APENAS UM CONTO. (8ª PARTE) FINAL.
- Tudo bem amor, aconteceu algo?
- Só pensando, mas vou precisar da sua opinião.
- Pode dizer, podendo ajudar.
Então ela me contou sobre seu sócio que estava querendo sair da sociedade deixar a empresa toda para ela por conta de uns problemas pessoais que estava passando, claro mediante um pagamento da parte que cabia a ele. Lívia estava indecisa sobre ficar sozinha no comando de tudo, apesar de toda a capacidade que ela tinha demonstrado, ficava indecisa sobre aceitar ou não. O maior problema era qual seria o valor que teria que arcar para ficar com a empresa, mas que não queria ficar sem ela, pois era a realização do seu sonho.
Ajudei com minha opinião e meses depois estávamos tocando a empresa, nos dois juntos, pois com a saída dele ela me propôs ser seu sócio, coisa que nunca antes havia me passado pela cabeça. Então a partir dali, além de dividirmos nossas vidas juntos, agora trabalhávamos juntos como sócios. Aproveitei aquela proposta e completei a pedindo em casamento.
Meses depois estávamos saído da igreja casados em direção a nossa lua de mel no nordeste. Escolhemos um ressorte para ficarmos que era em frente ao mar, o que nos dava uma vista de tirar o folego. No primeiro dia passeamos e curtimos as lojas locais, a felicidade de Lívi era contagiante, nunca antes tinha a visto daquele jeito, parecia uma criança quando ganha um presente que a muito desejava.
Naquela noite jantamos e depois ainda fizemos uma pequena caminhada, andando de mãos dadas pela praia, hora parávamos e trocávamos beijos apaixonados. O clima estava fresco a brisa que vinha do mar era muito gostosa, o céu estava estrelado e a lua parecia estar maior que o normal. Depois de uns 15 minutos caminhando resolvemos voltar para ressorte.
Aquele clima de praia parecia ter acendido ainda mais nosso tesão, pois assim que fechamos a porta, os beijos se intensificaram as mãos pareciam desesperadas para tocar as partes dos nosso corpos, roupas eram jogadas ao longe, nossas bocas não desgrudavam, a urgência se fazia presente. Quando finalmente estávamos nus, nós olhamos e corremos para a cama. Lívia deitou de costas, com as penas para fora da cama, as mãos bagunçando meus cabelos e olhando com um olhar apaixonado, me aproximei dela e comecei a beijar aquela que agora era minha esposa, minha mulher, minha cara metade.
Os beijos que começaram na boca, logo foram para o rosto, descendo para o pescoço, ombros e em pouco tempo estavam acontecendo em seus seios. O bicos pareciam estar mais durinhos que o normal, então comecei a dar lambidas, desenhando pequenos círculos, intercaladas com chupadas e mordidas, fazendo ela emitir pequenos gemidos. Dos seus peitos fui descendo, passando pelo seu umbigo, onde me dediquei um pouco, e logo estava olhando aquela bucetinha linda sem pelos, com o aquele clitóris que parecia um perola. Aproximei meu rosto e comecei a beijar sua virilha, e por vezes dar pequenas lambidas, mas não tocando em seus pequenos e grandes lábios. Lívia se contorcia, pedia para toca-la, mas aquela situação era excitante de ver. Aos poucos e sem pressa comecei a lamber sua fenda de baixo para cima, começando naquele pequeno espaço entre o cuzinho e sua bucetinha, mas não chegava a tocar seu clitóris, queria tortura-la antes de tocar. Ela gemia e pedia, chegou a pegar em minha cabeça pela nuca a levando para onde queria. Quando toque seu clitóris ela gemeu mais alto e seu corpo tremeu, ela arqueou o corpo e disse, como isso é bom com a voz ainda embargada.
Assim que se recuperou, Lívia, me empurrou na cama ficando por cima, olhou nos meus olhos e disse que seria a vez dela retribuir. Desceu ficando entre minhas penas de quatro, pegou meu pau, que a essa altura já estava apontando para cima, me olhou novamente e foi lentamente descendo até tocar a cabeça do meu pau com seus lábios, lhe dando um beijo, e depois abaixou ainda mais a cabeça, colocou a língua par fora e começou a lamber minhas bolas, uma de cada vez, em seguida começou a lamber da base até a cabeça lentamente, quando chegava na cabeça, a envolveu com seus lábios e eu podia sentir sua língua fazendo círculos ao redor dela, depois descia, também lambendo e começava tudo de novo, era muito gostoso, mas era torturante aquilo. Então depois de algumas subidas, descidas e lambidas, ela abocanhou meu pau, o máximo que conseguia e o chupou como se quisesse puxar o que tinha dentro dele, fez isso umas três vezes, e então começou a forçar meu pau para dentro de sua boca, ela parecia estar querendo fazer uma garganta profunda. Ela ia aos poucos e devagar, então quando sentia ânsia, parava, tirava o suficiente para respirar e começava novamente, até percebi que pouco a pouco ela ia conseguindo enfiar mais e mais em sua boca, mas não o suficiente para colocar todo dentro. Fez isso e acabou desistindo, depois de algumas tentativas, mas mal sabia ela que meu tesão estava muito grande. Então começou a movimentar sua cabeça para cima e para baixo, o chupando e ajudando com a mão, batendo uma deliciosa punheta. Não durei muito tempo, avisei a ela que ignorou meu aviso, então acabei gozando em sua boca, todo meu leite viscoso, que ela não rejeitou nenhuma gota. Fiquei esgotado, de olhos fechados tentando recuperar o folego, mas a sensação daquele gozo durou ainda um pouco mais.
Permanecemos deitados por algum tempo, apenas apreciando aquele momento, tendo nossos corpos colados um no outro, ela se aninhou em meus braços com a cabeça sobre meu peito. Minutos depois ela moveu sua mão até meu peito e ficou brincando com os pelos do meu peito, enquanto que eu curtia aquele carinho. Tempo depois ela começou a descer e subir sua mão pelo meu corpo e a cada descida, mais se aproximava da minha região mais baixa, e esses movimentos de subir e descer começaram a fazer meu pau dar sinal de vida, começando a ficar duro. Até que finalmente ela o pegou pela base fazendo com que ficasse apontado para cima, depois subiu a mão mais um pouco pegando no meio dele e começou a fazer movimentos de subir e descer, me fazendo uma punheta, quando percebeu que já estava duro, Lívi, se levantou, se posicionou com as penas de cada lado do meu corpo mas sem o soltar e apontando para sua entrada quente e molhada, começou a descer seu corpo, lenta e calmamente, como se quisesse sentir cada pedacinho dele entrando dentro dela. Quando sentiu que estava todo dentro ela suspirou e jogou a cabeça para traz, e depois para os lados. Ela estava de olhos fechados, se concentrando nas sensações que aquela penetração profunda provocava nela.
Depois de alguns minutos assim, ela foi levantando o corpo até quase deixa-lo sair de dentro dela e voltou a descer novamente até o fim, encostando sua bucetinha em meu corpo, e novamente depois de alguns segundos tornou a subir exatamente como da primeira vez, e repetiu a descida também, fez isso algumas vezes mais. O prazer que eu sentia com aquelas sensações que ela estava me proporcionando eram demais, e acredito que para ela também eram além do que poderia imaginar.
Uma última vez ela desceu, jogou seu corpo para frente apoiando suas mãos em meu peito, abriu os olhos, me encarando bem dentro dos meus e apenas disse duas palavras, nada além de algo que significava tudo.
- Te amo!!!
Desceu o rosto até próximo do meu e me beijou, mas foi um beijo lento, cheio de carinho, de entrega, que consegue retratar o melhor de todos os sentimentos.
Depois desse beijo, levantou o corpo e começou a movimentar o corpo para cima e para baixo, e a cada vez que subia a velocidade era maior. Seus cabelos não conseguiam acompanhar os movimentos. Levantei minhas mãos e comecei a tocar seus seios os apertando. Segundos após chegar a maior velocidade que conseguia, ela jogou a cabeça para frente, seus gemidos denunciavam sua excitação, até que ela desabou por sobre meu corpo tremendo, buscando ar, os olhos semi serrados, ela havia gozado, de uma forma que eu ainda não tinha visto. A abracei aconchegando a mim como a protegendo de algo e aguardei que voltasse seja lá onde estivesse. Segundos depois já quase refeita, abriu seus olhos.
- Só confirmando, como te amo.
E me beijou novamente com ternura.
Aquela estava sendo a melhor noite da minha vida, e olha que já havíamos tido outras muito boas, mas ainda estava aquém de terminar.
Depois do beijo ela me olhou com uma cara de safada que ainda não havia visto, saiu de cima de mim, ficando ao meu lado na posição de quatro.
- Vem, quero você dentro de mim novamente.
Me posicionei atrás dela, meu pau já doía de tanto tempo duro. O guiei com a mão até sua bucetinha vermelha, e fui entrando, e como estava muito molhada deslizou para dentro dela, como se estivesse sendo sugado, e que sensação gostosa ela aquela.
Assim que sentiu ele dentro dela, Lívia, empurrou o corpo para trás, fazendo com que ele desaparecesse dentro dela em uma penetração profunda, onde pude sentir a cabeça tocando seu útero. Ficamos assim alguns segundos, totalmente parados até ela dizer para que a fizesse gozar novamente.
Não precisou mais de mais nada, além da visão de sua bundinha linda e as palavras que ela havia dito, comecei a me movimentar indo e voltando, mas não de forma lenta, eu precisava gozar, tinha urgência nisso, e pelo que sentia ela também tinha essa urgência, pois gemia muito, e isso servia de combustível. Não demorou muito e juntos gozamos novamente. Nossos corpos suados, meu suor caindo por sobre o corpo de Lívi, o cheiro de sexo tomava o quarto, nossas respirações aceleradas.
Cai para o lado ficando de costas na cama, virei meu rosto para o lado dela, ainda tentando colher a maior quantidade de ar possível.
- Eu também te amo muito, disse eu em voz baixa.
Ela abriu os olhos me olhando e com um sorriso meio tímido nos olhos, como que aceitando a confirmação das minhas palavras.
Aos poucos ela também de posicionou de costas e fiou ali ao meu lado apenas deitada respirando lentamente.
Coloquei minas mãos embaixo da nuca com os dedos entrelaçados, dando mais apoioEntão meu amor, nosso banho já esta pronto como você pediu, ouvi ela dizendo, me trazendo de volta a realidade, me tirando do transe daqueles pensamentos. Uma vida em poucos minutos.
Mas aquela noite ainda estava apenas começando, tínhamos muito ainda a fazer.
Já de volta a realidade, me levantei e fui tomar o banho com ela, e devo admitir, além de nos limpar, retirar o suor, ajudou a acender nosso tesão, pois assim que saímos e nos secamos voltamos para a cama e tivemos mais uma seção de sexo, onde me deliciei com aquele cuzinho lindo dela, que piscava me convidando para explora-lo, mas não era a primeira vez que fazíamos sexo anal, já tínhamos feito em outras oportunidades.
Foram dias de muito sexo, até umas olheiras surgiram em nossos rostos, mas devo admitir que deixamos o mundo girando, sem nos preocupar com nada, apenas dedicando-nos um ao outro, com muito amor, carinho e afeto.
Depois daqueles dias no nordeste em lua de mel a vida seguiu normal, a empresa sempre com muito trabalho, novos clientes chegando, e nossa vida juntos a cada dia melhor.
Uns dois anos depois, me encontrava numa mesa de um café no shopping, brincando distraído com uma colher dentro de minha xícara, enquanto aguardava Lívia, senti um leve pousar de mão em meu ombro, demorei a me virar, até achando que era ela, então ouvi aquela voz, que reconheceria em qualquer lugar.
- Ricardo!!! é você mesmo?
Me virei e fiquei surpreso, era Ângela quem estava ali, me levantei, estendi minha mão para cumprimenta-la, mas estranhamente mesmo a tendo a poucos centímetros de distância, nada dentro de mim mudou, era como se fosse uma pessoa qualquer, um amigo que há muito não visse.
- Ângela!!! quanto tempo?
Ela me sorriu, mas um sorriso tímido, não pude deixar de observar que estava vestida com uma roupa simples, mas sim, ficava muito bem nela, não roubando nem aumentando a beleza que ela exalava. Nem parecia a mesma pessoa que vi e convivi outras tantas vezes, sempre com roupas que contribuíam para exibir ainda mais sua beleza.
Com certeza continuava linda, mas alguma coisa nela havia mudado, não soube dizer exatamente o que, mas não, definitivamente não era mais a mesma pessoa, e seu jeito de vestir denunciava isso.
A convidei a se sentar comigo, e chamei um garçom para que ela pedisse algo para beber, mas acabou me acompanhando em um café expresso também. Perguntei como ela estava e me respondeu estar bem, e que era uma boa surpresa ter me encontrado ali.
Depois que o garçom a serviu com sua xicara de café, conversamos como velhos amigos, ela me contou por cima, sem entrar em detalhes sobre seu casamento que havia terminado, fazia pelo menos um ano, e que se arrependia, ainda, de sua forma de agir e da forma como terminou comigo, que sabia da burrada que tinha feito, por ter dado importância a outras coisas e não ao que importava. Confessou que deveria ter aceitado os conselhos de sua mãe e até da minha mesmo, mas que infelizmente teve que aprender da pior forma o que tinha perdido. Tinha finalmente entendido e agora estava levando e tentando ter uma vida mais modesta, sendo a pessoa que sempre deveria ter sido.
Enquanto ela me contava seus olhos encheram de lagrimas, mas ela as conteve com lencinho de papel, antes que elas escorressem pelo seu rosto. Disse estar sozinha desde sua separação, que precisava ainda colocar alguns sentimentos em ordem, e que justamente aquela oportunidade de me reecontrar, já era algo que precisava ter feito a muito, mas não tinha certeza de como seria esse reencontro.
Enquanto conversamos, quero dizer enquanto ela falava eu apenas ouvia atento apenas analisando tudo que ela dizia. Acredito que isso durou uns 10, 15 minutos, não mais do que isso, então ao meu lado parou Lívia, com o carrinho e nosso filho dentro dormindo tranquilo como um anjo, dizendo que o local estava movimentado naquele dia.
Ela havia ido até o fraldario trocar as fraldas do pequeno, cumprimentou Ângela e sentou-se ao meu lado, uma vez que Ângela ocupava cadeira a minha frente.
- Ângela, essa é Lívia, minha esposa, não tive oportunidade de te apresentar antes, e este é o Junior, ela fez questão de dar o meu nome a ele. Lívi, essa e Ângela a pessoa que te falei, algum tempo atrás, disse eu fazendo as apresentações necessárias.
As duas se cumprimentaram cordialmente, esticando e apertando as mãos.
- Ela é linda como você bem disse, Lívia comentou.
Ângela ficou meio corada com o comentário de Lívi e agradeceu, também a elogiando.
Ela ficou surpresa de como o bebê se parecia comigo, fez algumas brincadeiras com ele, mas não se demorou muito depois disso, dizendo que tinha algumas coisas para fazer, se levantando e nos desejando tudo de bom, e se foi, mas seu jeito de andar denunciava eu diria uma certa tristeza, com os ombros meio caídos, e paços lentos e calmos, como se estivesse pensando em algo.
Contei a Lívia que ela havia me reconhecido e a convidei a sentar e tomar um café. Elas não se conheciam, mas Lívi, sabia de toda a história que aconteceu entre eu e Ângela, nunca escondi nada dela, sempre fomos honestos um com o outro.
Como já estava dando nosso horário e Lívi não quis tomar nada resolvemos ir para casa, enquanto eu pegava Junior nos braços, pois já estava dando sinais de que não queria mais ficar no carrinho, disse a ela:
- Espero que ela tenha aprendido algumas lições, não, muitas lições nesse tempo.
Lívia acenou movendo a cabeça como concordando, paguei a conta e fomos embora, mas nossa história, agora com o pequeno estava ainda iniciando, mas unidos em nosso amor e o fruto dele.
FIM
ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É MERAMENTE COINCIDIDENCIA.
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