Minha tia precisou usar minha cueca…

Um conto erótico de Daniel Malin
Categoria: Heterossexual
Contém 2835 palavras
Data: 20/03/2026 11:01:29

Eu tinha 37 anos e morava sozinho num T2 agradável em Alvalade, Lisboa. Trabalho em TI, maior parte remoto, alguns dias no escritório em Campo Grande. Vida organizada: academia três vezes por semana, sexo casual ocasional via apps, mas nada que realmente preenchesse o vazio. O segredo que eu carregava desde os 15 anos era pesado: um desejo incontrolável pela tia Érica, irmã mais nova da minha mãe.

Ela sempre foi a “tia gata” da família. 42 anos agora, 1,72 m de altura, corpo magro e esguio — uns 56 kg distribuídos em pernas longas, cintura fina, bunda pequena mas durinha de pilates, seios miúdos que mal enchiam um sutiã 36A ou 38A. O rosto era delicado: olhos castanhos grandes e expressivos, nariz reto, boca carnuda que sorria com facilidade. Cabelo castanho liso, na altura dos ombros, sempre com cheiro de shampoo caro.

Nas festas de família — Natais, aniversários, churrascos na casa da vó —, eu roubava olhares. Quando ela aparecia de biquíni na piscina, eu mergulhava na água fria para esconder a ereção inevitável. Imaginava mil vezes a bucetinha dela: pequena, simétrica, lábios finos e divididos, provavelmente depiladinha ou com uma tirinha mínima. Nunca toquei, nunca falei. Era só tesão proibido que eu descarregava no banho, pensando nela gemendo meu nome.

Aos 30 e poucos, ela se casou, separou, casou de novo, separou outra vez. As fotos recentes no Instagram mostravam ela sozinha, sorridente, mas com um vazio nos olhos. Até que, numa quinta-feira à noite de março, o telefone tocou.

— Sobrinho, tô precisando dar um tempo do Brasil. Posso ir aí uns dias? Prometo não atrapalhar.

— Claro, tia. Quando chega?

— Sábado à noite. Pouso no Humberto Delgado às 23h.

Comprei lençóis novos para o quarto de hóspedes, limpei cada canto da casa, estoquei vinho tinto, frutas frescas, queijos portugueses. No sábado, fui buscá-la no aeroporto. Ela saiu arrastando uma mala pequena, jeans justo que marcava as coxas finas, blusa branca solta, tênis branco impecável. O abraço foi longo demais. O corpo dela colou no meu por segundos que pareceram minutos. Cheiro de viagem misturado com perfume floral. Meu pau deu um pulo discreto dentro da calça.

Chegamos em casa quase meia-noite. Ela se organizou um pouco, e depois ficamos conversando na sala. Ela contou da separação recente dela o segundo marido era controlador e ciumento —, do trabalho como designer gráfica freelance, da vontade de respirar ar europeu. Eu falei da vida em Portugal, do frio que ela ia odiar, das pastelarias de nata. Foi muito bom passar esse tempo com ela.. Às duas da manhã, fomos dormir. Ela no quarto ao lado, eu no meu, fui me deitar de pau duro imaginando ela tirando a roupa do outro lado da parede.

Ja de manha preparei um bom café da manhã para nós dois: pão torrado com azeite, queijo da serra, café forte. Ela apareceu na cozinha de pijama folgado — calça e camiseta larga —, sem sutiã, biquinhos dos seios marcando o tecido fino. Conversávamos na cozinha, ela sentada na banqueta alta, pernas cruzadas, pés descalços balançando. Eu tentava não olhar demais, mas era impossível.

No dia seguinte voltei para o trabalho. Deixei a chave reserva, senha do Wi-Fi, Netflix, geladeira cheia.

— tia … Se precisar de qualquer coisa, me liga — falei na porta.

— Relaxa, sobrinho. Vou ficar de boa. Talvez dê uma volta no bairro.

No escritório, reuniões intermináveis, código para revisar. Por volta das 14h20, o WhatsApp vibrou. Era minha Tia. Quando abri a conversa tomei até um susto.

Sobrinho…

Foto

Nooooossa… que momento… a foto era Ela no espelho do meu quarto, de lado. Vestindo uma das minhas cuecas Calvin Klein cinza — boxer de modal macio, cós largo preto com logo branco. O tecido esticadinho nas coxas finas, marcando a curva da bunda pequena e empinada. E na frente… caralho. O contorno perfeito da bucetinha: lábios pequenos, separados no meio, formando um sulco delicado e profundo no pano. Montinho alto, liso, sem um pelo sequer. Parecia recém-depilada, pele brilhando levemente de umidade natural. O tecido estava molhadinho em baixo escurecendo sutilmente.

Legenda:

“Tia desastrada total: esqueci a bolsinha das calcinhas na correria do aeroporto. Lavei a única que trouxe, mas ainda tá pingando na varanda. Peguei essa sua no armário. Tá quentinha, cheirosa… e confortável pra cacete. Desculpa a invasão kkkk”

Meu coração disparou. Meu pau ficou duro na hora, instantaneamente dentro da calça social. Olhei pros lados — ninguém perto.

Respondi com dedos trêmulos:

“Pode usar tudo que quiser, tia. Qualquer cueca, qualquer roupa minha. Ficou… porra… linda demais.”

Ela respondeu rápido:

“Obrigada, danadinho... Tô me sentindo diferente usando algo seu. Rsrs”

Mandei um emoji de fogo e voltei ao trabalho com dificuldade de concentração.

Saí às 18h30 direto para o centro. Entrei na Intimissimi do Chiado, comprei conjuntos de renda preta e vermelha, fio dental quase invisível, calcinhas minúsculas de tule. Depois Victoria’s Secret na Avenida da Liberdade: babydolls transparentes, camisolas curtas, baby doll branco rendado que deixava os mamilos expostos. Numa loja francesa mais cara, peguei lingeries sofisticadas: corpete, cinta-liga, meias 7/8 pretas fosco 20 den com elástico de renda larga no topo e laçozinho delicado. Umas 30 peças no total.

(Tenho varias fotos dessa historia, das calcinhas e da minha tia, mais só mando pra quem quiser trocar fotos)

E a especial: uma boxer Calvin Klein branca, masculina, tamanho S (para ela ficar justa nos lugares certos). Igual às minhas. Para ela associar sempre ao “episódio da cueca do meu sobrinho”.

Cheguei em casa às 20h10, braços cheios de sacolas. Ela abriu a porta usando meu roupão cinza, o cabelo solto e molhado — devia ter tomado banho —, cheiro de sabonete meu na pele.

— Meu Deus, o que é isso tudo?

— Presentes. Pra você não precisar roubar mais minhas cuecas… a menos que queira. Kkkkk

Ela riu alto, pegou as sacolas e correu para o quarto como criança.

Fui na geladeira e abri uma Super Bock e esperei na sala, ouvindo ela abrir pacotes, rindo sozinha.

Uns 50 minutos depois, novo WhatsApp.

Foto

Era ela deitada na minha cama king size, usando um baby doll preto transparente que eu comprei pra ela. Tecido de tule fino, uma renda floral cobrindo só o essencial. Dava para ver os seios pequenos, os bicos rosados endurecidos, barriga lisa, e a calcinha minúscula por baixo — fio dental vermelho, quase sumindo entre os lábios da buceta. As Pernas estavam semiabertas, uma mão entre as coxas, com seus dedos roçando o tecido.

Legenda:

“Chegou na hora certa. Muito obrigado mesmo meu sobrinho. Tô adorando suas escolhas… me sentindo beeeem exposta, molhada, desejada.

Voce comprou tudo isso imaginando eu usando né? Entao se prepara porque vou te mostrar todas rsrs… ai que vergonha viu…

Na vou mentir tia, escolhi cada uma imaginando voce usando elas. E acertei, porque honestamente, ficou perfeita no seu corpo, parece que foi feita pra voce.

Sei que está passando por um momento complicado na sua vida, e quero te fazer esquecer tudo que passou de ruim, e te mostrar o quanto voce merece ser Feliz e mimada de verdade.

Essa minha sinceridade foi um tiro certo, porque ela mandou outra mensagem:

Quer ver de perto?

Respondi: “ta falando serio Tia? .”

— to sim seu bobo, vem… to aqui no seu quarto, na sua cama, pronta pra te agradecer por cuidar de mim.

Me levantei, tomei o restante da cerveja, e fui até o quarto. A luz amarelada do abajur jogava sombras suaves nas paredes brancas. Tia Érica estava deitada de lado na minha cama, apoiada num cotovelo, o baby doll preto transparente ainda meio aberto no peito. Os seios pequenos subiam e desciam rápido com a respiração acelerada. A calcinha fio dental vermelha mal cobria nada — dava para ver o contorno rosado dos lábios pequenos através da renda fina. Mas o que me deixou sem ar foi o que ela fez em seguida.

Ela se levantou devagar, tirou o baby doll pela cabeça e ficou só de fio dental. O tecido contrastava com a pele morena-clara. Marcava tudo. A bucetinha pequena e desenhadinha ficou perfeitamente delineada: lábios finos separados no meio, formando um sulco delicado e molhado que se via perfeitamente no pano. O clitóris discretamente saliente, o montinho liso e depilado brilhando de excitação. Porra, parece que ela tá usando uma segunda pele feita só pra mim, pensei, sentindo o pau latejar dentro da calça.

Ela girou devagar, de costas. A bunda pequena mas empinada esticando a calcinha. Olhou por cima do ombro, com seus lindos olhos castanhos cheios de vergonha, tesão e uma curiosidade antiga que queimava.

— Gostou do presente que você mesmo me deu, sobrinho? — a voz saiu rouca, quase sussurrada. —

Toda vez que eu usar essas langerries… vou lembrar que foi você quem escolheu meu sobrinho lindo… Que voce pensou em mim vestida assim… molhada… usando algo tão sensual.

Engoli em seco. Meu coração batia tão forte que parecia ecoar no quarto.

— Tia… você não faz ideia do quanto eu sonhei com isso. Desde os meus 15 anos. Toda festa de família, toda vez que você usava biquine na piscina… eu ia pro banheiro e batia uma punheta pensando exatamente nisso. Na sua bucetinha marcando na suas calcinhas.

Ela mordeu o lábio inferior, sorrindo devagar. Caminhou até mim, parou a poucos centímetros. O cheiro dela — sabonete meu misturado com perfume floral — me invadiu como uma onda.

— Eu sabia — kkkkkkk confessou sorrindo. — Via no seu olhar sobrinho. Eu sempre Sentia quando você desviava os olhos rápido demais. E confesso… às vezes eu provocava de propósito. Usava biquíni menor só pra ver se você ficava duro. Meu Deus, kkkk eu sou uma tia safada mesmo, pensava na época. Mas nunca imaginei que um dia… ia estar aqui, em Portugal, vestindo uma langerrie tão sensual e escolhida por voce pensando em mim… e pedindo pra você me foder.

Promete que vai ser um homem de verdade?

Toquei a cintura dela por cima do elástico da boxer. O tecido estava quente, tava molhadinha na parte da bucetinha dela

— Você quer mesmo isso tia? — perguntei com minha voz falhando de emoção. — Não é só gratidão pela hospedagem ou… carência da separação?

Ela segurou meu rosto com as duas mãos, olhos nos meus. Sua cara de tesão e alívio brilharam.

— Eu quero você desde que você virou homem. Quero sentir como é ter o sobrinho que eu sempre desejei me comendo devagar. Quero que você prove o gosto da minha buceta …

— Quero experimentar tudo com voce, meu homem

— Agora me chupa gostoso e me fode do jeito que mereço…. Quero sentir o seu pau na minha boca gozando bem gostoso… quero sentir sua boca na minha bucetinha… e o seu pau bem fundo nela…

Vou gemer bem manhosa e bem putinha enquanto você me fode.

Caralho, ela tá me lendo como um livro aberto, pensei. Meu pau doía de tão duro.

Ajoelhei entre as pernas dela. Beijei primeiro os pes — comecei pelos pés, fui com minha língua deslizando pelos dedos, sentindo o calor dos seus dedos delicados. Subi pela panturrilha, e fui beijando a curva da perna, mordendo de leve o elástico de renda na coxa. Ela gemeu bem safada, e abriu mais as pernas.

— Isso… me beija inteira sobrinho… ninguém nunca fez isso comigo — sussurrou, sua voz trêmula de curiosidade e excitação me deixavam ainda mais louco de tesao. —

— Quero lamber cada centímetro do seu corpo, seu cheiro é tão bom. Sua pele é tão macia, delicada…

Cheguei na calcinha. O tecido estava encharcado. Cheirei fundo, inalando o perfume doce da buceta dela misturado com o tecido delicado da calcinha.

Porra, voce é melhor que qualquer Mulher que eu já fiquei na vida tia Erica. Fui com minha Língua por cima do pano, lambendo devagar o mel dos lábios da sua bucetinha, sentindo o formato exato através da fibra. Suguei o clitóris por cima da calcinha, molhando o tecido ainda mais.

Ela arqueou as costas segurando as mãos no meu cabelo.

— Ai, meu Deus… você tá chupando minha buceta tão gostoso… que tesão doentio… continua… me faz gozar assim, por favor. Poe minha calcinha de lado e me faz gozar forte sobrinho…

Os gemidos dela ficaram mais altos, as coxas — marcadas pelas minhas chupadas. Ela estava tremendo segurando da minha cabeça. Puxei o cós da calcinha só um pouco para baixo, o suficiente para expor a bucetinha inteira: rosada, pequena, lábios finos brilhando, clitóris inchado. Mas deixei a calcinha ainda vestida, enrolada na base das coxas, roçando nas pernas. Minha Língua agora sentia diretamente sua buceta… fui fazendo círculos lentos no clitóris, com dois dedos entrando devagar na entrada apertadinha, quente e melada da sua bucetinha…

— Você é tão apertada… parece virgem — murmurei entre lambidas.

Ela riu entre gemidos, com a voz entrecortada:

— Não sou rsrsrs… ja dei muito nessa vida… mas pra você eu me sinto como se fosse a primeira vez de verdade. Porra, é Meu sobrinho me comendo… comendo a bucetinha da irmã da mãe dele… que puta que eu sou.

Só de falar assim ela gemeu forte, me apertou ainda mais, e urrando alto gozou forte, com seu corpo inteiro tremendo, apertando meus dedos, inundando a calcinha com seu mel. Gritou meu nome misturado com “danieeeeeel” “porra, que delíciaaaa”. Ainnnn…

Me fode caralho… come logo minha bucetinha sobrinho…

Não esperei mais. Tirei a calça e a cueca, com pau duro latejando, cabeça brilhando de pré-gozo. Ela olhou com fome pura.

Caralho… é grandão sobrinho… me fode veeem…

— Vem… me fode . Quero sentir esse pauzão me devorando gostoso…

Deitei por cima. Ela abriu as pernas e encostei a cabeça do pau na entrada molhada. Entrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo cada dobra quente e apertada da sua buceta. Ela gemeu alto, com as unhas cravadas nas minhas costas.

— Devagar… quero sentir cada veia do seu pau… anos de tesão entrando em mim de uma vez.

Meti até o fundo devagar… Fiquei parado um segundo, só curtindo o calor, o aperto, o jeito que a bucetinha dela pulsava no meu pau. Depois comecei a meter — lento, profundo, sentindo meu pau entrando e saindo gostoso e me deixando mais louco de tesão a cada movimento. O tesão era tão forte que eu beijava chupava e mordia seu corpo todo, deixando marcas vermelhas enquanto fodia.

Ela falava sem parar, com a voz rouca e manhosa de emoção:

— Olha pra mim caralho… olha como sua tia tá molhada pra você… usa minha bucetinha… marca ela com seu pau… eu sempre quis isso. Sempre. Ele é tão grosso… me enche inteira… quero que ele goze dentro e me deixe pingando o dia todo.

Mudei de posição: sentei, puxei ela pro meu colo. As coxas apertando minha cintura. Ela rebolava devagar, gemendo bem safada… bem putinha… Beijamos com fome, nossas línguas dançando, um beijo molhado carregado de um tesao reprimido de tantos anos.

— Eu te amo de um jeito tão errado meu sobrinho… — ela confessou entre beijos, olhos marejados. — Não é só tesão. É… você sempre foi o homem que eu nunca pude ter… foda-se que sou sua tia, foda-se nossa familia porraaa… eu to vivendo o melhor momento da minha vida…

— Eu também te amo assim, tia. Desde sempre. E agora você é minha.

Aumentei o ritmo com Estocadas mais fortes, batendo fundo. O barulho molhado da buceta, o som do meu pau entrando e saindo, minhas bolas batendo na sua pele, os gemidos dela. Ela gozou de novo, apertando meu pau como um punho quente, nosso corpo inteiro convulsionando. Eu não aguentei mais.

Tiaaaaaa… vou gozaaar caraaalho…

— Vou gozar… posso gozar dentro?

— Goza… enche sua tia… me engravida se quiser… quero sentir você pulsando. Eu sou toda sua meu amor…

Quando ela falou isso, só segurei sua cabeça, olhei nos seus olhos firme, e Gozei forte, jatos quentes enchendo ela até transbordar, olhando nos olhos dela e gemendo gostoso.

Que foda gostosa do caralho…

Ficamos abraçados, suados, ofegantes, com meu ainda dentro, pulsando devagar.

Ela beijou meu pescoço, sussurrando:

— Isso foi só o começo, né? Amanhã quero mais, e depois de amanha, e depois, e depois… e você vai me comer no sofá, na cozinha… em todo canto dessa casa.

Eu sorri, exausto e feliz pra caralho.

— Todo dia. Enquanto você quiser.

Ela riu baixinho, apertando a buceta ao redor do meu pau ainda semi-duro.

— Então quer saber? eu nunca mais volto pro Brasil.

— Não quero voltar pro Brasil tão cedo. Posso ficar?

— Fica o tempo que quiser. Ou pra sempre. Tambem nao quero que vá embora… voce me completou de um jeito que nunca me senti assim com nenhuma mulher… porque isso tinha que ser como voce porra? Minha tiaaa… estamos fudidos kkkk

Ela gargalhou comigo. Se recompôs.

— Então vou precisar de mais roupas amor… a gente precisa organizar nossa nova vida… agora sou sua mulher… nunca mais me chame dia tia… Dou apenas sua Érica… e voce meu Daniel…

Se quiserem uma continuaçao, fiquem a vontade pra sugerir, as fotos que falei, apenas mandarei do jeito que eu falei, tem que ser uma troca… nao mandarei mais sem ter uma troca de fotos…

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