Catarina de Lurton, a princesa libertina de Atena

Um conto erótico de darkfic69
Categoria: Heterossexual
Contém 1594 palavras
Data: 20/03/2026 11:51:48
Última revisão: 20/03/2026 11:57:52
Assuntos: Heterossexual

Catarina estava no banho matinal, a água quente escorrendo por seu corpo nu, pingando entre os seios e pelo ventre, molhando cada curva de sua pele bronzeada. Seus pensamentos vagavam até Afonso, e isso fez sua buceta arder de desejo.

Com as mãos trêmulas, ela deslizou os dedos por todo o corpo, apertando os seios, beliscando os mamilos até que ficassem duros e sensíveis. Desceu então para a fenda quente e úmida, abrindo os pequenos lábios com os dedos, entrando lentamente, provocando um arrepio que subiu até seu clitóris inchado. Começou a esfregar com força, sentindo a própria lubrificação escorrer, pingando quente por entre os dedos.

O calor dentro dela crescia a cada movimento, a respiração tornando-se ofegante. Catarina fechou os olhos e imaginou Afonso junto dela, sentindo sua presença daqueles enorme pau erguidos como se fosse um mastro de uma bandeira. Os enormes músculos suados como se fosse de um soldados depois de voltar numa intensa batalha. Ele ali, um macho alfa bem diante dela com toda gloria e desejos.

"Oh Afonso... venha, entrar dentro de mim... quero sentir esse seu enorme cacete entrando e saindo da minha buceta molhada e apertada.... aaaaaaahhhhh...."

Quando abriu os olhos levou maior susto, viu sua serva Lucíola parada olhando pra ela.

— Que susto, porque está parado me olhando?

— Eu estava esperando a princesa terminar a masturbação, aqui estão a toalha pra te enxugar.

Catarina levantou toda nua e molhada e a serva ergueu a toalha a esconder nudez. Ela senta na cadeira e pentear seus enormes cabelos negros. Ela observa o espelho.

— Hoje o Afonso será meu... por bem ou por mal essa noite eu entregaria o meu corpo e alma pra ele...

Catarina encontrou Afonso pelos corredores do palácio, o coração acelerado com a ideia de dominá-lo. Após uma conversa breve e provocante, ela o convidou para seus aposentos, os olhos brilhando de luxúria. Com um sorriso malicioso, encheu a taça de vinho e deixou o cavaleiro embriagado, rindo de qualquer besteira, vulnerável e sem defesa.

Quando percebeu que ele estava bêbado e entregue, Catarina avançou: puxou o pau de Afonso para fora e começou a chupá-lo com vontade, sentindo o membro endurecer ainda mais em sua boca. Cada veia, cada saliência, era sugada com intensidade enquanto ela olhava para os olhos dele, vendo a mistura de surpresa e desejo.

— Catarina… o que… estás fazendo? — gaguejou ele, ainda zonzo do álcool.

— Silêncio, Afonso… Agora tu vai sentir a minha buceta... — murmurou ela, antes de se erguer e subir sobre o pau ereto dele. Sentou-se devagar, sentindo cada centímetro preenchendo sua buceta quente e molhada, gemendo alto quando ele começou a lutar contra os impulsos libertinos que ela despertava.

Catarina cavalgava com voracidade, subindo e descendo com força, sentindo o pau grosso bater fundo em seu ventre e espalhar prazer dolorido. Os gemidos escapavam dela em arfos e gritos:

— Aí, Afonso… me fode… me fode… mais… ohhh… vou gozar…

Cada estocada deixava seu corpo tremendo, a buceta apertando o membro dele, absorvendo cada movimento. O prazer dela crescia como fogo, doloroso e delicioso, enquanto Afonso finalmente se rendia, entregando-se à luxúria selvagem da princesa, incapaz de resistir à fome sexual dela.

Catarina gozou no pau de Afonso com força, o corpo tremendo e o útero apertando cada centímetro dele. Mas a fome de prazer dela ainda não estava saciada.

Ela se colocou de quatro no chão, como uma cadela, levantando o vestido azul e mostrando as nádegas grandes e brancas. Começou a imitar um gatinho, miando e arqueando o corpo:

— Miau! Miau! Miau!

— Catarina, pare… seu pai pode chegar! — Afonso alertou.

Mas ela apenas sorriu safadamente:

— Não sou mais Catarina… sou uma gatinha… vem, meu gatão, vem foder o rabo da sua gatinha!

Ele se ajoelhou atrás dela, mãos tocando a bunda macia e quente. Catarina ordenou:

— Bate na bunda de sua gatinha!

Afonso deu tapas fortes, um, dois, três, enquanto o pau continuava duro e ereto. Então enfiou no ânus dela, penetrando lentamente até preencher cada centímetro. O cu era largo e se abriu facilmente para receber o membro grosso. Catarina gemia alto, miando e arqueando as costas, cada estocada arrancando gritos de prazer selvagem:

— Miau! Miau! Miau!!!

Aquele momento foi inesquecível. O corpo inteiro tremia, o prazer profundo e esmagador queimava por dentro, e ela descobriu que ninguém a fodia tão bem quanto Afonso de Monferrato. Catarina experimentou seu primeiro orgasmo anal, e a sensação de seu corpo inteiro sendo tomado pelo prazer nunca mais a abandonaria quando estava com ele.

No dia seguinte, ainda ressacado da bebida, Afonso não conseguia esquecer a noite anterior. Ele foi até Catarina, tentando manter a postura:

— Eu sei o que aconteceu ontem… e espero que nunca mais se repita.

— Vai acontecer sim — respondeu ela, sorrindo com malícia. — Sou a princesa de Atena, e você vai fazer todas as minhas vontades. Se não, conto ao meu pai que você me estuprou.

— Eu nunca fiz isso… — murmurou ele, sem jeito.

— E quem o meu querido papai vai acreditar, você ou a filha dele? — Catarina aproximou-se, o olhar frio e calculista. — Você está em minhas mãos, Afonso, e não vou soltar tão cedo. Então é melhor andar na linha e não me deixar irritada... você não sabe o que sou capaz de fazer quando não consigo satisfazer os meus desejos.

Catarina sussurrou nos ouvidos do príncipe Afonso que se controlou o nervosismo. Afonso percebeu que havia caído em uma teia da qual não poderia escapar. Acabou cedendo aos desejos vaidosos de Catarina: dando-lhe banho, lambendo e lavando seus pés, cortando cada unha, servindo de assento humano, e sendo fodido nas manhãs e nos momentos de luxúria que a princesa desejava. Ele se tornou completamente submisso, entregue ao prazer cruel e egoísta de Catarina, que explorava cada pedaço de seu corpo e sua vontade.

Durante esses meses todos Catarina viveu num completamente paraíso.

***

Constantino, alto, forte e barbudo, era o amante secreto de Catarina nas horas solitárias.

— Demorou para chegar, Duque.

— Desculpe, princesa, tive contratempos…

— Não importa, vem, estou toda nua debaixo desses vestidinhos.

Ele pulou na cama, agarrando-a com força e beijando-a vorazmente. Catarina expôs um dos seios pequenos, permitindo que ele chupasse o mamilo duro. Com a outra mão, segurava o pau enorme do duque, grosso e já pulsante, deslizando-o lentamente, sentindo cada veia, cada contorno em sua palma.

— Saudade desse pau enorme… deixa eu colocar na boca.

— Tu quem manda, princesa, eu obedeço.

Constantino ajoelhou-se na cama, ereto, enquanto Catarina abria a boca ao máximo, engolindo metade do pau de uma vez, chupando com força, lambendo e sugando cada centímetro que cabia. O membro grosso batia fundo na garganta dela, e ela gemia, sentindo o calor e a dureza inteira do duque pulsando contra sua boca e suas mãos.

— Tu foste abençoado pelos deuses, deram-te o pau mais grosso de toda Atena.

— E ele é todo teu, princesa. Também meu corpo e meu prazer.

— Cala a boca e enfia essa porra logo em minha buceta!

Catarina abriu bem as pernas, mostrando a cona depilada. Constantino enfiou o pau grosso nela, enquanto chupava e apertava os seios. A princesa gritava, mas a mão do duque tampava sua boca. O pau entrava e saía brutalmente, abrindo e esticando cada músculo da buceta, enquanto Catarina tremia, suava e chorava de prazer misturado à dor.

Após alguns minutos de foda intensa, o duque gozou dentro dela, enchendo-a de seu quente e grosso sêmen, enquanto ela ainda arfava e se contorcia, entregue ao prazer selvagem.

— Ai… Constantino, para! Tá doendo demais… tira… por favor! — gemia Catarina, tentando afastar o pau grosso.

— Não, princesa… você quis meu pau aqui, agora aguenta — respondeu ele, segurando firme e penetrando ainda mais fundo.

Cada estocada esmagava a buceta dela, que já estava esticada e ardendo, mas a dor só atiçava mais a luxúria de Constantino. Catarina chorava, arfava e gemia, a cona latejando com cada punhado do duque, incapaz de escapar. Ele ria baixo, gozando do gemido dela, aumentando o ritmo, entrando e saindo com brutalidade, deixando a princesa totalmente à mercê do pau enorme e do prazer selvagem que queimava dentro dela.

— Pronto, princesa, estais satisfeita? — Constantino tirou a mão da boca dela, deixando-a arfando e com os lábios ainda molhados.

Catarina deu um tapa no rosto dele, os seios tremendo:

— Seu maldito… não era para ter feito isso… ai, minha buceta está ardendo…

— Isso é efeito do meu pau, sempre deixa as bucetas doloridas — respondeu ele, grosso, ereto, o membro ainda pulsando de prazer.

— Eu poderia decapitar esse seu pau e me servir como eunuco — Catarina resmungou, a respiração ofegante, ainda sentindo o calor dentro da cona.

— Claro que não, princesa… tu adoras meu pau se mexendo. Mesmo cortado, não serviria, não teria vida. E sei que tu adora sentir ele pulsando dentro de ti — Constantino aproximou o corpo nu dela, roçando o membro ereto nas nádegas e no sexo dolorido dela. — E de qualquer forma, tu não poderia fazer nada comigo, pois sei muitas coisas sobre você que poderiam te expor… melhor me tratar com cuidado ou senão seu pai irá saber que a filha querida na verdade é uma grande ordinária... — ele murmurou, dominador e provocando.

— Claro, duque, desculpe minha arrogância — disse Catarina, fingindo inocência, mas a buceta ainda tremendo e molhados. Beijou-o rapidamente, chupando o lábio inferior, e depois dispensou os serviços dele, ainda com o corpo ardendo, a buceta dolorida e pulsando de saudade do pau grosso de Constantino.

Essa era a Catarina, a princesa de Atena. Muitos ouviram sua história, e suas aventuras amorosas nos reinos. Pois estamos apenas começando.

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