Continuando a série. Recomendo para quem não leu ainda os primeiros que vejam.
Tenho vários escritos já todos salvos no bloco de notas alguns não sei se tenho coragem de contar kkkk
Essa parte eu começo a mostrar a vadia que eu virei
Para quem chegou aqui eu sou a Clara, casada 32 anos evangélica de Deus e estou contando como tudo começou
Continuando….
Passaram-se semanas desde aquele primeiro dia atrás da lona. Semanas em que eu voltava. Todos os dias. Às vezes de manhã cedo, antes do Rogério acordar, às vezes no almoço quando ele estava no escritório, às vezes à noite quando ele dormia cedo depois de um dia cansativo. Eu inventava desculpas: “Vou pegar um ar”, “Preciso ver se a obra não está atrapalhando a calçada”, “Vou levar água pros pedreiros”. Mentiras que ninguém questionava, porque eu ainda era a Clara certinha da igreja, da vizinhança, do grupo de oração.
Mas com Marcinho eu não era mais nada disso.
Ele me moldou aos poucos. Começou com ordens simples: “De joelhos quando eu chegar”, “Tira a calcinha antes de entrar no terreno”, “Não olha nos meus olhos a menos que eu mande”. Depois veio o vocabulário: eu não era mais “vizinha” nem “Clara”. Era “putinha”, “cadela”, “buraco”. Ele cuspia na minha cara toda vez que eu hesitava, me xingava de “santinha enrustida”, “vadia de igreja que finge rezar mas adora rola no cu”. E eu… eu ficava mais molhada a cada palavra. Meu corpo respondia antes da minha mente. Eu tremia, chorava de vergonha, mas nunca pedia pra parar. Nunca dizia “não”.
Eu me tornei submissa sem nunca admitir que queria. Era como se meu silêncio fosse a minha rendição. Ele mandava, eu obedecia. Ponto.
Até aquele dia.
Era uma tarde de quinta-feira, quase um mês depois. O terreno já estava mais avançado, mas ainda tinha aqueles cantos escondidos atrás das pilhas de material. Rogério tinha viajado de novo — congresso de contadores em Brasília. Eu estava livre até domingo.
Entrei no terreno como sempre: saia rodada, blusa solta, sem calcinha por baixo porque ele tinha proibido de usar quando viesse. Marcinho me esperava encostado numa viga, calça aberta, pau já semi-duro na mão.
— De quatro, cadela. De costas pra mim.
Eu obedeci na hora. Fiquei de quatro na terra, saia levantada, bunda empinada. Ele cuspiu no cu, esfregou com dois dedos, depois enfiou o pau devagar. Eu gemi baixo, acostumada com a invasão, com a dor que virava prazer rápido.
Ele começou a meter forte, como gostava. Batia fundo, puxava meu cabelo, xingava:
— Isso, sua porca… aguenta no cu como a puta que você é.
Eu gemia, empurrava pra trás, sentindo o pau preenchendo tudo. Mas naquela tarde… meu intestino estava cheio. Eu tinha comido feijão no almoço, tomado café forte. Não pensei nisso. Não avisei.
De repente, ele meteu mais fundo e saiu um cheiro forte. Ele parou no meio da estocada. Eu senti: o pau dele tinha sujado. Uma mancha marrom na cabeça, escorrendo um pouco pela vara grossa.
Ele saiu de mim de uma vez, bufando de raiva.
— Que porra é essa, Clara?
Eu congelei. Vergonha pura. Quis sumir. Tentei me virar, me levantar, mas ele me segurou pelo pescoço, me forçou de volta pro chão.
— Olha o que você fez, sua porca imunda. Sujou meu pau de merda. Você acha que eu sou um sujo igual você?
Eu balancei a cabeça, lágrimas escorrendo. — Desculpa… eu não…
— Cala a boca.
Ele se agachou na minha frente, segurou o pau sujo bem perto do meu rosto. O cheiro era forte, enjoativo, misturado com o suor dele e o meu próprio tesão.
— Você sujou. Você limpa. Com a boca.
Eu neguei com a cabeça, olhos arregalados.
— Não… por favor… isso não…
Ele cuspiu na minha cara de novo, forte, o cuspe batendo na testa e escorrendo.
— Você não manda em porra nenhuma aqui. Abre essa boca imunda ou eu te faço engolir pior.
Eu tremia inteiro. O coração batia tão forte que doía. Mas entre as pernas… Deus, entre as pernas eu estava encharcada. O clitóris latejava como se tivesse vida própria. A humilhação era tão grande que virava prazer doentio. Meu corpo traía tudo.
Abri a boca devagar.
Ele enfiou sem dó. A cabeça suja entrou primeiro, roçando na língua. O gosto era horrível — amargo, terroso, misturado com o sabor salgado dele. Eu engasguei na hora, lágrimas rolando, mas ele segurou minha nuca e empurrou mais fundo.
— Isso… limpa direitinho, sua porca. Lambe cada centímetro. Engole o que sujou.
Eu lambi. Chorei enquanto lambia. A língua rodava na cabeça, descia pela vara, limpando a sujeira marrom que grudava. Ele gemia de prazer, olhos fixos nos meus.
— Caralho… olha pra você… crente de merda lambendo merda do meu pau. Tá vendo o quanto você caiu baixo? Tá louca de tesão com isso, né? Aposto que tá pingando no chão.
Ele tinha razão. Eu sentia o líquido escorrendo pelas coxas, pingando na terra. Meu cu ainda latejava da foda interrompida, minha buceta pulsava vazia. Quanto mais ele me forçava, mais eu queria.
Ele tirou o pau da minha boca, agora limpo, brilhando de saliva. Cuspiu de novo na minha cara, depois deu um tapa leve na bochecha.
— Boa cadela. Agora deita de costas. Abre as pernas. Vou te foder até você gozar gritando que é minha puta suja.
Eu deitei na terra, saia embolada na cintura, pernas abertas. Ele se ajoelhou entre elas, enfiou na buceta de uma vez, fundo, forte. Começou a meter sem parar, mão no meu pescoço, apertando de leve.
— Goza, porca. Goza sabendo que lambeu merda pra mim. Goza porque é isso que você é agora: minha submissa imunda.
Eu gozei quase na hora. Um orgasmo violento, corpo arqueando, gemidos altos que ecoaram no terreno. Ele continuou metendo através dele, depois saiu e gozou no meu rosto de novo, misturando com o cuspe e as lágrimas.
Depois se levantou, ajeitou a calça, me olhou de cima.
— Amanhã você vem mais cedo. E traz lubrificante. Quero te foder o dia inteiro.
Eu não respondi. Só fiquei lá, deitada na terra, suja, babada, gozada, o gosto horrível ainda na boca.
Mas com um sorriso minúsculo, escondido.
Porque eu já estava contando as horas pro dia seguinte.