Apuros com a dupla personalidade de minha filha, uma recatada, outra vadia – 09 – Diana quis reviver seu nascimento como vadia

Um conto erótico de Pai Protetor
Categoria: Heterossexual
Contém 4586 palavras
Data: 20/03/2026 08:40:47

QUINTA-FERIA A NOITE

Voltamos para casa depois das compras de roupa de Diana e após a ajudar a carregar as sacolas para seu quarto que passou a ser closet e sala de estudos depois de dormir comigo, fui assistir algo antes de ir para o quarto.

Ela demorou a vir porque ficou arrumando as roupas novas na metade do guarda-roupa do closet que dividia com Amanda, depois tomou um banho. Quando chegou na sala de TV estava animada vestindo um Robe de Amanda que estranhei.

– Pronto, já arrumei tudo e separei aquelas que você diz que são de putas, mas não vou dar embora já que você disse que qualquer dia pode me querer com elas. Também já tomei banho e estou usando por baixo a lingerie que escolhi para hoje. Espero que você goste.

– Com certeza vou gostar porque é você com esse corpo espetacular que deixa tudo bonito.

– Ahhh papai, como não amar mais do que já amo? Além desses elogios, hoje você aceitou que eu comprasse todas as roupas que eu comprei, mesmo ficando com ciúme. Juro para você que só me visto assim porque gosto. Está na minha natureza e não porque quero chamar a atenção dos homens, mesmo sabendo que chamo atenção. Agora quando vejo que me olham e me cobiçam eu na hora penso – “Podem olhar, mas pertence tudo a meu papai”.

A puxei para um abraço sentindo por baixo daquele robe sua lingerie que eu estava louco para ver e ela louca para me mostrar, mas precisávamos ainda descansar mais um pouco.

– Eu sei filha. Por isso aceitei e você me deixou, muito feliz com o que falou. Eu te amo.

– Também te amo papai, falou se aconchegando a mim para assistirmos nossa série.

No entanto uma tristeza se abateu sobre mim pensado que Diana poderia desaparecer para sempre, se Amanda não mantivesse suas memórias quando ela se fosse. Eu a amava tanto quanto amava Amanda, afinal era minha filha tanto quanto. Ela só precisava ir embora para que Amanda tivesse um vida normal não mudando de personalidade e não se lembrando de nada que Diana fazia tendo seus brancos de memória tão prejudiciais.

Só me restava torcer para que as memorias ficassem com Amanda, mas enquanto ela ainda estava lá eu queria a fazer feliz.

– Vamos para o quarto filha. Não aguento de tesão e de curiosidade.

Ela me olhou sorrindo.

– Que bom papai, porque eu também não aguento e nem estava prestando atenção.

No quarto ela me fez sentar na borda do colchão e de frente para mim sorrindo feliz, deixou aquele robe escorregar por suas curvas estonteantes ficando apenas com um conjunto de lingerie verde limão que tinha uma calcinha com dois triângulos, um na frente e outro atrás unidos por uma tira como aquelas alças de sutiã e seu sutiã era meia taça expondo e valorizando seus seios enormes.

Sorrindo ela deu uma volta para que eu tivesse a visão total e aquele triangulo de trás estava deliciosamente enterrado entre suas polpas generosas. Sua nudez e suas lingeries ousadas já não eram segredo para mim, mas foi a primeira vez que ficou somente com as lingeries usando também sutiã.

Meu queixo estava no chão e sério que pensei que ela poderia ser modelo de qualquer marca de lingerie elegante e famosa internacionalmente, mesmo com aquela cor tão usada.

Na verdade, minha filha deslumbrante poderia ser modelo de qualquer coisa.

Com aquela roupa de garota de programa a la Julia Roberts daquela noite, ela estava matadora e ainda mais bonita e gostosa do que a original no filme. Com suas roupas de vadia Diana ficava deliciosa e até com sua roupa básica de universitária era irresistivelmente desejável. Mesmo como Amanda e suas roupas e lingeries românticas, minha filha era lindamente sensual em sua beleza e inocência delirante.

– Você filha, em qualquer de suas versões é a mulher mais maravilhosa que existe para meu gosto de mulher. Nada, nada mesmo em você eu mudaria, mesmo se pudesse, falei a admirando.

Ela deu um sorriso enorme feliz pelo elogio.

– É porque você já me fez a seu gosto, quando me fez com minha mãe, brincou.

– Deve ser mesmo, falei me levantando e indo até ela a abraçando.

Vadia ela pegou fundo derrubando as barreiras impostas por mim mesmo naquela manhã.

– Pena que você vai foder só minha bunda já que hoje cedo disse que devemos ir devagar, falou com malicia.

Olhei para ela e meu tesão era para gozar umas 4 vezes a vendo naquela lingerie.

– Você conseguiu mais uma vez sua vadiazinha. Vou foder sua buceta, depois você vai me fazer gozar em sua boca sentindo nossos fluidos e por fim vou gozar em sua bunda. O último gozo depois eu escolho.

Diana me olhava desconcertada, mas excitada.

– Faça isso papai. De a sua vadiazinha o que ela gosta. Faça tudo o que você quiser.

Eu fiz.

Sem tirar aquela lingerie, afastei o sutiã verde limão chupei seus peitos e mamei com fogosidade a fazendo gozar pela primeira vez. Depois degustando sua bucetinha a fiz gozar mais duas vezes com Diana gritando e se contorcendo de prazer.

Sem dar trégua me encaixei em seu corpo no papai e mamãe e a fodi sem freios enquanto ela gozava sem parar e pedia mais e mais como uma vadia. Quando gozei a inundando de esperma, Diana já tinha tido incontáveis orgasmos, e só me deitei um pouco para que ela se recuperasse pois eu estava com um tesão impagável.

– Papai, eu não tenho mais palavras para dizer o quando você é gostoso e bom para atender minhas necessidades de vadia. Você é uma máquina de me fazer gozar.

– Se é assim você vai gozar também quando eu estiver gozando em sua boca daqui a pouco. Lembre-se que para ser uma boa vadiazinha para seu papai, você tem que o deixar feliz e gozar também.

– Vou tentar papai. Tudo o que mais quero é te deixar feliz, porque você me faz tão bem. Como você quer que te faça gozar em minha boca?

– Quero ter o máximo de visão possível desse corpo tesudo com essa lingerie. Já sei. Vou ficar de pé ao lado cama e você fica de 4 em cima dela.

– Vai ser delicioso. Então se levanta logo e fica em pé, falou já girando na cama para ir de 4 até a borda.

– Eu nem estou totalmente duro ainda, me lamentei já me levantado da cama.

– É bom, assim vou conseguir colocar mais em minha boca e ir o sentindo crescendo por minha causa. Vou ficar tão excitada, falou animada.

Difícil era Diana não se animar com algo sexual.

Quando me coloquei com os joelhos grudados na borda do colchão a sua frente ela já agarrou meu pau e o enfiou o máximo que conseguiu na boca. Se já duro ela conseguia no máximo, no máximo um terço, naquele momento conseguiu quase metade, mas com minha excitação a vendo de 4 de frente para mim me chupando com aquela lingerie nova, o fez crescer rapidamente e logo ela não conseguia colocar mais do que um terço com a limitação de seus lábios, mas ela estava feliz e quis me contar.

– Ahhh papai, me sinto poderosa de ter o poder de o fazer crescer e ficar tão duro por minha causa.

– Então se sinta a deusa mais poderosa, pois você tem o poder de fazer isso quando quiser, nua ou vestida.

Diana sorriu e voltou a me chupar sendo cada vez melhor mesmo com a limitação do tamanho. Tive que pedir algumas vezes para diminuir ou eu ia gozar, mas na última vez ela tirou meu pau da boca.

– Goza agora papai. Se você gozar, também vou gozar engolindo seu esperma delicioso, falou voltando a me chupar muito intensamente.

Deixei acontecer e tive um gozo gigantesco descarregando um enorme volume de sêmen em sua boca e bem vadia minha filha engoliu tudo gozando junto comigo deixando tudo mais gostoso, se é que era possível.

Quando terminei ela lambeu meu pau por fora por mais de 1 minuto, o que não tinha feito antes.

– Mesmo se não for com a intenção de te fazer gozar, adoro o beijar, lamber, chupar e até o sentir em meu rosto, falou o esfregando na bochecha. Eu sou mesmo uma vadia, não sou papai?

– Sim meu amor, você é uma vadia. Minha vadia. Eu te amo assim.

– Obrigado. Todas minhas amigas tem problemas com os pais. Você não me julga. Nunca me julgou, muito antes de me foder.

– Talvez eu não seja como eles, pois mesmo vadia você não é uma filha como elas. Prova que era virgem até poucos dias mesmo com esse corpo pelo qual homens se ajoelhariam a seus pés.

– Sou melhor do que elas pois você foi um pai muito melhor do que eles. E para ser sincera não quero nenhum homem a meus pés, eu que quero estar a seus pés te dando esse prazer, falou safadinha.

Sorrindo fui me deitar e ela veio se deitar abraçada a mim. Feliz como eu.

– Gostei de saber que você pode gozar comigo quando gozo assim. Fica melhor e mais forte meu gozo.

– Eu te disse que não serei submissa e não serei por minha natureza, mas por amor faço qualquer coisa com você. Gozar sentindo seu esperma descer por minha garganta foi muito intenso. Agora só falta minha bunda e depois uma surpresa, me provocou.

– E eu que disse que precisaríamos ter limite, me lamentei.

– É só porque é o começo papai. Nem eu vou aguentar esse ritmo. E agora você tem que satisfazer sua filha recatada também. Você bem que poderia a transformar em vadia como eu.

Engoli em seco, pois Diana não poderia saber que era essa minha intenção para não se magoar.

– Acho que não. Primeiro ela não viraria uma vadia e depois porque prefiro ter vocês duas diferentes como são. Em um momento tenho uma vadiazinha sapeca e gostosa e no outro uma romântica para fazer amor.

– Seu safado. Tá gostando da situação, brincou.

– Não posso dizer que não, a provoquei.

– Deve ter mulheres que são românticas aos olhos dos outros, mas devem ser vadias quando querem. Recatadas com o marido e vadia com o amante.

– Feliz eu sou o marido e amante, brinquei.

– Você é papai. Aproveite que você merece, pelo antes e pelo agora, ela falou vindo com o tronco por cima do meu e me beijando. Estranhamente um beijo amoroso quase como os que Amanda dava.

Depois do beijo a vi com lágrimas.

– O que foi filha?

– O melhor para todos seria que eu fosse embora, né? A Amanda seria uma garota normal e você não teria as preocupações que tem, mas não é como se eu lutasse na mente dela para aparecer. Eu simplesmente apareço.

– Não filha, o melhor de forma alguma é você ir embora. O melhor seria que vocês se fundissem voltando a ter uma única personalidade com as memorias compartilhadas, o que significa que você estaria sempre viva ajudando a Amanda a ser menos recatada, menos séria e menos preocupada. Você simplesmente aparece porque são uma só.

– Sério que você quer que eu fique com ela?

– Totalmente sério. Tenho conversas melhores com você e também sou menos preocupado. Fora que não quero perder minha vadiazinha deliciosa.

– Ahhh papai, também não quero te perder. Se você me quer, acho é mais fácil que eu exista ao mesmo tempo com a Amanda.

– Faça isso. Estou muito feliz com cada uma e esquece essa ideia de que é melhor você desaparecer. Não sei se a Amanda algum dia me deixaria foder o bumbum dela e adoro foder sua bunda. Fiquei de 4 para o papai, fique. Hoje vai ser assim e pode doer mais.

– Minha bunda é sua papai e adoro sentir o que sinto quando você a fode. Além do gozo, me sinto sua de uma forma mais intensa e suja. Não importa se doer.

Enquanto Diana se colocou na posição, fui pegar o KY na gavetinha para ajudar naquele que seria só seu terceiro anal. A ver de 4 com aquela lingerie chamativa emoldurando seu corpo perfeito com curvas intensas, deliciosas e fluidas foi de disparar o coração, mais uma vez porque já era normal minha filha causar essa estupefação como Diana ou Amanda.

A calcinha estava enterrada, bem enterrada e a puxei para o lado, e já com a mão cheia de gel a lambuzei toda e só enfiei até a primeira dobra do dedo.

– Papaiiiii, se eu já não tivesse gozado tanto, já estaria gozando. Hoje vai ser só no meu bumbum ou nos meus três buraquinhos, me provocou.

– Hoje cada gozo é no seu devido lugar e separado. Só o ultimo que ainda não sei.

– Posso te dar uma sugestão para a última? Aaaaahhhhh gemeu, sentindo minha glande forçando sua estrelinha.

– Pode.

– Uma lá no banho em pé. Você ainda não me fodeu no banho.

– Ótima ideia filha. Você é mesmo uma vadia. Agora seu cuzinho.

– Coloca papai. Fode meu bumbum. Põe tudo até o fim.

Nos seis ou sete minutos seguintes fodi aquela bunda deliciosa e incomparável, me segurando várias vezes para não gozar. Perto do fim, comecei a dar os tapas que ela gostava no fazendo chegar juntos a um enorme orgasmo, Diana nem precisando tocar seu clitóris de tão safada e tarada.

O descanso para o banho foi mais longo e após a lavar e ela me lavar a encostei na parede de costas e a fodi de frente como quando tirei sua virgindade, mas não tão vigoroso porque já era meu quarto orgasmo e não sei quantos o de Diana.

Ficamos tão exaustos que mal nos enxugamos e deitamos bem abraçados dormindo logo após aquela longa quinta-feira.

SEXTA-FEIRA PELA MANHÃ

Na sexta-feira ao acordarmos um vislumbre que ela estava me respeitando, quando me surpreendeu não querendo sexo, mas ficando só em abraços e beijos gostosos.

– Papai, você disse que estamos exagerando e hoje a noite antes, durante e depois da balada quero que você me foda de todos os jeitos, então vamos deixar para a noite, mas não se acostume, brincou.

– Boa decisão filha. Você sabe que não te resisto, mas temos que tentar ter uma vida mais normal.

– O normal meu, né papai? Meu normal é amar sexo com você.

– Sim Diana. Se você não me esgotou e não tivermos obrigações, seu normal.

– Você é jovem e saudável. Não se esgota fácil.

– Esgoto sim, é que o tesão por você supera qualquer cansaço.

– Amo você me desejar, querer me foder como me fode. Sou tão feliz papai.

– Eu também filha. Agora vamos para as nossas obrigações. Um banho rápido e depois o café da manhã.

– Deixa que eu te lavo. Sem sacanagem, sorriu.

O restante do dia foi tranquilo e mesmo quando ela voltou das aulas, fez suas tarefas caso Amanda voltasse antes da segunda-feira e não soubesse a matéria. Comemos algo leve no jantar e então fomos nos trocar.

SEXTA-FEIRA A NOITE

Eu fiquei pronto rápido, mas Diana demorou, mostrando ser na vaidade uma mulher normal. Quando apareceu na sala com um sorriso provocador, me dei conta que minha filha, vestisse o que vestisse, seria uma provocadora natural.

Ela basicamente vestia peças iguais as da semana anterior quando eu lhe disse que era uma roupa de mulher que oferecia o corpo para a venda, mas tudo menos indiscreto como eu disse que ela deveria usar quando compramos suas roupas novas.

Ao invés de 3 dedos abaixo de sua calcinha, a saia molinha e azul escura chegava no meio de suas coxas. A blusinha, antes só cobrindo os seios e sem sutiã, desta vez deixava só uns dois centímetros da barriga aparente na altura de seu lindo umbigo. Por baixo a marca de um sutiã que não dava para ver a cor porque a blusa não era transparente, mas ainda era justa moldando seus seios volumosos.

A bota não ia mais até o alto das coxas, mas até logo abaixo dos joelhos. Diana não se vestiu mais como uma puta, mas como uma vadia deliciosa e sinceramente, para meu gosto, mais atraente do que aquele exagero de uma semana antes.

– Gostou papai? Acho que não pareço mais uma puta, mas com certeza uma vadia do homem que vai estar a meu lado, você, falou toda feliz.

– Maravilhosa filha. Se você pretendia me seduzir com aquelas roupas, deveria usar assim, pois eram tão chocantes aquelas que agrediam meus olhos e meus desejos. Essas são muito, muito provocativas ainda, mas me parecem de uma mulher que sabe que é linda e quer ser admirada. Eu teria cedido antes, sorri.

– De agora em diante só me visto para ser admirada e desejada por você, para que me pegue e me foda bem gostoso. Olha só, como me visto para você, falou levantando a minissaia.

Por baixo ela vestia uma das duas calcinhas brancas pequenas de renda em forma de triangulo na frente e atrás que escolheu só porque descobriu que lingeries brancas eram minhas preferidas.

– Gosto de cores fortes, mas você de branco, então vesti branco para que você fique bem tarado, falou me provocando ainda segurando aquela sainha no alto. Quero que me foda muito essa noite.

Estávamos na sala de estar ao lado da sala de refeições e tive uma ideia para começarmos a noite de um modo inédito.

– Para saber se gosto, preciso provar. Vem comigo, falei a puxando pela mão.

Parei do lado da mesa e puxei uma cadeira. A pegando por baixo das axilas a levantei e a coloquei sentada na borda do tampo de madeira.

– Deite-se, falei já puxando a cadeira e a colocando entre suas pernas onde me sentei.

Diana não falava nada excitada pelo que percebeu que eu iria fazer. Assim que me sentei e ela se deitou de costas no tampo, abri suas pernas, cheguei mais para a frente e coloquei cada uma delas apoiadas com a dobra dos joelhos em meus ombros.

A minissaia já tinha ido para cima mostrando sua calcinha branca de rendas com leves transparências como um triangulo na frente e um amontoado entre suas poupas abaixo indo para o bumbum.

Foi só quando comecei a dar beijos por cima do tecido e algumas mordidinhas que Diana enfim saiu do silencio.

– Ahhhhhuuuu papaiiiii. Você sempre inventa um jeito de me deixar com muito tesão.

– Da calcinha branca adorei, agora vamos ver do recheio, a provoquei.

Empurrando para o lado aquele fundo da calcinha, liberei sua joia preciosa e como sempre quando me via frente a frente com ela, babava de vontade. A ataquei com lambidas fortes e ásperas como ela gostava e só evitei seu clitóris no início.

Seus fluidos começaram a escorrer como um rio me deixando deliciado de o sorver. Fora o corpo evidentemente, as únicas coisas que ligavam Diana a Amanda eram seu sabor e seu perfume de mulher, maravilhosamente deliciosos.

– Papai, papai, vou gozar, falou se debatendo sobre a mesa fazendo ruídos no piso.

Nem me importei e a deixei gozar poderosamente e só mudei a forma de lamber aquele doce do pecado quando seu orgasmo diminuiu. Fui com minha língua lamber rudemente seu pequeno clitóris e até dava leves mordidinhas ou o sugava. Nunca fui tão bom em oral com outras mulheres como estava sendo naquele momento com minha filha e logo ela explodiu em um novo orgasmo ainda mais poderoso que o primeiro. Maltratei ainda um pouco seu botãozinho mesmo ela gozando e gritando de prazer, até que a fiz empurrar minha cabeça por estar muito sensível.

– Papaiiiiii. Tão forte e tão sensível.

Diana disse que sua intenção em colocar lingerie de minha cor preferida era para que eu me excitasse e a fodesse muito, então nem esperei que seu orgasmo se fosse. Deixando sua buceta, tirei suas pernas de meus ombros e me levantei empurrando a cadeira para trás.

Abri minha calça jeans e a coloquei para baixo com a cueca liberando meu pau, entrei entre suas pernas penduradas, mas as peguei por baixo dos joelhos e fui as levantando, levantando até que fui a empurrando ao lado de seus peitos enormes.

Foi nesse momento que ela levantou a cabeça ainda gozando para se ver naquela que chamam de posição de franguinha assada com suas pernas em W e seus joelhos apoiados de lado em seus peitos.

Seu olhar era de pura luxuria porque nunca tínhamos feito sexo daquela forma. Com o antebraço esquerdo a segurei naquela posição por trás dos dois joelhos enquanto que com a mão direita fui até meu pau o segurando e o levando para sua buceta.

Primeiro o esfreguei em sua fenda vazando.

– Aaaahuuuuu. Uhhhhhuu. Annnhhhhhh.

Diana gemia excitada como poucas vezes tinha ficado e só aumentou quando encaixei e comecei a penetração.

– Ahhhuuuu. Me fode papai. Você é muito safado e amo isso. Fode sua vadiazinha que adora esse seu pau enorme. Ahhhhiiiii. Dóiiiiii.

Doía, mas mesmo assim Diana começou a gozar de novo e a gozar uma vez após a outra conforme eu tomava posse de sua buceta. Quando chegou ao fundo, acho que meu pau nunca esteve tão enterrado.

– Meus deus, foi ainda mais papai. Goza na sua vadiazinha. Me de seu esperma papai, falou ainda gozando.

Pareciam gozos menores, mas em cadeia um após o outro. Quando comecei a estocar, por ser a primeira vez naquela posição e porque sairíamos para a balada logo depois, não coloquei força máxima ou a machucaria, mas ia e vinha com virilidade. A cada toque de minha glande em seu colo do útero um gemido em meio aos gozos.

– Auuuhhhhnn. Auuuuhhhnnnn. Auhhhhhnnnnn.

Depois de alguns minutos explodi em um gozo imenso e volumoso de esperma sem ter gozado desde a noite anterior. Meu esperma ia sendo injetado direto em seu útero e parei o ir e vir para não ficar vazando muito antes da hora.

– Estou gozando minha vadiazinha deliciosa. Ohhhuuuuuuu.

– Papai, gozaaaaaaando de novooooo.

Pelo jeito que Diana tremia foi o orgasmo mais forte de encerramento daqueles orgasmos menores. Eu adorava irrigar o útero jovem de minha filha com meu esperma e depois a exibir em público cheia dele e seria o que faria logo mais tarde.

O seu ainda sendo tão longo, terminou após o meu e Diana me olhava abismada.

– Papai, já disse muitas vezes, mas agora é ainda mais valido do que as outras. Você realmente sabe como satisfazer sua vadia. Nem em meus sonhos mais sujos com você tinha pensado nisso, falou sorrindo.

– E nunca em meus sonhos pensei em fazer sexo com minhas filhas, ainda mais assim. Prova que gostei da lingerie branca, brinquei.

– Como da outra vez, não vou me limpar, só que hoje não terei a bota alta para esconder. Terei que levar uma toalhinha na bolsa.

– Então vamos, falei saindo de sua buceta tão exposta e logo colocando a calcinha de volta no lugar, mas sabendo que ela não daria conta.

Soltei suas pernas e devagar Diana foi se desenrolando e ficando em pé ajeitando sua roupa.

– Papai, só vou dar uns retoques e pegar a toalhinha para irmos.

– Não quer levar outra roupa para sair do hotel amanhã pela manhã?

– Você quer que eu saia mais discreta ou que todos olhem para você sabendo que me fodeu?

Como resistir a tamanha provocação.

– A segunda opção, é claro.

– Que bom papai. Muito mais do que me exibir eu amo que as pessoas olhem para mim e para você ao meu lado e saibam que sou sua e você me fode.

– Também não posso negar que gosto, mas não deveria por expor minha filha dessa forma.

– Você também não deveria foder sua filha e a fode maravilhosamente bem, aliás as duas versões dela. Pare de se preocupar com isso. Não sou promiscua e só tive e terei um homem e o que fazemos é muito gostoso para ser errado.

– Sei disso filha, por isso te aceito como é. Então só vamos levar o kit de higiene pessoal.

No carro, a caminho da balada que não era a mesma da semana anterior e em uma cidade bem diferente, ela logo me provocou.

– Quero chupar seu pau papai.

– Vamos deixar para o estacionamento se estiver escuro. Vou curtir mais por não ser perigoso. E não é que precisamos repetir exatamente o que fizemos na semana anterior.

– Está bem. Se não der no estacionamento, farei lá no camarote mesmo. Sabe porque escolhi essa balada? Os camarotes são no mezanino com vista da pista se estiver na grade, mas se estivermos sentados não tem vista e os camarotes são separados por divisória. Para olhar, só se enfiar a cabeça pela grade de um para o outro quase caindo lá embaixo.

– Como você sabe disso?

– Quando fui lá fiquei olhando os casais se pegando lá em cima na grade e depois desapareciam. Certamente para irem foder no sofá. Hoje serei eu.

– E o garçom?

– Se você pedir privacidade ele não vai entrar, mas se entrar eu estiver em seu colo, ninguém vai ver nada mesmo sabendo que estamos fodendo.

– Você é mesmo uma vadia. Uma deliciosa vadia que me faz fazer coisas que nunca fiz. Aliás, quando eu ia em balada não tinha dinheiro para um camarote, falei sorrindo.

– Essa é só uma das vantagens de ter um namorado mais velho, lindo e bem de vida, brincou.

Quando chegamos no estacionamento, novamente estava lotado, mas se via um carro ou outro indo embora. Não tão isolado achei uma vaga, mas com todas as luzes do carro apagadas eram bem privativo, então a chamei.

– Vem me chupar, vem vadiazinha. Lá dentro, se der te fodo no camarote, ou no banheiro. No hotel depois, faremos tudo o que faltou.

Diana se curvou e de novo se apoiou com a barriga no console enquanto eu abaixava a calça e a cueca. Sem estar dirigindo, abaixei o encosto pela metade e assim consegui deixar meu quadril mais alto e com acesso mais fácil. Ela logo o pegou na mão. Antes Diana não me deixou esquecer o quão vadia minha filha era.

– Será que você não consegue foder minha bunda no camarote? Se estivermos seguros, sentada em seu colo no sofá, primeiro gozamos com você em minha buceta e depois em minha bunda.

– Não trouxe o gel.

Diana riu.

– Já estou vazando seu gel e se gozar de novo na minha buceta, terá muito mais. Vou adorar sentir essa dor por uns dias sabendo onde aconteceu, me provocou.

O pior foi que não neguei, também excitado.

– Se estivermos seguros, faremos. Agora me chupe e me faça gozar.

Diana ficou tão empolgada e tarada que me chupou vorazmente como se fosse a última vez e depois daquela conversa gozei até rápido demais não dando nem 3 minutos. E nem me atrevi segurar em sua nunca ou teria gozado antes.

– Estou gozaaaaaaaando, a avisei.

Gulosa como uma boa vadia, Diana não desperdiçou nenhuma gota e quando terminou ainda tentava tirar mais sugando forte.

– Você é deliciosa e faz isso cada vez melhor filha.

– É porque de verdade amo seu pau, amo seu esperma e amo fazer isso cada vez mais papai. Você também se esbaldou em minha bucetinha lá em casa.

– Porque quis fazer o melhor oral de minha vida em minha filha.

– Faça na Amanda que mesmo recatada ela vai adorar.

– Já fiz, mas vou fazer como fiz hoje em você. Agora vamos.

*****

Próximo Capítulo - 10 – Dormi fodendo Diana e acordei fazendo amor com Amanda

Sinopse - Pela primeira vez tive minha filha em seus dois modos em sequencia, impossível dizer qual o melhor

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