Caiu Na Rede É Peixe

Um conto erótico de Tito JC
Categoria: Homossexual
Contém 3550 palavras
Data: 18/02/2026 00:01:34
Última revisão: 18/02/2026 04:03:50

Estou com trinta e seis anos e já devia ter aprendido que a vida sempre nos surpreende. Hoje eu tenho certeza que, já há algum tempo, a arte imita a vida, já que a cada dia nós assistimos a coisas que realmente não parecem ser reais, absurdos que só imaginávamos no cinema ou na literatura fantástica, mas que agora acontece ali na esquina, bem ao nosso lado.

Outra coisa que tem me assustado atualmente é a rapidez com as pessoas se transformam hoje em dia, e olha que eu nem sou tão antigo assim, são apenas trinta e seis anos.

Há pouco tempo atrás a gente ia visitar as mulheres paridas e os moleques tinham aquelas carinhas de joelho, enrugadinhas, com os olhos sempre inchados e fechados. Hoje em dia a gente já não consegue acompanhar o crescimento da molecada, quando a gente os encontra novamente, já são rapazes taludos e, pelo que vejo em filmes pornôs, coisa que eu adoro assistir, estão todos com caralhos enormes.

Tem uma molecada aí que a gente não sabe como que consegue carregar o peso dos caralhões no meio das pernas. E tem aqueles que têm aquelas bundinhas empinadas, durinhas, como se pedissem para ser enrabadas, mesmo quem diz que não gosta, se bobear, metem a rola. Nessa época de carnaval fica tudo mais intenso. Uma molecada bonita e sarada, atrás de foda. Uns querendo buceta, outros querendo uma mamada sem compromisso, mas a maioria quer mesmo é rola no cu.

Eu não curto muito essa época de carnaval. Sou largadão, trabalho quando aparece alguma coisa legal, faço alguns rolos na vida, sempre me viro. Ganho minha grana honestamente, mas não gosto de compromisso com nada. Nem com empresas, nem com ninguém, tanto que sou solteiro e ainda moro com meus pais. Sou filho único e vivo com os velhos. Eles não me enchem o saco e eu cuido deles. A gente se entende.

Como toda boa casa de periferia, nosso quintal é grande e, nesse espaço, eu construí meu quarto independente, assim tenho liberdade total para entrar e sair na hora que eu quiser, com quem eu quiser, sem incomodar os coroas. Também construí um quarto e sala atrás do meu quarto, para alugar. Assim já garanto a grana da cerveja.

No domingão de carnaval eu fui até ao centro da vila, onde fica todo o agito da área, periferia da Zona Sul, onde tudo acontece.

Já tinha tomado umas brejas, puxado um fuminho, estava de boa, procurando os camaradas que, parecia, terem ido para o centro.

Resolvi passar no mercadão da pracinha, queria comprar umas brejas, já que tinha poucas em casa. Vi uns agitos e batucadas, uma molecada colorida pulando e fazendo muito barulho. Tem gente que não quer ir até ao centro e aproveita bastante o carnaval no bairro mesmo.

Como já tinha bebido algumas latinhas em casa, eu estava apertado para mijar e resolvi passar no banheiro que fica atrás do estacionamento do mercadão, já que o outro, mais próximo da entrada, estava com muita fila.

O outro banheiro também estava cheio, mas eu consegui entrar e vi uns movimentos estranhos acontecendo. Tava na cara que tinha umas pegações ocorrendo ali dentro. Como eu sou tranquilo com isso e estava com a bexiga cheia, eu fui entrando e logo consegui um mictório lá no fundão.

Eu sou um cara normal, corpo legal, moreno claro, cabelo na régua, perna grossa de jogador de várzea, uma barriguinha de chope, pois eu gosto mesmo de beber uma cerva geladinha. A meu favor, eu tenho um pauzão bonito. Reto, encorpado, não é muito grande, mas é grosso e cabeçudo. Parece uma latinha de desodorante com um cogumelo na ponta. Já arranquei muitas pregas e muitos gritinhos com esse meu brinquedão.

Assim que botei o pauzão pra fora eu vi que uns molecões fantasiados de sainha e meia arrastão se aproximaram e ficaram olhando. Vi também um movimento atrás de mim e notei que tinha um moleque abaixado, mamando um negão com cara e corpo de segurança. O moleque engolia tudo até o talo e o negão fazia questão de puxá-lo pela nuca e afundar o pauzão na garganta do veadinho, que se engasgava e tossia.

Queria sair logo dali, mas a cena me prendeu um pouco e, como não sou de ferro, o pauzão reagiu e ficou meia bomba. Logo em seguida eu vi a cabine do canto se abrindo e um moleque fantasiado, com um rabo de sereia bordado nas costas da camiseta e uma sainha curta, saindo da cabine. Logo atrás dele saiu um macho grandão fechando o zíper da calça. Eu logo reconheci como sendo um vizinho da esquina da minha casa, casado e pai de dois filhos pequenos. Ele não me viu, mas eu fiquei pensando comigo sobre as permissividades libertadoras do carnaval.

O moleque deu uma risadinha e se aproximou dos outros três que estavam ao meu lado, babando na imagem do meu pau que já endurecia, devido ao clima do ambiente. Ele cochichou com os amigos e deram umas risadinhas. Ele se vangloriava de ter recebido o caralhão do meu vizinho, na boca e no rabo.

Olhando a fantasia dele eu me lembrei que era o dia do desfile do Bloquinho Das Sereias, pelas ruas do bairro. O Bloquinho Das Sereias era o lugar onde os homens do bairro se vestiam de mulher e podiam liberar suas fantasias e loucuras, como fez o meu vizinho com o moleque na cabine do banheiro.

Um dos moleques me olhava com muito desejo nos olhos, até lambia os lábios, parecia um peixinho querendo se espetar na vara do pescador.

Malandramente eu dei uma balançada no pauzão que já estava duro e apontei para o moleque. Ele percebeu minha malícia e segurou meu pau com a mão, sentindo como estava quente e duro.

Os amigos dele perceberam e fizeram uma barreira para impedir que quem entrasse no banheiro visse a cena.

O moleque se curvou e engoliu meu pau com uma habilidade que me deixou surpreso. Senti meu pauzão pulsar na garganta dele. Ele deu uma mamada rápida, mas de repente entrou um segurança do mercadão e a gente conseguiu disfarçar e sair dali. Claro que o segurança percebeu, mas apenas me olhou com uma cara estranha e balançou a cabeça fazendo sinal negativo.

Comprei minhas cervejas e fui para casa meio frustrado. Mesmo não sendo muito dado a essas aventuras em banheirão, ainda mais com um veadinho, eu gostei da mamada do moleque e sei que a gozada seria muito boa. Estava na seca já alguns dias e sei que gozaria gostoso na boca daquele bezerrinho.

Fiquei em casa tomando minha cervejinha e vendo umas bobagens na TV, ao mesmo tempo em que ouvia as batucadas pelas ruas. Em seguida resolvi ir na casa Jorginho, meu parceiro de futebol, que mora em frente à minha casa.

Segui com uma sacolinha de mercado com algumas cervejas e já fui gritando, enquanto entrava pela porta lateral, temos essa liberdade, um na casa do outro, somo amigos desde moleques:

— Jorginho veado! Cadê você? Sai da toca, seu puto. – Cheguei na sala e dei de cara com o Pedrinho, o irmãozinho do meu brother, um moleque que eu vi crescendo pelo bairro. Fazia tempos que eu não conversava com ele. Estava largado no sofá, sem camisa, corpinho bonito, bem malhado, peito peludinho. Um bigodinho ralinho que o deixava com cara de malandrinho.

— Teu veadinho não tá em casa não, Carlão! Eu estou sozinho. Os velhos viajaram e ele foi para o bloco das sereias, vestido de puta. Hoje ele vai perder as pregas do rabão. – O moleque me disse isso sorrindo e se ajeitando no sofá, de onde assistia TV.

— Me respeita moleque! Tá achando que é homem só porque tem uns fios de cabelo aí nesse bigodinho ridículo? – Eu falei tirando onda com a cara dele. Ele olhou para minha mão e viu a sacola com as cervejas.

— Ridículo é o teu cu, putão. Joga aí uma latinha pra mim. – Eu olhei para o moleque e logo perguntei:

— Tá louco moleque? Vou dar bebida pra fedelho não. Depois teus pais vão me encher o saco.

— Tem isso não, maluco. Eu já tenho dezenove anos, faço o que quiser. Passa logo uma latinha aí. Tô com sede. – Ele disse isso e esticou a mão para pegar a cerveja. Eu fiquei surpreso com a informação. Na minha cabeça ele ainda era um meninão. Pensei que ele tivesse uns cinco anos a menos. Nunca pensei que ele já tinha dezenove anos. Vem daí aquela minha constatação de que o tempo tá passando rápido demais.

— Caralho moleque! Você já tem dezenove anos? O tempo passou voando. - Eu falei admirado, coloquei as cervejas na geladeira e me sentei ao lado dele no sofá, abrindo uma latinha de cerveja.

— Pois é! Já tenho idade pra ser teu macho. – Ele falou com um jeitinho gaiato e malandro e eu revidei à altura:

— Agora já posso comer teu cuzinho, que não estarei cometendo nenhum crime. – Eu falei isso e passei a mão em sua cintura e bundinha, aproveitando que ele estava meio de lado no sofá. Ele se sentou direito e abriu as pernas segurando o pau por cima do calção grandão que usava.

— Passa a mão no meu pau, veado! É a única coisa que tem pra você aqui hoje. – Ele falou sorrindo e pude ver que o moleque realmente tinha crescido. Me tratava de igual para igual.

— Tá doido moleque, eu não passo a mão em minhoca não. – Eu falei isso zoando e ele imediatamente puxou o calção pra baixo e exibiu o pauzão pentelhudo, caído para o lado em cima de sua coxa, também cabeluda. O filho da puta além de ter crescido rápido ainda ficou pauzudo. Mesmo mole dava pra ver que ele tinha um pauzão. Eu dei muita risada com a espontaneidade do moleque.

— Eu não sabia que teu irmão ia pro bloco não. Ele não me falou nada lá no futebol. – Eu falei mudando de assunto.

— Ele tava aqui de boa, mas já tinha uma fantasia antiga aí. Acho que do ano passado. Tava meio bêbado e resolveu ir pro bloco. Até falei pra ele que os caras iam comer o rabo dele, mas ele apenas sorriu e foi exibir o rabão no bloco. – Ele respondeu e foi à geladeira pegar outra latinha. Bebia rápido.

— Meu amigo é macho, cara. Eu o conheço bem. Ninguém come o rabo dele não. Daqui a pouco ele aparece aí, todo esculachado e bêbado. – O moleque me olhou com uma cara bem malandra e falou sério:

— Não tem isso mais não cara. Ninguém conhece ninguém, ainda mais na loucura do carnaval. Ontem mesmo eu fui dá uns rolês lá pelo centro e botei uns putos pra mamar meu cacetão. Tinha até macho casado, com aliança no dedo, ajoelhado, mamando caralho no meio da muvuca. – Eu me espantei com aquela afirmação do moleque.

— Não sabia que você curtia essas paradas não, moleque. – Falei olhando pra ele.

— Mano eu quero é gozar. Quem guarda leite é vaca. Eu ponho pra fora em qualquer buraco quentinho que aparecer. Comigo é o seguinte: Caiu Na Rede É peixe. Eu como. – O moleque falou isso com uma convicção que me desconcertou.

— É, o mar tá cheio de sereias hoje. O pescador esperto não vai reclamar. – Eu dei risada.

— Quem sabe a nossa sereiazinha não chega aqui com o rabinho já aberto e a gente termina de arrombar. – Ele me falou piscando o olho e eu senti que ele estava falando sério e até ficando excitado. Tinha um volume se formando no calção dele.

— O cara é teu irmão, maluco. – Eu revidei

— É irmão de coração. Irmão mais velho que devia estar aqui cuidando do irmãozinho e não na rua vestido de puta. Ele é filho do meu padrasto. Não se esqueça que quando minha mãe casou com o pai dele, eu já era nascido. Se ele der mole eu meto rola. – Nessa hora eu me lembrei desse detalhe do passado.

— Esquece isso moleque. Meu amigo é macho. - Eu falei defendendo meu amigo novamente.

— Tu põe a mão no fogo por ele, Carlão? Tu aposta nisso? – O moleque me perguntou.

— Ponho! – Eu respondi rapidamente, já sentindo a cerveja fazendo efeito. Me deixando levinho.

— E o brioco? Tu põe teu brioco na jogada, apostando que meu irmão não pode levar rola? Tá apostado? – Nessa hora eu fiquei observando a ousadia daquele moleque e apenas respondi:

— Vai te lascar, moleque. – Ele sorriu maliciosamente para mim. Me pareceu ter algo por trás daquele sorriso.

Ficamos por ali bebendo e falando muita bobeira até que ouvimos o portão sendo aberto e logo o Jorginho entrou em casa, com a cara borrada, a sainha rasgada, tropeçando um pouco. Via-se que já estava bem alterado. Ele deu risada e me abraçou, falando alegremente:

— Meu brother! Tu por aqui? Devia ter ido pro bloco comigo.

— Você não me avisou que ia, veado! Cheguei aqui e só encontrei o putinho do teu irmão. – Ele olhou para o Pedrinho, me largou e abraçou o irmão, que segurou na cintura dele e passou a mão em seu rabão, sentindo aquela bunda carnuda de jogador de futebol. O Jorginho sempre teve a bunda grande e redondinha. Os caras sempre zoavam com ele nos vestiários.

— E aí mano, levou rola nesse rabão de sereia? – O Pedrinho falou sorrindo e apertando a bunda dele.

— Levei não maninho. Trouxe meu rabo só pra você. – Ele disse sorrindo e foi em direção ao banheiro, já arrancando a roupa pelo caminho.

Ele e entrou no banheiro e deu pra ouvir um barulho de água na pia. Devia estar lavando o rosto para tirar uns borrões de batom e também aquele suor.

Para minha surpresa total, depois de alguns minutos meu amigo voltou para a sala, com o rosto lavado e os cabelos molhados. Tinha tirado a saia rasgada e a meia calça grossa e estava usando uma calcinha pequena, vermelha, que mal cabia seu pauzão e saco dentro e entrava em seu rabo, mostrando uma cena erótica e cômica ao mesmo tempo. Segurava uma cerveja na mão e bebia gulosamente.

— Mano, que porra é essa? – Perguntei dando um gole em minha cerveja e apontando para a calcinha que ele usava.

— Relaxa Brother! No bloco das sereias todo mundo usa calcinha. – Ele me respondeu sorrindo juntamente com o Pedrinho.

— Vai tirar essa merda e colocar um calção, seu puto! – Eu falei grosso e dando mais um golão em minha cerveja.

— Vai não maninho! Fica assim. Tá uma delícia de sereia. Vem aqui no colinho do mano. – O Pedrinho falou isso e puxou ele, que caiu sentando no seu colo. Nessa hora eu percebi o Pedrinho segurando na cintura dele e ajeitando o rabão do meu amigo bem em cima do pauzão. Dava pra ver que o moleque tava com a barraca armada e o irmão sentou em cima daquela estaca. Mesmo sendo uma cena inusitada para mim, eu senti meu pauzão pulsar e começar a endurecer. Uma coisa que eu jamais imaginei acontecer, já que que conhecia o Jorginho há muito tempo. Eu ainda estava no tesão desde o banheiro do mercadão.

— Pronto, sentei! – O Jorginho falou fazendo graça e rebolando a bunda no colo do Pedrinho.

— Isso, senta direito no colinho. Encaixa o rabão da sereia no colinho do mano. – O moleque segurava a cintura do irmão, enquanto falava isso e o encoxava de baixo para cima. Dava pra ver que o moleque estava sarrando o pauzão duro no rabo do meu amigo. Eu estava boquiaberto, meio bêbado e de pau duro.

O Pedrinho encoxou mais um pouco o rabão carnudo do irmão, que apenas ria um pouco e fazia graça, rebolando em cima do pauzão do moleque. Eu vi a mão dele passando pela bunda do Jorginho e puxando a calcinha de dentro das bandas dele, passando o dedo nas preguinhas do irmão que, para minha surpresa, gemeu baixinho. Nessa hora o Pedrinho piscou o olho para mim como quem diz: “Não te falei que ele ia levar no cu”.

— Vai lá putinha! Senta o rabão da sereia no colo do outro macho! – Antes que eu pudesse reclamar já senti o peso do Jorginho em meu colo e o calor do seu rabo carnudo em cima do meu caralhão, que trincava de duro.

— Para com isso Jorginho! Cê tá bêbado, Brother. - Falei gaguejando, mas sem tirá-lo do meu colo.

— Tô de boa, mano! Relaxa! – Ele respondeu, ainda encaixado em meu colo.

— Aproveita mano! É carnaval. Nada é pecado. Caiu na rede é peixe. – Disse o Pedrinho se levantando e se colocando em pé, na frente do irmão, que continuava em meu colo. O moleque desceu o calção e aquele pauzão enorme e peludo, pulou na cara do Jorginho.

— Chupa sereia! Chupa o pauzão do maninho! – O moleque falou, com a mão na nuca do irmão, puxando a cabeça dele em direção ao caralhão duro. O Jorginho resistiu um pouco. Nessa hora o moleque deu um tapa de leve na cara do irmão e ordenou, cheio de marra:

— Vai logo sereia! Chupa o pau do teu maninho. Chupa o pauzão do macho!

Mais uma vez o Jorginho me surpreendeu e logo começou a mamar o pau do irmão, engolindo tudo até o talo. Eu tive a impressão de que não era a primeira vez. Eu o tirei do meu colo e fui à cozinha pegar uma rodada de cerveja pra todos. Não sei se foi efeito do álcool, só sei que logo eu estava em pé junto com o Pedrinho e o Jorginho se dividia entre nossos dois paus, mamando e engolindo tudo como uma putinha obediente. Depois de muito mamar, ele obedeceu novamente ao irmãozinho e ficou de quatro no sofá, com a bunda bem empinada.

Pela primeira vez eu vi como o cu do meu amigo de tantos anos era gostoso. Um cu fechadinho, no meio de umas polpas carnudas e bem redondinhas. O moleque apareceu de repente com um gel e lambuzou as pregas do irmão que gemeu gostoso, sentindo o gel frio em seu buraquinho.

— Isso sereia! Geme gostoso pra ganhar rola no cuzinho. – O moleque falou e começou a pincelar o pau na entradinha do irmão mais velho. Era uma inversão de poder. O moleque mandava no irmão mais velho.

— Ah Caralho! Vai devagar seu puto! – O Jorginho gemeu, ao sentir a cabeça do pauzão entrando em seu cuzinho.

— Relaxa o cuzinho e abre com as duas mãos. Quero você bem obediente e se oferecendo para os machos. - O moleque falou bravo, dando um tapa na bunda do irmão.

O Jorginho obedeceu e abriu as bandas da bunda com as duas mãos, deixando o cuzinho bem aberto para ser arregaçado pelo irmãozinho, que meteu sem dó até sentir tudo dentro. Atolado nas pregas do irmão.

O moleque segurou a cintura do Jorginho e começou o vaivém, metendo e socando com força. O Jorginho gemia e se contorcia, sentindo o invasor lhe abrindo.

— Tá doendo, caralho! Tá me arregaçando. – O meu amigo gemeu.

— É pra arregaçar mesmo, putão! Não era isso que você foi buscar na rua? Abre o cuzão pra levar rola, minha sereia. Vai lá Carlão! Arromba o cu do teu amiguinho macho. O cara por quem você põe a mão no fogo. – O moleque falou ironicamente. Me passando a vez.

— Ah porra! Tá me rasgando! Que pau é esse? – O Jorginho gritou, sentindo a grossura de meu cabeção, arrebentando suas pregas.

— Aguenta amigão! Você deixou, agora aguenta. – Eu castiguei o cu do meu amigo, que se contorcia, gemia e pedia pra ir devagar. Eu sabia que não aguentaria muito tempo, então meti sem dó. Soquei fundo e senti meu leite explodindo dentro daquele buraco quente. O moleque gozou juntinho comigo, no fundo da garganta do irmão.

Caímos exaustos no sofá. Eu não sabia como olhar para eles. Estava muito sem jeito com tudo o que tinha acontecido.

Me limpei e me recompus, peguei uma cerveja e fui saindo em direção ao portão, enquanto o Jorginho estava no banheiro tomando banho.

O moleque me acompanhou até ao portão e, antes que eu saísse, me segurou pelo braço e me falou cheio de marra, me olhando nos olhos:

— A sereia ainda vai ser bastante espetada. Vai levar muita rola. Eu realmente não posso bobear. Veado é assim: você mostra a vara e eles vêm correndo como peixinhos. Não esquece que nós fizemos uma aposta. O próximo buraco que eu vou estourar é esse teu brioco apertado.

Diante do atrevimento do moleque eu não consegui responder nada. Apenas dei um gole na latinha de cerveja e fui para casa.

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Texto inspirado pela marchinha de carnaval: CAIU NA REDE É PEIXE – Composição De Vicente Longo e Waldemar Camargo – Há registro de gravação em 1965 por Valdemar Roberto. Mas é uma marchinha de gosto muito popular até os dias de hoje.

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Conto Registrado no Escritório De Artes e protegido pela Lei 9.610 de Fevereiro de 1998. Proibida a reprodução ou divulgação sem autorização do autor.

Plágio é crime passível de pena. Diga não ao Plágio.

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Foto de perfil de Tito JCTito JCContos: 182Seguidores: 563Seguindo: 72Mensagem "Eu sempre sonho que algo gera, nunca nada está morto. O que não parece vivo, aduba. O que parece estático, espera". Eu li esse poema, aos 15 anos e nunca esqueci, essas palavras me definem muito. Sou um cara vivido, que gosta de ler, escrever, cerveja gelada e gente do bem. Chega aí!!! Vamos curtir as coisas boas da vida. Gosto escrever histórias curtas e envolventes, nem sempre consigo. Dificilmente escrevo contos em vários capítulos, gosto de dar a conclusão logo para o leitor. Na minha modesta opinião não existe escritor sem leitores. Por isso me dedico a oferecer sempre um bom produto para quem tira um tempinho para ler um texto meu. Quer saber mais sobre mim, é só perguntar. Abraços a Todos!!!😘😍🥰

Comentários

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Delícia de conto, Tito.

(Já estava pronto para rezar na frente do quartel achando que você tinha tirado férias)

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Sensacional como sempre, acabei de pau duro pingando pré gozo de tanto tesão que me deu, Tito. você é foda. já te disse, vc é um milhão de vezes mais potente que Tadala. Quem não se excita lendo teus contos pode aposentar a rola porque broxou de vez.

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🤣🤣🤣 Tô rindo aqui com seu comentário. Esse é o conto representante do público LGBTQ+ para o desafio do site. Nossa categoria tá fraca e desprestigiada dentro do site, mas eu não vou desistir fácil. Nossa literatura também tem valor. Abraços queridão! Bom contar com seu apoio!

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