu celular. Assim que você quiser sair me avisa que eu busco tudo e você pega o seu Uber.

Agora eu estava só com a roupa do corpo e perto de 6 Negros fortes. Sem celular, sem casaco e sem a minha mochila por perto.

- Bebe mais, Clara. Quer comer algo? Posso trazer do meu bar.

Eu estava com fome, então eu faço que sim com a cabeça e um deles sai da casa. Eu não tinha ideia de que horas eram e se eu deveria já estar jantando até.

Um deles liga a TV e eles sentam perto de mim. Cada um de um lado e me deixando no meio. Como o sofá era pequeno alguns outros rapazes ficam a andar pela casa. Cuidar da sua vida e circular. O fluxo era tão intenso que parecia que tinha uns 10 homens Negros agora ali.

- Aqui. Trouxe uns bolinhos de bacalhau. Come, boneca.

Eles colocam no meu colo e eu os devoro, praticamente sozinha.

- Gulosa essa bonequinha. Gostei muito dela. Pode comer. Trabalhar o seu maxilar será muito importante pro seu futuro.

Eu não entendi direito o que ele quis dizer com isso. Todavia eu estava agora alimentada. E depois de beber também eu sinto uma vontade enorme de cochilar.

Renato me percebe bochechando e fala.

- Descansa, jovem bonequinha. Dorme uns 15 minutos e depois você vai pra casa, que tal?

E assim eu faço.

Eu fecho os olhos.

Mas eu não tinha a menor ideia de que quando eu os abrisse o mundo a minha volta estaria tão diferente assim.

☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️

- Ué? Cadê a minha camisa???

Quando eu acordei. Eu estava só com o meu sutiã na sala. Estava tudo escuro e eu estava dormindo sozinha.

Ou era isso que eu pensei inicialmente.

- Olá, boneca dorminhoca. A gente tirou com cuidado a sua camisa. Você estava com febre e suando de tanto calor. Ficamos preocupados que você fosse passar mal. Mas sem ela a sua temperatura abaixou e você continuou dormindo. Essa onda de calor está realmente muito forte...

Só agora eu notei que eu tinha dormido no colo de um desses Negões.

- E onde está? Quero vestir.

- Está fedendo e tals. Não acho higiênico. Botamos numa sacola e dentro da sua mochila. Está no quarto.

Cada vez mais eu me sentia ficando mais nua e roupas e coisas minhas sendo postas nesse quarto. Era a minha mochila. O meu casaco. A minha blusa.

E o meu celular.

- Renato, já carregou o meu aparelho? Preciso ligar pra minha mãe.

Eu estava mais calma que os outros rapazes Negros não estavam ali. Então pelo menos esse ponto pra minha ansiedade havia se dissipado.

- Não sei. Vou lá pegar e você checa.

Ele some um tempo. E na volta liga a luz da sala e me entrega o meu celular.

Com a tela preta e sem vida.

- O que houve???

- Não sei, Clara. A gente botou pra carregar e não carregou. Deve ter quebrado.

Com as mãos tremendo eu aperto o botão de Power. O meu smartphone nem indicava que estava sem bateria e a tela estava mortinha. Ele não dava nenhum sinal de vida. Era como se estivesse completamente quebrado e inoperante.

E nesse tempo, de outros lugares da casa os africanos amigos do Renato voltam a surgir, como se nunca tivesse saído de lá.

- Bonequinha acordou? Quer fazer o que agora?

Eu ia ficar em pé, mas aí eu noto que até o meu tênis e meias não estavam mais ali. O Renato deve ter guardado na minha mochila no quarto e eu nem notei.

Agora eu estava só com o meu sutiã verde. Calcinha e calça jeans e mais nada. E aqueles Negros fortes e bem mais velhos que eu puxando papo comigo.

- Eu vou pra casa. Adeus.

Numa tentativa desesperada, eu levanto e vou até a porta, porém o Renato para na frente e argumenta comigo.

- Clara, já deve ser mais de 23:00 da noite. Não posso te deixar sair de sutiã assim do nada. Você tem o risco de ser estuprada. É muito perigoso, minha boneca. Se recupera. Deixa a sua roupa secar, veste ela e sai amanhã. Acho melhor você dormir aqui agora.

Dormir...

Aqui?

Dormir aqui??!

Eu não estava acreditando no que estava acontecendo comigo.

Eu teria que dormir quase nua com aqueles Negros?

Mas ele estava certo sobre o perigo da rua. E eu não tinha telefone pra mais nada.

- Acho que não tenho escolha então. Mas preciso avisar a minha mãe.

- Claro, Entre na sua conta no meu celular com o seu e-mail e tals. Não se preocupa que não ficará salva a sua senha. E aí avisa ela no Instagram. Diz que será na casa de uma amiga. Aí ela se acalma e amanhã cedo você volta pra casa.

Renato tinha a habilidade incrível de tornar o impossível possível. O inverossímil crível. O absurdo de antes eu ser uma menina tímida que usava casaco no trem no verão agora só de sutiã verde numa casa abafada cercada de Negões algo viável de ocorrer.

Eu então prontamente faço isso. Pego um telefone que ele me ofereceu e dígito a minha senha (era uma que eu usava pra tudo), e depois aviso a minha mamãe por mensagem e ela finalmente se acalma.

- Feito. - eu digo.

Os rapazes a partir de então estavam mais felizes e a vontade comigo ali. Parece que o fato de eu não ter escolha a não ser dormir ali os deixa animados, por algum motivo.

Mas o calor de verdade ainda estava me exaurindo. Ficar só de sutiã aliviava a parte de cima. Mas o jeans ainda estava me incomodando muito.

- Está quantos graus? - eu pergunto.

- Deixa eu ver no celular... 35 °C. Mas a sensação térmica aqui em casa deve estar pior.

Eles tinham fechado as janelas. Eu estava numa estufa humana. A sensação térmica ali na sala devia ser de uns 45 graus.

- Não posso abrir as janelas?

- Infelizmente não, Clara. Alguém pode invadir e não tenho grade nas janelas. Infelizmente elas têm que ficar fechadas de noite. Você pode se livrar desse jeans que ajudaria a aliviar o calor.

Eu coro.

- Mas aí eu ficaria só de calcinha e sutiã.

As luzes estavam desligadas e eles colocaram um filme. Eu estava agora sentada num dos lados do sofá. E exatamente nesse ponto eles se concentravam mais. Igualzinho no trem. Onde eu estava era onde tinha a maior densidade de Negros.

- E daí? Está calor. E ninguém verá nada. Meus amigos estão mais de boas de andando só de cueca pela casa. Teste. Fique mais à vontade. Ninguém vai encostar em um fio de cabelo seu. Se você não quiser.

Eu concordo com a cabeça, porém não faço nada e continuo vestida da cintura pra baixo.

Mas o clima estava a favor do Renato. Os minutos passam e estava ficando insuportável.

Até que eu não aguento e tiro a minha calça jeans.

- Assim que se faz, bonequinha!

- Eu vou guardar a sua calça no quarto. – Renato a dobra bonitinho e some com a minha calça jeans no quarto.

Eu estava completamente desprotegido. Minha coxas estavam visíveis para aqueles Negões, fora também a minha barriga, o meu decote, as minhas costas. A minha pele branca suada estava exposta pros olhares daqueles Negros.

Pouco depois eles me oferecem mais comida e cerveja. E pra isso precisam ligar a luz. O que eu não gosto, porque com só a luminosidade da TV eu podia me esconder melhor daqueles olhos e olhares.

- Você é muito bonitinha, Clara. Tem quantos anos?

- 18. Fiz mês passado.

- Opa, que legal. Uma bonequinha jovem. Tem namorado?

- Não, moço.

- Entendi. Se tivesse ele seria o cara mais sortudo de todos de namorar você.

Eu como e bebo.

Mas aí a vontade de ir no banheiro vem de forma avassaladora.

Porém, até agora eu não havia saído do sofá. E só de calcinha e sutiã se eu levantasse eles veriam o meu bumbum. E eu não queria atiçar aqueles homens. Eu tinha que sobreviver até amanhã.

Mas a minha bexiga tinha um limite. Eu não fui no banheiro desde a escola. Horas atrás e quem sabe já no dia anterior.

Rendida, eu falo com o Renato.

- Querido moço, tem banheiro na casa? Estou apertada.

Ele ri e aponta.

- Claro, Clara. No final do corredor pra esquerda. Só levantar e ir. Ninguém está te segurando. E se calma. Você está entre amigos já. Confia mais na gente, bonequinha.

Por mais que os meu instintos quisessem se manter em modo defensivo contra eles. Racionalmente ele estava certo. Eu recebi comida, abrigo, e ajuda deles.

- Tá bom. Estou indo. Com licença, rapazes.

Eu passo por eles com facilidade. Nenhum deles encosta em mim e todos me respeitam. Mas fica um silêncio grande, enquanto lentamente eu vou pro banheiro.

Ele estava exatamente onde o Renato disse. Nenhum truque nem nada.

Mas quando eu fecho a porta, um prego afiado e solto prende na minha calcinha e rasga metade da lateral dela.

Eu fecho e tranco a porta. E fico a ver o estrago, sentido o meu coração bater forte de medo.

Metade da lateral rasgou. Era uma rendinha frágil e só 50% dela estava aguentando a minha coxa direita agora após o dano (minha perna foi poupada e eu não me cortei). E se rasgasse toda ela cairia no chão.

- C-Como isso estava ali? Quem esqueceu esse prego na porta??

Eu me ajoelho no banheiro e vejo o prego.

A porta conseguia fechar com ele. Mas ele estava dobrado num ‘L’. E na altura da cintura. Era quase como se ele tivesse sido posto estrategicamente ali pra prender na roupa íntima de quem entrasse.

Eu sento na privada e tiro a minha calcinha com todo o cuidado pra não rasgar mais. A minha vida quase dependia disso.

Depois que eu acabo e vou lavar a mão. Eu reparo como o banheiro era quente.

Aí eu olho pro basculante do banheiro e ele também estava fechado naquele calor, com pedaço de madeira enorme do lado de fora. Parecia quase como se eles estivessem impedindo que alguém interno saísse, ao invés de um bandido entrar e invadir.

Eu tiro o sutiã rápido e sem nada jogo uma água no corpo. Não podia ser muita porque não tinha toalha e eu me seco na pequena toalha de rosto no banheiro.

Agora eu saio de lá, tomando extra cuidado com o prego. E volto pro meu assento.

Porém, todos os lugares já estavam ocupados.

- Opa, bonequinha. Pode ficar um pouco em pé? Que os meus amigos estava cansados. Se já quiser ir deitar. Pode também. Não se sinta como uma prisioneira. Você é livre e pode ir pra onde quiser e fazer o que desejar também. – Renato diz.

Eu faço que sim com a cabeça e fico em pé, vendo televisão. Pensando no que fazer.

- Que horas são? - Eu pergunto.

- 1:10 da madrugada. - Um Negão atrás de mim responde.

Estava bem tarde e quem sabe dormir seria bom.

Mas onde aqueles Negões deitariam? Eu não queria ficar inconsciente perto deles. Da última vez que isso ocorreu minha camisa sumiu.

Talvez eu conseguisse ficar acordada a noite toda.

- Posso fazer um café? - Eu pergunto.

Renato então me responde.

- Claro. Mas deixa que eu vou com você. Pra você não se queimar.

E assim ele me leva pra cozinha. E eu fico do lado dele, vendo-o preparar um café tarde assim da noite.

- Quer mesmo beber um café tarde assim? Vai te dar gastrite.

- Quero. Preciso me sentir mais forte e ligada.

Aquele Negão dá de ombros e prepara uma garrafa térmica inteira.

- Você é bem curiosa, Clara. Bebe café e usa casaco grosso nesse calor carioca. Que menina atípica. Aqui. Quer num copo ou caneca?

- Caneca. Obrigada.

Eu dou uma bebericada e o gosto não era bom. Mas eu tento disfarçar.

- Gostei da careta. Kkkkk. É aquela água de antes. Foi mal, passei o café com ela porque só tenho água da bica.

Mas mesmo assim eu bebo o café inteiro. Renato me oferece uns biscoitos globo velhos num pote de plástico tosco e eu os como todos. Ao final a minha energia estava renovada.

Agora eu preciso fazer alguma atividade pra não dormir, eu penso. Tudo dependia de eu ficar acordada até mais tarde e ir embora.

- Renato, estou meio entediada. Há algumas coisa que possamos fazer?

Depois de ter dito isso, eu na hora me arrependo, mas foi tarde demais.

Ele, com um rosto radiante e um sorriso quase sádico, fala.

- Claro. Várias coisas. Quer jogar carta?

☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️

E assim eu me encontrava sentada no tapete da sala, jogando sueca com eles em dupla.

Qual atividade pro calor senão um carteado? Rodeada por Negões suados que não tiram você do campo de visão?

- Nossa, a bonequinha joga bem. – Um deles comenta.

Mas eu só conseguia focar na minha calcinha. Eu sentia o ponto que ela cortou sem querer no prego se abrindo, pela pressão das minhas coxas dobradas no tapete da sala. A cada minuto um micro pedaço dela se abria mais e eu não sabia o que fazer.

Os jogos seguem. Até que um deles fala.

- Clara. Vamos jogar valendo algo? Não se preocupa, não vamos pedir nenhuma prenda sexual. Será assim: Se você ganhar, ficará com o cabelo de alguém aqui. Se a gente vencer, ficaremos com um fio do seu cabelo. Uma pequena lembrança de que alguém tão legal como ti passou aqui em casa.

O pedido era esquisito.

Mas eles fariam o que? Simpatia? Voodu? Eu era ateia e não tinha medo disso.

- Não vejo problema. Eu topo.

Cortar um pouco do meu cabelo me ajudaria até com esse calor infernal. Então eu não vi problema no pedido.

Eu, por pensar demais no rasgo na minha calcinha já, não consegui jogar direito e perdi.

- Perdeu, boneca. Eu vou tirar aqui de trás. Fecha os olhos.

Eu obedeço e escuto a tesoura cortando atrás. Eu fecho os olhos pra não ver nada. Eu sou muito medrosa.

- Foi, Clara.

E então, ao abrir feliz os olhos, eu vejo.

O meu sutiã caindo no chão.

Um dos Negões cortou sem querer o meu sutiã também.

(O quê...?)

☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️

Eu tapei os meus seios com as duas mãos cruzadas e estava chorando.

Eu não acredito que isso aconteceu... Justo comigo num estado tão vulnerável...

O azar de hoje estava impossível.

- Calma, Clara. Não se desespere. Vai ficar tudo bem. Eu vou pegar a sua camisa e você troca . - Renato fala

Ele leva o meu sutiã para longe.

E depois volta com a minha mochila e diz.

- Ué? Eu não achei a sua camisa. Juro que guardei aqui. Vou dar uma procurada na casa. Que esquisito...

Eu fico com os olhos arregalados e sem acreditar naquilo. O universo estava conspirando contra mim. Aqueles Negros estavam muito próximos de mim, me abafando naquele calor, meio que tentando me confortar com os seus corpos.

- Clara, não achei. Que estranho. Mas vai ficar tudo bem. Só tapar com as mãos. Qualquer coisa deixa eles livres. Respirar no calor. Todo nós estamos sem camisa. Qual a diferença porque você é mulher. Relaxa, boneca, não é nada demais. Não é o fim do mundo.

Eu paro de jogar e sento no sofá, minha mão ainda congelada em um ‘X’ e tapando os meus mamilos e o volume dos meus peitos da melhor forma possível naquela situação horrível.

- Tá bom. Vou só sentar aqui. Quero ver tv e ficar em paz.

Aquilo me abalou tanto quanto o calor e a desidratação que eu sofri de tanto suar naquele lugar. Eu estava a uma peça de roupa só de estar completamente nua e indefesa e cercada por vários Negões. E eu já tinha reparado o volume enorme nas suas calças dos seus órgãos sexuais, ficando duros e excitados de me ver assim.

- Tá bom. Quando quiser dormir avisa. Amanhã a gente compra uma roupa pra você ir embora se precisar. Acontece. Você deu azar. Desculpa, Clara. Mas quer comer algo?

Eu faço que não com a cabeça. Eu precisaria usar as mãos para comer. E isso estava fora de cogitação no momento.

Mas enquanto eu estivesse acordada. Meu metabolismo não iria se aquietar e eu eventualmente precisaria comer alguma coisa.

- Estou com fome. - Eu digo. Finalmente. Depois de ver um filme inteiro. Pelos meus cálculos já devia ser umas 2 e pouca da madrugada e eu acordada ainda e vigilante.

Eles dessa vez preparam um lanche muito bonito. Com o que sobrou dos bolinhos. Batata frita etc. E uma Coca-Cola que eu nem sabia que tinha (devia estar no congelador).

Era tanta coisa e que eu precisaria usar as mãos.

E assim ficaria com os meus seios à mostra pra eles.

- Se está preocupada. A gente te dá comida na boca. É arriscado que você pode engasgar. Não fica preocupada assim. Pode comer. Qualquer coisa a gente vira de costas e te deixa comer em privacidade.

Eu concordo com eles se virarem. E todos fazem.

E eu como, tentando comer rápido antes que eles vissem.

Mas aí aconteceu que eu me engasguei com a batata.

- * Cof * Cof *.

Renato voa nas minhas costas e me salva. Fazendo pressão por trás e expelindo o ar do meu pulmão, junto com batata indo pro lado errado da via oral.

- Eu avisei. Clara, come com calma.

Agora era tarde demais. Eu não queria quase morrer de novo assim.

Então eu passo a comer com calma. Junto deles. Com os meus peitos pra fora e todos aqueles Negões vendo.

- Viu? Doeu? Relaxa, Bonequinha. Eu vou pegar outra cerveja pra ti. Você precisa se acalma e se entregar ao momento. Ficar assim é normal. Topless o nome. Fica de boas, boneca.

A cada segundo assim eu gostava mais, estava finalmente mais fresco e a temperatura melhor.

Eu termino de comer e fico com uma cervejinha na mão, sem me importar com os meus peitos expostos. Eu me sentia mais adulta e mais mulher agora, o que estava me deixando feliz.

- Vocês são uns amores, eu gostei de conhecer vocês. Me perdoem, mas eu no trem tinha medo de vocês. - Eu assumo.

Eu estava novamente no meio do sofá. E eles estavam tão próximos que tinha eu e mais 3 no sofá. Eu tava quase sentando no colo de um deles.

- Atoa, bonequinha. A gente só ia pra casa. Coincidência só. Era engraçado te ver sempre de casaco. Não sabíamos que existia uma musa com curvas tão belas como as suas.

- Eu nem tenho um corpo tão bonito assim. Veja só.

Eu então levanto, um pouco bêbada agora.

- Nem sou tá bonita assim. – Eu continuo a falar e a me cambalear um pouco. – Eu tinha que ir pra academia e-

Eu empino o meu bumbum um pouco.

E nesse instante a minha calcinha arrebenta.

Agora sim.

Eu estava totalmente pelada na sala com eles.

☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️

Acabou.

Eu caio de joelhos em terra e foi uma choradeira. Eu estava nua e sem um centímetro de tecido protegendo a minha intimidade.

Eu chorei tanto. Mas tanto. Nenhum deles fala nada e nem se mexe. Mas quando eu me acalmo, o Renato fala.

- Não sabemos costurar. Mas eu posso te dar a minha cueca. Se quiser. Infelizmente todas as minhas outras roupas estão na máquina. Tenho só a do corpo.

Um deles pega a minha calcinha e leva pro quarto, junto com a minha mochila e tudo que temporariamente eles trouxeram pra sala.

Agora não existia um vestígio de que eu era quem eu era. Um documento. Uma roupa. Um celular. Nada. Eu era uma branquinha pelada e suada de joelhos no chão e com 6 Negões na sala comigo.

- Não precisa. Eu acho que vou dormir. Só isso. Eu não posso ficar pelada e vocês vestidos. Me sinto tão exposta.

Eles então se entreolham.

E depois?

Depois eles tiram as suas roupas e ficam pelados também. Com os seus membros eretos e virados pra mim.

- Não seja por isso. Podemos ficar nus também. Assim não há motivo pra você ficar sem graça. Viu? Estamos todos iguais a você agora. Todos como viemos ao mundo, nossa bonequinha.

E eles se aproximam de mim, fechando um círculo de Enormes Pauzões Negros a minha volta. Nenhum deles encosta em mim, porém estavam tão perto que eu tinha medo de levantar.

E ali foi como se a temperatura voltasse a subir. Mesmo eu estando literalmente sem roupa nenhuma, alguma coisa estava esquentando aquele ambiente novamente e eu tenho dificuldade pra falar e até respirar.

Eles notam isso e fecham o cerco encima de mim com os seus gigantescos pintos.

- Clara, fica calma. Abre a boca e respira por ela. Está quente. É assim mesmo. Abre a boquinha.

Eu obedeço e arfo o ar abafado e com sabor do suor daqueles Negões a minha volta.

E então um deles coloca o seu pênis na minha boca, sem me avisar.

Eu recuo e tiro. Porém ainda estava de joelhos ali.

- Por favor, parem... Eu...

Eu estava muito cansada. O cansaço físico e mental bateu. E eu estava me sentindo estranhamente mexida e com um tesão naqueles Negros. Somando isso ao calor eu não estava conseguindo lutar com eles.

- Clara, deixe de lutar com o que você quer. Prova. Você fará isso. Por bem ou por mal. A gente só quer que você volte pra casa com todos os ossos intactos e no lugar. Mas aí depende de você.

Foi o Renato que disse isso. Aquele mesmo Negão que antes foi o meu anjo e me salvou, agora estava sendo o meu demônio e me ameaçando.

Mas eu não queria ser agredida e machucada fisicamente.

- Tudo bem. Eu faço. Mas me promete que será só um e depois eu posso me deitar?

- Claro. Só uma boa mamada e está liberada.

Eu então começo a chupar a rola do Renato, enquanto os outros ficam se tocando bem perto de mim.

- Gluhglohgluhglohgluhgloh!!!

Eu nunca tinha feito isso na vida. O pênis dele era muito grande e quase não cabia direito na minha boca. O calor atrapalhava também e toda hora pingava suor da minha testa nos meus olhos e eu não conseguia ver direito o que eu estava chupando.

- Até que você é talentosa e boa no boquete, Clara. A gente escolheu a menina certa. Quando a gente decidiu que seria você por causa do casaco no verão de 40°C, a gente sabia que você era um presentinho todo embrulhado e escondendo o quão safada e louca por Pretos você é.

Os outros já estavam no ponto de me tocarem, esfregando as suas rolas no meu rosto. Na minha nuca. No meu cabelo. O ar estava tão viciado naquele cheiro que tudo que eu sentia era o forte odor agridoce de pirocas africanas gigantes e veiúdas à minha volta.

Essa situação se mantém e então eu sinto algo entrando na minha garganta, um fluído.

Ele estava gozando na minha boca.

- Bebe tudinho. Aproveita que está bem quente e você precisa se hidratar, bonequinha.

Eu engasgo inicialmente, pois eu nunca tinha sentido aquele gosto. Mas depois eu consigo me recompor rápido e engulo o sêmen dele.

- COF. Agora posso me deitar?

Eles então liberam caminho pro quarto e o Renato, com um sorriso debochado no rosto, diz.

- Promessa é dividida. A gente não mentiu ou descomprimiu nada que foi dito pra ti. Pode ir lá dormir.

Eu levanto e vou até o quarto, agradecendo mentalmente por finalmente esse pesadelo erótico ter acabado.

Lá dentro eu me jogo na cama.

Mas antes que eu pudesse dormir, aquele exército de Negros entra no quarto e vão até a cama onde eu estava.

- Pera!! Vocês prometeram que eu poderia me deitar!!

Renato então sobe encima de mim na cama.

- Claro. E você se deitou, ué? Mas nós não fizemos nenhuma promessa de não vir aqui dormir contigo, Clarinha. Preparada pro segundo round?

☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️☀️

Eu estava voltando pra casa, estava fazendo 50 graus de sensação térmica.

Agora de blusinha cropped branca (ao invés dos tons mais escuros de antes), shortinho jeans (ao invés da calça comprida) e um chinelinho (ao invés do tênis fechado). Nada daquelas roupas pesadas como eu usava antes.

- Bom dia, Clara. – Um vizinho me reconhece.

- Bom dia. – Eu abro um lindo e radiante sorriso e o respondo.

Muito na minha vida tinha mudado dentro desse verão de 2023, e eu me sentia renovada e renascida como uma nova pessoa.

- Bem vinda de volta em casa, minha bonequinha.

- Obrigada, Renato.

As janelas estavam abertas agora. Ar-condicionado inverter nos quartos e ventilador na sala e muito mais.

Todo o ambiente arejado e bem fresco.

E a única coisa que me aquecia o corpo e o coração eram aqueles Negros me esperando lá dentro.

- A nossa boneca chegou cedo.

- Oi, Mestres. É que eu estava com saudades de vocês já.

Eu demorei pra entender a verdade, mas esses Negões me ajudaram muito nesse processo. Eu não entendi que eu era um camelo no deserto cheio de bagagens inúteis que me ensinaram a carregar. Estudar, fazer faculdade, ter uma família, trabalhar fora, planejar isso e aquilo outro. Eram tudo mentiras que me contaram e eu acreditei.

Eram os casacos no calor que eu fui obrigada a vestir.

Porém agora eu me livrei desses pesos. Eu podia ficar fresca, leve e nua no meio desses Pretos e ser usada por eles, cumprindo a única função real que eu tenho na vida.

Ser uma escrava sexual deles.

- GLUHGLOHGLUHGLOHGLOHGLUHGLUH!!!!

Muito aconteceu até que eu chegasse a esse ponto. Nessa onda de calor carioca uma Onda de novas informações foram postas dentro e mim e eu aprendi sobre BNWO, hierarquia interracial, cultura Blacked, Superioridade Negra e inferioridade branca.

E depois disso tudo, depois de tanto suar na marra nesse calor, eu finalmente havia aceitado a mensagem e abandonado a minha vida antiga.

E no meio desses 50 graus, eu virei uma puta de Negões pra sempre.

Falta só você que está lendo refrescar a sua vida assim também.

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Oii, Prazer.

Eu me chamo Bruna e sou uma escritora de contos eróticos BNWO!! ♠️🥰

Contos eróticos como (A Iniciação de Bruna, League of Daniela, Ramona, BLACKAYE, A Deusa Taweret).

ASMRs semanais aos Membros (eu falo e te humilho em audio, citando o que você quiser).

TCG BNWO novo.

Revista mensal com matérias ficcionais blacked.

Consultoria Blacked (transformo a sua filha, irmã, mãe, namorada e muito mais numa puta de Negões).

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