Acordei no sábado com o som da água caindo no chuveiro, porta do banheiro aberta, vapor escapando pro quarto. Ainda grogue, demorei uns segundos pra despertar de vez, o corpo pesado da noite anterior, pau meio duro só de lembrar tudo. Levantei devagar, lençol caindo no chão, e caminhei descalço até lá.
Cheguei no banheiro, roupas dela jogadas no chão, shortinho cinza, top preto, calcinha transparente, meias nylon pretas, tudo amontoado. Atrás do box embaçado, a névoa densa do vapor quente, mas dava pra ver o corpo dela por trás, silhueta magrinha, bunda arrebitada, água escorrendo pelas curvas, cabelo molhado colado na pele. Ela virou devagar, como se sentisse minha presença, rosto corado pelo calor, sorriso safado nos lábios.
“Bom dia, primo... vem aqui comigo.”
Não pude recusar o convite. Já estava sem roupa, dormi assim mesmo, corpo ainda quente da noite anterior. Entrei no box, o vapor denso envolvendo tudo e a água quente caindo nos ombros dela. Laura virou de frente, sorriso safado, pegou o sabonete líquido e começou a ensaboar meu peito devagar, mãos escorregando pela barriga, descendo até o pau que já endurecia só de ver ela ali nua, água escorrendo pelos peitos pequenos, mamilos duros apontando.
Ela se encostou, corpo molhado colando no meu, boca na minha num beijo lento e quente, língua dançando devagar enquanto uma mão envolvia meu pau, sabão tornando tudo escorregadio. Começou a punhetar devagar no começo, polegar circulando a cabeça inchada, depois acelerou o ritmo, mão firme subindo e descendo no comprimento inteiro, sabão fazendo barulho molhado misturado com a água. O outro braço ao redor da minha nuca, beijo mais urgente, gemendo baixo na minha boca:
“Assim... gostoso... deixa eu te fazer gozar rápido...”
Aumentou a velocidade, punheta ritmada e forte, polegar pressionando a fenda, sentindo o pau pulsar na mão dela. O tesão subiu rápido, corpo tenso, mas segurei, beijando ela mais fundo, mão na bunda molhada dela apertando. Ela riu contra minha boca, ofegante:
“Tá quase... goza na minha mão, primo...”
Não gozei ainda, respirei fundo, segurei o quadril dela pra parar o movimento. “Ainda não... calma.” Ela sorriu e entendeu minha espera, olhos brilhando, e continuou ensaboando o resto do meu corpo, mãos deslizando pelas costas, coxas, sem pressa agora.
Saimos do box, nos secamos com as toalhas grandes e macias que ela pegou no armário. Vestimos roupas leves, eu uma camiseta e bermuda, ela um shortinho folgado e regata fina. Arrumamos o quarto dos pais dela rápido, trocamos os lençóis e escondemos plug e o vibrador no quarto dela. Abrimos a janela pra ventilar o cheiro de sexo que ainda pairava. Descemos as escadas, o sol já forte entrando pela sala envidraçada, e fomos pra cozinha.
Sentamos na mesa da ilha, café preto quente, pão na chapa, frutas, iogurte. Laura serviu os dois, sentou-se ao meu lado, perna roçando na minha por baixo da mesa. Tomou um gole, olhou pra mim com um sorriso preguiçoso.
“Foi incrível ontem... tô até agora de pernas mole. Mal consigo andar direito.”
Eu ri baixo, sentindo o corpo ainda pesado também.
“Eu também. Você acabou comigo.”
Ela mordeu o canto do pão, olhos brilhando de curiosidade.
“Me conta uma coisa... de onde veio a ideia do vibrador e do plug? Você tem essas coisas em casa?”
Dei de ombros, tomando um gole de café.
“Foi de última hora. Quando você foi pro banho, abri o iFood e procurei sex shop em Campinas. Tem delivery rápido. Comprei tudo na hora.”
Ela arregalou os olhos, depois caiu na gargalhada, mão na boca pra não cuspir o café.
“Nem sabia que vendia coisas safadas no iFood! Caralho, gostei. Modernidade total.”
Eu sorri, apontando pra gaveta da mesinha lá em cima.
“Fica de presente pra você, prima. Pra usar quando sentir saudade.”
Ela corou um pouco, mas o sorriso ficou safado, perna apertando a minha debaixo da mesa.
“Obrigada... vou usar pensando em você. Mas só se prometer que volta um dia pra ajudar.”
Assenti, sabendo que era mentira pros dois lados, mas o momento pedia leveza. O café continuou assim, entre risadas nervosas e olhares que diziam mais do que as palavras.
Ela terminou de mastigar o último pedaço de tempurá, limpou a boca com o guardanapo e me olhou com um sorriso preguiçoso.
“Meus pais chegam amanhã de manhã. Então temos ainda hoje pra aproveitar.”
Eu sorri de volta, sentindo o alívio e o tesão subirem juntos.
“Ótimo! E o que você pensou pra hoje?”
Ela se inclinou na mesa, voz baixa e maliciosa:
“Pensei em piscina, um filminho... e rola.”
Eu ergui a sobrancelha, fingindo surpresa.
“ ‘Róla’? ‘Róla’ o quê?”
“Isso, rola. Uma bem gostosa pra eu chupar e sentar.”
Demos muita risada, o som ecoando na cozinha vazia. Ela jogou o guardanapo em mim, eu peguei e joguei de volta, os dois rindo alto.
“Vamos pra piscina?” disse ela, levantando da mesa com um sorriso preguiçoso, ainda de camiseta larga e short folgado.
Olhei pro relógio na parede da cozinha. Já era meio-dia.
“Sim, vamos! Só vou fazer uma caipirinha pra nós dois.”
Ela piscou, safada. “Te espero lá. Tem toalhas no deck. Só pular na água.”
Enquanto eu preparava as caipirinhas — limão cortado, açúcar, cachaça gelada, gelo, ouvi o tibum alto da piscina. Sorri sozinho, imaginando ela já na água. Terminei os dois copos, coloquei canudinhos e saí pro deck.
Ela estava nadando devagar, braçadas lentas, água cristalina refletindo o sol do meio-dia. O biquíni lindo, pequeno pra não dizer minúsculo, top triangular preto que mal cobria os peitos empinados, calcinha fio dental sumindo entre as nádegas arrebitadas, deixando a curva da virilha e a bundinha quase toda à mostra. Pensei comigo mesmo que ia ter que comer ela sem tirar o biquíni, só afastar o tecido pro lado.
Ela me viu, nadou até a borda, emergiu com o cabelo molhado colado no rosto, gotas escorrendo pelo pescoço e pelo colo. Se aproximou, ficou entre minhas pernas enquanto eu sentava na borda, pés dentro da água. Pegou o copo que estendi, levou o canudinho à boca e chupou devagar, olhando pra mim, língua circulando o plástico de forma sensual, olhos fixos nos meus.
Eu ri baixo. “Tô ficando com inveja do canudinho.”
Ela tirou o canudinho da boca, sorriu safada. “Para de ser clichê. É só pedir.”
Colocou o copo na borda, mão direita descendo pro meu calção, apertando o pau por cima do tecido. Massageou devagar no começo, sentindo ele endurecer rápido, depois mais firme apertando a cabeça inchada. O pau pulsou na mão dela, tecido esticando.
“Olha só... já tá duro de novo.”
Abaixou o calção até os joelhos e meu pau pulou livre, duro e latejando. Ela se aproximou mais, boca na cabeça, lambendo devagar a glande, depois envolveu com os lábios quentes. A boca gelada da caipirinha misturava com o calor dela, uma sensação louca, fria e quente ao mesmo tempo. Chupava devagar, língua circulando, depois descia mais fundo, garganta relaxando, saliva escorrendo misturada com o limão e cachaça.
Subia até a cabeça, chupava forte, língua na fenda, depois descia de novo, engolindo quase todo. Parava de vez em quando, tirava o pau da boca, dava um gole na caipirinha, voltava gelada, língua fria circulando a glande inchada, fazendo eu gemer baixo.
“Gosta assim? Minha boca gelada no teu pau quente...”
Punhetava a base enquanto chupava, mão escorregadia de saliva e limão, acelerando o ritmo. Olhos castanhos fixos nos meus, água pingando do cabelo, gotas escorrendo pelo colo.
Ela foi pra borda da piscina, a parte rasa que vira prainha, água na altura da cintura, areia fina no fundo. Virou pra mim, sorriso safado, e acenou com a mão.
“Vem cá. Deita aqui.”
Eu me aproximei, deitei na prainha e senti a água morna cobrindo metade do corpo, sol batendo no peito. Ela subiu, sentou no meu colo, biquíni ainda no lugar, calcinha fio dental roçando no pau duro. Começou a rebolar devagar, quadril girando em círculos lentos, clitóris pressionando contra o volume, tecido molhado dos dois lados criando uma fricção quente e escorregadia.
“Assim... sente meu calor...”
Aumentou o ritmo um pouco, rebolando mais forte, bunda arrebitada subindo e descendo, água espirrando leve ao redor. Depois, com as mãos, afastou a calcinha pro lado, fio dental sumindo entre os lábios inchados, buceta lisinha e vermelha roçando direto na cabeça do pau.
(Desejo realizado... sem tirar o biquíni, pensei)
Ela se posicionou, segurou a base do pau, alinhou a entrada quente e molhada, e desceu devagar. A sensação foi imediata, a buceta dela quente, apertada, envolvendo a cabeça grossa centímetro por centímetro, paredes pulsando ao redor, molhada pra caralho escorrendo pela haste. Eu gemi baixo, mãos na cintura fina dela.
“Vai devagar... tô sensível de ontem...”
“No seu tempo, prima...”
Ela desceu mais e meu pau inteiro sumiu dentro dela, senti cada veia ser apertada, o calor irradiando do cu pro peito, um fogo lento subindo pela espinha. Ficou parada um segundo, se ajustando, depois começou a subir e descer devagar, quadril rebolando em círculos, clitóris roçando na base do pau a cada descida. Água batendo leve ao redor, som molhado misturado com os gemidos baixos dela.
“Porra... você me enche toda... sinto tudo...”
Acelerei um pouco, mãos apertando a bunda, puxando ela pra baixo com mais força. Ela gemeu alto, quadril acelerando, subindo quase todo e descendo fundo, batendo forte, buceta apertando em espasmos ritmados. O sol batendo na pele molhada, gotas escorrendo pelos peitos, mamilos duros marcando o top.
“Tô quase... goza comigo... enche minha buceta...”
Gozei junto com ela. Pau pulsando forte dentro, jatos quentes enchendo a buceta apertada, ela tremendo em cima, buceta apertando em espasmos violentos, um jorro quente misturando com a porra, escorrendo pelas coxas e pingando na água da prainha. Ficamos colados, ofegantes, água morna batendo ao redor, ela caindo no meu peito, respiração pesada no meu ombro.
“Foi... perfeito... Primo, acho que nunca mais na vida alguém vai me comer tão gostoso igual você”
Saimos da piscina e fomos pras espreguiçadeiras no deck, ainda molhados, toalhas jogadas nos ombros. Laura se deitou de lado, biquíni minúsculo grudado na pele, eu sentei na de cima, tentando relaxar com o sol batendo forte.
Do nada, barulho de passos na trilha de madeira. Meu coração parou. “Meu Deus... meus pais chegaram!”
Laura se levantou atônita, olhos arregalados, rosto pálido.
Voz da tia Denise veio de trás das árvores, calma, quase divertida:
“Olha só... achei que ia estar sozinha, Laurinha.”
“Tia...”
“Eu vim tomar um sol. Combinei com sua mãe de dar uma passada no final de semana.”
Laura gaguejou, voz tremendo:
“Tia... a gente...”
Denise apareceu, short jeans curto, biquini, óculos escuros na cabeça, toalha no ombro. Olhou pra gente, depois pro short embolado no chão, e riu baixo.
“Vocês são impossíveis.”
Eu ainda meio tenso, corpo rígido, pau amolecendo rápido de nervoso. Mas ela estava tranquila, estendeu a toalha na espreguiçadeira ao lado da minha e se deitou de costas, desamarrando o top por trás sem cerimônia. O tecido caiu pros lados, revelando as costas bronzeadas, linha fina da coluna, cintura marcada, quadris arredondados, bunda firme aparecendo por baixo do short jeans, pele lisa brilhando de protetor solar, marcas leves do biquíni anterior ainda visíveis. Tirou o short e abaixou um pouco pra baixo o biquini, deixando a curva superior da bunda exposta. Uma deusa deitada ali, relaxada, como se nada estivesse acontecendo.
Ainda de bruços, voz baixa e debochada:
“Fiquem tranquilos. Eu tinha certeza que ia rolar algo depois da festa. Sorte de vocês que fui eu que peguei.”
Eu tentei explicar, voz baixa:
“Tia... a gente... foi só...”
Ela virou o rosto de lado:
“Não precisa explicar, Rick. Eu sei como é. Só não deixem sua mãe descobrir, nem seus tios. Agora relaxa e toma sol. Ou continua o que tava fazendo... eu não conto pra ninguém.”
Eu já estava desconfiando do voyeurismo da tia Denise. Parecia que ela adorava ver eu e Laura juntos, ainda mais agora que tinha falado pra continuarmos, como se o risco fosse parte do tesão dela. Laura me chamou pra voltar pra água, voz baixa, puxando minha mão.
“Vem, vamos pro outro lado da piscina.”
Nadei com ela até a parte mais distante, onde as espreguiçadeiras não davam visão direta. A água morna do meio-dia batia na cintura, Denise ainda de bruços na espreguiçadeira. Laura se aproximou, encostou o corpo no meu, boca perto do meu ouvido, cochichando baixo:
“O que a gente faz?”
Deixei a mão na cintura dela, sentindo a pele quente e molhada.
“Deixa ela aí. Não tem o que fazer...”
Laura olhou de relance pra tia, depois pra mim, voz ainda mais baixa, quase um sussurro:
“A tia parece meio tarada... parece que gostou de ver a gente no carro aquela vez.”
Eu ri baixo, apertando a cintura dela.
“Ela gosta. Sempre gostou. Mas se ela quer assistir, que assista. Hoje é nosso último dia. Vamos aproveitar.”
Laura mordeu o lábio, e se encostou mais, perna roçando na minha debaixo d'água.
“Então... continua o que a gente tava fazendo?”
Eu realmente não sabia o que fazer, então falei a resposta mais vaga mas que, ao mesmo tempo, parecia a mais oportuna:
“Vamos deixar rolar, sem forçar nada.”
Voltamos nadando devagar pro lado da prainha, a água morna batendo na cintura, o sol do meio-dia queimando a pele.
Quando chegamos mais perto, vi que tia Denise tinha se virado pra cima. O top do biquíni azul-escuro estava completamente desamarrado e jogado de lado na espreguiçadeira, seios fartos expostos, empinados mesmo deitada, silicone firme deixando eles redondos e altos, mamilos rosados duros apontando pro céu, pele bronzeada brilhando de protetor solar, marcas finas do biquíni anterior ainda visíveis na pele clara ao redor. A cintura fina marcava a curva dos quadris arredondados. A parte de baixo da roupa de banho era mínima, apenas cobrindo seu púbis, mas o tecido marcava sua buceta de uma forma deliciosa.
Laura me olhou de lado, cara de confusa misturada com um riso contido, olhos castanhos arregalados, boca entreaberta num “o que é isso?”. Ela sussurrou baixo, quase rindo:
“É a Tia Denise de topless... e nem liga.”
Eu ri baixo também, tentando não olhar demais, mas era impossível não notar. Denise continuou de olhos fechados, como se não tivesse percebido a gente, ou fingindo que não. O clima ficou estranho, tenso e engraçado ao mesmo tempo, Laura balançando a cabeça, ainda rindo nervoso, eu sentindo o pau dar um pulo discreto.
Saimos da água devagar, a pele arrepiada pelo contraste do sol quente e da água fresca. Laura foi na frente, biquíni minúsculo pingando, bunda arrebitada balançando a cada passo na prainha. Eu saí atrás, calção molhado colando nas coxas, pau ainda duro marcando o tecido fino, sem jeito de esconder.
Denise, deitada de bruços na espreguiçadeira, top desamarrado e bunda meio exposta, ergueu a cabeça quando passamos perto. Olhou direto pro meu calção, sorriso debochado surgindo nos lábios.
“Olha só... o sobrinho tá de pau duro de novo. Não cansa, né, Rick?”
Laura parou na hora, virou com cara de espanto misturado com riso, apontando pra tia.
“Olha quem fala! Toda peladona aí espiando os sobrinhos... até parece que gosta.”
Denise riu alto, rolou de lado sem pressa, seios fartos balançando livres, mamilos rosados duros apontando pro céu, pele bronzeada brilhando. Cobriu o peito com o braço de brincadeira, mas não amarrou o top.
“Gosto sim. É bonito de ver. Vocês dois são lindos juntos. Mas relaxa, não vou contar pra ninguém.”
Todos rimos, o clima estranho virando algo leve e cúmplice por um segundo. Laura balançou a cabeça, ainda rindo.
“Vamos almoçar? Tô morrendo de fome.”
Eu assenti, sentindo o estômago roncar também.
“Vamos. Peço uma carninha grelhada e salada?”
As duas aprovaram na hora, Laura já pegando o celular. Denise se levantou devagar, amarrou o top de novo, vestiu o short jeans curto por cima do biquíni, corpo ainda brilhando de protetor e suor. Ficou linda mesmo assim.
A comida chegou rápido, picanha grelhada na chapa, salada verde, farofa, batata frita, cerveja gelada. Sentamo-nos na mesa do deck, sol batendo de lado, conversa leve rolando enquanto comíamos, como se nada tivesse acontecido. Mas o olhar de Denise de vez em quando cruzava com o meu, e o de Laura também.
Terminei o almoço, a barriga cheia. Levantei, disse que ia tomar banho no vestiário da piscina pra tirar o cloro e o suor. Laura e Denise trocaram um olhar rápido, disseram que iam pro quarto da Laura “tomar banho também”.
Ao final da ducha, subi as escadas atrás delas, ouvindo as risadas baixas ecoando no corredor.
Quando terminei o banho, já com o corpo fresco, short folgado e camiseta, subi pro quarto da Laura. A porta entreaberta. Elas estavam deitadas na cama, roupas leves, camiseta larga sem sutiã, tecido fino marcando os peitos pequenos da Laura e os fartos da Denise, mamilos apontando discretos. Shortinho largo, pernas bronzeadas esticadas, cabelo molhado do banho caindo úmido nos ombros, cheiro de shampoo misturado com perfume doce. Eu pularia ali e comeria as duas na hora, sem pensar duas vezes.
Laura virou o rosto, viu minha cara e riu alto:
“Finalmente chegou o alecrim dourado! Vamos na sala ver um filme??”
Eu sorri, sentindo o pau dar sinal de vida de novo.
“Vamos!”
Descemos juntos. O sofá era grande, na parte mais comprida cabia os três confortavelmente. Eu deitei no meio, Laura do lado do braço do sofá, Denise do outro. Elas se encostaram nos meus ombros, pernas jogadas por cima das minhas de leve, cabelo molhado roçando minha pele. Abrimos o streaming, elas escolheram uma comédia romântica qualquer, daquelas leves e bobas que ninguém presta atenção de verdade.
A luz baixa da sala, o ar-condicionado gelado contrastando com o calor dos corpos colados, filme rolando no fundo enquanto a mão da Laura descansava na minha coxa, dedos traçando devagar, e Denise do outro lado, coxa quente encostando na minha, respiração lenta no meu pescoço. O filme era só desculpa, o clima já estava quente demais pra prestar atenção na tela.
O filme rolava na tela grande, uma comédia romântica qualquer, mas de repente veio uma cena quente: o casal se pegando forte no sofá, beijos intensos, mãos arrancando roupa, a atriz linda de lingerie preta, o ator sarado pressionando ela contra a parede. O tesão subiu rápido, o pau endurecendo de novo dentro do short e moveu o tecido, subindo visivelmente.
A mão da Laura, que descansava na minha coxa, sentiu na hora. Dedos leves traçando o volume começaram uma carícia discreta, quase inocente, mas o suficiente pra fazer o pau pulsar. Ela apertou de leve, polegar circulando a cabeça por cima do tecido, respiração acelerando ao lado do meu ouvido.
Enquanto isso, no filme, o casal já estava quase nu, gemidos baixos na trilha sonora, corpos colando. Laura intensificou o carinho, mão escorregando pra dentro do short, dedos envolvendo o pau duro, punhetando devagar, saliva na palma pra deslizar melhor. Virei a cabeça, ela já estava me olhando, olhos castanhos brilhando, e me puxou pra um beijo lento, língua quente invadindo.
Senti a perna da tia Denise se abrir mais do outro lado, coxa quente passando por cima da minha, short jeans subindo, mão dela dentro do próprio short, dedos mexendo devagar. Virei a cabeça rápido, vi ela de lado, olhos semicerrados fixos na tela, mas também em nós, se masturbando discretamente, respiração pesada.
Laura tirou meu pau pra fora, mão firme na base, punhetando lenta e ritmada, polegar circulando a cabeça molhada de pré-gozo. Puxou minha cabeça de volta pro beijo, língua dançando mais urgente, gemendo baixo na minha boca enquanto a mão acelerava de leve.
Denise gemeu baixo do outro lado, mão dentro do short mexendo mais rápido, perna apertando a minha, coxa quente roçando. O filme continuava rolando, mas ninguém estava prestando atenção na tela. O ar da sala estava pesado, cheiro de tesão misturado com o ar-condicionado gelado, os três ofegantes, mãos trabalhando devagar, esperando o que viria depois.
Desci as mãos devagar pelas costas dela, dedos traçando a espinha até a barra da camiseta larga. Puxei o tecido pra cima, devagar, sentindo a pele quente e arrepiada sob as pontas dos dedos. Laura ergueu os braços sem resistir, deixou eu tirar tudo, o tecido deslizando pelos ombros e caindo no chão.
Os peitos pequenos e empinados apareceram livres, mamilos rosados duros apontando pro teto, pele clara brilhando de leve sob a luz baixa da sala. Beijei o pescoço dela primeiro, descendo devagar, boca roçando a clavícula, depois cheguei nos peitos. Lambi o mamilo esquerdo devagar, língua circulando o bico duro, depois chupei forte, sugando a pele macia pra dentro da boca. Ela gemeu baixo, mão subindo pelas minhas costas, unhas arranhando leve, corpo arqueando pra me dar mais.
Enquanto chupava o outro peito, alternando a língua e os dentes de leve, senti ela alisar minhas costas, dedos descendo até a cintura. Mas de repente, uma mão melada e quente pegou meu pau por trás, apertando a base com firmeza. Olhei rápido de lado, Denise estava ali, ajoelhada no tapete, olhos verdes fixos nos meus, sorriso safado nos lábios. Laura me puxou de volta pro beijo, língua invadindo minha boca, gemendo contra meus lábios enquanto Denise envolvia a cabeça do pau com a boca quente, chupando devagar, saliva escorrendo, língua circulando a glande inchada.
Finalmente estava acontecendo. As duas juntas, Laura me beijando, Denise chupando meu pau. Não sentira nada tão forte na minha vida até então.
Continua no próximo capítulo. 😈